Arquivo da categoria: Rogério Ceni

Será que agora vai ‘Mito’?

Leia o post original por Craque Neto

A diretoria do Fortaleza anunciou nesta sexta-feira que o Rogério Ceni será o novo técnico da equipe em 2018. Sabem de uma coisa? Acho que ele deveria ter feito isso antes de assumir o São Paulo. Ainda mais com aquela diretoria que usou a imagem dele para se blindar das atitudes erradas. Eu sempre defendi e continuo defendendo a tese de que o Rogério tem sim personalidade e conhecimento para se tornar um treinador de primeira linha. E para se tornar um bom comandante precisa de rodagem. Necessita seguir sua carreira e não ficar ‘deprê’ por que foi demitido do […]

O post Será que agora vai ‘Mito’? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Presidente do Tricolor está PERDENDO a NOÇÃO da realidade???

Leia o post original por Craque Neto

Nesse domingo recebi no meu celular a informação que o presidente do São Paulo, o Sr. Carlos Augusto Barros e Silva, popularmente conhecido como Leco, no alto de seus 79 anos, teria tentado agredir um conselheiro do clube, outro senhor de idade, simplesmente por divergências de opiniões. O ato teria ocorrido dentro das instalações do Morumbi após o clássico de domingo contra o Corinthians que terminou empatado em 1 a 1. O caso sinceramente me deixou preocupado. O Sr. Pedro Miguel Mauad, o senhor que quase apanhou do Leco, fez um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia. Só queria […]

O post Presidente do Tricolor está PERDENDO a NOÇÃO da realidade??? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Até aliados criticam Leco por declarações sobre Ceni

Leia o post original por Perrone

Carlos Augusto de Barrros e Silva, o Leco, sofre críticas até de parte de seus aliados pelo ataque ao trabalho de Rogério Ceni como treinador em entrevista ao site “Chuteira FC”.

Sob a condição de não terem seus nomes publicados, três conselheiros alinhados com o presidente são-paulino criticaram a atitude dele. As queixas são principalmente duas. A primeira, sobre a decisão de dar a entrevista. O entendimento é de que o cartola deveria ter se recusado a falar com o site para não se expor no momento em que o time luta contra o rebaixamento e às vésperas do clássico com o Corinthians. O silêncio seria uma forma de evitar situações que pudessem respingar na equipe.

O segundo argumento é o de que, a partir da decisão de dar a entrevista, Leco deveria ter evitado falar sobre Rogério. Seu posicionamento deveria ter sido de comentar o presente e o futuro. Esquecer o passado seria uma estratégia para não reabrir feridas. Depois da publicação das declarações do presidente, Ceni escreveu em sua conta no Facebook: “não se deixe enganar pelos cabelos brancos, pois os canalhas também envelhecem”.

Os críticos de Leco também afirmam que o presidente não deveria atacar um dos maiores ídolos do São Paulo. Quem defende o dirigente diz que ele separa o goleiro do treinador na hora de fazer suas críticas e que algumas pessoas no Morumbi não entendem essa diferenciação.

Já a oposição soma as afirmações sobre Rogério ao episódio em que o conselheiro Pedro Mauad acusa Leco de agressão depois do empate com o Corinthians.

Procurado por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, Leco não comentou as críticas até a publicação deste post.

 

Opinião: Leco dá ‘tiro no pé’ ao detonar Ceni

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, soaram como ataque gratuito e tentativa atrapalhada de se desvincular da péssima campanha do São Paulo no Brasileirão as críticas feitas por Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, a Rogério em entrevista ao site “Chuteira FC”.

O presidente são-paulino diz que incialmente tinha dúvidas se o ex-goleiro estava pronto para ser treinador, mas que foram tantas e tão forte as colocações dele de que estava pronto que o dirigentes se convenceu. Então, no esquema de profissionalismo pregado pelo novo estatuto tricolor basta que um candidato a uma vaga se diga apto para a direção concordar? É assim que funciona numa grande empresa? Não faltou poder de análise à diretoria?

Leco diz também que fez o que ninguém evitaria fazer: trazer Rogério para treinar a equipe. Ou seja, dá a entender que administrou tomando o pulso da torcida, adotando uma medida popular. Foi assim também quando ele trouxe Lugano para ser reserva de luxo e ainda renovou seu contrato. É chover no molhado dizer que um presidente de clube não pode contratar com a cabeça de torcedor.

