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O direito, a coragem e as consequências

Leia o post original por Rica Perrone

É assustador no Brasil que alguém banque o pensa e tome um lado. Uma pena, mas é um país de covardes e isso se nota na medida em que 100% da verba publicitária está voltada para quem não acha nada sobre porra nenhuma.

O carnaval é uma festa popular. Cabe dentro dela criticas geniais como a da Mangueira pro prefeito traíra que prometeu uma coisa, foi eleito e mudou de idéia. Cabe toda posição política que bem entender. Aliás, entendo por país livre você poder ser o que bem entender.

Tuiuti fez na avenida o que Globo, Veja e 99% dos veículos de comunicação não tem peito pra fazer: assumiu quem é.

Gosto? Muito. Acho maravilhoso a escola me dizer quem ela é e me dar o direito a odia-la, por exemplo. Como ontem ela se tornou a escola de milhões de esquerdistas pelo país. É um conseqüência à coragem.

“Ah mas ela falou mal do Temer”. Não, caras. Não é isso.  Enorme parte das pessoas não entendeu que ela ser contra reforma trabalhista, por mais limitada que seja a concepção do que se está falando, é um direito dela.  O ponto foi uma ala no fim do desfile.

A ala disse claramente e sem o menor pudor que quem bateu panela ou se manifestou de verde amarelo contra a Dilma foi manipulado por alguém.  Além da alusão ao palhaço no nariz deles.

Em resumo: Se você foi a favor da saída da Dilma e protestou, você é um palhaço manipulado na opinião da Paraíso do Tuiuti.

Eu gostaria honestamente que a Globo falasse que odeia o Bolsonaro. Seria mais honesto do que fingir imparcialidade por exemplo e ter seus lados.  A Tuiuti fez, e agora vem a separação das coisas.

Direito dela em fazer. Corajoso se posicionar. E agora aguenta o tranco porque chamou enorme parte da população de palhaços manipulados. Tem uma reação. Ninguém dá tapa na cara de ninguém e sai andando. A vida é mais prática do que pregam os filósofos do “anti ódio” que odeiam quando alguém não lhes dá o status de intelectual.

A Tuiuti pode se tornar uma escola odiada. Eu particularmente, como fui chamado de palhaço pela escola, tenho enorme antipatia a partir de agora. É a conseqüência natural de quem se posiciona. Você pode se posicionar estando de um lado e/ou agredindo o outro. Ela fez os dois.

Aguente  a reação ao seu direito de “ofender” um lado.

Prefiro um inimigo declarado do que um “amigo” cuzão.  E a Tuiuti escolheu seu lado. Não é o mesmo que o meu. A respeito, embora ela não tenha respeitado quem pensa diferente dela. Mas … se cair….  sim, confesso, vou rir. Simplesmente porque é também meu direito reagir a “ofensa” deles.

E nos 3 casos, tanto da postura quanto na coragem e na reação, é preciso agir mais naturalmente do que as pessoas agem. As 3 coisas fazem parte da vida todo dia, em todo lugar.  Mas entendo que se postar, peitar uma posição e arcar com consequências pelo que pensa não são 3 hábitos brasileiros.

A Tuiuti será esquecida amanhã cedo. É uma escola pequena e seu momento de glória foi “atacar” alguém.  Ainda assim, agredido pela escola na condição de palhaço manipulado, eu prefiro um “vai tomar no cu” do que “tem gente que poderia tomar no cu hein”.

Então… foda-se a Tuiuti!

abs,
RicaPerrone

A “treta” da Rádio grenal

Leia o post original por Rica Perrone

Semana passada houve uma polêmica sobre uma participação minha na Rádio Grenal.  Os ouvintes acharam que eu fui “cortado” ou “censurado”, e eu fiz questão de dizer no twitter que não. Que fui muito bem tratado e que ninguém me cortou do ar do nada.

Mas que a história de alguém pedir desculpas no ar pela minha participação, se fosse verdade, era um absurdo. Um desrespeito. Eu não pedi pra participar, repeti no ar o que escrevi e portanto quando me ligaram sabiam o que eu diria.

Eu não acho educado e nem necessário um radialista querer agradar os clubes do interior se desculpando pela opinião dos outros. Dá a sua, sustenta seus argumentos, se é que existem, e então tá feito o debate. Mas desmerecer uma que você convidou pra por no ar?

