Arquivo da categoria: Roberto de Andrade

Fama de caloteiro pega mal demais!

Leia o post original por Craque Neto

Sabe aquele ditado ‘Devo, não nego e pago quando puder’? É exatamente assim que tem se comportado a atual diretoria do Corinthians sob a administração do presidente Roberto de Andrade. De acordo com a justiça o clube tem poucas horas para acertar a dívida de três jogadores que totalizam um valor de R$ 3 milhões aproximadamente. Caso contrário pode sofrer penhora de seus bens. É brincadeira? Pra piorar fiquei sabendo que a dívida é pelos jogadores Marlone, Kazim e Vílson. Todos jogadores pouco aproveitados no elenco. O primeiro sequer atua no clube atualmente. O que mais me incomoda é saber […]

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Estacionamento corintiano mantém gestora 80 dias após anúncio de troca

Leia o post original por Perrone

Oitenta dias após o Corinthians anunciar a Indigo como nova gestora do estacionamento de sua arena, o local continua sendo administrado pela antiga parceira, a Omni.

O anúncio foi feito em 11 de fevereiro, às vésperas de reunião do Conselho Deliberativo do clube para votar o pedido de impeachment de Roberto de Andrade. A assinatura do dirigente colocada no contrato com data anterior à sua eleição como presidente era um dos argumentos que embasavam a solicitação de afastamento. Andrade acabou vencendo a disputa, mas nada mudou em relação à operação do estacionamento.

Apesar do anúncio da troca, a Omni discordou da rescisão unilateral comunicada pelo Arena Fundo de Investimento Imobiliário, responsável pelo estádio corintiano. Notificação enviada para a empresa informou que o contrato estava sendo rescindido porque ela havia se comprometido a zelar pela imagem do fundo e de seus cotistas (entre eles está o clube), mas não honrou o compromisso. O descumprimento ocorreu, segundo a notificação, porque reportagens sobre multa aplicada pela prefeitura à empresa por falta de licença de funcionamento do estacionamento chamaram a atenção da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regula fundos no Brasil.

A oposição corintiana suspeita que o anúncio da Indigo foi feito antes da votação do impeachment apenas para dar a impressão de que o contrato polêmico com a Omni já não tinha valor.

Agora os opositores querem informações sobre o motivo para a troca na operação do estacionamento ainda não ter sido feita. Também pretendem que a diretoria explique se a Indigo pagou pela exibição de vídeo institucional dela nos telões da Arena Corinthians, já que por enquanto ela não opera o estacionamento.

No último dia 27, o blog enviou mensagem para a assessoria de imprensa da arena perguntando se o acordo com a Indigo havia sido cancelado. Até a publicação deste post não houve resposta. A Omni também não respondeu sobre o tema.

Indagada se a Indigo não irá mais assumir o estacionamento da arena corintiana, a assessoria de imprensa da empresa afirmou que não há novidade sobre o assunto. Vale sua posição anterior de que aguarda a definição da situação entre Omni e Corinthians.

Análises notam falta de transparência em contas corintianas e regra ferida

Leia o post original por Perrone

 

Relatórios do Conselho Fiscal do Corinthians e de empresa de auditoria contratada para analisar o balanço do clube referente a 2016 apontam dificuldade na obtenção de documentos essenciais para análise. Por conta dos relatos de falta de transparência, opositores estudam medidas para tentar anular a aprovação feita nesta quinta pelo Conselho Deliberativo e até um novo pedido de impeachment.

O artigo 81 do estatuto diz que o conselho deve apreciar o relatório geral do presidente da diretoria sobre as contas, que não foi enviado com antecedência para os conselheiros, mas lido durante a reunião do conselho. Além disso, o conselho fiscal do clube aponta em parecer que não recebeu o relatório da diretoria, ao contrário do que determina o estatuto. Desobediência às regras do clube é um dos motivos para pedidos de impeachment. Ela precisa ser comprovada e o afastamento aprovado pelo conselho, que já rejeitou um processo de destituição contra Andrade.

Em seu parecer, o Conselho Fiscal corintiano afirma que analisou as contas sem os relatórios de gestão de diretoria e de auditoria interna, além de não receber informações sobre operações realizadas. “Nos foi disposto um prazo curto para o balanço do exercício de 2016, para uma análise e aprovação ou não, sem elementos para um estudo minucioso e necessário”, afirma o relatório. Mesmo assim, o conselho fiscal considerou as demonstrações contábeis aptas a serem votadas pelos conselheiros. O artigo 102 do estatuto diz que o órgão tem que examinar o balanço anexado ao relatório anual da auditoria, que não foi apresentado, segundo o parecer.

