Arquivo da categoria: Robinho

O politicamente correto no futebol é CHATO!

Leia o post original por Craque Neto

Já não é de hoje que venho falando que o futebol está ficando chato! Poxa vida, agora jogador só pode ser entrevistado com autorização de assessor, os discursos são todos iguais e as 345 câmeras inibem a boleirada de serem eles mesmos por causa de punições severas e críticas. Se chamar um companheiro de NEGÃO pega uma suspensão e é capaz até de ser preso. O alvo da mídia agora é o Robinho, atacante do Atlético/MG, que na derrota para a Chapecoense em Minas soltou para o volante Moisés Ribeiro um sonoro ‘VOCÊ JOGOU AONDE?’. É claro que se eu […]

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E tu, jogou aonde?

Leia o post original por Rica Perrone

Eu queria um Globo Repórter contando a origem das pessoas que hoje comentam futebol por aí.  De onde vieram, o que comem, quem são seus pais e principalmente…. onde jogaram!? Em qualquer ambiente de profissionais a frase “jogou aonde?” é mais repetida do que “boa tarde”. É uma forma de brincar e intimidar o adversario. …

Muita cobra junta costuma não dar certo!

Leia o post original por Craque Neto

Nunca fui contra reunir craques em um mesmo time de futebol. Talvez a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1970 seja o exemplo mais bem acabado de sucesso utilizando os melhores jogadores da época. Tinha gente que dizia que os caras não poderiam jogar juntos, aí o Zagallo, treinador na ocasião, tratou de formar aquela que provavelmente é a melhor linha ofensiva da história com Clodoaldo, Gerson, Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivellino. Só que o passado recente mostra que a vaidade e o dinheiro muitas vezes atrapalha esse tipo de coisa. E não falo nem de briguinhas individuais como […]

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Empate estranho entre Galo e Palmeiras em BH

Leia o post original por Antero Greco

Dei um tempo para batucar estas linhas sobre Atlético-MG 1 x Palmeiras 1, um dos destaques do sábado no Brasileirão. Esperei baixar um pouco a poeira, diminuir a adrenalina. No calor da hora, corria o risco de entrar na pilha dos torcedores.

O jogo foi estranho, por vários motivos, a começar pela qualidade técnica: as duas equipes estão aquém do que se imaginava delas no início da temporada. Houve também arbitragem tensa de Leandro Vuaden, com os três pênaltis e as duas expulsões. Para arrematar, tem gente a negar fogo, casos de Robinho e Fred, dois pesos nulos no Galo.

Vuaden acertou na marcação dos pênaltis, os dois em favor do Atlético e aquele do Palmeiras. As falhas ficaram para Fred e Deyverson, que desperdiçaram um para cada lado, e sem entrar no mérito e na experiência de Prass e Victor, dois experts pegadores de penalidades. Os palmeirenses reclamam de uma mão de Luan dentro da área do Galo. Nas imagens que vi, ficou a sensação de ter batido no peito. Se houver outra mais definitiva, reformulo a opinião.

O árbitro foi correto, ainda, nas expulsões dos palestrinos Luan e William. O zagueiro pela falta no pênalti sobre Alex Silva, o atacante por revidar entrada de Valdivia. Porém, errou ao não dar no mínimo amarelo para Valdivia, no mesmo lance. E também fechou os olhos para entrada dura de Fábio Santos no primeiro tempo. Igualmente valia ao menos o amarelo.

O jogo em si mostrou o Galo confuso, embora melhor do que o Palmeiras no primeiro tempo. Mas sentiu o baque do gol de Deyverson que havia deixado o adversário em vantagem. Reequilibrou com o empate, mas sem ser eficiente.

Pior: o Atlético passou a segunda etapa com um a mais (pelo vermelho de Luan), e com dois a mais pelo menos por 20 minutos (expulsão de William). Não soube aproveitar-se da vantagem numérica e abusou de chutes de longe ou de chuveirinhos. Fred e Robinho fizeram figuração.

O Palmeiras veio com formação diferente, mais uma vez, e sem convencer. O meio com Tchê Tchê, Moisés, Jean e Guerra não rendeu, assim como Mayke foi discreto na lateral direita e Egídio regular na esquerda (para complicar fez o segundo pênalti, o do gol de empate). Na frente, Deyverson apareceu só na hora do gol que fez e foi bizarro no pênalti perdido.

Por ironia do destino, o Palmeiras melhorou ao ficar com um a menos. E foi heroico, com nove em campo. No fim, pôde até festejar o ponto conquistado. Mas continua a balançar na parte de cima da classificação.

 

Diego e Robinho, não!

Leia o post original por Odir Cunha

O dinheiro, cerca de 50 milhões de reais, ainda não veio do Barcelona, mas o presidente Modesto Roma já está anunciando que com ele pretende contratar os trintões Diego e Robinho, heróis do título brasileiro de 2002, há 15 anos. Espero que esta sandice não se concretize. Afogado em dívidas, o Santos deveria usar esse dinheiro caído do céu para equilibrar as finanças, atendendo aos insistentes apelos do conselho fiscal, e aprimorar o seu CT para a as categorias de base, de onde certamente surgirão novos Diegos e Robinhos mais jovens, vigorosos e com fome… de bola.

Sem contar que anunciar um desejo de compra, mesmo antes de ter o dinheiro na mão, é de uma falta de inteligência brutal. Ao saber do interesse do Santos, é evidente que Atlético Mineiro e Flamengo cobrarão mais caro pelos passes de seus atacantes em fase descendente na carreira. Engraçado que ninguém vem comprar o passe de Ricardo Oliveira, companheiro de Diego e Robinho em 2003, mas nosso presidente anuncia, com pompa, a contratação dos dois veteranos de uma vez só.

