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Empate estranho entre Galo e Palmeiras em BH

Leia o post original por Antero Greco

Dei um tempo para batucar estas linhas sobre Atlético-MG 1 x Palmeiras 1, um dos destaques do sábado no Brasileirão. Esperei baixar um pouco a poeira, diminuir a adrenalina. No calor da hora, corria o risco de entrar na pilha dos torcedores.

O jogo foi estranho, por vários motivos, a começar pela qualidade técnica: as duas equipes estão aquém do que se imaginava delas no início da temporada. Houve também arbitragem tensa de Leandro Vuaden, com os três pênaltis e as duas expulsões. Para arrematar, tem gente a negar fogo, casos de Robinho e Fred, dois pesos nulos no Galo.

Vuaden acertou na marcação dos pênaltis, os dois em favor do Atlético e aquele do Palmeiras. As falhas ficaram para Fred e Deyverson, que desperdiçaram um para cada lado, e sem entrar no mérito e na experiência de Prass e Victor, dois experts pegadores de penalidades. Os palmeirenses reclamam de uma mão de Luan dentro da área do Galo. Nas imagens que vi, ficou a sensação de ter batido no peito. Se houver outra mais definitiva, reformulo a opinião.

O árbitro foi correto, ainda, nas expulsões dos palestrinos Luan e William. O zagueiro pela falta no pênalti sobre Alex Silva, o atacante por revidar entrada de Valdivia. Porém, errou ao não dar no mínimo amarelo para Valdivia, no mesmo lance. E também fechou os olhos para entrada dura de Fábio Santos no primeiro tempo. Igualmente valia ao menos o amarelo.

O jogo em si mostrou o Galo confuso, embora melhor do que o Palmeiras no primeiro tempo. Mas sentiu o baque do gol de Deyverson que havia deixado o adversário em vantagem. Reequilibrou com o empate, mas sem ser eficiente.

Pior: o Atlético passou a segunda etapa com um a mais (pelo vermelho de Luan), e com dois a mais pelo menos por 20 minutos (expulsão de William). Não soube aproveitar-se da vantagem numérica e abusou de chutes de longe ou de chuveirinhos. Fred e Robinho fizeram figuração.

O Palmeiras veio com formação diferente, mais uma vez, e sem convencer. O meio com Tchê Tchê, Moisés, Jean e Guerra não rendeu, assim como Mayke foi discreto na lateral direita e Egídio regular na esquerda (para complicar fez o segundo pênalti, o do gol de empate). Na frente, Deyverson apareceu só na hora do gol que fez e foi bizarro no pênalti perdido.

Por ironia do destino, o Palmeiras melhorou ao ficar com um a menos. E foi heroico, com nove em campo. No fim, pôde até festejar o ponto conquistado. Mas continua a balançar na parte de cima da classificação.

 

Palmeiras comemora, Corinthians reclama

Leia o post original por Fernando Sampaio

cleitonxavierpalmeirascorinthiansbrasileiro12062016sergiobarzaguigazetapressO Palmeiras venceu o clássico.

O Corinthians reclama do apito.

Bobagem.

Lembrei do gol do Adriano, em cima do William, anulado pelo Sálvio.

Faz parte, eu não anularia nenhum dos dois gols.

Choques normais.

Mas, não acho maluquice quem acha que houve falta do Felipe.

Prass fez muito mais diferença que Raphael Claus na partida.

Aliás, dois bons profissionais que foram muito bem no clássico.

 

São Paulo bate Palmeiras e mantém tabu de 14 anos

Leia o post original por Fernando Sampaio

gansoO São Paulo finalmente venceu um clássico.

Deu a lógica, no Morumbi o Tricolor era favorito.

A frase “clássico não tem favorito” é um jargão mentiroso.

Clássico muitas vezes tem favorito sim. Clássico não tem é zebra ou clamorosa surpresa. Óbvio, no clássico existe superação, a entrega é maior, as equipes dão mais sangue, o jogo fica mais equilibrado, todos sabem da importância da partida… Ok, mas muitas vezes tem favorito sim.

