Arquivo da categoria: Roger Machado

Muita cobra junta costuma não dar certo!

Leia o post original por Craque Neto

Nunca fui contra reunir craques em um mesmo time de futebol. Talvez a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1970 seja o exemplo mais bem acabado de sucesso utilizando os melhores jogadores da época. Tinha gente que dizia que os caras não poderiam jogar juntos, aí o Zagallo, treinador na ocasião, tratou de formar aquela que provavelmente é a melhor linha ofensiva da história com Clodoaldo, Gerson, Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivellino. Só que o passado recente mostra que a vaidade e o dinheiro muitas vezes atrapalha esse tipo de coisa. E não falo nem de briguinhas individuais como […]

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A opção de Roger

Leia o post original por Antero Greco

Roger Machado surgiu como opção do Flamengo para substituir Zé Ricardo e recusou. A atitude do ex-técnico de Grêmio e de Atlético-MG surpreendeu muita gente e mereceu críticas. Soou como esnobada a um dos clubes mais importantes do Brasil.

Não vejo dessa maneira. Não tomo como desfeita a opção pelo descanso. Roger, em princípio, me pareceu coerente com o que havia declarado tão logo saiu do Galo, a lembrar: passaria o restante do ano recolhido, em silêncio, apenas a observar. Estudaria eventuais propostas só a partir do encerramento do Brasileiro.

Há quem diga que perdeu excelente ocasião de aparecer numa vitrine de luxo, e que a oportunidade pode não aparecer mais. Concordo com a primeira parte da afirmação. Óbvio que o Fla é sonho de consumo da maioria dos “professores” da bola. Provavelmente, não seja diferente com Roger.

Mas, na dinâmica da vida e do futebol, impossível afirmar que “nunca mais” será lembrado. Bobagem. Tudo dependerá do desenvolvimento da carreira de Roger. Se se tornar um dos profissionais de ponta – e torço por isso -, certamente será disputado no mercado. Inclua-se aí novas passagens por Grêmio e Atlético-MG. Aconteceu com tantos outros já…

Além da vontade de dar um tempo, talvez tenha pesado no “Não” de Roger ao Flamengo as circunstâncias atuais – dele e do clube. A expectativa, a apreensão, a cobrança na Gávea são grandes. O ambiente não é dos mais serenos. E, mesmo com um bom elenco, o time não se acertou.

Imagine se algo sair errado – o que não se deve descartar -, com Roger no comando. Haverá cobranças, desgaste e, quem sabe?, não chega ao fim do ano ou, se chegar, não renova. Teria entrado em barca furada e marcaria a carreira de forma negativa.

Mais sensato, sem dúvida, ficar à margem por uns meses e iniciar trabalho novo, com projeto do qual possa participar, e não pegar um barco à deriva. Não se pode condená-lo por ser prudente. Há muitos técnicos que topam qualquer parada, em troca de dinheiro – que costuma ser tentador nessas horas – e ficam com a fama de tapa-buracos.

Roger, pelo visto, não deseja isso para a própria carreira. E, se assim for, age corretamente.

Os novatos deixaram os “SuperTécnicos” para trás!

Leia o post original por Milton Neves

Fábio Carille, Zé Ricardo, Roger Machado e Beto Campos.

Os quatro técnicos, completamente desconhecidos até uns dois anos atrás, conquistaram, respectivamente, o Paulista, o Carioca, o Mineiro e o Gaúcho no último final de semana.

Simplesmente os mais importantes campeonatos estaduais do Brasil!

E os “SuperTécnicos”?

Comeram poeira, pelo menos nesta “pré-temporada”…

Mas, na sua opinião, o que está acontecendo com os treinadores medalhões?

Eles estão involuindo?

Ou os novatos que evoluíram?

Opine!

Oswaldo de Oliveira e Baptista são os nomes mais fortes no Corinthians

Leia o post original por Perrone

Eduardo Baptista, da Ponte Preta, e Oswaldo de Oliveira, do Sport, são hoje os nomes mais fortes para assumir o cargo de técnico do Corinthians. Roger Machado, ex-Grêmio, perdeu força, porém a direção não descarta ninguém, nem Vanderlei Luxemburgo, com enorme rejeição no Parque São Jorge.

A ideia inicial dos dirigentes é manter o auxiliar Fábio Carille até o final do ano, mas a pressão de conselheiros para que a troca já seja feita é grande.

Baptista tem a seu favor o bom trabalho atual na Ponte Preta e o fato de ser visto como um técnico com potencial para crescer em um clube com a estrutura do Corinthians. Contra ele, porém, pesa a falta de uma experiência vencedora em um grande time.

Rodagem é justamente o que mais fortalece Oliveira. É grande a corrente no clube que entende ser fundamental a contratação de um treinador experiente para lidar com a pressão interna e principalmente da torcida. Mas nessa ala Oswaldo enfrenta resistência por não ter um título recente.

