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PSG de Neymar x Real de CR7: o eliminado deverá perder também o seu craque!

Leia o post original por Milton Neves

O duelo entre PSG e Real Madrid, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, que você acompanhará na tela da Band, vale muito mais do que apenas uma vaga na próxima fase do torneio de clubes mais importante do mundo.

Afinal, pelo andar da carruagem, é bem provável que a equipe eliminada acabará perdendo também o seu grande craque!

Ou vocês acham que Neymar topará seguir no PSG para disputar apenas a baba do Campeonato Francês, uma espécie de Jogos Abertos do Interior com grife?

Claro que não!

E parece que a Liga dos Campeões também é o único motivo que segura Cristiano Ronaldo no Real Madrid.

Além de a equipe merengue estar caindo pelas tabelas nesta temporada (são 19 pontos de diferença para o líder Barcelona no Espanhol) e dos desentendimentos com o presidente Florentino Pérez, CR7 também anda um pouco enciumado com essas recentes “contratações mais caras de todos os tempos”.

O português quer ocupar o primeiro lugar deste ranking e, segundo o jornal espanhol “AS”, o Manchester United é o grande favorito para levar o craque.

E podem ter certeza que os valores desta transação vão ultrapassar R$ 1 bilhão.

Seria esta a última cartada da vitoriosa carreira de Cristiano Ronaldo!

Portanto, meus amigos, motivos não faltam para acompanhar este grande duelo entre PSG e Real Madrid, não é verdade?

E você, já tem um palpite?

Aposta no PSG de Neymar?

Ou no Real de CR7?

Opine!

Eu nunca fui fã do Kaká

Leia o post original por Rica Perrone

Kaká se aposentou. Aos 35 anos encerra sua carreira brilhante por notar que há algum tempo não é mais o mesmo jogador e que ao contrário da maioria, pode continuar sendo ótimo profissional em outras áreas.  Kaká não limita sua capacidade aos pés, e por isso é quem ele é.

Ao contrário do que era previsível pelo meu time ser o São Paulo, eu nunca fui fã do Kaká. O que não significa que não gostasse dele, apenas que nunca o tive como referência de personalidade ou mesmo de jogador. Sempre gostei mais do perfil menos correto, e também do jogador mais fortemente identificado com um clube brasileiro.

Kaká teve tudo. E ao contrário do Ronaldinho, não teve a “sorte” de se tornar “jogador de alguém” aqui antes de parar.  Ronaldinho ia encerrar sendo o ídolo de todos, mas também o de ninguém.  O Galo lhe abriu a porta e ele levantou um caneco ao apagar das luzes que lhe deu uma camisa para ostentar por toda sua aposentadoria.

Kaká sempre vestirá a do SPFC, mas não cabe a ele o rótulo de um dos grandes ídolos do clube exatamente por não ter deixado muita coisa ali, nem mesmo muita grana. Por azar, por fase, seja lá pelo que for, faltou ao Kaká uma taça aqui dentro. Aquela imagem que eterniza o jogador num clube.

Ao final de 2010 me lembro de ter discutido com o amigo Diogo, assessor dele, que ele viria para o  São Paulo novamente. Era meio que uma esperança que eu tinha de ter um “melhor do mundo” campeão no meu time. Não aconteceu. Kaká embora tenha ido bem, passou como outros tantos.

É a hora em que uso o exemplo Kaká para refletir. Ele tem absolutamente tudo. Rico, bonito, jovem, ídolo pelo mundo, exemplo, títulos, saúde. Onde ele passa é aplaudido.  Mas eu gostaria muito de perguntar a ele se não faz falta, tendo tudo que tem, ser  um grande ídolo do “nosso time”.

Conca, que recentemente fez a estupidez de abrir mão da única coisa que ele tinha além de dinheiro que era a idolatria do Flu para ser encostado no Flamengo, que o diga.

Kaká não teve essa escolha. Não cometeu um “erro”. A vida não lhe deu esse título. Acontece.

Mas eu queria saber o que o Kaká diria para essa geração de jogadores que saem daqui em 2 semanas de profissional se vale a pena tentar marcar sua historia num clube nosso ou se não faz a menor diferença.

Eu sinto falta de tê-lo como ídolo.  Embora ele não precise disso, acredito que ele também tenha essa vontade guardada com ele de ter sido o ícone de uma grande conquista no São Paulo.