 Incerteza sobre arena

O blog teve acesso também à minuta do relatório da Parker Randall Brasil, especializada em auditoria, feito sobre o balanço de 2016. A minuta foi enviada aos conselheiros, sem assinatura. Num de seus trechos mais importantes, o parecer encaminhado para a diretoria a fim de ser discutido, afirma que há “incerteza significativa relacionada à continuidade operacional do investimento Arena Fundo de Investimento Imobiliário”, responsável pelo estádio corintiano. Essa é uma das três ressalvas feitas às contas apresentadas.

A incerteza existe, segundo a análise dos auditores, por conta da decisão da administradora BRL Trust de sair do fundo. “Solicitamos apresentação formal dos consultores jurídicos do clube para avaliação dos potenciais riscos contingenciais daquela decisão (saída) do gestor do fundo. Até a emissão desse relatório não havia sido apresentada a resposta…”, diz trecho da minuta.

O relatório lembra que o fundo tem como principal ativo o estádio alvinegro e que a continuidade operacional do empreendimento depende da geração de receitas para fazer face à manutenção de sua estrutura operacional, assim como para o cumprimento da liquidação dos passivos e demais fontes de investimento relacionadas à construção do empreendimento.”

Em outra ressalva, o documento afirma que os auditores não obtiveram resposta à totalidade das solicitações de confirmação direta de resposta sobre quatro assessores jurídicos. O saldo da dívida do Corinthians com eles seria de R$ 20,4 milhões.

No mesmo item está registrado que a auditoria não recebeu confirmação de depósitos e empréstimos de Caixa, Polo Fundo de Investimento, Horizonte Conteúdos e Bradesco com saldos de R$ 1,3 milhão (ativo) e R$ 30,9 milhões (passivo). Também não foram obtidas confirmações de valores a receber de Globo, Federação Paulista, Caixa, Apollo Sports Solution, Estrella de Galícia Importadora e Comércio de Bebidas, AMC assessoria em negócios, Boca Juniors e valores a pagar para fornecedores.

 Em mais uma ressalva, o parecer contesta a reavaliação de bens do ativo imobilizado do clube. Afirma que ela foi feita em desacordo com práticas contábeis e que em 31 de dezembro de 2016 os saldos imobilizado e do patrimônio líquido foram apresentados a maior em R$ 407,7 milhões.

O blog enviou mensagem por celular para Emerson Piovezan, diretor financeiro do Corinthians, mas ele não mandou resposta até a publicação do post, apesar de visualizar o texto. Roberto de Andrade não atendeu à ligação do blog.

Andrés justifica fala polêmica sobre Odebrecht e ouve conselho para delatar

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Pressionado por um pedido de conselheiros para que o presidente do Corinthians o desautorize a falar pelo clube diante da Odebrechet, Andrés Sanchez tem usado as redes sociais para se defender, trocando farpas com seus críticos. Na batalha, sobrou até uma sugestão para que o deputado federal faça uma delação premiada para contar o que sabe sobre a construção do estádio do clube.

O problema começou quando o ex-presidente corintiano disse ao UOL Esporte que a Odebrecht não senta com ninguém se não for com ele. O deputado federal negava um acordo para a construtora deixar o fundo que administra a arena alvinegra.

Por causa das declarações, os conselheiros Romeu Tuma Júnior e Herói Vicente entregaram requerimento ao presidente do Conselho Deliberativo, Guilherme Gonçalves Strenger pedindo que fosse determinado a Roberto de Andrade que desautorize publicamente Andrés a  negociar com a Odebrecht em nome do clube. Um dos motivos alegados é o fato de Sanchez ser citado em delação de Marcelo Odebrecht como recebedor de doação de campanha via caixa 2, segundo a Folha de S. Paulo. Ele nega o recebimento.

Ao repassar a mensagem para o presidente do clube, Strenger aumentou a pressão ao escrever que Andrés não pode falar como mandatário do Corinthians.

Sanchez reagiu com vídeos publicados em redes sociais. Primeiro, afirmou que não quis dizer que a Odebrecht só fala com ele no clube.

