Arquivo da categoria: Renê Júnior

São contratações pontuais, diz Sérgio sobre reforços do Timão

Leia o post original por Craque Neto

Além de dizer que foram contratações pontuais, Sérgio lembrou que as chegadas de reforços como Junior Dutra, ex-Avaí, e Renê Junior, ex-Bahia, são as que cabem no bolso do Corinthians, que passa por uma crise financeira.

O post São contratações pontuais, diz Sérgio sobre reforços do Timão apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Dívidas forçam direção do Timão a apelar para reforços contestados

Leia o post original por Craque Neto

Obviamente que o momento é só de elogios para o Corinthians. Afinal mesmo com um elenco contestado tecnicamente o time faturou o ‘hepta’ do Brasileirão. O Timão é o maior vencedor do torneio na década e na ‘Era’ dos pontos corridos. Agora é inegável que a diretoria afundou o clube em mar de dívidas impressionante. Segundo especialistas, somando as contas pendentes da Arena de Itaquera, o valor do buraco atingiria quase R$ 2 bilhões. Dá pra acreditar??? O duro é planejar o elenco para a próxima temporada sem grana para investir. Enquanto toda a Fiel sonha  com reforços de peso […]

O post Dívidas forçam direção do Timão a apelar para reforços contestados apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Um novo desafio para Neymar: jogar mais para o time

Leia o post original por Odir Cunha

Ele é a maior preocupação dos jogadores e dos técnicos adversários. Mesmo quando não faz gols ou jogadas espetaculares, sua participação costuma ser importante (ontem sofreu a falta que gerou a cobrança de Marcos Assunção e a cabeçada de Durval que marcou o único gol contra o Joinville). Mas Neymar, para se aprimorar como jogador, precisa aprender a jogar mais para e com o time.

Contei seis bolas perdidas por ele no segundo tempo, quase todas gerando contra-ataques ao adversário. Em todas as situações poderia ter passado antes para um companheiro, mas preferiu a jogada individual, como se estivesse ansioso para provar a si mesmo que continua sendo o Neymar de sempre.

Não o recrimino. Apenas tento entende-lo… e acho que consigo. Pode rir, mas nos meus tempos de peladeiro um dia achei que poderia driblar quem quisesse e quantos quisesse. Tinha alguma habilidade, um certo jogo de cintura e um bom arranque. Imaginei que, com a bola dominada, sempre levaria vantagem sobre um marcador estático, que logicamente levaria algum tempo para sair da inércia. Teoricamente talvez eu até estivesse certo, mas a realidade do futebol é diferente.

Se o outro time percebe que você é um driblador inveterado, logo terá dois ou três no seu encalço, além de as entradas se tornarem mais ríspidas. Foi o que percebi nesse dia que quis dar uma de Garrincha, além de ouvir o seguinte comentário de um colega mais experiente e visivelmente desanimado com minha postura: “É uma pena. Se ele quisesse, poderia jogar bem”.

Se jogasse assim na Europa, iria para a reserva

Nosso Menino de Ouro está agindo como se todos os outros jogadores do Santos tivessem a obrigação de lhe dar a bola, mas ele não precisasse entregá-la a ninguém. Essa postura não seria tolerada em um clube europeu e lá, provavelmente, ele já estaria na reserva de algum jogador mais solidário e participativo (é só ver o que acontece com jogadores tipo Denilson, Robinho, Lucas, cujo individualismo é endeusado aqui e execrado na Europa).

Por mais habilidade que um jogador tenha, dar o passe para um companheiro livre será sempre mais inteligente e eficaz do que tentar driblar três jogadores no canto do campo. O melhor exemplo para este caso é sempre Pelé. Rei do Futebol, ele sabia valorizar quem jogava ao seu lado e não foi à toa que todos os atacantes do Santos dos anos 60 foram convocados para a Seleção Brasileira.

Sim, Pelé fez mais de mil gols com a camisa do Santos, mas Pepe e Coutinho ficaram na casa dos 400 e Dorval chegou perto dos 200. O ataque inteiro se favorecia com as habilidades do melhor jogador de todos os tempos. Pelé nunca driblou para trás e nem fez questão de dar chapéu no meio de campo. Era extremamente objetivo e essa é uma qualidade que alguns atacantes jovens da geração do Youtube estão perdendo, pois hoje um drible inútil é mais visto no mundo do que um gol.

