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Sem receber propostas, Lucca vê indefinição do Corinthians

Leia o post original por Perrone

O Corinthians quer um atacante para se reforçar na próxima temporada. Mesmo assim, não existe certeza no clube em relação ao aproveitamento de Lucca, emprestado até dezembro para a Ponte Preta.

De acordo com a diretoria, a palavra final sobre todos os jogadores que voltarão de empréstimo será de Fábio Carille, mas o treinador não quer pensar nisso agora, antes de o Brasileirão acabar, mesmo com o título já conquistado pelo alvinegro.

Pelo menos parte da direção entende que a melhor opção é negociar o atacante, autor de 11 gols pela Ponte no Nacional. Porém, até agora nenhuma proposta apareceu para ele. Assim, Lucca vive uma indefinição sobre sua próxima temporada, apesar do bom desempenho.

Na janela europeia no meio do ano, o Nantes, da França, acenou com  cerca de US$ 3 milhões pelo jogador, mas a direção alvinegra achou pouco. O clube do Parque São Jorge tem 60% dos direitos econômicos do atleta.

Em palpos de Aranna

Leia o post original por Antero Greco

Antes de mais, vamos ao óbvio: o Corinthians depende só dele para chegar ao título. Sim, senhor, com seis pontos (por enquanto) à frente de Santos e Palmeiras, basta recuperar o prumo para fazer a festa até a 38.ª rodada. Isso é matemática simples e simplória.

Vamos à tendência de momento: o que parecia improvável vai dando o ar da desgraça, pois o líder chega pressionado à reta final do Brasileiro. Vem ladeira a baixo, na banguela, com freio emperrado, e pode trombar de vez com outros rivais, Palmeiras sobretudo, e Santos a correr na pista lateral.

Inimaginável supor queda tão brusca de desempenho, de quase 82% no primeiro turno para 33% no segundo. Se foram 15 vitórias e 4 empates nas primeiras 19 rodadas, agora acumula 6 derrotas, 3 empates e 3 vitórias. Foram 49 pontos contra 12 acumulados por ora. Nas contas anteriores, se mantivesse aproveitamento em torno de 49 ou 50%, chegaria com facilidade à sétima taça.

Embolou tudo – e pode enroscar ainda mais, se o Palmeiras ganhar do Cruzeiro, nesta segunda-feira, no Allianz. Daí, o dérbi de domingo em Itaquera pega fogo.

O Corinthians enroscou-se numa teia criada por ele mesmo. Sim, caro amigo alvinegro ou não, a rapaziada de Fábio Carille é responsável pela situação delicada em que se encontra. Se no turno, superou expectativas, com futebol correto, eficiente, solidário e preciso, agora emperrou, dispersou, brecou ousadia e criatividade. O Timão virou equipe comum, que não bota medo nos adversários.

Outra prova veio neste domingo, no duelo com a Ponte, em Campinas. Não foi a pior partida nessa série negativa. Até que o Corinthians buscou ao menos o empate, especialmente no segundo tempo, com uma infinidade de finalizações – a maioria parou em Aranha. Fazia tempo que não via o goleiro já veterano pegar tanto! Fechou o gol, foi um paredão.

No entanto, os corintianos não assustaram a turma de Eduardo Baptista. A Ponte se propôs segurar a pressão, que existiu, e apostou nos contragolpes. Artifício manjado no futebol, tão velho quanto o primeiro chute na bola. E deu certo. Por ironia tão frequente, o golpe de misericórdia veio por meio de Lucca, cria do Parque São Jorge: gol de cabeça, aos 39 minutos do primeiro tempo e fim de conversa.

Carille apostou na formação que não havia perdido no ano – 7 vitórias e 5 empates – e nem isso funcionou. Apelou para mudanças mais atrevidas, com a entrada de Cleyson, Pedrinho, Kazim, e… nada. A tal limitação de elenco, cantada antes do início da Série A, só agora revela sua face cruel. O banco corintiano, considerado fraco, mostrou que é… fraco mesmo.

A apreensão chegou, não há como negar. Só não pode transformar-se em pânico. Afinal, o Palmeiras pode não passar pelo Cruzeiro e pode perder no domingo que vem. Daí, tudo volta ao normal. Ao mesmo tempo, também é indisfarçável que o Corinthians está em palpos de aranha… por obra e arte, ao menos neste domingo, pelas defesas do Aranha.

Com o perdão do trocadilho.

 

Azedou pro LÍDER, hein?