Parabéns Kaka! Você foi brilhante. Pena que sempre tão distante.

abs,
RicaPerrone

O campeão do mundo – o jogo

Leia o post original por Rica Perrone

Eles realmente pouco se importam. Não fazem um esforço muito incomum, mas são hoje superiores ao futebol mundial, não a esse ou aquele.  Acho uma pena que 6 clubes tenham amplo favoritismo sobre o planeta. Gostava mais de futebol quando o Roma era uma pedreira, quando uma disputa entre campeões de Libertadores e Champions não tinha favorito.

Gostava mais quanto tinhamos 40 craques em atividade. Hoje temos 3. É brutal a diferença, e se torna ainda mais nítida quando 5 ou 6 clubes juntam esses acima da média só entre eles.

O Grêmio foi com medo. E tem razão pra isso. Ninguém quer fazer o que o Santos fez.  Mas na verdade o Real Madrid ganhou com uma bola parada, teve o seu ataque razoavelmente bem anulado pelo Grêmio.  Mas verdade também que não precisou se esforçar.

O Grêmio parecia dopado pela idéia de que todo jogador que veste branco joga muito mais que ele. Alguns supervalorizados até. Mas em momento algum o time brasileiro quis fazer o gol. E aí não dá pra ser campeão.

Dava? Acho que dava. Sempre dá. É futebol, não é um esporte qualquer. Mas as chances eram pequenas, foram diminuindo sem Arthur, na noite ruim do Luan, sem inscrever o Cícero, etc, etc, etc….

Tenho breves considerações sobre a partida:

  • O Luan não pipocou. Jogou mal. Pipoqueiro é o cara que some do jogo difícil. O Luan foi buscar bola na meia lua do Grêmio o tempo todo pra tentar jogar. Errou. Mas buscou e não se omitiu. Não confunda as coisas.
  • O Geromel foi o melhor em campo.
  • O lance do Geromel no Cristiano aos 3 minutos de jogo é exatamente o que falta à seleção brasileira.  Tite, convoque-o.  O Thiago Silva abraçaria o Cristiano na primeira trombada. O Geromel fez ele jogar do outro lado. As vezes o jogo precisa ser como é, não como floreiam os jornalistas criados em condominio.
  • O Grêmio teve medo de dar a bola pro Real. E quando tinha tocava tão sem objetividade que não criava e nem dava muito espaço. Um jogo sem nexo.
  • Barrios é muito ruim.
  • Eu teria usado o Everton mais cedo. Não sei se pela bola, mas porque é preferível ele prendendo o Marcelo e o Ramiro no meio do que o Ramiro aberto e o Marcelo sem ter ninguém enfiado do lado dele.

Venceu o melhor time. Simples assim.

O Grêmio não tem do que se envergonhar, o Real mesmo que não queira pela arrogância, deveria ter do que se orgulhar. O Mundial hoje é um torneio quase “a espera de um milagre”.  Mas ainda é um Mundial.

abs,
RicaPerrone

O MAIOR do Sul foi um BRAVO guerreiro!

Leia o post original por Craque Neto

Fim de jogo em Abu Dhabi. Deu o óbvio na final do Mundial de Clubes da Fifa. O Real Madrid venceu o Grêmio e conquistou a taça pela terceiro vez nesse novo sistema de jogo. Empatou com o arquirrival Barcelona. Só que vale lembrar que o time brasileiro jogou de igual pra igual. Perdeu só de 1 a 0 e isso porque o ‘Zé’ ruela do árbitro mexicano ignorou um pênalti claro no Ramiro. O zagueirão Sérgio Ramos pisou nele descaradamente! Depois o Cristiano Ronaldo – SEMPRE ELE! – marcou um gol de falta por vacilo da barreira que abriu. Aliás, […]

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Renato ou Cristiano Ronaldo? Não é assim tão simples…

Leia o post original por Craque Neto

Nesta semana o técnico Luiz Felipe Scolari, o Felipão, deu entrevista atestando o que o próprio Renato já havia dito: que dentro de campo o atacante do Grêmio dos anos 80 era melhor que o português Cristiano Ronaldo, atual melhor jogador do mundo. Posso falar? A mídia europeia e os amantes mais jovens do mundo da bola vão achar que está todo mundo louco. Afinal o CR7 tem dezenas de premiações individuais e vem batendo todos os RECORDES de jogos e gols vestindo a camisa do Real Madrid. Mas sinceramente não é tão simples de fazer essa comparação. Eu vi […]

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Fernandinho: Grêmio não pode deixar a bola chegar no CR7

Leia o post original por Craque Neto

Para o repórter Fernando Fernandes, a única chance que o Grêmio tem de vencer o Real Madrid na final do Mundial de Clubes é não deixando a bola chegar aos pés do craque Cristiano Ronaldo.