Favorito da torcida assim que Cristóvão Borges foi demitido, Roger é rotulado como inexperiente pelos que defendem um treinador mais rodado.

Pressionada, e com os nomes de Oswaldo e Baptista no topo da lista, a direção alvinegra quer abafar o assunto para negociar em sigilo com quem escolher, enquanto espera que Carille consiga acertar o time.

Luxemburgo tem maior rejeição entre ‘candidatos’ a técnico do Corinthians

Leia o post original por Perrone

A ideia de contratar já um treinador mais experiente do que o ex-auxiliar Fábio Carille ganha cada vez mais força no Parque São Jorge. A contratação é considerada vital para que o time consiga uma vaga na próxima Libertadores.

Da mesma forma com que essa certeza cresceu nos últimos dias, aumentou na diretoria a resistência ao nome de Vanderlei Luxemburgo, que tem lobby por ele no Parque São Jorge, assim como têm Roger Machado e Eduardo Baptista.

Dos três, Luxa é o que enfrenta a maior rejeição. Principalmente por causa de seus maus resultados recentes, da fama de treinador caro e que costuma pedir reforços de peso.

Os que defendem sua vinda afirmam que na tentativa de dar um novo impulso na carreira ele aceitaria um contrato com salário modesto para os padrões dos principais clubes brasileiros e sem o desejo de grandes contratações.

Porém, esses argumentos até agora não decolaram e Luxa pode ser considerado azarão na disputa, sem ser descartado até o momento.

Roger Machado, por sua vez, tem como vantagem sobre Baptista o fato de estar desempregado. Em tese, sua contratação seria mais fácil do que a do colega, que tem vínculo com a Ponte Preta.

Timão está entre Roger e Eduardo Baptista! Mas por que não apostar em Fernando Diniz?

Leia o post original por Milton Neves

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Cristóvão Borges tinha 12,94% de culpa pela má fase do Corinthians, mas acabou “pagando o pato” e perdeu o seu emprego após a derrota no clássico diante do Palmeiras.

Agora, os mandatários alvinegros garantem que Fábio Carille, que trabalha desde 2009 no clube, será o treinador até o final do ano.

Mas, não sejamos ingênuos: se a equipe não engrenar – o que é muito provável -, os cartolas do Timão vão antecipar a chegada de um novo comandante.

Por enquanto, os colegas jornalistas que acompanham o dia a dia do Corinthians cravam que Roger Machado e Eduardo Baptista são os favoritos.

Boas apostas, é verdade.

Mas por que o Timão não pensa em Fernando Diniz, técnico que surpreendeu a todos no Paulistão deste ano?

Se ele tivesse a oportunidade de assumir o Corinthians hoje, poderia montar a equipe para o ano que vem.

E se ele conseguiu levar o inexpressivo Audax para a final do Paulistão – eliminando o São Paulo e o próprio Corinthians -, certamente terá sucesso em um clube de orçamento infinitamente maior.

Pensem nisso, cartolas corintianos!

Opine!

Corinthians tem pressão interna por troca de Cristóvão por técnico renomado

Leia o post original por Perrone

É grande a pressão de conselheiros do Corinthians para que a direção do clube demita já Cristóvão Borges e contrate um técnico mais renomado.

A avaliação de membros do Conselho Deliberativo é de que o treinador mexe mal na equipe e não tem o respeito dos jogadores por não ostentar um currículo vitorioso. A troca de Giovanni Augusto por Willians na derrota para o Santos por 2 a 1 no último domingo é usada para sustentar a tese de que o comandante movimenta mal as peças da equipe. O fato de o Corinthians ter vencido o Sport por 3 a 0 após ele mexer no time não é levado em consideração pelos críticos.

Nesse cenário, o argumento da maioria que quer a saída de Cristóvão é de que o Corinthians precisa de um treinador com histórico vencedor e cascudo para domar o elenco e aguentar a pressão da torcida.

Tite e Mano Menezes (mesmo sem conquistas recentes) são citados como exemplos, mas já que nenhum deles está disponível, Vanderlei Luxemburgo é lembrado por alguns. Porém, como os últimos resultados dele não foram animadores, seu nome está longe de ser um consenso.

Enquanto isso, a torcida se manifesta nas redes sociais pedindo Roger Machado, que se demitiu do Grêmio nesta quarta.

No entanto, a diretoria não dá sinais de pretender demitir Cristóvão. Internamente, a direção reconhece que o trabalho do treinador está abaixo do desejado, mas elogia o técnico por seu comportamento com os atletas e por, na opinião dela, suportar bem a pressão.

A troca dele por um profissional mais badalado iria na contramão da política de corte de gastos adotada pelo presidente Roberto de Andrade.