Leia o post original por Craque Neto

O resultado que ninguém imaginava aconteceu em Campinas. A Ponte Preta, até então uma das equipes da zona de rebaixamento, venceu o líder Corinthians por 1 a 0. Com isso fica totalmente exposta a liderança do Campeonato Brasileiro. O Timão segue na frente com seis pontos de diferença, mas uma vitória do Verdão em casa contra o Cruzeiro nesta segunda deixará a vantagem de apenas três com o confronto direto para acontecer no próximo final de semana. Duro golpe no coração do torcedor corintiano. A verdade dos fato é que o Corinthians não merece mais o título. Uma piada a […]

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Corinthians, a “4ª força”, está perto do maior vexame da história do Brasileirão!

Leia o post original por Milton Neves

O duelo no Moisés Lucarelli esteve longe de ser o que todos esperavam.

Lances de emoção apenas no final do jogo, característica fiel deste “modorrento” campeonato. Aranha e suas defesas deram um pouco mais de graça.

É que ambas as equipes deixaram de lado a técnica e apostaram na força de vontade para tentar superar o rival.

A Ponte Preta levou a melhor, mas o resultado magro justifica sua posição na tabela.

Era o momento perfeito para golear o Timão, inflar o ego e ganhar moral no torneio para se livrar de vez do rebaixamento.

Pois, neste segundo turno, o Corinthians vem jogando uma bolinha bem “quadrada”.

Teria a sorte abandonado o time do Parque São Jorge?

E se o que todos afirmavam sobre ser a “QUARTA FORÇA” for realmente verdade?

A resposta aqui é clara!

Parem o Palmeiras, pois o Verdão vai roubar este título do Timão!

Atlético-MG 0 x 0 Botafogo

Mais uma vez o meu Galo deixou escapar boa oportunidade de vitória.

Péssimo resultado para o Atlético-MG, que parece ter abandonado lutar pela Libertadores.

Rafael Moura, o “He-Man”, saiu do banco e só foi parado pela trave. Uma pena!

Fluminense 1 x 1 Bahia

O futebol é realmente brilhante, não é mesmo?

Porque apesar do Bahia começar arrasador com Zé Rafael, o “cabisbaixo” Flu arrancou o empate.

Gustavo Scarpa, antes vaiado, foi quem salvou os cariocas da derrota.

OPINE!!!

Vale uma nova oportunidade ao Borja?

Leia o post original por Craque Neto

O Palmeiras precisava da vitória contra a Ponte Preta nesta quinta-feira para diminuir a vantagem para o arquirrival Corinthians na liderança do Brasileirão. Venceu até com certa tranquilidade. E o segundo gol foi marcado pelo colombiano Miguel Borja, que quebrou um baita JEJUM de meses sem gols. Foi o oitavo desse gringo que custou ao clube R$ 33 milhões e foi muito pouco aproveitado em 2017. Confesso que quando ele chegou ao Verdão pensei que a diretoria tinha dado uma CARTADA certeira. Afinal o cara tinha sido o artilheiro do Atlético Nacional, campeão da Libertadores do ano passado. Por sinal […]

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Valente Palmeiras de Valentim

Leia o post original por Antero Greco

Pode ser impressão, um rasgo de boa vontade, ou constatação óbvia. Ou tudo isso junto. Mas o Palmeiras das duas últimas apresentações no Brasileiro é o mais sereno e determinado da temporada.

Na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-GO, no domingo, e nos 2 a 0 em cima da Ponte, nesta quinta-feira, jogou com segurança, foi objetivo e preciso. Não inventou, não se complicou. Futebol simples, fácil, porém arrumado. O Palmeiras de Alberto Valentim está diferente do Palmeiras de Eduardo Baptista e sobretudo do Palmeiras de Cuca.

Epa, dá pra dizer que daqui até o final do campeonato não perderá mais? Que vai incomodar o Corinthians? Que ainda pode sonhar com o título? Das três hipóteses, a única que não se deve negar é a terceira. Porque sonhar, afinal, não é proibido para ninguém.

No mais, não se pode cravar coisa alguma. Aliás, não dá pra ter certeza de nada nesta Série A. No caso palestrino, se pode alegar que pegou dois adversários instáveis, com medo do rebaixamento e que, portanto, não fez mais do que obrigação. Concordo.

E também é possível alegar que os próximos desafios – Grêmio (fora), Cruzeiro (em casa) e Corinthians (fora). Se passar incólume por esse trio, então o torcedor pode acender mais velinhas para San Gennaro e para Nossa Senhora de Achiropitta porque o milagre está a caminho. Até lá…

Até lá, que Valentim e seu grupo continuem com a postura das últimas partidas. No duelo com a Macaca, só houve dois ou três vacilos de marcação, até a metade do primeiro tempo. Em lances de desatenção no miolo da zaga, jogadores da Ponte ficaram em boas condições para finalizar. Depois, fechado o buraco o Palmeiras mandou e não se sentiu ameaçado.

