Arquivo da categoria: Rogério Ceni

Por que o Flamengo não aposta em Rogério Ceni?

Leia o post original por Milton Neves

De um lado, um clube com elenco recheadíssimo à procura de um treinador.

De outro, um técnico com potencial enorme, mas desempregado.

Ligando os pontos, é possível dizer que seria um “casamento” perfeito se o Flamengo contratasse Rogério Ceni.

Não é verdade?

O ídolo tricolor teria muitos ovos para fazer um belíssimo omelete na Gávea.

Algo que não teve em sua curta passagem como técnico do São Paulo.

E seria ótimo para o Flamengo também, que busca um treinador arrojado e com liderança suficiente para domar suas feras.

Juntaria a fome com a vontade de comer!

Concorda?

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Conselho de Administração do SPFC adota media por transparência

Leia o post original por Perrone

Na avaliação de membros do Conselho de Administração (CA) do São Paulo falta ao clube ser transparente em relação às decisões do órgão. Seus membros assinaram termo de confidencialidade se comprometendo a não comentar sobre o que é decidido pelo grupo.

A insatisfação deu origem à reivindicação de que o clube se manifeste oficialmente sobre os principais temas debatidos pelo CA. Assim, ficou decidido no encontro da última quinta-feira que serão publicados no site oficial tricolor resumos sobre cada reunião. O primeiro material pode ser divulgado já nesta segunda.

A medida, no entanto, não revoga a cláusula de confidencialidade. Os conselheiros mantém o compromisso de não revelarem detalhes das sessões.

Além do pedido por mais transparência, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ouviu na reunião de quinta solicitação de explicação sobre os motivos que o levaram a aceitar o pagamento de multa rescisória de R$ 5 milhões para Rogério Ceni, técnico estreante.

O presidente deu justificativa semelhante à que já tinha dado em entrevista, afirmando que o ex-goleiro tinha medo de o opositor José Eduardo Mesquita Pimenta vencer a eleição e optar por sua demissão. Por isso pediu a previsão de multa como forma de se proteger.

Aliados criticam Leco por multa paga a Ceni e escolha de executivos

Leia o post original por Perrone

Com José Eduardo Martins, do UOL em São Paulo

A multa de R$ 5 milhões paga para rescindir o contrato do técnico Rogério Ceni e a nomeação de conselheiros e associado para ocupar cargos na diretoria executiva (remunerados) fazem o presidente do São Paulo ser criticado até por importantes aliados. Os descontentes admitem a insatisfação com as medidas, porém negam ter rompido com Carlos Augusto de Barros e Silva.

A situação aumenta a pressão política sobre Leco no momento em que o presidente tem como foco afastar o time da zona de rebaixamento do Brasileiro.

José Francisco Mansur, vice-presidente na gestão anterior de Leco, está entre os que discordam de nomeações de conselheiros para a direção-executiva. Ele não se manifestou publicamente, mas recentemente, conforme apurou o blog, fez suas críticas diretamente para o presidente. Afirmou que ao escolher membros do conselho para a direção executiva, o dirigente não seguiu o espírito do novo estatuto que é de nomear profissionais experientes desvinculados do ambiente político tricolor. A medida visa aumentar a eficiência administrativa e diminuir a influência política na gestão são-paulina.

Leco ouviu de seu ex-presidente que deveria ter contratado uma empresa especializada em buscar executivos no mercado para preencher os cargos. O blog apurou que um dos argumentos usados pelo presidente para rebater os críticos é de que não encontraria no mercado executivos dispostos a aceitar os mesmo salários pagos a conselheiros.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leco respondeu que todos os diretores executivos foram referendados pelo Conselho de Administração do São Paulo.

Os conselheiros nomeados são Rodrigo Gaspar, diretor executivo administrativo, Elias Barquete Albarello, diretor executivo financeiro, e Eduardo Rebouças, diretor executivo de infraestrutura. Vinícius Pinotti, que comanda o futebol, não é membro do conselho, mas foi um importante colaborador da campanha de Leco enquanto atuava no marketing do clube.

Rogério

A multa paga a Ceni gera descontentamento até entre gente da atual diretoria, que discorda da decisão de Leco e dos antigos responsáveis pelo departamento de futebol.  Cobrado por conselheiros, Pinotti tem explicado que ele não participou da confecção do contrato do treinador, pois ainda não estava no cargo. Participaram da negociação, Marco Aurélio Cunha (sem negociar valores), José Jacobson Neto e José Alexandre Médicis, além de Leco.