Coxa estraçalha Grêmio em meio tempo

Leia o post original por Antero Greco

Meus amigos, havia muito não via um meio tempo tão arrasador quanto o do Coritiba diante do Grêmio, na noite desta quarta-feira. O time paranaense atropelou, humilhou, estraçalhou o adversário e fez 4 a 0, com naturalidade e autoridade. Ensaiou surra homérica, mas tirou um pouco o pé na etapa final. Ainda assim, não foi incomodado por um rival atordoado.

Coxa e Grêmio se encontraram em situação diferente. Um, mesmo na parte de baixo, está em fase de reação, desde a chegada de Paulo Cesar Carpeggiani. Outro, embora no bloco principal, oscila, e acumula três derrotas, um empate e apenas uma vitória nas últimas cinco rodadas. Tem perdido fôlego e se distancia da briga pelo título.

O Coritiba seguiu roteiro perfeito. Desde o começo apertou o Grêmio, como prova de que não dormiria no ponto. Avançou, empurrou o rival para o próprio campo e passou a tentar a sorte. Que apareceu com o gol de Walisson Maia aos 21 minutos. A vantagem abalou a turma de Roger Machado e empolgou a equipe da casa.

Daí, com porteira aberta, os demais gols vieram sem sufoco. Leandro aumentou aos 31, Raphael Veiga marcou o terceiro aos 36 e Neto Berola fechou a conta aos 38. Houve até a possibilidade de sair o quinto, antes do intervalo, mas Grohe evitou.

Roger tentou evitar vexame maior, na segunda parte, e fez o Grêmio encolher-se. Como a sorte do jogo estava decidida, pelo menos que a goleada não se tornasse ainda mais acentuada. O Coritiba percebeu a estratégia, notou que o rival estava nas cordas e tinha jogado a toalha e se deu por satisfeito. Fosse mais abusado, sairia de campo com uma proeza histórica.

Importante é que sobe, se afasta da zona de rebaixamento e mostra poder de reação para permanecer na elite. O Grêmio começa a dar adeus à pretensão de botar a mão na taça.

 

Grêmio, eficiente, expõe limites do Corinthians

Leia o post original por Antero Greco

Há momentos em que a vitória é atestado de competência necessário para um time se firmar. Prova de que tem cacife para brigar por título, ou no mínimo por primeiras colocações. Grêmio e Corinthians se enfrentaram, na manhã deste domingo, com necessidade de um resultado desse tipo. Melhor para o tricolor gaúcho, que fez 3 a 0 e assumiu a vice-liderança do Brasileiro, com 35 pontos. O Corinthians tem 34.

O resultado foi duro,o pior até agora do time paulista na competição. E, se forem levadas em consideração as estatísticas, até exagerado. O Corinthians arriscou mais finalizações, teve alto índice de posse de bola, ganhou em escanteios e em outros penduricalhos. Indícios de que não esteve “morto” em campo. Ok, isso serve de consolo e sinaliza que a situação não é feia como parece (são duas derrotas e um empate nas últimas três partidas).

Mas vem o contraponto: o Grêmio foi eficiente, preciso, irretocável. Valeu-se da qualidade individual dos principais jogadores para desfazer o nó no clássico. E teve atenção, agilidade e pontaria perfeitas na maioria das chances que criou. Em outras, parou em defesas de Cássio. No primeiro tempo, abriu vantagem com Pedro Rocha. No segundo, Everton e Bolãnos completaram a tarefa.

Sei que há quem considere o gol um detalhe dentro do conjunto de um jogo. É preciso levar em consideração outros aspectos, para a análise não parecer superficial, etc e tal. Papo muito usado, quando um time leva um sacode. Ok. Porém, o gol é o detalhe supremo, como diria o filósofo da objetividade. E, se um time faz três gols, não tem como contestar o placar.

A turma de Roger Machado mostrou que é forte concorrente ao troféu – e não é por causa da vitória sobre os corintianos. Faz tempo que o Grêmio sobe com convicção (e ainda falta pegar o Botafogo pelo primeiro turno), encorpa e revela qualidades de quem não está só para ser figurante no torneio. Com o detalhe do desfalque de Wallace e Luan.

O Corinthians, ao contrário, parece ter chegado ao limite, independentemente do acerto das escolhas de Cristóvão Borges na escalação. Não há magia a ser feita com o elenco de que dispõe. Ou, talvez, o “mágico” fosse o antecessor dele no cargo. A equipe tem, digamos, futebol “certinho”, suficiente para garantir-lhe bons resultados em várias ocasiões. Talvez não o bastante para outro título.

O equilíbrio na corrida pelo topo ameniza o desconforto corintiano.  O Flamengo, por exemplo, ontem caiu diante do Sport. Neste domingo, o Furacão recebe o Palmeiras e o Santos joga com o Galo em casa. Ou seja, haverá muita troca de pontos e de posições. O afunilamento deve ocorrer daqui seis ou sete rodadas. Tem tempo para a reação. A questão é: haverá qualidade para tal?