Arquivo da categoria: Roger

Ninguém tem tantos motivos

Leia o post original por Rica Perrone

Todo mundo quer ganhar a Libertadores. Do mais favorito ao mais vira-latas dos candidatos, todo torcedor em algum momento se pega pensando em “como seria se…”. Eu já fui em muito jogo na vida e a maioria deles fico na arquibancada que é onde gosto de ver futebol. Já vi times ganharem e perderem a …

Que vitória! Ponte bate Corinthians, que mal viu a cor da bola. Olé!

Leia o post original por Milton Neves

14137822_1078123202263553_615806530_n

Ah… Corinthians, eu já sabia!

Depois da saída de Tite para a Seleção, o “Timão virou Timinho”.

Muito instável!

E quem culpar Cristóvão Borges pelos últimos resultados, estará sendo injusto.

Tudo o que a torcida pede, o técnico alvinegro cede.

Tá certo que demorou atender as solicitações por Marlone titular.

No entanto, vejam só, nesse duelo contra a Ponte Preta, o que o “camisa 8″ fez? Sumiu!

Assim como todo o resto, que mal tentou arriscar sequer um chute para ameaçar a meta do goleiro Aranha.

Sem ataque e sem atitude, principalmente dos jogadores que a torcida mais espera.

Que fase, hein, corintiano?

A bem da verdade, a Macaca estava literalmente com “macaca” e colocou o time do Parque São Jorge na roda.

Aliás, há de se ressaltar essa partida da equipe campineira. Os dois golaços, anotados por Roger e Clayson, justificam o ótimo momento e o bom trabalho de Eduardo Baptista.

Um grande resultado para a Ponte, que deixa o Corinthians com as calças na mão, já que amanhã sai com certeza do G4.

Situação horrorosa, né? Só não está pior que o São Paulo!

E você torcedor, acredita nesse time ou ainda vive sobre a sombra de Tite?

OPINE!

Crescer e não chorar

Leia o post original por Rica Perrone

O Grêmio de Roger foi taticamente superado. Ok, foi massacrado.  Sejamos justos. O Rosário fez isso com o Palmeiras, mas… ah, é o Palmeiras! Em crise, trocando treinador, etc, etc, etc.  Pois foi a Porto Alegre e fez rigorosamente a mesma coisa com resultados muito semelhantes.   E era o Grêmio, do Roger, do estádio …

Roger segue tirando leite de pedra no Grêmio

Leia o post original por Fernando Sampaio

coxaxgreO Grêmio é uma grata surpresa.

Roger não tinha experiência como treinador, pegou um elenco com “refugos” e transformou o tricolor gaúcho numa equipe competitiva. O Grêmio está na terceira colocação do Brasileirão com a mesma pontuação do vice-líder Atlético-MG.

Ontem o time não jogou bem, criou apenas uma oportunidade e bateu o Coritiba no Couto Pereira.

Faz parte.

Quando tudo está dando certo é assim mesmo, a bola entra.

O Grêmio deu um passo importante para as quartas de final da Copa do Brasil.

Fernandinho Barueri, Douglas Morto, Giuliano Promessa, Edinho Enxada e a dupla Erazo e Geromel….

Parabéns ao Roger.

Maicon não entra na lista, seria titular fácil no ex-clube São Paulo.

No mínimo seria bem aproveitado no elenco.

Neste caso foi falta de visão dos torcedores do tricolores paulistas.

Grêmio falha, na hora de tirar nota 10

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio fez lembrar, na noite desta quarta-feira, um personagem da “Escolinha do Professor Raimundo”, humorístico sob comando de Chico Anysio nos anos 90. Era o Sandoval Quaresma. Ele acertava as perguntas mais difíceis até que, na hora de tirar 10, se enroscava todo e estragava o trabalho feito anteriormente.

Pois aconteceu algo parecido com o tricolor gaúcho, no duelo com a Chapecoense. Depois de uma sequência forte de cinco vitórias, havia chegado o momento de botar os dois pés no topo da tabela, mostrar que vai mandar no Brasileiro. Falhou, vacilou e volta pra casa com derrota por 1 a 0. Ainda no bloco principal, com méritos, mas numa pausa na subida.

Não foi jogo ruim do Grêmio, longe disso. No primeiro tempo, até mandou a bola duas vezes no travessão e manteve ritmo bom, assim como a Chapecoense. Caiu um pouco no segundo, o suficiente para ser surpreendido e levar o gol que definiu o placar, com Bruno Rangel.

O meio-campo, setor que tem sido fundamental para a reação do Grêmio, nesta quarta não foi fator de desequilíbrio. O bloco formado por Maicon, Douglas, Giuliano e Pedro Rocha pressionou menos do que em outras partidas. Com isso, também “sumiu” Luan, substituído por Yuri Mamute. Não deu certo.