Resta ao craque perceber qual a melhor jogada para cada momento. E às vezes a melhor opção é ceder, generosamente, a glória de um gol a um companheiro. Bem, talvez Neymar seja jovem demais para adquirir essa visão superior do jogo de futebol. Essa sabedoria costuma vir com o tempo e por isso o Pelé da Copa de 70 deu mais assistências do que marcou gols. Aconselho Neymar, se tiver tempo, a rever os lances de Pelé naquele Mundial.

Liderança de Marcos Assunção foi decisiva

O volante Renê Junior é ótimo marcador e sua substituição, ainda no primeiro tempo, acabaria permitindo mais oportunidades ao Joinville. Mas eu entendi Muricy Ramalho. Renê tinha levado o cartão amarelo e caminhava para o vermelho. Por outro lado, Assunção poderia dar um pouco mais de calma e precisão ao toque de bola no meio de campo, além de cobrar as faltas que vinham sendo desperdiçadas.

Não entendo porque o pobre do Cícero fica ao lado da bola em toda cobrança de falta, já que Neymar nunca deixa ele bater. Mas a entrada de Assunção fez com que um especialista assumisse as cobranças e isso acabou dando resultado aos 37 minutos do segundo tempo, com o gol de Durval.

Sei das limitações físicas de Marcos Assunção, mas fiquei estranhamente otimista depois do jogo contra o Joinville, pois percebi que a experiência, a visão de jogo e as cobranças magistrais de falta do velho mestre e eterno Menino da Vila ainda poderão ser muito úteis ao Santos. O Alvinegro Praiano está precisando de alguém que o faça se sentir novamente um time.

O que você acha do espirito de equipe do Santos?

A torcida estava certa. Miralles tem de jogar!

Leia o post original por Odir Cunha


Miralles corre para “abraçar” a torcida depois de marcar um gol no clássico. Ele ganhou a camisa 9 pelo voto popular (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC).

Sim, antevi três gols do Santos contra o São Paulo porque essa é a diferença atual entre os dois times, apesar de reconhecer um bom nível no adversário. Mas enquanto o Santos tem uma equipe mais experiente e conta com jogadores que decidem, entre eles Neymar, o São Paulo anda tateando há algum tempo e ainda se desfez do único jogador acima da média, Lucas. Com todo o respeito, a verdade é que o tricolor paulistano virou um freguês assíduo do Alvinegro Praiano e o clássico na Vila mostrou que por mais que os dois times jogassem, o vencedor seria um só.

Os gols saíram com tanta facilidade – Miralles no primeiro tempo, e Neymar (pênalti) e Miralles de novo no segundo -, que se realmente precisasse de mais, sinto que o Santos faria. A falta de Rogério Ceni deixa a defesa do São Paulo com as calças na mão. O veterano Lúcio não teve fôlego para acompanhar Neymar, Miralles e Montillo. Ganso virou um Dodô, uma ave que não voa mais.

Como toda criança já previa, foi só Miralles ser escalado desde o começo de uma partida e já ganhou a posição. Fez dois gols, voltou para ajudar o meio-campo, passou, tabelou. É bem mais versátil do que o estático André, cuja única qualidade, segundo Muricy Ramalho, é saber “jogar de costas para o gol”. Também acho admirável saber jogar de costas, mas de frente não fica mais fácil fazer gols?

E Montillo? Bem, inteligente como é, Montillo está sentindo o peso da camisa 10 do Santos, aquela que era usada pelo melhor jogador de todos os tempos. Se fosse um ignorante, provavelmente não sentisse nada. Mas o gringo pensa… De qualquer forma, tenho fé de que logo desencantará…

No ataque, Neymar serviu como garçom para os dois gols de Miralles. O terceiro foi de um pênalti indiscutível em Neymar, que ele mesmo cobrou, e muito bem. Só faltas que Neymar não acerta uma. Deveria permitir que outros companheiros cobrassem. Sua gulodice está ficando chata.

Mas o Santos ganhou o jogo na defesa. O zagueiro Neto e o volante Renê Junior voltaram a jogar muito bem. Mas os laterais Bruno Peres e Guilherme Santos também melhoraram. Durval foi o mesmo rebatedor de sempre e Rafael pulou tarde em uma falta cobrada do meio da rua, no único gol do tricolor.