“Eu não falei aquilo, que só negocia comigo. Eu quis dizer que eu dificilmente saberia de uma negociação se eu não ficasse sabendo, então jamais falaria aquilo e jamais tomaria uma atitude no Corinthians, há cinco anos, se não for de confidência e junto com o presidente. Quem manda no Corinthians é o presidente e sua diretoria.  Por isso não faço nada sem ser convocado ou comunicado por ele. Por isso, essas pessoas que nunca fizeram nada pelo Corinthians, nunca, você pode pegar nas histórias mais recentes, nos últimos 20 anos e citar aqueles nomes e ver se alguém fez alguma coisa pelo Corinthians. Agora eles ficam falando, fazendo e jogando com a imprensa, isso é muito triste, muito ruim pro Corinthians”, afirma Andrés em um dos vídeos.

 Em outra gravação, o deputado federal declara que o presidente do conselho e conselheiros querem o proibir de falar. “Isso é inacreditável. Eu sou conselheiro vitalício, sou ex-presidente do Corinthians, tenho o direito de falar o que eu acho e o que é melhor para o clube, dar minha opinião. Agora, não tenho o direito de assinar e tomar decisões. E não estou tomando. Eles ficam se pegando, não sei, eles devem ter um carma comigo. Agora o tempo vai mostrar quem fez alguma coisa pelo Corinthians. Errando ou acertando. E olha que vem mais aí, um abraço”, afirmou o ex-presidente na mensagem.

Tuma Júnior rebateu o ex-dirigente com uma gravação de voz distribuída para conselheiros. Nela, ele diz que quer, sim, que Andrés fale e conte tudo que sabe. Sugere até que ele faça uma delação premiada.

 “Não sei a quem ele se refere. Mas a verdade, de minha parte, eu gostaria muito que ele falasse. Falasse bastante, esclarecesse muitos fatos que estão sendo noticiados e deixasse as coisas bem claras. Não queremos que ele deixe de falar, queremos que ele fale bastante, mas fale a verdade. Esclareça os fatos, diga o que aconteceu no Itaquerão… Esclareça claramente aquelas entrevistas que ele deu lá atrás quando dizia: ‘se eu contar a verdade, o Lula vai ficar mal nessa história’. Fala, Andrés, fala bastante, fala a verdade. Não faça insinuações, não faça ameaças veladas. Isso pode lhe trazer muitos prejuízos, inclusive de ordem criminal. Inclusive, se precisar, se for necessário, até lhe aconselho, procure o procurador-geral e faça uma colaboração premiada. Isso pode te beneficiar bastante. Para o seu bem e para o bem do Corinthians”, disse Tuma Júnior.

Presidente do conselho diz a Andrade que Andrés não pode falar pelo SCCP

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Guilherme Gonçalves Strenger, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, repassou a Roberto de Andrade pedido de conselheiros para que ele desautorize publicamente Andrés Sanchez a negociar pelo clube com a Odebrecht. O ex-presidente foi citado em delação na Lava Jato por Marcelo Odebrecht como recebedor de doação de campanha para deputado federal por meio de caixa 2. Ele nega o recebimento.

 Strenger não se limitou a encaminhar o requerimento. Ele emitiu sua opinião, aumentando a pressão para que o presidente corintiano afaste Sanchez das negociações com a Odebrecht. Entre outros assuntos a construtora propõe sua saída do fundo administrador do estádio, como mostrou o UOL Esporte.

“Aproveito a oportunidade para, igualmente, na qualidade de presidente do Conselho Deliberativo, manifestar minha preocupação em relação as declarações prestadas pelo conselheiro Andrés Sanchez, que não pode, em hipótese alguma, pronunciar-se como se fosse mandatário do SCCP”, escreveu Strenger em sua mensagem para Andrade.

Antes de declarar o que pensa, ele pediu para o presidente corintiano prestar os devidos esclarecimentos, considerado o teor das manifestações dos conselheiros Herói Vicente e Romeu Tuma Júnior. A dupla pediu que fosse determinado que Andrade desautorize publicamente Andrés a negociar com a Odebrecht. A medida foi tomada depois de o ex-presidente dizer ao UOL Esporte que a construtora só se senta com ele para negociar. O pedido foi justificado pelo fato de o ex-presidente não integrar a comissão de conselheiros formada para apurar a situação da arena e por causa das notícias que relacionam o deputado federal pelo PT-SP à Operação Lava Jato.