Ao tentar explicar os motivos que fizeram a passagem de Ceni como treinador são-paulino ser tão curta, o presidente avaliou que “ele não se adaptou à dinâmica da nova situação. Como jogador ele era o Mito, uma figura grande, com muitas conquistas. Mas era uma situação muito diferente da de pegar um grupo e formar um time”. Ué, mas se leco sabia que era seria uma situação muito diferente da que Rogério estava acostumado, porque teve tanta convicção de que o ex-goleiro seria a melhor opção a ponto de dar a vaga para ele? Não parece incoerente?

A agressão gratuita aconteceu quando o presidente disse que “foi com ele que fomos par a zona de rebaixamento. E como é duro de sair”. Ao apontar o dedo para Ceni, Leco sugere que não cometeu erros que ajudaram o time a encalhar na zona de degola. Impossível tirar o cartola dessa, primeiro porque foi ele quem contratou o ex-goleiro. E as seguidas vendas de jogadores autorizadas pelo presidente? Não prejudicaram a equipe? Não podem ter a ver com o desempenho pífio?

A minha leitura é de que Leco não percebeu que falar mal de Ceni depõe contra o próprio dirigente. É um tiro no pé. Além de ser desnecessário aumentar a ira de um ídolo do clube e que certamente não perdeu seus milhões de fãs por causa da experiência amarga.

 

Opinião: São Paulo insiste na arriscada estratégia de agradar à torcida

Leia o post original por Perrone

A reunião entre torcedores e jogadores do São Paulo na última semana indica que a diretoria tricolor não aprendeu com erros cometidos na tentativa de agradar aos fãs do clube.

Geralmente, atletas não gostam de ter que dar explicações aos torcedores. E costumam se sentir ainda mais incomodados quando são tiradas satisfações dentro do local de trabalho e com anuência da direção.

Além do natural risco de gerar descontentamento, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, deixou membros do Conselho de Administração são-paulino contrariados com o que acreditam ser exposição desnecessária dos jogadores perante a torcida.

O episódio é a repetição da estratégia de tomar medidas simpáticas à torcida adotada outras vezes por Leco sem sucesso.

Foi assim, por exemplo, na decisão de contratar Lugano, claramente sem condições de ser titular, na tentativa de reconquistar o apoio dos torcedores para o time, além da aposta na liderança do zagueiro. Essa era a teoria, mas na prática o São Paulo ficou com um reserva de luxo enquanto não consegue arrumar sua zaga desde o início do ano. E o contrato do uruguaio ainda foi renovado, apesar de ele ser pouco aproveitado.

A contratação de Rogério Ceni, realizada em período de campanha eleitoral (Leco nega cunho político), também foi extremamente popular entre os torcedores. Porém, com a demissão do ex-goleiro em apenas cerca de seis meses, a escolha se revelou uma ação sem sólido planejamento. A impressão que fica, é que na oportunidade a diretoria fechou os olhos para os riscos da decisão de dar sua prancheta para um estreante. Assim como tampou os ouvidos para alertas dos membros do Conselho de Administração sobre a possibilidade de efeitos colaterais provocados pelo encontro entre atletas e torcedores.

Se jogadores podem ter ficado constrangidos com a cobrança feita especialmente por membros de torcidas organizadas, o mesmo pode acontecer com Dorival Júnior se for colocada em prática a ideia de Muricy Ramalho prestar consultoria técnica informal.

O atual treinador diz concordar com a medida, mas não é estranho o fato de a diretoria ter dito que Dorival considerava desnecessária a ajuda externa de um profissional do ramo? Muricy foi convidado mediante forte pressão de torcedores, sócios e conselheiros que entregaram para Leco um abaixo-assinado pedindo a contratação do ex-treinador como coordenador. Mais uma vez fica no ar o cheiro de que a direção continua confiando no populismo como forma de administrar o clube.

Esse estilo pode conduzir Leco a dois tipos de situação. Na primeira, se a equipe se salvar, do rebaixamento, torcedores, sócios e conselheiros irão dizer que a direção só não rebaixou a equipe porque eles interferiram. Até aí, tudo bem, pois não é vergonha contar com ajuda para fazer o melhor pelo clube.

No segundo caminho, o presidente afundaria com a torcida para a Série B. Daí poderá dizer que não errou sozinho e que fez o que os torcedores pediam, o que de nada adiantará.

O problema, na opinião deste blogueiro, é que já há casos concretos em que o a decisão de atender ao anseio popular atropelou o bom senso gerando resultados amargos para o tricolor. Ou seja, a diretoria repte uma estratégia que não tem dado certo. E, no momento em que o novo estatuto prega o profissionalismo, a influência de quem não é pago para tomar decisões, só aumenta.