O resto foi barulho de torcedor. Fizeram disso uma puta polêmica quando na real o que me incomodou foi pedirem desculpas pela minha opinião, até porque ela é de milhões de torcedores.

Mas como notei no twitter, ninguém ouviu. Foi meio que disse me disse Então segue a entrevista para que vocês vejam que nao houve desrespeito enquanto estive no ar, muito pelo contrário. A babaquice foi apenas o Espinosa se desculpar pelo convidado dele, sendo que nao ofendi ninguem. E portanto não tem porque me desculpar. Ainda se tivesse, eu pediria, não ele por mim.

A tarde liguei na rádio pra ouvir o que diziam. Havia dois locutores mandando recado e debochando de mim no ar.  Eu não fico triste. Fico feliz. O espaço que conquistei é exatamente por ser o contraponto à mídia tradicional.  Continuem.

É só isso.

abs,
RicaPerrone

Youtubers: é melhor que querer ser paquita

Leia o post original por Rica Perrone

Uma dose é mero recalque por ver “pivetes” com um celular virado pra eles ficando ricos, a outra é vontade de criticar. Algumas críticas são justas, algumas preocupações também. Mas na real, qual o problema em ser youtuber ou ver as crianças desejando ser como eles?

Qual a novidade, na verdade?

Eu não assisto nenhum quase. Entendo que o youtube é quase um Netflix Kids.  Feito 90% pra crianças e adolescentes e que os números atingidos por eles camuflam a real importância de alguns conteúdos. Exemplo: A sua referência é um video de baboseira de 10 milhões de views. Logo, qualquer vídeo de 200 mil views é um número baixo.

Não é. São 200 mil adultos, dependendo do que você anuncia ou busca, é um número relevante. Mas isso também não é culpa deles, nem chega a ser novidade.

O que minha geração queria aos 8 anos era ser Paquita. Dançar pra uma apresentadora de TV mostrando as pernas.  Os meninos, jogadores de futebol. E isso acho que mudou pouco.  Mas é realmente preocupante pra você que o tempo que você gastava vendo o Sérgio Malandro gritar na Porta dos desesperados seja gasto com um garoto de 20 ou 30 anos falando sobre… política, preconceito, etc?

Mesmo que você discorde dele. É quase impossível a gente não concordar que é mais interessante pra uma criança pensar no que diz um youtuber do que na disputa entre Mara, Angélica e Xuxa. Se é um absurdo pra você um cara de 30 anos ser o exemplo pro seu filho, era também pra nós quando as paquitas aos 19 eram o sonho das nossas irmãs.

É natural. Troca-se a mídia, trocam-se os protagonistas.

Eles não são eternos. Os mais inteligentes deles tem uma função e não um canal. A maioria talvez tenha um canal. Não sei, não acompanho o suficiente.  Mas a Kéfera, por exemplo, é atriz. Não “youtuber”.  O Whinderson é “humorista”, não youtuber.

O uso da ferramenta não pode estar a frente do que a pessoa está propondo. O “Mamãe Falei” é um canal de política. Talvez hoje ele influencie tanto quanto o colunista do Jornal da Joven Pan quando eramos jovens.

O rótulo “pagodeiro” usado com menosprezo também atinge o “Zeca Pagodinho”.  O que torna o rótulo uma idiotice.  E usar o “youtuber” para menospreza-los é tão tosco ou mais do que pular na banheira de nutella. Afinal, não é necessário um conteúdo inteligente para ser conteúdo.  Existe algo chamado “entretenimento”.

O papo “a tv não presta” é tão hipócrita quanto. Ouvimos por 20 anos que bom era a TV Cultura. A Globo uma bosta. E ela dava 60 pontos, a cultura 0.5.

Existe youtuber ruim, youtuber bom. O youtuber é que talvez não exista.  Atrás do meio que usam há atores, administadores, apresentadores, humoristas e muito mais. Uns com futuro, outros não. Tal qual toda música que dançamos quando jovens, milhares de celebridades que acompanhamos quando garotos e que hoje são representados por esses meninos de camera nas mãos.