Nos últimos anos o Corinthians tem sido favorito contra o São Paulo no Itaquerão. O Santos nas decisões de mata-mata, ainda mais na época do Neymar, tem sido favorito contra o Tricolor. No Morumbi o São Paulo tem sido favorito contra o Palmeiras no Morumbi há 14 anos. Se não existisse favoritismo em clássico seria a mesma coisa enfrentar Santos do Neymar na Vila ou o Corinthians no Itaquerão ou receber o Palmeiras em casa.

Não é a mesma coisa.

Ganso foi o melhor em campo. Maicon e Wesley foram destaques.

Rogério foi com certeza o pior em campo, é muito burro.

Prass foi o melhor pelo Palmeiras, garantiu o placar magro.

O primeiro tempo foi fraco, com muita marcação e pouca emoção. O Palmeiras começou melhor, Alecsandro perdeu uma ótima oportunidade. O São Paulo aproveitou a sua, falha bisonha do Thiago Martins, inteligência e tranquilidade do Ganso.

No segundo tempo o jogo ficou mais aberto. O Palmeiras voltou mais ofensivo com Rafael Marques. Denis teve mais trabalho. Durou pouco. Depois da contusão do goleiro, o São Paulo assumiu controle da partida e criou inúmeras oportunidades. Merecia pelo menos mais um gol. Prass evitou.

Vitória merecida.

Fui de 2×1 no Bolão, acertei vencedor e diferença do placar.

Palmeiras sem meio-termo: vítima foi o Flu

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras continua sem meio-termo no Brasileiro: vitória, derrota, vitória. Agora, foram 2 a 0 no Fluminense, no clássico desta quarta-feira à noite, no Allianz Parque. Primeiro tempo morno, com uma chance para cada lado. Segunda etapa mais movimentada, com os gols verdes e chances tricolores.

Cuca ficou num camarote, para cumprir suspensão por ter sido expulso no jogo com a Ponte. E, por vacilo, quase complica a situação, pois estaria a usar “ponto eletrônico” para comunicar-se com Cuquinha, irmão e auxiliar técnico que estava à beira do gramado. Se o juiz colocar na súmula, pode vir punição mais severa…

O Palmeiras de início de jogo estava diferente daquele de final de semana. Dudu largou como titular e encostou em Gabriel Jesus e Roger Guedes, para tornar o ataque mais veloz e criativo. Cleiton Xavier ficou encarregado de criar – e desta vez não foi bem. Tanto que saiu no segundo tempo e deu lugar para Alecsandro. O Flu veio com formação mais defensiva, para sair no contra-ataque.

Pela disposição dos times, a primeira parte do duelo foi travada, sem intensidade, com raros lances de emoção. Os melhores saíram já nos acréscimos: Fred arrematou à queima-roupa e Prass pegou; na sequência, aos 47, Dudu chutou travado em bola rasteira cruzada por Gabriel Jesus.

A entrada de Alecsandro e o recuo de Dudu mais para o meio tornou o Palmeiras mais objetivo no segundo tempo. Conseguiu encontrar brechas na marcação, mas só abriu o marcador em lance de bola parada: falta cobrada pelo lado esquerda, Victor Hugo se antecipou e fez, de cabeça, 1 a 0. Menos de dois minutos mais tarde, jogada pela direita, entre Roger e Dudu; a bola sobra para Alecsandro encher o pé e aumentar para 2 a 0.

Dali em diante, o Palmeiras tratou de manter a posse de bola e esfriar o jogo. O Flu ainda teve uma oportunidade para diminuir e “entrar no jogo”, mas Scarpa chutou para fora, com gol aberto. Depois, à medida que o tempo passava, a turma verde controlou os nervos e não correu riscos.

Voltou a ser Palmeiras de dar esperança à torcida. O Flu não desanima, mas precisa ser mais incisivo e regular.

