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São Paulo mereceu, venceu e convenceu

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo mereceu, venceu e convenceu, Santos empaca

O São Paulo venceu e convenceu.

Mereceu.

Foi um belo clássico.

O Tricolor dominou o primeiro tempo, fez dois a zero, dois golaços, levou um no rebote de escanteio, teve a chance de matar o jogo no segundo tempo mas a trave deixou o Peixe vivo no jogo até o final.

Hernanes e Cuevas fizeram a diferença.

Apesar dos cornetas, Dorival está ganhando jogos importantes e fugindo do rebaixamento. É óbvio que treinador não é o principal responsável pelas vitórias, assim como não é também o principal culpado nas derrotas. Portanto, se metem o pau nas derrotas precisam agora elogiar nas boas vitórias.

Hernanes foi a contratação que salvou o São Paulo.

Fez total diferença. Hoje duas grandes assistências. Petros, Jucilei, Arboleda, Militão, Pratto, Caio… O time atual é bom. Poderia estar numa situação bem melhor mas sofreu muito durante a temporada. Rogério Ceni foi um atraso. A diretoria está perdida há anos. Algumas contratações foram ridículas. Agora sim, finalmente o clube está vendo uma luz no fim do túnel.

Se o São Paulo mantiver elenco e treinador poderá sonhar mais alto em 2018.

O Santos está ficando mais longe do título. Ricardo Oliveira ainda luta mas Lucas Lima foi uma piada. Está insatisfeito ou boicotando o treinador? Levir Culpi está levando a culpa. Incrível, sempre a culpa é do treinador. O Peixe está numa colocação bem acima do esperado com este elenco.

 

 

São Paulo mais leve. Mas é pouco

Leia o post original por Antero Greco

O São Paulo precisa de pontos – com urgência, pra ontem, a todo momento, para fugir de vez do fantasma da Série B. E conseguiu mais três, neste domingo, no clássico com o Flamengo. Os 2 a 0 no Pacaembu são mais um passo para evitar vexame histórico. Com 37, não está fora de perigo, mas deixou um monte de concorrentes para trás.

A vitória foi construída na escalação – com a entrada de Jucilei no meio e Edimar na lateral esquerda. E prosseguiu com a postura dentro de campo, sobretudo no primeiro tempo, quando surgiram os gols decisivos, com Pratto aos 13 e Hernanes aos 39.

Gols de dois dos mais experientes do grupo, dois que voltaram a ser essenciais na tarefa de Dorival Júnior de tirar o time da lama. A dupla deu conta do recado, na primeira parte. Na segunda, no período em que o Fla buscou reação, apareceu Sidão para fechar o gol. No mais, o restante da tropa paulista se sustentou bem, na tarefa de evitar novo tropeço.

Muito bem, a hora é de o torcedor são-paulino respirar aliviado, acreditar na permanência na elite e manter o apoio, como tem sido recorrente neste ano. (Mais de 32 mil estiveram no estádio histórico e que ainda pertence ao povo paulistano…)

Mas também cabem algumas reflexões. A primeira e mais óbvia: outra vez a comemoração é porque se evitou o mal maior e não uma conquista? Novamente, um dos clubes mais vencedores do futebol brasileiro passa por constrangimento? Ok, vale a brincadeira de que “time grande não cai”. Porém, é necessário lembrar que fugir do descenso não é coisa de time grande.

Time grande briga por títulos – e isso tem sido raro pelos lados do São Paulo há quase uma década. Não custa lembrar que, após o tri nacional de 206, 2007, 2008, só veio uma taça: a Sul-Americana de 2012, e ainda assim numa final esquisita contra um rival frágil.

A seca tricolor é enorme, a maior dos últimos 50 anos. Se passar em branco em 2018, completará uma década perdida. Perdida dentro de campo, com equipes medianas (ou medíocres) e nos bastidores, com uma política interna ultrapassada.