A queixa central é de que o São Paulo não tinha o costume de colocar multas rescisórias nos acordos com treinadores e que foi imprudência aceitar uma quantia alta para um técnico iniciante.

O blog apurou que a antiga diretoria chegou a contestar o valor sugerido por Rogério, mas no final aceitou. Considerou o pedido de multa um instrumento normal exigido pelos treinadores diante da instabilidade normal na profissão. Os dirigentes acreditavam que o clube estava protegido com os critérios de desempenho que poderiam até zerar a multa a partir de 2018. Havia na diretoria quem acreditasse que Rogério poderia decolar, atrair o interesse de clubes estrangeiros dispostos a pagar pela rescisão do treinador.

Também por meio da assessoria de imprensa, Leco afirmou que esse assunto será tratado internamente.

Nesta quarta, ele deverá ser indagado por membros do Conselho de Administração sobre a decisão de aceitar a inclusão da multa rescisória no contrato de Ceni. Uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, pedida principalmente por membros da oposição, também terá pedido de explicações sobre esse tema e a respeito dos critérios usados para a indicação de diretores executivos.

Time grande não cai? Já vi esse filme!

Leia o post original por Craque Neto

Ainda falta muito campeonato pela frente: são mais 24 rodadas para o término do Brasileirão. Tanto é que ao contrário do que dizem que o Corinthians já está com a mão na taça, eu particularmente não concordo. Está no caminho certo, mas problemas podem acontecer no meio do percurso. Já o mesmo não se pode dizer do São Paulo. Não vejo o time com esperança de melhoras para fazer com que escape do rebaixamento. Sinceramente! Vem acontecendo uma sequência de coisas erradas que fica difícil pensar que o Tricolor possa melhorar. Primeiro começou a se desfazer dos principais jogadores do […]

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SPFC luta contra queda em meio a fim de plano que reduz força de técnico

Leia o post original por Perrone

No final de maio do ano passado, com o time nas semifinais da Libertadores, Gustavo Vieira de Oliveira, então diretor executivo do São Paulo, celebrava o início de um projeto a longo prazo para o clube. O plano previa o fortalecimento da comissão técnica fixa tricolor, a efetivação de um modo de jogar que seria aplicado também nas categorias de base e a diminuição do poder do treinador. Entre outros benefícios para a agremiação, ele previa que as trocas de treinadores seriam menos traumáticas. Sairia o comandante, ficaria a maioria da comissão, e o novo trabalho não começaria do zero.

Hoje, pouco mais de um ano depois, vítima da combinação entre política conturbada e maus resultados em campo, o sistema idealizado pelo filho do ex-jogador Sócrates está aniquilado.

Em meio a uma de suas maiores crises técnicas e da luta contra o rebaixamento no Brasileiro, o São Paulo enfrenta praticamente tudo que o plano do ex-dirigente queria evitar: instabilidade técnica e tática, mudanças radicais na comissão técnica e  treinadores com amplos poderes.

Em setembro do ano passado, golpeado pela eliminação na Libertadores e por uma forte pressão política pela sua saída de seu mentor, o projeto de Gustavo começou a virar pó com a saída dele. O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que havia abençoado o planejamento do executivo, não resistiu às cobranças de conselheiros e diretores, trocando o ex-dirigente por Marco Aurélio Cunha.

Seguidas mudanças na direção de futebol e no comando técnico também ocorreram. Depois da saída (contra a vontade da diretoria) de Edgardo Bauza, que simbolizava o projeto de diminuição do poder de treinadores no Morumbi, passaram pelo comando técnico Ricardo Gomes e Rogério Ceni antes da chegada do atual treinador, Dorival Júnior, sem contar os interinos.

Foram diversas as transformações de filosofia de jogo enfrentadas pela equipe, ao contrário do que previa o projeto de Gustavo.

Com a chegada de Rogério para a temporada de 2017, foi abandonada a ideia do treinador com poderes limitados. Ele trouxe dois auxiliares estrangeiros e filosofias próprias para implantar no clube.

Ceni não aguentou aos seguidos fracassos do time. Viu um de seus assistentes pedir as contas dias antes dele ser demitido.

