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Últimas do Santos

Leia o post original por Odir Cunha

William Machado – É gente boa, sóbrio, entende muito de futebol e formará um belo trio com Jair Ventura e Gustavo Vieira no comando do futebol profissional do Santos. Conversei com ele no CT, presenteei-o com um exemplar do Time dos Sonhos e creio que já recebeu um sinal do que é trabalhar com o futebol do Santos, um time bem maior do que parte da mídia faz crer.

O prefeito de Santos – Paulo Alexandre Barbosa, recebeu a mim e ao vice-presidente Orlando Rollo e prometeu estreitar os laços entre a prefeitura e o Santos Futebol Clube. Faremos ações conjuntas no projeto A Cidade do Futebol, teremos eventos na Semana Santos e, o que é mais urgente, a Prefeitura apoiará as obras de revitalização no entorno da Vila Belmiro. Creio que finalmente prefeitura e Santos andarão juntos.

Endomarketing – Segunda-feira, às 9h15, como parte do trabalho prometido de endomarketing, iniciaremos as visitas guiadas dos funcionários do Santos ao Memorial das Conquistas. O primeiro grupo será o dos funcionários da limpeza. Alguns deles jamais pisaram no Memorial e nesse dia poderão conhecer um pouco mais da história a das glórias do clube em que trabalham. As visitas se estenderão a todos os funcionários do Santos, incluindo jogadores profissionais e da base.

Onde nasceu o Santos – Uma placa será colocada no imóvel da Rua João Pessoa, número 10, onde ficava o Clube Concórdia, que sediou a assembleia de 39 jovens estudantes e comerciários que no dia 14 de abril de 1912 fundaram o Santos. Será o marco inicial de muitas ações que envolverão o turismo cultural em torno do Santos e de Pelé.

Semana Santos – De 9 a 15 de abril comemoraremos o 106º aniversário do nosso Santos Futebol Clube. Serão organizados eventos culturais e esportivos, envolvendo música, artes plásticas, poesia, literatura, fotografia, jogos e vídeos. Os interessados em criar e produzir um evento em homenagem ao Santos devem entrar em contato comigo. O calendário da Semana Santos será definido em meados de março.

Assophis – A Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos, presidida por Wesley Miranda, trabalhará em sintonia com o Departamento de Memória e Estatística do Clube. Para começar, o Santos chancelará um trabalho produzido pelo assophista Léo Devezas, trabalho que será apresentado à Federação Paulista de Futebol e corrigirá algumas informações históricas sobre o Campeonato Paulista.

Quem comanda o Santos – Eu brinco que José Carlos Peres é o pai, Orlando Rollo o filho e eu o Espírito Santo. Enfim, nós três continuamos unidos e trabalhando para cumprir as metas da campanha. Há ainda os ótimos profissionais responsáveis pelas diversas áreas do clube, todos com autonomia para tomar decisões baseadas no profissionalismo, na ética e na democracia. Por mais que ex-presidentes sejam respeitados, hoje não exercem mais nenhuma autoridade na instituição e nem devem querer influenciar os rumos que o Santos tomará sob sua nova e oxigenada gestão.
A verdade é que a última diretoria, após uma gestão temerária, perdeu nas urnas e deve, assim como aos que a apoiaram, abster-se de palpitar sobre os destinos do Santos. Deveriam, aliás, nem dar entrevistas sobre isso. Essa atitude não é ética. Tiveram a sua chance de servir ao Santos e serviram-se dele, essa é a verdade.

Livraria Fechada – A Livraria deste Blog não venderá mais livros físicos. Percebo que não me sobra mais tempo para atender pessoalmente aos compradores. Enquanto eu estiver trabalhando no Santos a venda de livros físicos estará suspensa. Usarei os exemplares de Time dos Sonhos e do Dossiê para presentear os jogadores e componentes da comissão técnica contratados pelo clube, como parte do nosso trabalho de endomarketing.

Reforços – Romário, Sasha… Creio que devemos receber os novos contratados com alegria e confiança. Futebol depende muito de motivação, de um bom ambiente, e isso podemos oferecer a esses bravos rapazes que chegam para ajudar o clube a cumprir uma boa temporada em 2018. Um jogador com vontade e bem preparado fisicamente pode render até mais do que outro com melhor técnica, mas sem motivação para lutar pela vitória – como, aliás, cansamos de ver em 2017. Acreditemos, portanto!