O são-paulino está aliviado, mas é pouco. Ele quer a volta de conquistas, como manda a tradição do clube.

Quem é quem?

Leia o post original por Rica Perrone

Se me contassem só o enredo eu até desconfiaria, mas como vi com meus próprios olhos, não tenho dúvidas. O São Paulo empurrado pela massa, jogando com  faca nos dentes e dividindo cada bola compensando qualquer falta de técnica com vontade. O Flamengo jogando de ladinho, olhando pro adversário, tentando o toque mais bonito. O …

Um tricolor suspira e outro transpira

Leia o post original por Antero Greco

Torcedores de Fluminense e São Paulo são atropelados por fortes emoções – e pelo jeito será assim até o final do Brasileiro. Os tricolores do Rio suspiraram aliviados, com os 3 a 1 na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Os paulistas transpiram, de medo, porque a ameaça de rebaixamento ainda é fantasma a rondar, sempre por perto.

O Flu tem 38 pontos, seis deles conquistados nos últimos dois jogos. Como há uma montanha de equipes emboladas, foram suficientes para fazê-lo subir da zona de descenso até, quase, a parte de cima da tabela. O São Paulo se manteve nos 34 e vai torcer para que Sport, Vitória e Ponte tropecem nesta quinta-feira. Caso contrário, retorna ao Z-4.

Abel Braga e Dorival Júnior apostaram basicamente nas formações que se deram bem no final de semana. O técnico do Flu voltou confiar em um grupo mais experiente, por considerar que o momento exige o máximo possível de jogadores rodados. O treinador são-paulino repetiu escalação, pois gostou do desempenho da rapaziada na vitória de virada sobre o Atlético-PR (2 a 1). Acredita que, quanto menos mexer, tanto melhor na reta final.

O clássico esteve equilibrado até os 22 minutos do primeiro tempo. Daí, em dois lances, praticamente foi definida a sorte das equipes. O Flu abriu o marcador com Henrique Ceifador, em cobrança de pênalti. Aos 24, Sornoza dobrou a vantagem. Pronto, o panorama mudou da água pro vinho. O tricolor carioca respirou relaxado e o paulista se apavorou.

Assim foi também no segundo tempo, com um time a cadenciar o jogo e outro a tentar de toda forma diminuir a diferença. Sem sucesso. Cueva e Pratto, importantes no sábado, não foram bem e cederam lugar para Shaylon e Thomas, enquanto Lucas Fernandes nem voltou do intervalo; na vaga dele estava Maicosuel. Sabe o que mudou na prática? Nada.

O Flu não foi ameaçado e ainda fez o terceiro, de novo em pênalti, cobrado por Robinho, já num momento em que não adiantaria reação. Shaylon contou com a sorte, no finalzinho, para diminuir. O São Paulo sofreu a 13.ª derrota no campeonato, 11 delas como visitante. Tem oito pontos ganhos fora de casa. Não é por acaso que continua com medo da Série B.

São Paulo volta a vencer e reforça o elenco

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo volta a vencer e reforça o elenco

O São Paulo finalmente voltou a vencer.

Sufoooooco.

Rodrigo Caio salvou nos acréscimos.

A torcida finalmente ajudou. A comemoração foi em clima de final.

Merecido, o jejum estava incomodando.

Em campo o espírito também deve ser assim até o fim, cada rodada será uma final. A evolução mais notável em campo foi a pegada. Quando não vai na técnica vai na força. O time bateu bem. Se impôs. Chega de ser bonzinho.

O elenco de 2017 é melhor do que 2016. Venho dizendo isso desde o início do ano. Normal, no ano passado era o pior da história. Este ano vieram Pratto e Jucilei, Cícero. Nem foi uma boa aposta. Agora Petros, Hernanes…

Faltou treinador e o trabalho fora de campo.

Ontem Cueva saiu aplaudido. Ufa, o torcedor acordou. O peruano estava mal mas merecia crédito. Não concordei com as vaias. Pratto não marcava faz tempo mas também merecia crédito. É normal na atual fase perder confiança, sentir pressão. Só uma sequência de bons resultados trará a tranquilidade e a confiança.