Bruno Henrique, Tchê Tchê e Moisés mandaram bem, no meio, enquanto Dudu, Keno e William estavam afinados na frente. William saiu machucado, deu espaço para Borja, que encerrou longo jejum e fez o segundo gol, na etapa final. Na primeira, Keno abriu o marcador. Mayke marcou bem na direita e Egídio esteve discreto na esquerda.

Enfim, um Palmeiras descomplicado, com direito até a breves aparições de Arouca e de Felipe Melo, em prova de que a tendência é a de apaziguar o ambiente no que resta de ano.

O Palmeiras precisava de um pouco de tranquilidade – e ela veio.Mas está valente este Palmeiras de Valentim.

Falta a sequência.

De volta: Corinthians nas nuvens e SP no Z4

Leia o post original por Antero Greco

Os jogos da tarde desta quinta-feira, 12 de outubro, Dia das Crianças, de NS Aparecida, do Descobrimento da América, interferiram na vida de dois grandes rivais paulistas. E, em situações extremas. O Corinthians ficou mais leve e solto na liderança, enquanto o São Paulo regressou para a zona de rebaixamento, depois de uma rodada de respiro.

O Corinthians reabriu vantagem folgada, depois de bater o Coritiba na quarta-feira (3 a 1), e de tabela se beneficiou com outra derrota do Grêmio (1 a 0 para o Cruzeiro) e com empate do Santos na visita à Ponte Preta (1 a 1). O líder tem 58 pontos, contra 48 dos santistas e 46 dos gremistas. O Cruzeiro está com 47.

E a via-crúcis tricolor continua, após o 1 a 0 para o Atlético-MG na noite da quarta e com uma combinação de resultados hoje. Complicou-se com os 2 a 1 do Sport no Vitória (em Salvador), com o empate da Ponte e com o 1 a 1 do Flu com o Fla. O São Paulo tem 31, contra 33 de Sport e 32 de Ponte e Flu.

A luta para fugir da Série B promete fortes emoções até as rodadas finais. Pois a diferença se mantém mínima e engloba um bloco enorme de concorrentes. O Galo, oitavo colocado com 37 pontos, tem 10 de vantagem sobre o lanterna Atlético-GO e seis apenas do São Paulo. Vai ser um sobe e desce danado, e não será surpresa se duas, quem sabe três?, vagas para a Segundona sejam definidas na jornada derradeira.

E no topo? Bem, o Corinthians só perde a taça se for incompetente ao extremo e se os outros acordarem. Como até agora a maioria dorme ou tira soneca, volta a ser questão de tempo para a rapaziada de Fábio Carille fazer a festa…

Fla, ou quando pegar pênalti não resolve…

Leia o post original por Antero Greco

Na semana passada, foi uma gritaria contra Muralha, por não pegar nenhum dos pênaltis do Cruzeiro, na final da Copa do Brasil. “Ah, se ele fosse melhor”, alegou muita gente, que despejou nas costas do moço o fim do sonho de título.

Nesta segunda-feira (2/10), Diego Alves, de volta ao gol rubro-negro, defendeu a cobrança de Lucca, no jogo com a Ponte Preta, em Campinas, pela 26.ª rodada do Brasileiro. Bacana, parabéns ao Diego e pouco importa se ele se adiantou bastante. Mas o Fla perdeu por 1 a 0.

Em uma e outra situação, a sutileza ficou no fato de um goleiro ser pegador de pênaltis e outro não. Mas a discussão ficará nisso? De novo? Como se esses detalhes tivessem sido determinantes para o destino do time?

A questão deve girar em torno do seguinte – e importante: nas duas vezes, o Fla decepcionou.

E frustrou o torcedor pela inconstância, pela oscilação, até por falta de agressividade. Contra o Cruzeiro, teve apresentação apagada (assim como o campeão), a rigor com uma oportunidade real, em finalização de Guerrero. Agora, diante da Ponte, repetiu erro: Aranha mal apareceu, não levou praticamente nenhum susto.

O Flamengo ficou a dever, e com o elenco que tem, com jogadores de qualidade, era obrigação oferecer muito mais. Nem pode alegar time misto ou coisa do gênero. Com exceção da ausência de Guerrero, entrou em campo com o que tem de melhor.