E você, o que acha disso?


Os pontos fortes e fracos dos cotados para eleição na CBF

Leia o post original por Perrone

,A suspensão de 90 dias aplicada pela Fifa a Marco Polo Del Nero instalou um clima eleitoral na CBF. São vários os nomes cotados para o cargo, caso o atual presidente seja punido definitivamente por um tempo maior. Ele preparava sua candidatura para mais um mandato e era favorito. Mas, se ficar impedido de participar do pleito, o cenário é incerto. Pelo menos cinco nomes já despontaram para o caso de o cartola que nega as acusações de recebimento de propina ficar fora do jogo. No entanto, só Romário declarou ser candidato.

Pelo estatuto da confederação, o vice-presidente mais velho, atualmente o coronel Nunes, assume e completa o mandato em caso de afastamento definitivo de Marco Polo. A eleição pode ser marcada a partir de abril do ano que vem, um ano antes do final da atual gestão. Votam presidentes de federações (com peso 3) e de clubes da Série A (peso 2) e Série B (peso 1).

Abaixo veja os nomes cotados para a sucessão de Del Nero, caso ele não possa se candidatar, seus trunfos e pontos vulneráveis.

Rogério Caboclo, diretor-executivo da CBF

Ponto forte – Pupilo de Marco Polo Del Nero, segue poderoso na confederação mesmo com o interino coronel Nunes no comando. Assim poder fazer polí­tica com medidas que agradem aos presidentes de federações e clubes. Um exemplo foi dado antes de Del Nero ser suspenso. O mandatário da CBF disse aos dirigentes das entidades estaduais que levaria todos para a Copa da Rússia e que a iniciativa era de Caboclo.

Ponto fraco – A rejeição de presidentes de federações que sempre contestaram seu excesso de poder na CBF. Os que não querem mais Marco Polo dando as cartas no futebol nacional já minam a eventual candidatura do diretor alegando que com ele o presidente suspenso continuaria mandando. Cartolas das entidades estaduais também afirmam que por nunca ter presidido um clube ou uma federação ele não tem perfil para o cargo. Os crí­ticos o enxergam como um especialista apenas na área financeira.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista

Ponto forte – Com o isolamento de Del Nero ganhou trânsito na Conmebol e passou a ser o porta-voz de clubes brasileiros na entidade sul-americana. Assim se aproximou dos presidentes dos principais times dos país. Também transita com desenvoltura entre os cartolas de clubes da Série B por cuidar da competição na CBF.

Ponto fraco – O principal é a rejeição a seu nome para a presidência na próxima eleição por Del Nero, apesar do espaço dado a ele na CBF pelo dirigente suspenso. Outro problema é o entendimento de cartolas de outros Estados de que chegou a hora de o poder na CBF sair das mãos dos paulistas. Também deve sofrer graças a antigas rixas com dirigentes resultantes de seu longo tempo no futebol.

Romário, senador

Ponto forte – Apoio popular.

Ponto fraco – Rejeição de dirigentes por não ser um deles. Além disso, para parte dos eleitores o ex-atacante é visto como inimigo dos cartolas brasileiro.

Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo

Ponto forte – Bom relacionamento com a maioria dos dirigentes dos principais clubes do país. É descrito por colegas com um cartola que traz ideias frescas para o meio.

Ponto fraco – Já é atacado por dirigentes de federações por nunca ter comandado uma entidade estadual e por ter uma carreira considerada por eles curta no futebol.

Ednaldo Rodrigues, presidene da Federação Baiana

Ponto forte – Boa articulação entre os presidentes de federações e apoio significativo das entidades do nordeste, que formam um numeroso bloco no colégio eleitoral.

Ponto fraco –  Pouca penetração entre cartolas de clubes do Sudeste.

O í”cone” da injustiça

Leia o post original por Rica Perrone

Não convém fazer de Fred um jogador do tamanho que ele merece.  Talvez porque não seja de um dos times mais populares do país, talvez porque parte da mídia tenha vergonha de reconhecer o exagero no massacre de 2014.