O Grêmio é parada dura, o jogo pode ser um divisor de águas.

Se perder será normal, o Tricolor gaúcho está brigando pela ponta.

Mesmo perdendo do Grêmio, com os reforços, eu apostaria numa chegada entre os 8 primeiros.

Timeco do Leco segue no Z4

Leia o post original por Fernando Sampaio

Timeco do Leco segue no Z4

Há tempos o São Paulo virou Timeco do Leco.

Desde 2016 apelidei assim o Tricolor do Morumbi.

Este ano o time está fazendo jus novamente.

O elenco até deu uma melhorada. Este ano vieram Jucilei, Cícero, Pratto, Petros…. Mesmo Wellington Nem que não está jogando nada chegou com expectativa positiva. Acontece, nem todas as contratações de jogadores mais caros dão resultado. Até aí, tudo normal. O problema continua fora de campo.

O grande problema tem sido a gestão.

Juvenal foi mal no final. Saiu e ficou pior: Aidar foi caso de polícia e Leco não é do futebol.

No ano passado foram inúmeras trocas de treinadores, escolhas duvidosas e sem critério. Quando acerta, como no caso do Osório, pisa na bola. Não existe uma filosofia, não existe planejamento, parece biruta de aeroporto.

Este ano Leco pensou na eleição e escolheu o técnico pelo critério “politicagem”. Pagou caro. Rogério Ceni não tinha currículo, nem experiência. Poderia dar certo? Sim mas a chance era mínima. Foi uma aposta arriscada.

O clube não suporta mais inexperiência e amadorismo.

Além de não ter manter uma mesma filosofia de trabalho, as mudanças no elenco são frequentes. Você treina um time durante a semana e horas antes da partida o cara é vendido. Impossível fazer um bom trabalho. O técnico não participa da escolha e formação do elenco, até porque o técnico hoje não chega a durar seis meses.

E não são só treinadores que são desrespeitados pela atual diretoria. Comissão técnica e jogadores também. São vários exemplos. No mais recente, pisaram na bola com Cueva. O peruano foi o melhor da temporada. Pediu um aumento. Disseram que o clube estava sem dinheiro e trouxeram Nem ganhando bem mais. Antigamente, a maioria dos jogadores queria jogar no São Paulo. Hoje o cara troca por qualquer coisa, ninguém está disposto a ficar passando vexame, sendo vaiado e queimado, prefere jogar na Rússia, na China….

Dorival terá muito trabalho.

O torcedor vai ficar mais um ano vendo o time na parte de baixo da tabela.

Lamentável.

 

São Paulo segue tropeçando

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo segue tropeçando

Que vergonha.

O Atlético-GO é muito fraquinho.

E o São Paulo conseguiu empatar em casa.

Fala sério.

O primeiro tempo foi sofrível. O Tricolor estava sonífero, sem confiança, sem vibração, time espaçado, os atacantes não conseguiram uma única tabela. A única jogada, bem meia boca, saiu da individualidade de Jucilei, mais uma vez disparado o melhor do time. Pratto finalizou no goleiro.

No segundo tempo o time voltou mais rápido, compactado, zaga no campo do adversário, marcação pressão na saída de bola, atacantes mais próximos…. Aos 12 minutos Pratto fez 1×0. Merecido, embora impedido.

Achei até que meu palpite de 3×0 no Bolão seria possível. Pura ilusão. Cinco minutos depois Cueva vacilou, Niltinho empatou. O São Paulo sentiu a pressão, ficou nervoso, perdeu a confiança e obviamente a precisão. O Atlético-GO quase virou. Lucas Fernandes e Marcinho entraram e o time melhorou. Aliás, poderiam ser titulares. Nem está jogando bem menos que Marcinho e o tal do Gomez acabou de chegar no Brasil.