E esse melhor se mostrou aquém do desejado. A Ponte nem deu tanto trabalho assim, a não ser no segundo tempo, quando construiu a vantagem, com gol de Jean Patrick. A defesa nem foi apertada. Porém, o meio e o ataque sumiram. Rueda mexeu, tirou Márcio Araújo, Diego, Geuvânio, e não adiantou grande coisa.

O Fla tem necessidade de uma injeção de ânimo, de uma chacoalhada. Anda num ritmo morno demais. Por falar nisso… Diego faz tempo deve uma exibição de gala.

 

Principal organizada do SPFC promete ir ao CT cobrar atletas por ‘racha’

Leia o post original por Perrone

A Independente, maior torcida organizada do São Paulo, vinha poupando jogadores de duras críticas na luta contra o rebaixamento. Após o empate com a Ponte Preta por 2 a 2 no Morumbi, a uniformizada subiu o tom de voz. Prometeu ir ao CT do clube cobrar jogadores pelo que chamou de racha no grupo, referência às divergências entre Rodrigo Caio e Cueva.

“Torcida unida, elenco rachado. Vamos no CT. Queremos uma reunião com todos esses jogadores. Acabou a palhaçada. Muito respeito com a camisa tricolor”, escreveu a direção da organiza na conta da torcida no Twitter.

Outra postagem da uniformizada diz: “apoio incondicional ao São Paulo FC continua até o fim. Cobraremos atitude de alguns atletas. O SPFC é muito maior do que eles pensam”.

Em agosto do ano passado, as uniformizadas são-paulinas invadiram o CT do time. Foram acusadas de agredir jogadores e de roubar bolas e uniformes. A invasão rendeu processo contras as entidades e seus líderes.

Já em 2017, diante do risco de queda para a Série B do Brasileiro, as torcidas uniformizadas do São Paulo tem dado seguidas demonstrações de apoio aos atletas, como no mês passado quando cerca de 18 mil torcedores fizeram festa em treino no Morumbi antes do último clássico com o Palmeiras.

SP segue roteiro de Série B

Leia o post original por Antero Greco

É duro admitir, mas o São Paulo segue roteiro de Série B. O que acontece com ele é filme velho, repetido, visto anteriormente com outros grandes times nacionais. Com desfecho sofrido e invariável.

Os personagens e episódios são conhecidos: elenco bom, embora supervalorizado e que não rende o que se espera dele. Saída de jogadores durante a temporada, oscilação no desempenho e trocas de técnico. A isso se somam os tropeços em casa e o retrospecto ruim como visitante. Então, bate o desespero. Vem a queda.

Em certas ocasiões, ocorre o milagre da salvação em cima da hora. Aquela reviravolta sonhada, que transforma vilões em heróis. Como aconteceu anos atrás com o Fluminense.

E, pelo visto, é nisso que passarão a apostar os tricolores nas 15 rodadas restantes. Além de torcerem para que os diversos concorrentes da parte de baixo da classificação não deslanchem. Ou seja, uma combinação improvável, mas não impossível, de boas notícias.

Outra vez o São Paulo ficou no quase. No jogo com a Ponte Preta, na noite deste sábado, o time de Dorival Júnior não foi bem. Teve dificuldade para criar, chutou pouco a gol, no primeiro tempo, mas ainda festejou vantagem, com cobrança de falta perfeita de Hernanes. Ele mais uma vez. Sempre o Profeta, a estrela solitária da companhia.

No segundo, as coisas melhoraram, com o gol de Bruno aos 11 minutos. Alívio, festa para os 43 mil torcedores no estádio. A confiança de que por algumas horas a zona de rebaixamento ficaria para trás. A Ponte dava a impressão de estar perdida.

O pesadelo visto em outros jogos apareceu aos 19, com pênalti de Jucilei, que tomou cartão amarelo, a cobrança de Danilo e o gol. A síndrome do pânico tomo conta do São Paulo e fez estrago aos 30, com o empate em lance de Leo Gamalho. E foi a Macaca quem teve chance de virar, em outras duas boas jogadas.

O São Paulo ruiu ao ficar com um a menos e ao ceder a igualdade. Sobressaiu o nervosismo, os erros vieram à tona, se acumularam passes errados. A bola queimava os pés dos jogadores.

As duas semanas de treinamentos não serviram para nada. Ou melhor: serviram para mostrar que, além de limitação técnica, o São Paulo está mal da cabeça. O psicológico parece lá embaixo, como a pontuação na tabela.

Dias tensos no Morumbi.