Há o lado positivo no tropeço: o Grêmio toma um choque de realidade e percebe que não dá para baixar a guarda nem um pouco, sob risco de deixar pontos para times que têm como objetivo apenas não se complicar no campeonato. Bom papo para as próximas palestras do técnico Roger Machado.

Verdão: vícios velhos. E o Grêmio deslancha

Leia o post original por Antero Greco

Grêmio e Palmeiras fizeram o clássico dos embalos do sábado à noite, em Porto Alegre, e mostraram que por enquanto seguem caminhos distintos. O tricolor gaúcho ganhou mais uma, sob o comando de Roger, e está coladinho no G4. O alviverde paulista perdeu por 1 a 0, na estreia de Marcelo Oliveira, e permanece bem perto da turma do Z4.

O primeiro tempo foi ruim de doer. Nenhum dos dois times chutou a gol, criou, articulou boas jogadas, usou a cabeça para ser criativo. A partida limitou-se a correria sem sentido, chutões, algumas divididas ríspidas e uma interminável e entendiante troca de passes. Parecia combinado que ninguém estava disposto a fugir do rame-rame e do pão-durismo para dar espetáculo.

A segunda parte foi melhor, já que ao menos houve tentativas para o gol. Tiago e Fernando Prass aqueceram-se em algumas intervenções, sobretudo o gremista em duas finalizações. Nada, porém, extraordinário, fora do comum. Não houve mudança de água pro vinho, pois os dois times ainda estão longe da perfeição. Ok, com a ressalva da subida do Grêmio no campeonato.

E justamente o anfitrião se deu melhor, com a opção de agir com rapidez e com objetividade. Numa arrancada inteligente, Maicon deu toque pessoal, bateu com maestria e superou Prass. Um golaço, para sacudir a poeira que era o duelo até então. Nem por isso o Grêmio se arriscou além da conta. Roger fez mudanças para manter a estabilidade e a coleção de vitórias. Se deu bem.

E o Palmeiras? Sob nova direção, mostrou erros velhos. Os principais, e não são poucos, os torcedores estão cansados de acompanhar: toques laterais sem sentido, falta de atrevimento no ataque, erros de passes, ninguém que arme, que pense o jogo, defesa instável. Exemplos? Dudu, o “homem do chapéu”, Rafael Marques não são os maestros do meio-campo, Alecsandro mal pegou na bola. Lucas esteve muito preso e Egídio até agora não disse ao que veio.

Ah, mas Marcelo Oliveira teve só três ou quatro dias para treinar o grupo. Eu sei, todos sabemos. Ele terá desafio enorme para montar uma equipe competitiva. E mostrar que as duas dúzias de contratações não significam dinheiro jogado fora. Muito menos ilusões que logo viraram fumaça.

A

Grêmio se apruma e o Corinthians se perde

Leia o post original por Antero Greco

Que período maluco vive o Corinthians! Em menos de dois meses, passou de sensação do futebol brasileiro a um grupo deprimido, desnorteado, desmontado e amedrontado. A série de qualidades negativas prevaleceu no duelo com o Grêmio, na noite desta quarta-feira, em Porto Alegre, e ficou evidente na derrota por 3 a 1. O tricolor gaúcho, ao contrário, ganhou fôlego sob o comando de Roger.

O começo tricolor foi espetacular, arrasador, empolgante, com dois gols em menos de cinco minutos – Giuliano aos 2 e Marcelo Oliveira aos 4. A vantagem quase pôs o Corinthians a nocaute; no mínimo, deixou a equipe paulista grogue. O Grêmio deu uma diminuída no ritmo, permitiu a reação (gol de Mendoza), mas foi para o intervalo com o placar final construído, com o gol de Luan.

O que se viu nas duas equipes? O Grêmio reanimado com o início de trabalho de Roger, ex-jogador com enorme identificação com o clube. A base foi deixada por Felipão, a forma de atuar aos poucos muda, sobretudo com toque de bola mais rápido. O time parece mais leve, e isso é bom.

O Corinthians veio alterado, numa demonstração de que Tite procura retomar rumo com o que for possível. Já não conta mais com Emerson e Guerrero, Elias está na seleção. Além disso, optou por deixar Ralf fora e apostou em Cristian, o que não mudou grande coisa. Romero na frente não está à altura do ex-titular que foi para o Fla e Vagner Love parece que ainda não voltou da Rússia.

Em resumo, o time outra vez não funcionou, a não ser por boas descidas de Fagner pelo lado direito. Mas a defesa ficou exposta muitas vezes e o meio não criou. Só não perdeu por diferença maior porque o Grêmio tirou o pé.

O Corinthians estava na liderança nas rodadas iniciais. Agora, frequenta o meio da tabela. Retrato de uma derrocada que, até pouco tempo atrás, nem o mais pessimista torcedor tampouco o rival mais convicto poderia imaginar.

 

Será que hoje vai?