Eu não assisto muito porque me acho velho demais para induzir minha linha de raciocinio por garotos mais novos direcionando a linguagem para adolescentes.  Mas eu não acho que minha irmã era menos fútil que hoje por ela querer ser paquita enquanto seu filho quer ser o Felipe Neto.

abs,
RicaPerrone

A Sandy não joga futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Eu adoro a Sandy. Sério, fui em uns 5 shows já quando ela era com o Junior, mais uns 3 dela sozinha. Ela é fofa, canta bem, não briga com ninguém, temos quase certeza que não vai ao banheiro e que se Jesus viesse pra Terra pediria benção pra ela e não o contrário.

Mas ela canta, não joga bola.

Sandy não compete.

O Neymar tem um objetivo simples indo pro PSG: fazer algo que ele leve os méritos quase que por completo. Se o PSG ganhar uma Champions por exemplo, foi Neymar.  E isso é parte do show do Messi, do Cristiano, do Romário, do Ronaldo e de qualquer notável que dispute o rótulo de melhor.

Números ajudam. E por isso Neymar vai tentar fazer gols e mais gols para ter argumentos para ser número 1.  Se esperam dele a “fofura” de um Kaká, esqueçam.  Ele é um moleque atrevido, folgado, abusado e cheio de marra. Ele é o que ele é, não sejam ridículos de esperar dele o que você quer que ele seja. Isso é ser arrogante, não ele ao não dar a bola pro Cavani.

Aliás, porque vocês não surtam quando o Messi não dá o pênalti pro Iniesta? Ou quando o Romário e o Edmundo brigavam no Vasco por uma tarja de capitão?

Porque é simples: jogadores competitivos vencem. E Neymar é competitivo. Graças a Deus!

Teve jogo beneficente o mes todo. Agora é pra valer. O sujeito faz 4 gols, dá passe pra 2, e tu quer discutir a porra de um pênalti se ele deu ou não pro colega?

Quer manchetar vaias de uma parte da torcida dos caras pra ele?

Pra ser o melhor você tem saber que onde passa só um, passo eu. E foda-se.

abs,
RicaPerrone

Cadê vocês?

Leia o post original por Rica Perrone

Todo ano eu me pergunto em dezembro onde estavam nos útlimos anos e eleições os clubes que hoje se lamentam pelo calendário.

Todo ano eu tento entender como 10 clubes podem achar ruim a cota de TV e só 2 estarem felizes sendo que 10 podem fazer um campeonato e 2 não.

Todo ano eu tento entender porque o torcedor é tão facilmente manipulado pela mídia que odeia a CBF e não percebe que tudo que está lá é meramente a representação oficial autorizada do SEU clube.

Há meses a CBF não tem presidente que possa sair do país. Algum clube foi lá cobrar da entidade o afastamento dele? Que houvesse nova eleição? Que algo fosse feito pela representação dos clubes?

Não.

Houve algum movimento entre os clubes para que a eleição na CBF seja ANTECIPADA após a suspensão do presidente? Não. Ela será ADIADA para que ele esteja de volta ao cenário político.

Nos últimos anos qualquer analfabeto entendeu que o sistema de corrupção, má gestão e favores do governo só existe porque é sustentado de baixo pra cima.  Não notaram que o futebol brasileiro tem um sistema político muito parecido e, portanto,  tem muita gente muda porque está feliz.

Seu clube, seja ele qual for, é cúmplice e hoje um dos mais covardes pilares do futebol brasileiro. Se há 12 “grandes” que se quiserem mudam tudo, sabemos de quem são.  E eles não estão muito preocupados com nada disso, apenas com qual jogador vão tirar do rival via liminar, ou talvez como vão eleger alguem mais próximo desse ou daquele dirigente.  Ou também, “pra que se indispor com o presidente e amanhã ter um pênalti não marcado?”, como ouvi outro dia.

Não querem mudar. Não vão mudar.

A CBF passou pelo ano todo esperando uma atitude de fora pra dentro que pudesse intervir no absurdo que é ter um presidente que não pode exercer suas funções em sua totalidade e nem ter a dignidade de pedir pra sair enquanto nota ser um atraso pro futebol brasileiro.

Ninguém se mexeu. Nenhuma federação ou clube tentou mudar isso ou protestar contra o cenário.

