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Agente fala em sondagem da China por R. Guedes, mas não anima Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Com José Edgar de Matos, do UOL, em São Paulo

Na última terça, Fernando César, agente do zagueiro Pablo, sondou o Palmeiras sobre Roger Guedes. Conforme apurou o blog, o empresário disse para Alexandre Mattos, diretor palmeirense, apenas que há um clube chinês interessado no jogador. Não apresentou uma proposta e nem falou o nome do time. Apenas quis saber da possibilidade de o atacante ser vendido.

A direção alviverde tem interesse em negociar o atleta, mas não se animou com a procura. A avaliação é de que o contato foi muito superficial.

Os palmeirenses acreditam que Guedes vale pelo menos oito milhões de euros. Porém, o clube aceita analisar propostas inferiores. A equipe paulista tem apenas 25% dos direitos econômicos. O restante pertence ao Criciúma.

Paulo Pitombeira, empresário do jogador, diz desconhecer a sondagem feita pelo agente de Pablo.

César não quis dar entrevista ao blog sobre o assunto.

Ao conversar com o agente de Pablo, Mattos não fez proposta pelo zagueiro, fora dos planos do Corinthians para a próxima temporada. O entendimento da diretoria do Palmeiras é de que não há a necessidade de contratar alguém para a posição neste momento. Por sua vez, Pablo recebeu proposta do Atlético-MG.

Todo mundo é bobão?

Leia o post original por Craque Neto

Na véspera de um jogo importante pela Libertadores vem a comprovação de crise interna no elenco do Palmeiras. O volante Felipe Melo esculachou o atacante Roger Guedes no último treino para o duelo contra o Peñarol em Montevidéu. Chamou o cara de moleque e usou um montão de palavrões. Sinceramente? Não sei o reflexo que esses problemas estão tendo no clube, mas claramente já começou a desagregar. A eliminação precoce no Paulistão para a Ponte Preta talvez seja uma pequena amostra disso. Agora queria entender o que acontece na cabeça desse jogador? Digo, o Felipe. Outro dia me chamou de […]

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Ofertas recusadas pelo Palmeiras pegam mal com agentes credores do clube

Leia o post original por Perrone

A decisão do Palmeiras de recusar ofertas milionárias por alguns de seus jogadores pegou mal entre parte dos empresários que têm pagamentos atrasados a receber do clube. Nenhum deles se queixa publicamente, mas nos bastidores há os que tratam o gesto alviverde como contraditório. Na visão deles, o clube não está em condições de rejeitar grandes negócios, pois tem débitos para quitar.

O sentimento é de que o Palmeiras deveria ter feito ao menos uma venda e usado fatia da bolada para reduzir suas dívidas com eles.

Curiosamente, entre os jogadores que poderiam ser vendidos estão atletas ligados a empresários credores do clube. Em tese, se eles fossem negociados, seus agentes receberiam os atrasados.

É o caso do zagueiro Vitor Hugo. O Palmeiras, dono de metade dos direitos econômicos dele, recusou 7 milhões de euros oferecidos pela Fiorentina por ele ao mesmo tempo em que deve três parcelas referentes à comissão pela intermediação de sua contratação ao escritório que representa o jogador. Nesse caso as duas partes seguem negociando amigavelmente o pagamento da dívida, pois não houve manifestação de revolta do estafe do atleta com a recusa.

Episódio semelhante envolve Dudu, que interessava ao futebol chinês, mas teve sua transferência descartada pelo presidente Paulo Nobre. No final de abril, a empresa Think Ball & Sports Consulting entrou na Justiça cobrando mais de R$ 560 mil referentes a pagamentos atrasados de comissão pela intermediação da negociação.

Outro que tem prestações atrasadas por ter levado um jogador ao clube é o ex-atleta Lincoln, empresário de Leandro Almeida, emprestado ao Internacional.

O Palmeiras ainda recusou proposta do Spartak de Moscou por Róger Guedes, que tem 25% de seus direitos econômicos vinculados ao alviverde.

Indagada sobre o motivo dos atrasos, a diretoria do Palmeiras respondeu por meio de sua assessoria de imprensa que o clube “não se manifestará por entender que o Blog do Perrone não é o foro adequado para discutir seus assuntos financeiros”.

Centralizador, Cuca ofusca Mattos no Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Cuca conversa com Dudu durante treino do Palmeiras (Crédito: Cesar Greco/Fotoarena)

Cuca conversa com Dudu durante treino do Palmeiras (Crédito: Cesar Greco/Fotoarena)

Cuca arranca elogios de cartolas palmeirenses não só pelo trabalho que desenvolveu até aqui em campo. Também é parabenizado por sua atuação fora dos gramados.

O treinador é centralizador, o que muitas vezes gera críticas de dirigentes nos clubes, mas não no caso palmeirense. O comandante ouve praticamente todos os funcionários com ação direta no trabalho da equipe, tenta resolver problemas, e dificilmente acontece algo que ele não fique sabendo.