Falamos por falar, pois sabemos que Roma não deverá ouvir nenhuma palavra de bom senso. Seu interesse é puramente eleitoreiro e sabe que a vinda dos dois ídolos do passado pode dar grande visibilidade à sua gestão extrativista. Sem apresentar nenhum trabalho estrutural, um dia ele fala da areninha, no outro acusa um repórter, sem provas, e agora anuncia bombásticas contratações. É preciso estar nos refletores, mesmo com fanfarronices. Haja paciência. Bem, mas não será agora, a menos de cinco meses para a eleição de dezembro, que essa gestão priorizará o planejamento que pode levar o Santos a um futuro melhor.

É só jogar futebol

O Atlético Paranaense está jogando melhor e é claro que tem alguma chance de ganhar do Santos na Vila Belmiro por dois gols de diferença, no encontro desta quarta-feira, às 21h45, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Entretanto, só mesmo uma confluência de coincidências ruins poderia provocar a eliminação santista em pleno Urbano Caldeira por um time menos gabaritado do que o Santos. É só jogar futebol, precavido, mas com mentalidade ofensiva, e o Santos não só se classificará, como obterá uma vitória redentora, que poderá levá-lo a mais uma decisão da Libertadores.

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A hora que quiser?

Leia o post original por Rica Perrone

O Atlético Mineiro tem o melhor time do país. Acho bem pouco discutível que entre os 11 titulares alguém tenha nomes como Fred, Robinho, Elias, Cazares, Leo Silva, Victor, Marcos Rocha. Enfim.  O que não significa que vá jogar ou ganhar algo por isso. Entre o bom time e o bom futebol é um elo …

Invenções de Tite podem colocar Copa a perder

Leia o post original por Craque Neto

O técnico Tite convocou nessa sexta-feira o grupo da Seleção Brasileira que vai disputar dois amistosos contra Argentina e Austrália nos próximos dias 9 e 13 de junho. Como já era esperado ele poupou grandes nomes como o atacante Neymar e os laterais Daniel Alves e Marcelo. Todos os três afirmo sem medo de errar que já estão na Copa da Rússia no ano que vem. O que me surpreendeu pra dizer bem a verdade foi a ausência do goleiro Cássio. O corintiano já vinha merecendo há um bom tempo uma oportunidade. Está evidente que se ele não foi agora, […]

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O Galo pulsa

Leia o post original por Rica Perrone

As pessoas costumam colocar toda discussão sobre futebol na questão de títulos. Quando sai disso, “torcida”. E quando passa isso, apelam pra qualquer coisa que coloque seu clube acima do rival. Nem mesmo o maior atleticano renegaria: o Cruzeiro é bem mais vencedor que o Galo, é internacionalmente mais conhecido e mais tradicional.  Tudo isso …

Fla, Galo e o empate ruim para ambos

Leia o post original por Antero Greco

Não se deve tirar o mérito do Atlético-MG, jamais. Faz boa campanha, ainda com chance até de título. Ou, no mínimo, a segunda colocação. Tem time pra isso.

Mas, aqui entre nós, o Flamengo deixou escapar uma oportunidade e tanto, na tarde deste sábado, para manter-se na cola do Palmeiras. No primeiro tempo do clássico com o Galo, no Mineirão, jogou muito, criou chances, abriu vantagem de 1 a 0. Poderia liquidar a fatura antes do intervalo. Porém (sempre tem um porém), tirou o pé na segunda parte, tratou de garantir o resultado. Conclusão? Se deu mal, tomou a virada e ainda encontrou forças para o empate definitivo por 2 a 2.

Placar ruim para ambos, pois na pior das hipóteses continuam com 5 (Fla) e 6 (Atlético) pontos do líder, respectivamente. Escrevo antes do jogo entre Santos x Palmeiras, por isso no momento afirmo que a disputa se mantém aberta, apesar de mais difícil para os dois que entraram em campo antes.

A decepção, na verdade, foi o Fla, por aquilo que mostrou na etapa inicial. Zé Ricardo soube deixar a equipe redonda, bem protegida na defesa e ágil do meio para a frente. O Atlético ensaiou algumas descidas, logo de cara, mas aos poucos cedeu terreno. A turma rubro-negra aproveitou-se disso, começou a empurrar a marcação para o campo adversário e foi testando os reflexos de Victor.

A postura melhor resultou no gol de Diego, aos 32 minutos. O Galo sentiu o golpe, abriu-se e por pouco não levou o segundo, quase em seguida. Foi atordoado para os vestiários, refrescar a cabeça.

O segundo tempo mostrou o Fla menos impetuoso, mais cauteloso, preocupado muito cedo em garantir os três pontos. Além disso, Zé Ricardo tirou Gabriel aos 14 (entrou Sheik) e Fernandinho aos 26 (colocou Alan Patrick). As mexidas não surtiram efeito. Ao contrário, quebraram o ritmo do time.

O Atlético percebeu a mudança de ritmo, explorou brechas e virou, com  Robinho aos 35 (pênalti) e Pratto aos 41. Dava o salto para a segunda colocação. O Fla encontrou força para empatar, com Guerrero aos 44. E ficaram nisso.

Jogo eletrizante, sobretudo no final. Na prática, pode representar o fim das esperanças para um lado e outro.

Eu não acredito!

Leia o post original por Rica Perrone

Os dois morrem de vontade de dizer que “acreditam” para seus jogadores mas seria uma imitação barata do rubro-negro ousar se aproveitar da frase atleticana.  Sim, atleticana. Em 2013 o Galo patenteou a fé. Fé que moveu o time mediocre do primeiro tempo a ser um monstro impiedoso na segunda etapa, sendo o Galo que a …