Indagado sobre o fato de emitir uma opinião dura para Andrade sobre Andrés, o presidente do conselho disse, em mensagem de texto por celular, apenas que “era necessário”.

Strenger agora aguarda pela resposta do presidente corintiano.

Corinthians promete apuração na arena após pouco fazer diante de alertas

Leia o post original por Perrone

Na última quinta, a diretoria corintiana divulgou nota em seu site afirmando o seguinte:

“O Sport Club Corinthians Paulista, tendo tomado conhecimento de trechos da delação do sr. Marcelo Odebrecht que envolvem a Arena Corinthians, vem a público reforçar que quaisquer irregularidades ou desvios de conduta, constatados por autoridades ou não, serão devidamente apurados pelo clube, que tomará todas as providências para resguardar seus direitos e buscar a punição dos responsáveis, bem como diligenciará para garantir que todos os prejuízos causados ao clube e à arena sejam devidamente ressarcidos”.

O comunicado contrasta com a maneira como a direção lidou até aqui com alertas sobre supostas irregularidades e eventuais prejuízos causados ao alvinegro por conta da obra do estádio e pedidos para que questionasse a Odebrecht na Justiça ou em corte de arbitragem.

Na maioria das vezes o clube não reagiu. São inúmeros os relatos de pessoas que fizeram alertas e se sentiram ignoradas pela diretoria.

Em setembro de 2015, Anibal Coutinho, arquiteto responsável pelo projeto da arena, enviou e-mail para Roberto de Andrade alertando o dirigente para a suposta existência de um esquema fraudulento envolvendo o estádio. Ele apontou que o fundo responsável por administrar a arena aceitou relatórios da Odebrecht que atestavam a conclusão das obras um ano antes de a própria construtora declarar os trabalhos encerrados.

O caso foi revelado pelo blog em outubro de 2016. Na ocasião, por meio de sua assessoria de imprensa, Andrade, respondeu que a direção corintiana estava “tomando providências junto aos responsáveis pela gestão da arena”. Isso cerca de um ano após a denúncia ser feita.

Também em 2015, Coutinho apresentou extenso relatório no qual descreveu cenário de caos, desrespeito e descalabro, afirmando que a Odebrecht não havia feito trabalhos previstos em contrato ou realizado outros com baixa qualidade, o que a construtora nega.

Ele ainda listou prejuízos ao Corinthians e pediu imediata apuração dos fatos. Na ocasião, procurado pela Folha de S.Paulo para comentar o relatório, Andrés Sanchez, principal responsável pelo estádio no clube, não quis se pronunciar. Deputado federal pelo PT-SP, ele é citado em planilha entregue pela Odebrecht ao Ministério Público como recebedor de R$ 3 milhões em caixa 2 de campanha. O ex-presidente corintiano nega ter recebido dinheiro de forma irregular.

Nenhuma medida enérgica foi tomada pelo clube após a entrega do relatório feito por Coutinho.

A Odebrecht deu a obra por encerrada em setembro de 2015. Pressionada pelo relatório do arquiteto, a diretoria, então esclareceu que esperaria a conclusão de auditoria que verificaria dos pontos de vista arquitetônico e de engenharia se a construtora cumpriu o contrato. O trabalho dos auditores só começou no segundo semestre do ano seguinte e ainda não foi concluído.

No final de 2016, em novembro, Guilherme Gonçalves Strenger, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians disse que pediria a Andrade que tomasse medidas judiciais contra a Odebrecht. Até agora, a questão não foi levada aos tribunais e nem para a arbitragem.

Em dezembro de 2016, relatório apresentado por comissão de conselheiros do clube destacou desequilíbrio na relação entre Corinthians e Odebrecht. A conclusão foi de que a construtora sempre contou com profissionais altamente especializados para discutir pontos divergentes, enquanto o clube não montou uma estrutura no mesmo nível para enfrentar a empresa quando necessário.

Outro relatório, feito pelo escritório Molina & Reis, concluiu em janeiro de 2017 que a construtora deixou de executar cerca de R$ 200 milhões em obras na arena, fato contestado pela empresa. O clube seguiu aguardando a auditoria técnica.

A diretoria só chegou a endurecer o jogo com a Odebrecht no final de 2016, após novos problemas na arena se tornarem públicos. O Corinthians trocou cartas e notas ásperas com a empresa e chegou a impedir a ação dela na reparação de um dos defeitos, mas depois autorizou o serviço.