Seja pelo motivo que for, Fred coleciona títulos, artilharias, números e argumentos que só mesmo um desequilibrado pode contestar.  Mas esses não faltam. E ontem Fred escreveu mais um capítulo na história do futebol brasileiro que será citado com menos entusiasmo que um gol de Benzema em Madrid.

Passou Zico, encostou em Edmundo e Romário. O artilheiro do Galo deve encerrar a carreira perdendo, talvez, só para o Dinamite, artilheiro maior da competição.

E quando ultrapassar Romário usarão uma nova mentira para menosprezar o melhor 9 que tivemos desde a curta carreira de Adriano.

Gostemos ou não, Frederico não tem culpa de não estar na linhagem Careca, Romário e Ronaldo. O que não faz dele menor, apenas não lhe dá a condição de gênio.

Sabe aquele filme muito bom mas que você sai frustrado do cinema porque você criou uma expectativa sobre ele ainda maior? Então. A culpa normalmente não é do filme.

Pelé teve média de 0,57 gols por jogo no Brasileiro.  Zico de 0,54. Edmundo 0,48. Fred tem 0.53.  Longe de ousar compara-los, mas será possível que a gente vá passar a carreira toda desse cara contestando e colocando “poréns” ao invés de curtir a história sendo escrita e poder dizer, em alguns anos, “Eu vi o Fred jogar”?

abs,
RicaPerrone

‘Caso Rio-16’: Romário sugere CPI para gastos com esporte de alto nível

Leia o post original por Perrone

Em meio à acusação do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro sobre suposta compra de voto na escolha da sede da Olimpíada de 2016, o senador Romário defende a realização de uma nova CPI. A sugestão dele é a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigue não só os gastos públicos na Rio-16, mas todo o financiamento público para o esporte de alto rendimento.

Nesse cenário, seriam avaliados todos os convênios do Ministério do Esporte, programas e leis, como a de Incentivo ao Esporte e a Agnelo/Piva, que prevê repasses de dinheiro arrecadado com loterias federais para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Só da Lei Piva, o COB recebeu R$ 137,4 milhões em 2016, de acordo com o balanço financeiro da entidade. Essa receita beneficia também as confederações ligadas ao Comitê Olímpico, presidido por Carlos Arthur Nuzman, dono do mesmo cargo no comitê da Rio-2016. De acordo com a acusação dos procuradores, o dirigente foi o elo com o grupo do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, na operação que teria permitido a compra de pelo menos um voto africano para a cidade brasileira.

A defesa de Nuzman nega que ele tenha cometido irregularidade. Vale lembrar que, em sua denúncia, o MPF-RJ ressalta as verbas federais usadas para a realização da Olimpíada do Rio.

Romário, que presidiu a CPI do Futebol no Senado, teve um indicado seu (Marcos Braz) 0cupando a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do Rio em 2015, durante preparativos para os Jogos Olímpicos.

Eterno artilheiro, Romário parabeniza Tite pelo trabalho na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Além de falar sobre alguns detalhes de sua carreira e analisar o momento da Seleção, Romário fala sobre sua vida após o nascimento de sua filha, Ivy, que tem síndrome de Down.

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Desafio para Gabriéis*

Leia o post original por Antero Greco

Gabriel Jesus e Gabriel Barbosa, o popular Gabigol, tiraram bilhetes premiados e serão milionários com menos de 20 anos. Ambos mal saíram da fase de juvenis e já conseguiram fixar-se nos respectivos clubes, ganharam medalha de ouro olímpica, caíram nas graças do público e de Tite. Mais do que isso, receberam cheques gordos para concordar com a transferência para a Europa. O primeiro vai para o Manchester City em janeiro; o segundo se deixou seduzir por proposta da Internazionale de Milão.

Ambos se veem diante de guinada estupenda na vida e com pouquíssimo tempo de carreira. Jesus completou 19 anos em abril e Gabigol assoprará 20 velinhas depois de amanhã. Mas devem preparar-se para defrontar-se com o desafio de vencerem em dois centros glamourosos, porém difíceis e exigentes do futebol. Itália e Inglaterra oferecem muito, com a contrapartida de exigirem demais de profissionais.