Para parte da direção do SPFC Dorival é mais hábil com atletas do que Ceni

Leia o post original por Perrone

Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Para pelo menos parta da diretoria do São Paulo Dorival Júnior tem mostrado mais habilidade na relação com os jogadores do que Rogério Ceni.

Quem pensa assim acredita que o atual treinador caminha para conquistar a confiança do elenco de maneira que seu antecessor não conseguiu.

Este blogueiro ouviu de membro da diretoria que Ceni “se derrubou”, principalmente, por falhar no trato com os atletas. Ele não teria conseguido fazer os jogadores acreditarem em seu esquema tático e nem correrem por ele por falta de empatia.

A análise sobre o trabalho do ex-treinador passa pela maneira dura como ele tratava os atletas em algumas ocasiões. Há exemplos como o dia em que Ceni deu bronca nos jogadores e chutou um quadro usado para passar informações no vestiário no intervalo da derrota por 2 a 0 para o Corinthians na seminfinal do Paulista. Parte do objeto caiu em cima de Cícero.

Porém, a diferença entre o técnico anterior e o atual é mais ilustrada por integrante da diretoria com Cueva. O relato é de que internamente Ceni mais cobrava do que apoiava o peruano. O jogador chegou a demonstrar insatisfação ao ser substituído na vitória por 2 a 0 sobre o Avaí no Morumbi.

Já Dorival é descrito como capaz de equilibrar apoio e cobranças ao peruano. Um exemplo citado é de que logo de cara ele afirmou para Cueva que o atleta seria o seu “camisa 10”, o cara, mas que para isso precisaria diminuir seu percentual de gordura.

Outro caso que pontua a diferença na relação dos dois treinadores com os jogadores está relacionada aos parentes dos atletas. Ceni não demonstrava simpatia com a visita de familiares de seus comandados ao centro de treinamento. Cícero, por exemplo, desagradou ao ex-goleiro quando levou seu filho ao local de trabalho. Com Ceni no comando, as visitas de parentes rarearam. Desde a chegada de Dorival, no entanto, elas voltaram a acontecer.

O entendimento de parte da  direção é de que o atual treinador ainda precisa de mais tempo para construir um relacionamento forte com o elenco, mas que já superou o antecessor em termos de cativar os comandados e usar isso para aumentar a entrega deles durante as partidas.

Na última reunião do Conselho Deliberativo tricolor, Vinícius Pinotti, diretor executivo de futebol, afirmou que faltou inteligência emocional para Rogério em sua passagem pelo clube como técnico.

Por que o Flamengo não aposta em Rogério Ceni?

Leia o post original por Milton Neves

De um lado, um clube com elenco recheadíssimo à procura de um treinador.

De outro, um técnico com potencial enorme, mas desempregado.

Ligando os pontos, é possível dizer que seria um “casamento” perfeito se o Flamengo contratasse Rogério Ceni.

Não é verdade?

O ídolo tricolor teria muitos ovos para fazer um belíssimo omelete na Gávea.

Algo que não teve em sua curta passagem como técnico do São Paulo.

E seria ótimo para o Flamengo também, que busca um treinador arrojado e com liderança suficiente para domar suas feras.

Juntaria a fome com a vontade de comer!

Concorda?

Opine!

Conselho de Administração do SPFC adota media por transparência

Leia o post original por Perrone

Na avaliação de membros do Conselho de Administração (CA) do São Paulo falta ao clube ser transparente em relação às decisões do órgão. Seus membros assinaram termo de confidencialidade se comprometendo a não comentar sobre o que é decidido pelo grupo.

A insatisfação deu origem à reivindicação de que o clube se manifeste oficialmente sobre os principais temas debatidos pelo CA. Assim, ficou decidido no encontro da última quinta-feira que serão publicados no site oficial tricolor resumos sobre cada reunião. O primeiro material pode ser divulgado já nesta segunda.

A medida, no entanto, não revoga a cláusula de confidencialidade. Os conselheiros mantém o compromisso de não revelarem detalhes das sessões.

Além do pedido por mais transparência, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ouviu na reunião de quinta solicitação de explicação sobre os motivos que o levaram a aceitar o pagamento de multa rescisória de R$ 5 milhões para Rogério Ceni, técnico estreante.