Esse estilo acabou ofuscando o executivo Alexandre Mattos, que ganhou amplos poderes do presidente Paulo Nobre e com quem o treinador mantém bom relacionamento.

Mattos é constantemente criticado por conselheiros, principalmente pela quantidade de reforços que trouxe sem êxito. E escolher bem jogador passou a ser um dos pontos valorizados em Cuca.

Roger Guedes, um dos destaques do time no Brasileiro, foi pedido pelo técnico. O atleta já chamou a atenção de representantes do Barcelona. Recentemente, Cuca disse para a Rádio Transamérica que quem o alertou para o bom desempenho do jogador ainda no Criciúma foi Cuquinha, seu irmão e assistente.

O treinador também passou a ser visto como estrategista fora do campo por sua atuação em relação a Lucas Barrios. Ele criticou o paraguaio em entrevista afirmando que o atacante disse estar infeliz no clube e interessado em se transferir, além de ter demorado para se recuperar de contusão. O atleta, no entanto, rebateu o técnico em rede social e no programa Seleção Sportv. O técnico telefonou para emissora e se posicionou imediatamente diante das declarações do jogador. Depois, em reunião que contou com a presença de Nobre, eles se acertaram.

Para parte dos conselheiros do Palmeiras, Cuca criticou Barrios para definir se ele continuaria no clube e motivar o atleta. A análise é de que atingiu o objetivo.

Além de sua atuação fora de campo, o treinador é reconhecido no Palmeiras como um técnico que conseguiu dar padrão de jogo ao time e preparou eficientes jogadas ensaiadas. Seu antecessor, Marcelo Oliveira, era cornetado por não definir um estilo de jogo para o alviverde.

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Gabriel Jesus, história se repete no Palmeiras

Leia o post original por Antero Greco

Um menino que nasceu em São João do Meriti veio para o Palmeiras em 1953. Tornou-se ídolo, artilheiro e foi embora jogar na Itália, três anos depois. Seu nome: Humberto Tozzi.

Outro garoto, nascido em Piracicaba, onde atendia pelo apelido de Cuíca, veio para as equipes de base do alviverde em 1956. Marcou 85 gols em 114 jogos, foi campeão do mundo. E foi jogar também na Itália. Seu nome José Altafini, o Mazzola.

Exatamente 60 anos após a saída de Humberto e a chegada de Mazzola, o Palmeiras tem outro menino de ouro brilhando em sua equipe. Outro artilheiro. Nascido no Bairro do Limão, na capital paulista. Já é ídolo, faz gols como ninguém na equipe e, pelo jeito, também vai embora logo, sem esquentar o lugar no coração palestrino. Só não se sabe ainda se seu destino é Espanha ou Itália.

Nos 2 a 0 contra o América Mineiro, diante de seus fãs, mais uma vez Gabriel Jesus brilhou. E ajudou ao Palmeiras a se manter na liderança do Brasileiro.

Ele é a peça principal de um time que se ajusta jogo a jogo. O técnico Cuca manteve a equipe que venceu o Santa Cruz e novamente o meio de campo provou que pode fazer história: Tchê Tchê tem uma movimentação incrível pelo campo, Moisés desarma e constrói com a mesma eficiência e Cleiton Xavier é o diferencial, com seus passes e toques precisos.

Mais: o ataque tem um trio com velocidade para desmontar qualquer sistema defensivo. Dudu finalmente parece se acertar na equipe, Roger Guedes é um atacante agudo e Gabriel Jesus…

Bem esse é um caso sério.

No primeiro tempo fez os dois gols, chegou a seis no campeonato. Tem tudo para jogar a Olimpíada, assumir também um lugar na nova seleção de Tite nas Eliminatórias e, quem sabe, terminar o ano ainda jogando pelo Palmeiras.

No segundo tempo, Gabriel teve novas chances mas não marcou. Ao lado de Roger Guedes infernizou a defesa dos mineiros e recebeu os aplausos dos 27 mil e poucos pagantes. Quase fez um de letra, em lance que poderia ser considerado pênalti.

Por enquanto, Gabriel Jesus precisa apenas aprender a não reclamar tanto com a arbitragem ou se envolver em confusão com seus marcadores – cada vez mais duros.

Sábado que vem, os palmeirenses vão ter um teste dificílimo: o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Com certeza novos emissários europeus estarão de olho em Gabriel Jesus, no Mineirão.

Afinal, em 2017, o menino deverá seguir os passos dos jovens artilheiros palmeirenses de 60 anos atrás.

(Com reportagem de Roberto Salim.)