Até aí, ok. Eles logo terão consciência do tamanho da responsabilidade. Além disso, terão de superar o estigma que acompanha jovens atacantes brasileiros que se aventuram no exterior. Não são muitos os que, na era moderna do futebol, vingaram digamos, com tenra idade. Em média, se deram bem na arte de fazer gols aqueles que bateram asas um tanto mais maduros.

Foi assim com Careca (Napoli), Bebeto (Deportivo La Coruña), Jardel (Porto), Jonas para lembrar um quarteto importante – e só o último está em atividade, a divertir-se no Benfica. Primeiro cansaram de carimbar redes por estas bandas; só então, calejados e com cicatrizes de botinadas nas canelas foram encarar zagueiros europeus.

Mesmo emigrando com alguma experiência, nem todos brilharam. Roberto Dinamite saiu com 25 anos, passou uma temporada no Barcelona e fez o caminho de volta para casa. Luizão tinha 22 anos, quando se mandou para o La Coruña e resistiu a um campeonato. Adriano partiu para a Inter com 19 anos, mas rodou por Fiorentina e Parma até se fixar em Milão, entre os 22 e os 26 anos. Dali em diante, vida e obra entraram em parafuso. Pato saiu quase adolescente do Inter e nunca foi ídolo no Milan. Aos 21, Keirrison se maravilhou com a perspectiva de vestir a camisa do Barcelona e quebrou a cara.

Com 18 anos, Jô embarcou para o CSKA, de Moscou, e parecia exceção à regra. Desandou a fazer gols até despertar interesse do Manchester City. Na Inglaterra, travou. Ainda passou pelo Everton antes de ir para o Galatasaray. No regresso ao Brasil, jogou no Inter, teve o melhor momento no Atlético-MG – defendeu a seleção na Copa de 14! –, até ir pra Arábia e de lá pra China.

Exceção pra valer só Ronaldo. Não por acaso ganhou o apelido de Fenômeno. Saiu do Cruzeiro para o PSV, com 18 anos; e, da Holanda, ganhou mundo com Barcelona, Inter, Real Madrid, Milan. Conquistou títulos e prêmios, superou duas contusões terríveis e terminou a carreira no Corinthians.

A conversa toda nesta crônica não é para secar, agourar, zicar os Gabriéis (com o perdão do plural que magoa os ouvidos). Serve para mostrar que a Europa implica riscos para atacantes em formação. Ressalve-se que os rapazes são talentosos e atualmente o amadurecimento se processa de maneira rápida.
Na teoria, a missão de Jesus será menos árdua, pois jogará numa equipe que tende a ter sistema leve e de muito toque de bola, à maneira de Guardiola. Já Gabigol entrará num clube com dinheiro farto (de indonésios e chineses) e pressionado pela ausência de títulos, após o penta italiano entre 2006 e 2010. Gabriel pode esquivar-se do comando do ataque, com a alegação, correta, de que funciona bem na armação. Assim não o verão como homem-gol.

Por ora, resta curtir o que for possível. Gabigol voltou da Itália e jogou o segundo tempo do jogo com o Figueirense. Gabriel Jesus desfila a arte dele no Mané Garrincha, no clássico que o Palmeiras faz hoje com o Fluminense. E a torcida verde já começa a ter saudades dos prodígios dele…

*Crônica publicada em parte da edição deste domingo do Estadão.

Não acho Neymar gênio. Está distante dos melhores que já vi jogar.

Leia o post original por Nilson Cesar

Sinceramente acho Neymar distante dos melhores jogadores que já vi atuar. Pelé não conta. Zico, Sócrates, Rivelino, Ronaldo, Romário,  Ronaldinho Gaúcho , etc , foram muito melhores do que Neymar. Hoje  vivemos uma carência de grandes valores no futebol do Brasil e ele acaba se destacando dentro dessa mediocridade. No Barcelona Messi, Iniesta e Suarez para mim são mais importantes para o time do que Neymar. O seu comportamento fora de campo também não me agrada, mas isso não é problema meu. Não vejo verdade em suas ações. Acho tudo muito ensaiado e artificial. Tomara que o tempo ajude o Neymar amadurecer. Chamou pessoas de babacas e agora diz que teremos que engolir. Existem pessoas que são pobres demais e na verdade a única coisa que possuem é só muito dinheiro. Torço muito pela seleção brasileira , aliás Neymar é muito pequeno perto da história da seleção de futebol do Brasil.