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Cereja

Leia o post original por Rica Perrone

Ser campeão do mundo é o topo na ordem simples das coisas. O mundo é que há de maior, logo, é o que de mais importante pode-se ganhar.  E eu nem discordo disso, apenas reconsidero o tamanho dado por nós ao torneio hoje em dia.

Em mil novecentos e tralalá você ia até lá, jogava com um time grande da Europa e resolvia quem era o melhor. Eles gostavam, a gente adorava. Mesmo a desproporção de foco não fazia dele menor.

Então vieram os super times da Europa, aquela meia duzia que goleia todo o resto do planeta. Não é que o Mundial ficou estranho, qualquer jogo que não seja entre eles ficou.  E mesmo indo menos motivados, ainda é um grande título. O que não é mais é uma conquista equilibrada.

Eles vão lá cumprir tabela, a gente vai fazer milagre.  Os outros campeões continentais vão lá sem a menor obrigação de nada tentar aparecer na tv. E o Mundial que era simples e interessantíssimo se tornou menos interessante de tanto mexerem.

Aos olhos do torcedor é “o máximo”? Mentira. A Libertadores carrega muito mais envolvimento, história, envolve torcida, em casa, etc.  O Mundial é frio. Mas é incrível.

O bolo é a Libertadores e o processo até lá. O mundial é cereja. E se vier sem cereja, pouco desvaloriza o bolo. Se vier com ela…  melhor ainda!

Ganhar do Hamburgo foi um jogo entre times grandes. Hoje não há mais esse jogo. São super times que desequilibraram o futebol mundial contra um time que investe no ano o que ele fatura por mes.

Dá? Dá! O que torna épico. Mas se excluirmos o fator “Grêmio”, olharmos só pro torneio em si, hoje ele não é mais tão interessante e apaixonante como ja foi quando era um duelo.

Hoje evitamos o massacre. Buscamos o milagre. E isso não é um grande torneio. Tal qual quase todos os campeonatos europeus, o conceito de ter 6 times espetaculares contra 300 que viraram galinha morta é considerado “sucesso”, “case”, “modernidade”.  Pra mim é só burrice.

Mas ainda que tenhamos nossa condição restrita a jogar feio e pressionado por uma história que não condiz mais com o poder de enfrentamento dos clubes, ganha-lo é especial. Pena que tal qual os torneios de lá, seja coisa pra meia duzia de milionários e não pra time grande.

Sobre 2017 especificamente, eu não acho impossível porque nunca é impossível no futebol. Mas seja pra vencer, perder ou só participar, que o Grêmio vá e faça o que pode ser feito. Não entre em campo pra pedir autografos como o Santos fez vergonhosamente contra o Barcelona.

Se tiver que dividir, divida. Na canela do Cristiano não é mais falta do que na do Sassá.

abs,
RicaPerrone

Quem é o ‘Rei’ da Espanha? Não existe unanimidade no futebol mundial!

Leia o post original por Craque Neto

Incrível c0mo nem sempre o bom rendimento é parâmetro suficiente para idolatria de fãs e admiradores. Puder ver isso muito bem quando notei que algumas pessoas vaiavam o atacante Cristiano Ronaldo na final da Liga dos Campeões entre Real Madrid e Juventus. Na hora demorei um pouco a acreditar ainda mais porque o português além de artilheiro da competição se tornava o maior goleador da história do clube espanhol. Ganhou tudo ali! Mas depois me explicaram que o fato do ‘gajo’ querer deixar Madrid traria uma certa indignação das pessoas. Aos 32 anos o CR7, como é conhecido no meio […]

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Ronaldo sobre Buffon: vai começar a usar fralda!

Leia o post original por Craque Neto

Após o resultado da final da Liga dos Campeões entre a Juventus e o Real Madrid, o comentarista acredita que o goleiro do clube italiano, Buffon, esteja chegando perto da aposentadoria.

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O lance do jogo

Leia o post original por Rica Perrone

Botafogo e Flamengo fizeram um jogo movimentado.  Mas não muito bom.  Os dois times sem os articuladores, um deles mais cansado, nada muito imprevisível.  Mas algo nos 90 minutos sem gols me chamou muito atenção. O menino tem 16 anos e é avaliado todo dia por “novo Negueba” ou “novo Neymar”.  Deve ser um inferno. …