Em seguida, veio o golpe fatal no sistema de estabilidade idealizado anteriormente. A comissão técnica fixa, antes vista como fundamental, foi parcialmente destruída. Acabaram demitidos o preparador físico José Mário Campeiz e o treinador de goleiros Haroldo Lamounier, alvos de pressão de conselheiros.

O auxiliar técnico permanente, Pintado, também não resistiu e foi convidado para atuar na integração entre as categorias de base e o time principal. Ele era fundamental no antigo projeto para diminuir o poder dos treinadores. Cabia a ele dialogar com os técnicos e trabalhar pela filosofia do clube.

Dorival chegou com um auxiliar, um analista de desempenho, um preparador físico e ainda indicou um preparador de goleiros. Ou seja, a ideia de as trocas no comando provocarem menos traumas no clube e não representarem o recomeço do zero também foi sepultada.

A atual diretoria, comandada pelo mesmo presidente que avalizou as ideias de Gustavo e com Vinícius Pinotti como executivo, nega interferência política nas trocas realizadas. Internamente, são feitas críticas à decisões do passado, da época em que o filho de Sócrates estava no comando e que estariam sendo corrigidas agora.

Timeco do Leco segue no Z4

Leia o post original por Fernando Sampaio

Timeco do Leco segue no Z4

Há tempos o São Paulo virou Timeco do Leco.

Desde 2016 apelidei assim o Tricolor do Morumbi.

Este ano o time está fazendo jus novamente.

O elenco até deu uma melhorada. Este ano vieram Jucilei, Cícero, Pratto, Petros…. Mesmo Wellington Nem que não está jogando nada chegou com expectativa positiva. Acontece, nem todas as contratações de jogadores mais caros dão resultado. Até aí, tudo normal. O problema continua fora de campo.

O grande problema tem sido a gestão.

Juvenal foi mal no final. Saiu e ficou pior: Aidar foi caso de polícia e Leco não é do futebol.

No ano passado foram inúmeras trocas de treinadores, escolhas duvidosas e sem critério. Quando acerta, como no caso do Osório, pisa na bola. Não existe uma filosofia, não existe planejamento, parece biruta de aeroporto.

Este ano Leco pensou na eleição e escolheu o técnico pelo critério “politicagem”. Pagou caro. Rogério Ceni não tinha currículo, nem experiência. Poderia dar certo? Sim mas a chance era mínima. Foi uma aposta arriscada.

O clube não suporta mais inexperiência e amadorismo.

Além de não ter manter uma mesma filosofia de trabalho, as mudanças no elenco são frequentes. Você treina um time durante a semana e horas antes da partida o cara é vendido. Impossível fazer um bom trabalho. O técnico não participa da escolha e formação do elenco, até porque o técnico hoje não chega a durar seis meses.

E não são só treinadores que são desrespeitados pela atual diretoria. Comissão técnica e jogadores também. São vários exemplos. No mais recente, pisaram na bola com Cueva. O peruano foi o melhor da temporada. Pediu um aumento. Disseram que o clube estava sem dinheiro e trouxeram Nem ganhando bem mais. Antigamente, a maioria dos jogadores queria jogar no São Paulo. Hoje o cara troca por qualquer coisa, ninguém está disposto a ficar passando vexame, sendo vaiado e queimado, prefere jogar na Rússia, na China….

Dorival terá muito trabalho.

O torcedor vai ficar mais um ano vendo o time na parte de baixo da tabela.

Lamentável.

 

Pagamento de multa a Rogério faz Leco ser cobrado internamente

Leia o post original por Perrone

Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

O fato de o São Paulo ter que pagar multa de R$ 5 milhões a Rogério Ceni por sua demissão gerou descontentamento em pelos menos três áreas no São Paulo. Os insatisfeitos estão na diretoria, no Conselho de Administração e no Conselho Deliberativo. No último caso, especialmente entre os opositores.

Na atual direção, há quem acredite que foi um erro da antiga diretoria de futebol e do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva concordar com o pagamento de multa. Mas, nesse caso, não há barulho.

Já parte dos integrantes do conselho de administração mostra mais incômodo. A ala insatisfeita quer que Leco explique os motivos que levaram o clube a aceitar a inclusão da multa e pretende sugerir ao presidente que ele defina um padrão para os próximos contratos de treinador. Não é usual o clube estipular multas contratuais para seus técnicos. Os antecessores de Ceni demitidos receberam indenizações de um mês de salário. O sucessor dele, Dorival Júnior, tem previsão de multa equivalente a dois meses de pagamentos.