Cueva não foi bem e saiu vaiado. Há anos os cornetas tem atrapalhado o time no Morumbi. O peruano não foi bem, não vive boa fase, mas é bom jogador, lutou em campo, é competitivo e merece crédito. A diretoria pisou na bola com o atleta. Tudo isso é preciso ser considerado. Se continuar assim Cueva vira outro Jadson.

No final, depois de muita luta, Marcinho fez 2×1.

Logo depois a defesa voltou a pisar na bola e o time levou o empate.

Será que algum corneta ainda acha que a culpa é do Lucão.

Fala sério.

Dorival terá muito trabalho.

São Paulo vence, mas precisa evoluir

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O São Paulo venceu os três jogos como mandante no Campeonato Brasileiro. Mostrar força em casa é fundamental em um campeonato por pontos corridos, mas o desempenho pode ser melhor.

No primeiro tempo, o time buscou muito as jogadas pelo lado, pouca gente entrava na área. Faltou aproximação de Jucilei e Cícero por dentro.

No segundo tempo, Rogério mudou o esquema. Adiantou Militão e montou a equipe no 4-2-3-1, o time melhorou na criação e conseguiu o gol.

Depois da vantagem no placar, o São Paulo teve dificuldades e tomou sufoco do adversário. Ainda falta confiança para se defender com posse de bola. Com a bola, o time não é atacado, talvez falte confiança para ficar com a posse, mesmo que corra riscos no contra-ataque.

Individualmente, vale o destaque para Lucas Pratto. O argentino mesmo nos momentos ruins do time consegue criar jogadas, luta, movimenta e finaliza, é um grande diferencial do São Paulo.

Por que mecenas emplacam no Palmeiras, mas não no São Paulo?

Leia o post original por Perrone

De um lado uma equipe que se fortaleceu e levantou taças com a ajuda dos braços fortes de ricaços apaixonados pelo clube, além de interessados na vida política da agremiação. Do outro, um time no qual quem colocou dinheiro o fez uma vez e parou. Ou investiu muito menos em outras áreas sem ser na contratação de craques. Esse é o retrato de Palmeiras e São Pulo que se enfrentam nesta tarde pelo Campeonato Paulista. Mas por que os mecenas decolaram no alviverde e patinaram no tricolor?

A resposta está na forma diferente com que os conselheiros palmeirenses Paulo Nobre, José Roberto Lamacchia e Leila Pereira encararam a relação entre paixão pelo clube, ambição política e colaboração em comparação com são-paulinos endinheirados, como Abilio Diniz e o diretor de marketing Vinícius Pinotti.

Indagada pelo blog sobre o que motiva os seguidos investimentos feitos pela empresa dela e de seu marido no Palmeiras, donos da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas), Leila respondeu o seguinte por meio de sua assessoria de imprensa: “nossa enorme paixão pelo clube e a ótima relação que temos com os dirigentes do clube”. Ela virou palmeirense por causa do marido, sempre palestrino.

Por sua vez, Abilio escreveu em 2015 em seu blog no UOL duas afirmações que mostram a maneira de pensar diferente em relação à empresária palmeirense. “O São Paulo não precisa de caridade de seus torcedores. Não é dar o peixe, mas ensinar a pescar”. Na ocasião, havia a expectativa da diretoria comandada por Carlos Miguel Aidar de que ele participasse de um fundo que colocaria pelo menos R$ 100 milhões nos cofres tricolores, mas que nunca saiu do papel.

Cifras mostram o tamanho da diferença com que os ricos palmeirenses e são-paulinos em questão atuam em seus clubes.

Crefisa e FAM renovaram seus patrocínios com o Palmeiras por cerca de R$ 80 milhões anuais mais bônus por conquistas. O compromisso anterior rendia aproximadamente R$ 60 milhões por ano à agremiação.

Nobre, enquanto reinou na presidência, tirou do bolso a título de empréstimo aproximadamente R$ 200 milhões para tocar o clube e reforçar o time. Recentemente, ele recebeu de volta R$ 43 milhões.