E você realmente acha que seu clube é “vítima” de qualquer calendário, receita de TV, regras do jogo ou politicagem do futebol brasileiro?

Então tá.

abs,
RicaPerrone

Sobe pra ver

Leia o post original por Rica Perrone

Eu sou jornalista, embora tenha vergonha de dizer e a exata noção de que não o pratico bem.  Não estou atrás da verdade, mas sim da paixão. Não busco furo, busco histórias fodas pra contar.  Torço, não sou isento, não quero fuder o entrevistado e nem mesmo aplaudir o adversário se ele for merecedor.

Não tenho amor pela profissão. Tenho amor pelo futebol. E se você ama jornalismo mais que futebol, você é meio bobo. Mas ser bobo não é crime. Então relaxa aí.

Quando eu não tiro minha carteirinha de imprensa para pagar ingressos e viajar com torcida é pela escolha simples de nunca deixar de ser um deles.  Pois quando deixo, meto um terno, ligo o ar e vou na TV dar aula do que já não sei mais o que é.

Eu vou pecar pelo exagero 300 vezes, outras 2 mil vezes pela paixão. Mas nunca vou cometer o absurdo que é tratar paixão com frieza ou tentar racionalizar futebol.  Não serei o porteiro da Disney avisando a criança que é um anão chinês dentro do Mickey. Deixa ele sonhar, caralho! Ele pagou pra isso.

Eu ouço todo dia que eu sou um fazedor de média com a torcida X ou Y.  São escolhas e a minha é simplesmente viver intensamente a paixão que tenho por futebol.  Então, se o Grêmio for a final da Libertadores, eu vou lá com eles e vou torcer junto. Talvez eu não esteja certo, mas com absoluta certeza eu volto de lá sabendo falar com o torcedor do Grêmio melhor do que quem ficou na cabine cagando regra.

Há quanto tempo você jornalista não paga ingresso pega fila e sobe lá? 10 anos? 20 anos? O que você ainda lembra de passar perrengue pelo seu time e tomar porrada sem saber de onde veio pra ver um jogo de futebol?  Tem “fortes emoções” no estúdio da TV?

Quantas viagens de onibus chegando num país diferente pela Libertadores você fez pra saber o que é? Quantas pedradas você levou?

É uma pica jogar fora do Brasil.  É pedrada, hostilidade, polícia jogando água, escolta mal feita pra deixar a gente apanhar, torcida encurralada, horas e horas presos no estádio.  E aqui, Arenas! Hoteis espetaculares em silêncio, translado 5 estrelas e nenhum perrengue.

Olha, meus caros. Existe uma diferença entre ser educado e o gordinho bobo “paga lanche” da escola.

Eduque o seu filho pra ser o “paga lanche”. Não tentem educar uma sociedade confundindo os bons modos com ser otário.  Talvez por serem otários vocês adorem tanto uma seleção que comprou uma Copa, nos dopou em outra e se neguem a torcer pra nossa por “isenção”.

Isso é ser otário.

Sem violência, mas com pressão e nenhuma simpatia. Porque é assim que somos tratados. Vocês, de terno, chegando de carro da emissora, não sabem o que é passar 1 hora tendo que se esconder nas cortinas pra não tomar uma pedra de 1 metro na cabeça.

Não desejo. Mas as vezes acho que vocês precisam.

O país das maravilhas que você vive não é o nosso, “Alice”.  Duvida? Então tira a credencial e sobe lá pra ver.

abs,
RicaPerrone

O dedo, não!

Leia o post original por Rica Perrone

Senhoras e senhores deste país honesto, transparente, fofo, ético e cheio de bons costumes, me perdoem pela imagem acima.

Aliás, perdoem também o marginal Vizeu, que cometeu este crime em meio a um jogo de futebol repleto de senhoras, crianças, adultos, etc, etc, etc.

Eu fiquei estarrecido.  Assisti as imagens no Fantástico e notei algo para cobrir o gesto do jogador, como aliás vi em diversas emissoras sendo embaçada a imagem da mão dele. Ninguém pode ver um gesto daqueles na tv brasileira, senhores. Onde vamos parar se nos permitirmos ver uma pica de dedo?

Sexo de mãe e enteado na novela das 8, foda-se. Criança e adulto pelado no museu, foda-se. Drogas, putaria, sexo explícito em tv de madrugada, idem.  Mas a piquinha do Vizeu… aí não dá! Temos que parar o Brasil para discutirmos esse tema.