 

Prass brilha e Verdão vence batalha na Libertadores

Leia o post original por Fernando Sampaio

prassPrass foi o responsável pela vitória.

Mais uma vez.

O Palmeiras entrou ligado, intenso, pilhado na medida certa.

Lutou e mereceu o placar no primeiro tempo.

O Rosário Central dominou totalmente o segundo tempo. O time argentino criou inúmera oportunidades. O Palmeiras passou um verdadeiro sufoco. Prass brilhou. Defendeu pênalti, fez milagre, garantiu o placar com grandes defesas e muita personalidade. No final quem não faz toma.

Cristaldo e Mouche, a dupla argentina matou a Argentina.

 

Palmeiras vence e passa a crise para o Corinthians

Leia o post original por Fernando Sampaio

rib3539O Verdão venceu no Itaquerão.

O Timão foi uma grande decepção.

Incrível, o Palmeiras começou o clássico com mais poder ofensivo dentro e fora de campo.

Quem diria. Guerrero e Sheik fora, Love não relacionado, sobrou Angel Romero. Meu Deus. Tite poderia ter escalado Mendonza e começado com dois atacantes. Preferiu congestionar o meio-campo, ficou sem força no ataque. Sorte do Prass, o goleiro fez uma única defesa dificil na partida.

O Palmeiras entrou com mais opções ofensivas, dois laterais que apóiam bastante, um atacante de referência, outro de velocidade, dois meias com chegada na frente, equipe bem mais equilibrada. Embora não tenha feito uma grande partida, o time aproveitou bem a fragilidade do adversário e as duas oportunidades que criou no primeiro tempo. Matou o jogo. Vitória merecida.

Oswaldo Oliveira respira aliviado, justo.

Agora a pressão é no Tite.

 

 

Foto Marcos Ribolli

 

 

 

 

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Galo reserva surpreende, Verdão arranca empate no final

Leia o post original por Fernando Sampaio

joEmoção e clima de decisão.

Assim é o Brasileirão de pontos corridos.

Toda rodada é decisiva

As duas equipes sabiam disso e entraram com tudo em busca de uma vitória.

O time reserva do Atlético-MG mostrou maturidade e confiança, entrou preocupado em segurar a pressão da torcida, manteve a calma e conseguiu. A única chance do Palmeiras surgiu num vacilo na saída de bola. Aos 14′ Rafael Marques roubou, Zé Roberto cruzou, Lucas bateu fora. O Galo equilibrou o jogo e saiu para o ataque. Aos 28′ Maicosuel teve a primeira oportunidade clara da partida, Prass defendeu com o pé.

O Galo terminou melhor o primeiro tempo e começou melhor o segundo.

No segundo tempo o time mineiro começou pressionando. Aos 3′ Eduardo teve uma chance, aos 5′ Patric abriu o placar. Merecido. Aos 19′ Carlos teve a chance do segundo. O Palmeiras reagiu, Gabriel Jesus na individualidade quase empatou. Aos 38′ Zé Roberto bateu escanteio, Vitor Hugo empatou de cabeça.

Nos últimos minutos o jogo ficou ainda mais emocionante.

Aos 40′ Jô fez 2×1. Aos 46′ Maicosuel perdeu a chance de matar o jogo. Aos 50′, veio o castigo, Rafael Marques empatou.

No final, o Palmeiras comemorou e o Atlético-MG lamentou.

Agora, com a cabeça mais tranquila, a análise muda.

O Atlético-MG ganhou um ponto no Allianz Parque com time reserva. O Palmeiras não fez uma boa estreia, jogou mal, mostrou deficiências e deixou de somar dois pontos em casa jogando contra o time reserva do Galo. Além disso a torcida pegou no pé, atrapalhou, deixou o time nervoso…. Hoje o Allianz Parque lembrou o velho Palestra Itália.

 

Foto Marcos Ribolli

 

 

 

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