No lado são-paulino as quantias envolvidas não podem ser consideradas mixaria, mas são bem menores.

Abilio, cobrado por adversários políticos por nunca ter patrocinado o São Paulo, bancou a atuação de duas renomadas empresas de consultoria avaliada pelo entorno do empresário em cerca de R$ 2 milhões. O objetivo do trabalho foi verificar a verdadeira situação do clube, incluindo o CT das categorias de base, em Cotia, para permitir o melhor uso dos recursos, aumentar a geração de receitas e equacionar o pagamento de dívidas. Ou seja, a ação seguiu a linha de raciocínio de que é melhor criar condições para um faturamento maior do que injetar dinheiro para contratações.

 Pinotti, antes de ser diretor, emprestou cerca de R$ 19 milhões para a contratação de Centurión. Por causa da correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), a dívida com ele hoje passa de R$ 20 milhões. O jogador não emplacou, foi emprestado para o Boca Juniors e Pinotti nunca mais emprestou dinheiro para o clube.

O dirigente não quis dar entrevista sobre o assunto, mas, internamente, ele afirma que o fato de não ter feito novos empréstimos está desconectado do fracasso de Centurión no Cícero Pompeu de Toledo. A opção do cartola foi por contribuir com o São Paulo conseguindo novos patrocinadores.

Investimento alto em patrocínio dá retorno?

A distância mantida por Pinotti e Diniz do formato de patrocinar o time do coração leva à pergunta se comercialmente compensa investir pesado em patrocínio, como fazem Crefisa e FAM.

Ao ser indagada pelo blog se o retorno dado às suas empresas pela exposição na camisa do Palmeiras é satisfatório ou inferior ao dinheiro investido, Leila afirmou: “o retorno foi muito positivo, porém a maior satisfação que temos é poder contribuir para o sucesso de um projeto e ficamos extremamente felizes pela alegria que o Palmeiras proporciona aos torcedores”.

Nos clubes adversários é comum ouvir dirigentes afirmando que o preço pago pelas duas empresas ao atual campeão brasileiro é muito superior ao de mercado. E no Palmeiras, conselheiros argumentam que a empolgação com o título brasileiro e a popularidade alcançada pela dupla de empresários contribuíram para o aumento no aporte financeiro. Tais fatores não existem hoje no lado são-paulino da moeda.

“Nosso amor pelo Palmeiras e nossa confiança com o clube ajudaram muito em nossas tomadas de decisão. Ver os torcedores felizes, muito contentes por ter um time muito competitivo é gratificante”, afirmou Leila sobre o incremento nos investimentos.

Política

Apesar de pensarem de maneiras distintas sobre como ajudar o time de coração, Abilio, Pinotti, Paulo Nobre, Leila e Lamacchia têm um ponto em comum na relação com seus clubes: o envolvimento político.

O casal da Crefisa e da Fam acaba de colocar dinheiro na campanha por vagas no Conselho Deliberativo palmeirense. Após a vitória esmagadora, ambos podem participar da vida política do clube. Nobre, bem antes de ser eleito presidente, já estava engajado politicamente no alviverde.

No Morumbi, Pinotti apoia Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, na tentativa de se reeleger à presidência. Porém, é visto mais como cartola do que político. Abilio está do outro lado da trincheira. É incentivador do candidato de oposição no pleito de abril, José Eduardo Mesquita Pimenta. Alex Bourgeois, ex-CEO do clube e homem de confiança do empresário, é um dos principais articuladores da campanha do oposicionista.

Os estilos distintos de pensar de quem tem conta bancária para ser mecenas de seus times, obviamente teve influência na montagem das equipes dos rivais desta tarde para a temporada. O reflexo mais emblemático é o fato de Pratto, o principal contrato do São Paulo, ter habitado os sonhos de Leila, mas acabar sendo preterido por Borja, mais caro e badalado.