O presidente deu justificativa semelhante à que já tinha dado em entrevista, afirmando que o ex-goleiro tinha medo de o opositor José Eduardo Mesquita Pimenta vencer a eleição e optar por sua demissão. Por isso pediu a previsão de multa como forma de se proteger.

Aliados criticam Leco por multa paga a Ceni e escolha de executivos

Leia o post original por Perrone

Com José Eduardo Martins, do UOL em São Paulo

A multa de R$ 5 milhões paga para rescindir o contrato do técnico Rogério Ceni e a nomeação de conselheiros e associado para ocupar cargos na diretoria executiva (remunerados) fazem o presidente do São Paulo ser criticado até por importantes aliados. Os descontentes admitem a insatisfação com as medidas, porém negam ter rompido com Carlos Augusto de Barros e Silva.

A situação aumenta a pressão política sobre Leco no momento em que o presidente tem como foco afastar o time da zona de rebaixamento do Brasileiro.

José Francisco Mansur, vice-presidente na gestão anterior de Leco, está entre os que discordam de nomeações de conselheiros para a direção-executiva. Ele não se manifestou publicamente, mas recentemente, conforme apurou o blog, fez suas críticas diretamente para o presidente. Afirmou que ao escolher membros do conselho para a direção executiva, o dirigente não seguiu o espírito do novo estatuto que é de nomear profissionais experientes desvinculados do ambiente político tricolor. A medida visa aumentar a eficiência administrativa e diminuir a influência política na gestão são-paulina.

Leco ouviu de seu ex-presidente que deveria ter contratado uma empresa especializada em buscar executivos no mercado para preencher os cargos. O blog apurou que um dos argumentos usados pelo presidente para rebater os críticos é de que não encontraria no mercado executivos dispostos a aceitar os mesmo salários pagos a conselheiros.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leco respondeu que todos os diretores executivos foram referendados pelo Conselho de Administração do São Paulo.

Os conselheiros nomeados são Rodrigo Gaspar, diretor executivo administrativo, Elias Barquete Albarello, diretor executivo financeiro, e Eduardo Rebouças, diretor executivo de infraestrutura. Vinícius Pinotti, que comanda o futebol, não é membro do conselho, mas foi um importante colaborador da campanha de Leco enquanto atuava no marketing do clube.

Rogério

A multa paga a Ceni gera descontentamento até entre gente da atual diretoria, que discorda da decisão de Leco e dos antigos responsáveis pelo departamento de futebol.  Cobrado por conselheiros, Pinotti tem explicado que ele não participou da confecção do contrato do treinador, pois ainda não estava no cargo. Participaram da negociação, Marco Aurélio Cunha (sem negociar valores), José Jacobson Neto e José Alexandre Médicis, além de Leco.

A queixa central é de que o São Paulo não tinha o costume de colocar multas rescisórias nos acordos com treinadores e que foi imprudência aceitar uma quantia alta para um técnico iniciante.

O blog apurou que a antiga diretoria chegou a contestar o valor sugerido por Rogério, mas no final aceitou. Considerou o pedido de multa um instrumento normal exigido pelos treinadores diante da instabilidade normal na profissão. Os dirigentes acreditavam que o clube estava protegido com os critérios de desempenho que poderiam até zerar a multa a partir de 2018. Havia na diretoria quem acreditasse que Rogério poderia decolar, atrair o interesse de clubes estrangeiros dispostos a pagar pela rescisão do treinador.

Também por meio da assessoria de imprensa, Leco afirmou que esse assunto será tratado internamente.

Nesta quarta, ele deverá ser indagado por membros do Conselho de Administração sobre a decisão de aceitar a inclusão da multa rescisória no contrato de Ceni. Uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, pedida principalmente por membros da oposição, também terá pedido de explicações sobre esse tema e a respeito dos critérios usados para a indicação de diretores executivos.

Time grande não cai? Já vi esse filme!

Leia o post original por Craque Neto

Ainda falta muito campeonato pela frente: são mais 24 rodadas para o término do Brasileirão. Tanto é que ao contrário do que dizem que o Corinthians já está com a mão na taça, eu particularmente não concordo. Está no caminho certo, mas problemas podem acontecer no meio do percurso. Já o mesmo não se pode dizer do São Paulo. Não vejo o time com esperança de melhoras para fazer com que escape do rebaixamento. Sinceramente! Vem acontecendo uma sequência de coisas erradas que fica difícil pensar que o Tricolor possa melhorar. Primeiro começou a se desfazer dos principais jogadores do […]

O post Time grande não cai? Já vi esse filme! apareceu primeiro em Craque Neto 10.