Cleiton e Moisés, chaves de Cuca para a vitória

Leia o post original por Antero Greco

Cuca finalmente escalou o Palmeiras como a torcida espera de um grande time: meio-campo veloz, criativo e combativo. Ele conseguiu colocar Tchê Tchê, Cleiton Xavier e Moisés desde o começo da partida contra o Santa Cruz e o resultado foi positivo: 3 a 1 na arena verde. Com 19 pontos, a equipe dorme na liderança do Brasileiro e torce contra o Inter (19 pontos) contra o Figueirense.

Por que Cuca acertou? Porque Cleiton Xavier, bem fisicamente, é um jogador que facilita todo o início de jogadas de ataque. E, a seu lado, Moisés tem mais espaço para iniciar contra-ataques, com passes de primeira, lançamentos e, acreditem,  senso de marcação. Moisés parece ser um jogador raro no futebol brasileiro de hoje, ao mesclar inteligência e vontade de um trator na disputa de bola.

Então o Palmeiras massacrou o Santa Cruz? Não.

No primeiro tempo, o time de Cuca teve 65 por cento de posse bola, abriu 2 a 0, mas sabia que a qualquer momento poderia ser surpreendido. Pois, do lado de lá, estava o técnico Milton Mendes – uma das raras novidades do esporte nacional (é só lembrar da Ferroviária de Araraquara, que brilhou sob seu comando).

Na volta para o segundo tempo, o Santa não se entregou. Mudou o estilo de jogo e Grafite foi mais acionado. Além disso, atacou pelos lados do campo – bem ao gosto de Milton Mendes. Quando Grafite se aproveitou do vacilo da zaga palmeirense, o jogo ficou equilibrado: 2 a 1. O artilheiro estava centímetros adiantado na jogada.

Com a vantagem diminuída, teve palmeirense com receio de tropeço em casa. Além disso, Fernando Prass de novo evitou o pior, com duas defesas decisivas. Mas o Palmeiras se valeu do trio Dudu (que marcou duas vezes), Gabriel Jesus e Roger Guedes. Eles aceleraram e definiram o placar de 3 a 1.

Foi um bom jogo, em que o treinador palmeirense teve a certeza de que com Moisés e Cleiton Xavier sonhar com o título não é impossível.

(Com participação de Roberto Salim.)

Palmeiras e Grêmio, gols e bom futebol

Leia o post original por Antero Greco

Jogo com sete gols merece críticas? Na minha opinião, não. Até que alguém um dia me convença do contrário, serei sempre a favor do gol. Quanto mais, melhor. Por isso, Palmeiras 4 x Grêmio 3, no fechamento da quinta rodada, já entra para a antologia do Brasileiro deste ano. Os dois times divertiram o público que foi ao Pacaembu.

Cuca partiu para alterações, depois da derrota para o São Paulo no clássico paulista de final de semana. Ele tirou um Thiago (Martins) na defesa e colocou outro Thiago (Santos) no lugar dele. Para formar dupla com Victor Hugo. No meio, também optou por Moisés e deixou Dudu mais na armação, para lançar bolas para Alecsandro e Gabriel Jesus.

Dudu foi bem, ao contrário do domingo. Desta vez, ele participou ativamente da partida e em três dos quatro gols. Moisés também se saiu bem. Já Alecsandro foi substituído por Roger Guedes, autor do gol mais curioso. O Grêmio entrou com Bruno Grossi no gol, já que Grohe foi convocado para a seleção. E Luan como referência no ataque.

O Palmeiras se lançou ao ataque e obteve a vantagem de cara, com gol de Gabriel Jesus. Na jogada, os tricolores reclamaram de falta na origem do lance. Reclamação sobrou no Palmeiras, no empate, antes do intervalo, quando Bressan completou ao pegar rebote. O árbitro desagradou aos dois lados.

No segundo tempo, o Palmeiras foi bem melhor. Mas tomou a virada, em contragolpe que teve o toque final de Giuliano. Aos 9 minutos. Aos 11, o empate, com Roger Guedes num balãozinho esquisito e bonito. E veio a insistência da turma de Cuca, que parou em boas defesas de Bruno.

Mais tarde, a virada verde, com gol de cabeça do zagueiro Victor Hugo. E, mais adiante, o quarto, com Thiago Santos. Em cima da hora, Edilson diminuiu, mas sem tempo para novo empate.

O Grêmio perdeu invencibilidade, levou os primeiros gols e saiu da liderança, agora só com o rival Inter. O Palmeiras, sem meio-termo, ganha (três vitórias) ou perde (duas). Está grudado no bloco de cima.

 

Sr. Olhão: As jóias do Criciúma

Leia o post original por Rica Perrone

No início dos anos 90 uma equipe do Sul de Santa Catarina, surpreendeu o Brasil. Conquistou a Copa do Brasil, jogou de igual para igual com o São Paulo FC de dele, quase eliminando a equipe do Morumbi da Libertadores de 92. Nessa equipe, tínhamos um atacante muito rápido que foi cobiçado por muitos na […]