Leia o post original por Odir Cunha

Santos chega a Chapecó para jogar na Vila Belmiro deles:

Meus amigos, aqui não é o jornalista que está falando, é o torcedor mesmo. Já faço essa prevenção porque preciso confessar que o jogo contra o Chapecoense está me incomodando desde quando vi a tabela. Não importa que mesmo lá em Chapecó o colunista Rodrigo Goulart escreva que o Santos é um time forte, poderoso etc, etc. Nós, santistas, e santistas há mais de meio século, sabemos muito bem como tem sido angustiante torcer para o querido Alvinegro Praiano quando ele joga no campo do adversário.

Não é apenas cisma nem superstição. Os números comprovam. Desde 17 de março, quando bateu o Londrina por 1 a 0, com aquele gol de pênalti cobrado por Robinho, o Santos não sabe o que é sair vitorioso no campo do adversário. De lá para cá foram seis jogos, com três empates e três derrotas.

O pior é que não importa o poder do time ou a categoria de seus jogadores, não importa se o Santos tem o controle da bola e o domínio do jogo, ou se cria muito mais oportunidades de gol… No final, invariavelmente, veremos os adversários comemorarem e os santistas alegarem cansaço, falta de sorte, falta de pontaria ou falta de alguma outra coisa.

Cada escanteio, cada chute de longe, cada jogada ofensiva do adversário, mesmo aquelas na base da correria, podem acabar no fundo da rede do Santos. Bolas centradas na área, então, são o maior perigo. De repente um zagueiro deixa pro outro, que deixa pro goleiro e um atacante adversário entra no meio e faz o gol…

Ainda bem que desta vez o adversário não tem nenhum ex-santista, principalmente daqueles que saíram brigados do clube. Porque, se tivesse, pode crer que ele iria deitar e rolar. A lista de jogadores relacionados pelo técnico Vinícius Eutrópio para a partida é a seguinte: Danilo, João Paulo, Nivaldo, Apodí, Rafael Lima,Neto, Vilson, Abuda, Dener, Wanderson, Elicarlos, Gil, Bruno Silva, Wagner, Ananias, Hyoran, Roger, Bruno Rangel, Edmilson, Nenén, Camilo e Maranhão.

Desses, eu sei que o ataque deve ser formado por Roger, aquele que passou pelo São Paulo e pela Ponte Preta, e Ananias. Não conheço esse Ananias, mas tem nome de quem pode viver um dia de Pelé em cima do Santos. Outros nomes do Chapecoense que, por mais de um motivo, me metem medo: Apodi, Dener, Elicarlos e Camilo. Sim, somando tudo, dá seis, mais de meio time.

Em Chapecó o pessoal sabe que jogos assim, em casa, não podem deixar de marcar pontos, de preferência três. O Santos que se prepare para uma batalha corrida e suada. No único jogo que fez em casa, na estréia do Brasileiro, o Chapecoense, empurrado por sua torcida, virou para cima do Coritiba, vencendo por 2 a 1. Naquele jogo, o público total foi de 5.688 pagantes (não falei que lembrava a Vila Belmiro?). Mas contra o Santos deverá ser maior…

As presenças de Lucas Lima, Robinho e Ricardo Oliveira são anunciadas com destaque pela mídia local. Para se ter uma ideia, o ingresso mais barato, da geral, está sendo vendido a 80 reais. Mas, ao mesmo tempo que admira o Santos, os chapecoenses querem derrotá-lo fragorosamente. Se entrar com pé mole, pode crer que o Alvinegro Praiano levará chumbo.

O técnico Marcelo Fernandes deve escalar o mesmo time de sempre. Sua única dúvida parece estar entre Renato e Leandrinho. Acho que enquanto todos estão com fôlego, o time joga bem, toca a bola melhor do que o adversário e cria boas oportunidades. Porém, se não mata o jogo, depois toma sufoco e leva o empate, ou acaba perdendo mais uma.

Pra gente se prevenir, vejamos os melhores momentos de Chapecoense e Coritiba. Repare como o time catarinense buscou a vitória:

Chapecoense x Santos
Estádio Arena Condá, Chapecó, 24/05/2015, 16 horas
Arbitragem: Jailson Macedo Freitas (BA), auxiliado por Bruno Raphael Pires (GO) e Jose Reinaldo Nascimento Junior (DF).
Chapecoense: Danilo, Apodi, Rafael Lima, Vilson e Dener; Bruno Silva, Elicarlos, Gil e Camilo; Roger e Ananias. Técnico: Vinícius Eutrópio.
Santos: Vladimir, Victor Ferraz, Werley, David Braz e Chiquinho; Valencia; Renato (Leandrinho) e Lucas Lima; Geuvânio, Robinho e Ricardo Oliveira. Técnico: Marcelo Fernandes.

Nessa o Geuvânio foi muito além do futebol:

E você, tem medo de quê no jogo de hoje?