Os pedidos de explicação e a sugestão sobre a definição de um padrão deverão acontecer em reunião do Conselho de Administração marcada para o próximo dia 19.

No órgão, também há quem queira informações sobre o afastamento de Pintado da comissão técnica da equipe principal. Existem membros que consideram que o Conselho de Administração não pode ser surpreendido com decisões importantes. A tese é de que eles só podem colaborar com o presidente se emitirem suas opiniões antes de tais medidas serem adotadas. Porém, os mais próximos a Leco discordam. Afirmam que se atos referentes ao departamento de futebol forem alvos de discussões, haverá lentidão nas ações. O clube poderia ser prejudicado.

Já no Conselho Deliberativo, o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu, e seus colegas tentam colher 50 assinaturas para que seja marcada uma reunião extraordinária do órgão. Entre outros temas, seriam cobradas explicações sobre os motivos que levaram o clube a concordar a incluir multa rescisória no contrato do ex-goleiro. Também seria pedido um balanço financeiro sobre as recentes vendas e contratações de jogadores. A medida é vista pela situação como meramente política.

O blog telefonou para o presidente são-paulino, mas ele não atendeu à ligação.

 

Quem aí é o TRAÍRA???

Leia o post original por Craque Neto

Tem muita gente criticando o Dorival Junior, técnico recém-contratado pelo São Paulo, pelo afastamento do auxiliar Pintado. Mas sinceramente o único erro dele nesse caso foi o de TALVEZ não ter declarado publicamente que prefere trabalhar com o filho ao invés do funcionário do clube. Digo talvez porque é algo que soa até meio óbvio, diga-se de passagem! Agora estranho mesmo é um montão de gente começar a acusa o Pintado de ter tumultuado o ambiente interno no clube. Chegaram ao ponto de falar que ele que teria vazado a história do Rogério Ceni ter jogado a prancheta no Cícero. […]

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Cinco desafios de Dorival Júnior para evitar a queda do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Dorival Júnior assume hoje o comando do São Paulo com a missão de evitar o rebaixamento do clube, penúltimo colocado no Campeonato Brasileiro. Abaixo, veja os cinco principais desafios do treinador para obter sucesso na missão.

1 – Acabar com falhas infantis na defesa

Desde o início da temporada, Rogério Ceni tentou sem sucesso acabar com bobas falhas individuais no sistema defensivo são-paulino que prejudicaram o time em diversas partidas. Não conseguiu. A bomba agora está no colo de Dorival.

 

2 – Aumentar o poder de fogo do ataque

Em 12 rodadas, o São Paulo marcou 12 gols. Apenas quatro times têm um desempenho ofensivo pior: Atlético-GO (9), Avaí (7),  Coritiba (11), que joga nesta segunda com o Sport, e Vitória (11).

3 –  Acabar com falta de comprometimento

A diretoria tricolor não cita nomes, mas acredita que existem jogadores descompromissados com o clube e que estão prejudicando o time. Os cartolas preferem citar os que são exemplos de comprometimento: Lucas Pratto, Rodrigo Caio e Jucilei.

4 –  Melhorar a preparação física

Também na visão da direção, há jogadores em má forma física. Pelo menos desde maio há pressão de conselheiros e dirigentes pela demissão do preparador físico José Mário Campeiz. Um sinal de insatisfação da diretoria é o fato de Dorival trazer seu preparador físico de confiança, Celso Resende.

5 – Acelerar o entrosamento do time reformulado

Na derrota contra o Santos, o São Paulo mostrou sentir a falta de entrosamento entre novos jogadores com o restante da equipe. Acelerar adaptação de Jonatan Gomez, Petros e Arboleda e a formação de um padrão do jogo estão entre as missões mais importantes de Dorival.

 

 

O último que sair apaga a luz?

Leia o post original por Craque Neto

O Zenit da Rússia fez uma proposta de R$ 44 milhões e deve tirar o zagueiro Rodrigo Caio do São Paulo. Se concretizada o jogador será mais um nome importante a deixar o clube. Sei que muita gente da imprensa tem valorizado a direção do Tricolor por vender bem seus atletas. Mas fazer isso no meio de uma competição importante como é o Brasileirão soa como desdém. Afinal, na esfera esportiva, quais as aspirações da turma do presidente Leco para a temporada 2017? Do planejamento feito pelo técnico Rogério Ceni no início da temporada o time praticamente todo foi alterado. […]

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