Arouca e Cícero foram discretamente bem. Montillo errou passes, perdeu bolas, mas deixou Miralles e Neymar de frente para o goleiro. Não fosse tão narcisista e tivesse a velha humildade em gol, e Neymar faria o quarto, de esquerda, logo após driblar o arqueiro. Mas quis dar o breque e driblar novamente o zagueiro, acabando por perder a bola. Esse individualismo às vezes atrapalha.

Há quem diga que o excesso de compromissos com patrocinadores e com garotas tem diminuído a velocidade e o arranque de Neymar. Não sei se é isso, mas ele está tendo muita dificuldade para driblar, mesmo quando fica no chamado mano a mano com o zagueiro. Boas noites de sono, alimentação balanceada e um pouco de paz de espírito também são essenciais a um craque. Que os mentores do garoto conversem sobre isso com ele.

Miralles teve um aproveitamento excelente e não pode sair do time. Felipe Anderson entrou no fim – no lugar de Arouca, que saiu machucado –, mas desta vez mostrou disposição. É outro que tem potencial para jogar muito. Basta que o professor deixe de agir como feitor e haja como o mentor que deve ser.

Por que a Vila não fica lotada

Se alguém tem uma cadeira cativa na Vila Belmiro e não vai ao estádio nem para assistir a um clássico contra o São Paulo, com tantas atrações em campo, quando irá? Essa é a pergunta que não quer calar depois de vermos tantos lugares vazios na seção das cativas do Santos. O que acontece com esses proprietários? Não gostam mais de futebol? Preferem ficar em casa e ver pela TV? Morreram?

O certo é que um público de apenas 14.283 pagantes (renda de R$ 383.960,00) para um jogo como este depõe contra a grandeza do tradicional Sansão. Que providências sejam tomadas. Não há sentido em jogar um clássico na Vila sem que o estádio esteja lotado. Que o clube recompre essas cativas, ou dê um jeito de que os lugares sejam vendidos.

Santos: Rafael; Bruno Peres, Neto, Durval e Guilherme Santos; Arouca (Felipe Anderson), Renê Júnior, Cícero e Montillo; Neymar e Miralles.
Técnico: Muricy Ramalho.

São Paulo: Denis; Paulo Miranda (Douglas), Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington (Cañete), Denilson, Jadson e Ganso (Aloísio); Osvaldo e Luís Fabiano. Técnico: Ney Franco.

Gols: Miralles aos 38 minutos do primeiro tempo; Neymar aos 3, Jadson aos 19 e Miralles aos 24 do segundo.

Arbitragem: Flávio Rodrigues Guerra, auxiliado por Herman Brumel Vani e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo.

Veja os melhores momentos de Santos 3, São Paulo 1:

Para você, quem jogou bem e quem jogou mal no Sansão?

Brilhou outro Júnior além do Neymar

Leia o post original por Kako Ferreira

SANTOS 3 X 0 BOTAFOGO RP

Primeiro jogo do ano na Vila, um novo time, alguns jogadores estreando no tapete sagrado envergando a camisa do Peixe. Justamente dois deles foram os caras do jogo.
Cícero jogou solto, leve, parecia que já conhecia todos os atalhos do campo, por alguns momentos os ares que insuflaram os pulmões de gênios da bola, deram vida a passes, toques, dribles e até gols, dando boas vindas aos novos Peixes do cardume.

Renê Júnior, o primeiro volante e por algumas vezes um quase terceiro zagueiro, parou tudo e todos, foi perfeito nos desarmes, no tempo certo e na medida exata para não cometer faltas. Após o domínio, foram mais de 50 passes, nenhum errado.

Claro que não foram apenas os dois que mandaram muito bem, Neymar continuou sendo Neymar, driblou, foi pra cima, apanhou e claro, deixou o seu.

Apenas uma peça não estava na sintonia da equipe. Por mais que Muricy acredite e insista, por mais que a torcida apoie e seus companheiros ajudem, André não anda numa boa fase. Faz parte do futebol e de quem vive dele, que não seja motivo para o camisa nove baixar a cabeça, só o trabalho do profissional e o apoio do torcedor é que o trarão de volta.

Enquanto isso quem vai resolvendo a parada é Miralles, já virou sinônimo de gol no segundo tempo: entrou, marcou!