Nesse cenário, pelo menos parte das pessoas que fizeram alertas ao presidente corintiano sobre a situação leu com indignação a nota em que ele promete apurar eventuais desvios de conduta.

Na manhã desta sexta, o blog telefonou para Andrade, mas ele não atendeu à ligação.

Ex-diretores criam grupo para ser “terceira via” no Corinthians

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Ex-diretores do Corinthians nas gestões comandadas pelo Grupo Renovação e Transparência, liderada por Andrés Sanchez, criaram um  grupo político que pretende se colocar como “terceira via” no clube. A proposta é ser uma alternativa entre a situação atual e a oposição tradicional.

O Corinthians Grande, nome do novo “partido”, se concentra primeiro em montar um projeto de gestão para a agremiação e lançar uma chapa de 25 candidatos ao conselho. Mas a tendência é que a mobilização culmine com o lançamento de uma candidatura à presidência na eleição de fevereiro de 2018. Não há nome definido por enquanto.

Entre os líderes da ala estão Fernando Alba, diretor nas administrações de Andrés e Mário Gobbi, Sérgio Mendonça Alvarenga, diretor jurídico de Sanchez e assessor de Gobbi, além de hoje ser vice-presidente do Conselho Deliberativo, e Felipe Ezabella, responsável pelos esportes terrestres na era Andrés. Todos integravam o Renovação e Transparência.

“Existe uma cultura no Corinthians de os grupos políticos serem vinculados a um nome, um líder que personifica o grupo. Queremos mudar isso. Não dá para ter um chefe, se o chefe está em baixa e sucumbe, o grupo sucumbe junto. Nosso grupo não vai ter uma personificação, mas um projeto bem amplo”, disse Alba ao blog.

Ele também rechaça o rótulo de oposição ao Renovação e Transparência. “Não é uma bandeira contra o Andrés, contra ninguém. Quem quiser participar das nossas reuniões, inclusive o Andrés, pode participar. Ele acertou muito. Queremos mudar nos pontos em que nós (do Renovação e Transparência) erramos”, declarou.

Entre os erros apontados está o fato de o clube não ter conseguido se fortalecer financeiramente para aos poucos deixar de depender de empréstimos, principalmente de empresários de futebol.

O blog apurou que também há no grupo conselheiros que permanecem na diretoria de Roberto de Andrade, porém os nomes são mantidos em sigilo.

Sem Valdívia, Andrade soma 3 ‘desastres’ em 4 meses e sofre mais críticas

Leia o post original por Perrone

O desfecho da tentativa do Corinthians de trocar Giovanni Augusto por Valdívia se somou às operações frustradas envolvendo Drogba e Pottker e aumentou as críticas de conselheiros da oposição ao presidente do clube, Roberto de Andrade. São três negociações consideradas desastrosas pelos críticos do dirigente em quatro meses.

Na transação relacionada a Valdívia as queixas são de que o presidente expôs Corinthians, Internacional e os dois jogadores.

Uma das principais reclamações de oposicionistas é de que ao telefonar para o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, para saber se o concorrente queria Valdívia, o corintiano assumiu o risco de a conversa vazar e seu clube ser ridicularizado nas redes sociais por rivais, o que acabou acontecendo.

Para os descontentes, o cartola deveria ter ido até Porto Alegre e se empenhado para fechar o negócio sem se preocupar em falar com o palmeirense.

Outro motivo de insatisfação é a nota oficial divulgada pelo Corinthians para explicar que o negócio não deu certo. Nela, o clube paulista diz que foi procurado pelos gaúchos que ofereceram Valdívia e que após conversa entre Giovanni Augusto e a diretoria corintiana ficou acertado que ele não seria transferido. Os problemas apontados são que o alvinegro, com autorização de seu presidente, foi deselegante com o Inter, podendo ter criado um constrangimento entre o Colorado e seu atleta. E que também deixou Valdívia vulnerável ao descontentamento dos torcedores do Inter, pois ficou entendido que ele queria trocar de equipe. Ao mesmo tempo, apesar de afirmar que a decisão foi conjunta, ficou para a Fiel a certeza de que Giovanni não quis se mudar. Então, ele passou a enfrentar a ira da torcida corintiana. Em grande parte, ela desejava a negociação.