Onde já se viu duas pessoas jogando futebol discutirem? E uma delas, que fez um gol, perder a cabeça numa euforia boba, afinal o que fazer um gol em casa levando a Libertadores?

E neste momento de absurdo desequilibrio Vizeu, o marginal, faz o gesto mais censurável do mundo: manda uma pica.

Rodolpho chega a ter princípio de AVC, tamanha a agressão. E quando eles saem do campo abraçados como acontece em TODAS as peladas do país TODOS os dias, os de terno dizem na tv que “acharam mentira”, “rachou o grupo”, “agora fudeu”.

O Flamengo venceu, tá de volta a Libertadores neste momento, fez as pazes com a torcida.  Eu adoro quando a verdade da vida vaza com a camera no “on”.  Os hipocritas ficam malucos, os web-vivos surpresos e a gente dá risada.

Porque é assim. Como é.

abs,
RicaPerrone

“Vamo espioná o planeta!”

Leia o post original por Rica Perrone

O drone, o Grêmio, a ESPN, a final, a polêmica, a necessidade disso.  As questões são simples.  Eu não suporto a linha ESPN de donos da ética e bons costumes sendo hipocritas do goleiro ao ponta esquerda em quase todas suas linhas.  Mas respeito, porque até o suicídio é um direito.

Eu não entendo muito a vontade em ser a sombra negra do esporte em busca da verdade, da moral, da ética, da puta que pariu, quando na real só se tem a linha que tem porque não tens o direito sobre nada daqui. E portanto se joga pro alto tudo que é de fora. É negócio, não editorial.

O Grêmio está certo? Não. Acho que não se for verdade.  Mas investiga-se isso há meses (nossa, que falta de pauta!) e aí solta 2 dias da final. Pra que lado a gente cai afinal de contas? Qual a necessidade? Zero. O beneficio? Zero.  A diferença entre agora ou depois da final? Zero.

Então cala a boca, ganha o tri pro Brasil e depois enche o saco com seu jornalismo de oposição editorial.

Que porra de moral tem uma turma que libera seus profissionais para militar pra Lula, PT, MST e vir falar de ética, CBF e drone na tv? É o Kleber Gladiador reclamando de cotovelada?

O comercial da ESPN deve ter pessoas suicidas. Ninguém deve suportar trabalhar lá porque é desesperador o que sua equipe que vai ao ar faz para se manter como a última força das tvs de esporte, mesmo que alguma nova tenha aparecido ontem.

Não se trata do certo ou errado. Se trata do tamanho do estardalhaço, de pra onde vão todos os estilhaços e quem vai se cortar.  Jornalismo é uma coisa, esporte é negócio. E vocês, donos de torneios, parceiros comerciais deles, sabem bem disso. Ou investigariam um campeonato que transmitem para descredibiliza-lo?

A notícia é válida, embora supervalorizada.  É algo comum desde 1940, só que em arvores. O Grêmio só se modernizou.  Fazer cara de susto pra caixa 2 na política é ser hipócrita. Pra espiar o adversário em futebol, pior ainda.

Mas deixa pro dia 1, gente. Vamos ajudar o futebol brasileiro a buscar o caneco porque é exatamente isso que TODOS os outros fariam contra um dos nossos.

Nossa mania de dar tapete vermelho pra quem nos recebe com tapa na cara não nos faz “maiores”.  Nos faz apenas mais otários.

abs,
RicaPerrone

Indiscutivelmente discutível

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Quando um juiz comete um erro o torcedor fala em “assalto”, a imprensa tenta repetir frases como “o arbitro não tem 20 cameras”, “está na hora da tecnologia…”, blá, blá, blá. Não há qualquer discussão. O lance acima está impedido. É indiscutível. É uma imagem. O que se discute, e deve-se discutir é o direito …

Não é machismo

Leia o post original por Rica Perrone

No momento em que o mundo discute a fome, não se joga nem comida estragada fora. Quando se discute o casamento gay, não se brinca de chamar alguém de “viado”, e quando o machismo é o foco, sobra pontapés pra todos os lados, até para os que não merecem. Discute-se machismo e preconceito com o …