Aos poucos tudo vai se encaixando, a sincronia começa a funcionar, o entrosamento está melhorando e pouco à pouco o condicionamento físico também. Hoje vemos um time combativo, com vontade, diferente da equipe de 2012 que entrava sem apetite em campo. Claro que ainda falta um confronto com um time de maior expressão e qualidade, todos cobram, mas chegará a hora deles.

Final da Copinha

Se começamos falando de “Junior”, vamos encerrando da mesma forma, dessa vez é sobre a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Amanhã (25/01) a garotada entra em campo para decidir o título contra o Goiás, em São Paulo no estádio do Pacaembu. Quem puder comparecer e lotar nosso salão de festas da capital, verá um baita jogo e apoiará a molecada que fará o futuro do Santos.

Para maiores informações sobre ingressos você pode CLICAR AQUI.

Então já sabem, temos um compromisso na manhã de sexta-feira!

Pra cima deles, Santos!

Um Santos bem melhor do que o do ano passado

Leia o post original por Odir Cunha

Ainda é apenas começo do ano, mas já deu para perceber que o Santos -que ontem, na Vila, fez 3 a 0 no Botafogo de Ribeirão Preto – é um time melhor do que aquele que jogou no ano do Centenário.

Com os recém-chegados Neto na zaga e Guilherme Santos na lateral-esquerda o time está dando menos bobeira e deixando menos buracos na defesa. Aqueles cochilos que víamos antes, escassearam.

Com Renê Junior e Cícero o meio-campo está bem mais forte. A negligência de Elano e Paulo Henrique Ganso (e de Ibson, quando jogava) foi substituida peloa aplicação de Cícero e Montillo.

Na proteção da área, o corre-corre desenfreado de Adriano – que roubava boas bolas, é verdade, mas cometia um número exagerado de faltas, além de errar o passe logo em seguida – perdeu lugar para a seriedade de Renê Junior, que ontem o torcedor consagrou com uma aclamação emocionante.

Não há mais dúvida de quem é o titular. Adriano terá de se contentar com o banco de reservas. Da mesma forma, aliás, que para o torcedor não há o que pensar entre o lento e pouco produtivo André e o esperto Miralles, que tem marcado gols em todos os jogos, apesar de ser escalado apenas para os últimos 15 minutos de partida. Essa insistência com André tem sido o único erro de Muricy Ramalho.

Deixando erros de lado e falando de acertos, o que comentar mais sobre Neymar? Ontem aplicou dribles inusitados, deu assistência para o terceiro gol, de Miralles, e marcou o seu, aproveitando passe milimétrico de Cícero. O Menino de Ouro deverá prosseguir como o grande show man do futebol em 2013. A Fifa pode dar o prêmio de melhor do mundo para quem quiser, mas ninguém se compara a Neymar no quesito dar espetáculo.

Quanto à tentativa de contratar Dentinho, eu também a aprovo. Trata-se de um jogador ágil, rápido, que faria ótima dupla com Neymar. Mas parece que ela já acertou com um time da Turquia.

O jogador Nunes, agora no Botafogo de Ribeirão, já criticou os Meninos do Santos, dizendo que fazem “firulas”. Ontem ele sentiu na pele os resultados do talento de Neymar. Reveja:

Amanhã, juntos no Pacaembu para empurrar os Meninos

O título da Copa São paulo, que o Santos só conquistou em 1984, com uma vitória na final sobre o alvinegro paulistano, pode ser o que falta para o técnico Muricy Ramalho se convencer de alguns desses garotos merecem uma chance entre os profissionais já nesta temporada. Só por isso vale a pena lotar o Pacaembu e empurrar os Meninos para uma vitória sobre a forte equipe do Goiás.

Segunda-feira tem lançamento do Almanaque na Vila Belmiro

Tão importante quanto o título da Copinha ou as exibições do renovado time profissional, será o lançamento, na segunda-feira, às 18 horas, na Loja da Vila, do esperado Almanaque do Santos, obra-prima do professor Guilherme Nascimento, confeccionado pela editora Magma Cultural.

Há jogos no Almanaque que nem o Santos sabia (entre eles uma goleada de 10 a 0). Demorou 40 anos para ficar pronto, mas é o tipo de livro realmente indispensável na prateleira de todo santista.

Estarei lá, com a Suzana, e espero reencontrar os amigos em mais um desses momentos inesquecíveis, em que temos a certeza de que a história do Santos jamais será esquecida.

Você não acha que este Santos é melhor do que o de 2012?