No resumo dos críticos, o Corinthians conseguiu perder Valdívia e Giovanni ao mesmo tempo, já que o jogador do alvinegro  deu sinais de não ter ficado contente com a movimentação e agora tem um clima péssimo com os torcedores para continuar no clube.

A atuação do presidente foi comparada com a participação dele na tentativa de trazer Drogba. Na ocasião, virou motivo de chacota entre torcedores adversários o fato de ele ter assinado nota no site do clube com o título “Valeu, Drogba”, agradecendo ao marfinense, que recusou a proposta corintiana. Além disso, no início das conversas, o clube tratou com um intermediário que não era o representante principal do atleta e houve ataques do próprio diretor de futebol, Flávio Adauto, à negociação, que não era comandada por ele.

Andrade não participou diretamente do fracasso nas tratativas com a Ponte Preta para ter Pottker, mas o fato foi lembrado agora porque a negociação também estava avançada e fracassou. Na oportunidade, o problema foi que todos os detalhes da contratação foram acertados para que o jogador fosse para o Corinthians após o Campeonato Paulista. Mas, pouco antes da estreia dele na Copa do Brasil pelo time de Campinas, a equipe da capital exigiu que o atacante não jogasse para poder defender o futuro clube na competição. A exigência não foi aceita e o trato acabou desmanchado.

O blog não conseguiu falar com Andrade.

 

Opinião: guerra na base reflete omissão de presidente do Corinthians

Leia o post original por Perrone

A guerra deflagrada pelo poder nas categorias de base do Corinthians reflete, na opinião deste blogueiro, a omissão de Roberto de Andrade. Não tivesse o presidente do clube permitido que Andrés Sanchez indicasse apadrinhados para diversos setores do clube sem critérios técnicos a situação não teria chegado a tal ponto.

Já foram diversas trocas no comando do departamento de formação de atletas, a maioria motivada por pressões internas que têm tudo a ver com a influência de Sanchez no Corinthians.

Quando Andrade tenta retomar o poder em alguma área colocando gente de sua confiança há conflito com o pessoal de Andrés.

Foi o que aconteceu agora com a nomeação de Carlos Nujud, o Nei, para dirigir o futebol amador. Ele afastou Coelho do cargo de técnico do Sub-20, categoria vital para o time profissional, por considerar o ex-jogador inexperiente. Só que o ex-lateral é pupilo de Andrés desde o tempo em que era atleta. Só por isso vai seguir como auxiliar na comissão técnica, o que gera críticas no departamento. Assim, o tiroteio interno segue forte. Não há paz e estabilidade para se trabalhar.

Se o diretor da base é alinhado com o presidente, seu adjunto, Jacinto Antonio Ribeiro, o Jaça, é unha e carne com Andrés, além de ser considerado por conselheiros influentes mais poderoso do que seu superior. Ou seja, mais uma vez a Andrade não tem domínio completo da situação.

Enfraquecido no poder enquanto esteve ameaçado de sofrer impeachment, Roberto fez acordos com diferentes alas políticas e tem até oposicionistas na diretoria.

O clube é um eterno barril de pólvora. O presidente costuma assistir às batalhas de binóculos, de seu gabinete na loja de carros da qual tem participação societária. O dirigente não demonstra o empenho necessário para arrumar a casa.

Não é a primeira vez que se sente a ausência de Andrade em situações críticas. Foi assim quando demorou para se manifestar sobre a tentativa de contratar Drogba, enquanto o diretor de futebol, Flávio Adauto, minava a negociação, por exemplo.

A impressão que se tem é que o presidente apenas torce para o tempo passar e deixar os pepinos para seu sucessor.

A farra continua na direção do Corinthians

Leia o post original por Craque Neto

Fico ”P” da vida quando ouço torcedor na rua bravo comigo porque só fico criticando o Corinthians. Peraí! Minhas críticas quase sempre foram direcionadas aos dirigentes, que mandam e desmandam e fazem mudanças bem suspeitas de funcionários. Além de causar um baita prejuízo ao cofres alvinegros. Uma dessas trocas achei curiosa e esquisita (pra não dizer outra coisa!) ao mesmo tempo. Vejam bem, após o pedido de demissão do diretor Fausto Bittar, que comandava as categorias de base do Timão, a cartolagem agiu rápido e contratou o ex-goleiro Yamada. Até aí nenhum problema, certo? Errado! Yamada já há algum tempo […]

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