Tostão foi generoso e exagerado com o aniversariante do dia

Leia o post original por Quartarollo

Romário completa 50 anos hoje. Parabéns a ele. Foi um dos maiores atacantes da história.

Fisicamente não era atleta, não gostava de treinar, mas nas noitadas não bebia, aliás, dizem os seus companheiros de balada, que jamais bebeu.

Era esperto, ficava sóbrio e também podia escolher melhor as mulheres.

Bêbado topa qualquer coisa. A bebida turva as ideias e a visão e isso traz problema quando se acorda mal acompanhado no dia seguinte.

Normalmente o cara diz: “Não foi com isso aí que eu dormi, não. Trocaram ela enquanto eu dormia”

Se bem que para boleiro não falta Maria chuteira de boa qualidade. Algumas vivem disso.

Mas baladas sem bebida à parte, Romário foi gênio como jogador.

Como pessoa eu não confio. Acho que soa muito falso muitas vezes e depois virou político e eu não confio nesse classe.

Estava na foto que confirmou o Brasil como sede do mundial-2014 ao lado de Dunga, Ronaldo, Ricardo Teixeira e Lula.

Era época do apoio total esperando uma boquinha no Comitê Organizador que acabou sobrando para o Fenômeno e não para ele.

Daí virou inimigo e até bateu certo em muita gente, mas já era para ter batido antes. Eles estavam do seu lado.

Parece político que se esquece onde está ou onde esteve até ontem.

Só como dois exemplos de como isso acontece. Temer faz parte do governo e diz que o PMDB quer ser governo em 2018. Oras, o que ele é agora?

Marta Suplicy foi ministra desse governo e agora faz de conta que nunca esteve lá.

É tão responsável quanto os que lá estão, aliás demorou demais para sair e ingênua ela não é. Vai convencer quem?

Em meio a tudo que se pode falar de Romário como jogador e agora político no Senado, surge a voz sempre inteligente do Dr. Eduardo Gonçalves de Andrade, popularmente conhecido como Tostão e me surpreende.

Ele respeita muito o gênio Romário e diz que na Seleção de 70 o baixinho seria titular no seu lugar. Duvido, Tostão foi o criador das principais jogadas daquele time ao lado de Gerson.

Era um Iniesta mais completo. Jogou com problema na retina que o tirou do futebol aos 26 anos de idade, em 1973, uma pena para ele e para o futebol.

Tostão era mais completo que Romário. Jogava armando pelo meio, pelos lados e dentro da área.

Tão baixinho também se meteu a fazer gols de cabeça em algumas ocasiões como contra a Argentina no ano seguinte à conquista da Copa, em amistoso, em Buenos Aires.

O passe para o quase gol do drible de corpo de Pelé contra Mazurkiewicz, do Uruguai, foi de Tostão.

O passe para Clodoaldo empatar o jogo contra o mesmo Uruguai, foi de Tostão.

Aquela obra prima desmontando a defesa da Inglaterra no gol de Jairzinho, foi obra de Tostão.

Até mesmo o arremesso lateral para Rivelino levantar a bola para Pelé abrir a contagem contra a Itália, foi de Tostão.

Numa época que lateral tinha que ser batido pelo lateral do time, Tostão pegou a bola e resolveu a situação ele mesmo.

Pegou os italianos ainda se arrumando após a bola sair e tomaram um gol de Pelé.

Se Romário jogasse naquele time de 70, meu caro Tostão, ele não ia querer o seu lugar.

Do jeito que é marrento, iria querer o lugar de Pelé. Nesse time ele não jogaria.

Nesse, eu que tanto concordo com suas observações, eu não concordo com você. Naquele time o 9 tinha que ser você mesmo. Romário seria um bom reserva assim como foram Paulo César Caju, Edu e outros que nem foram.

Tostão foi generoso e exagerado com Romário, é o que eu penso. Mas o baixinho de Minas sempre jogou mais para o time do que para ele mesmo, ao contrário do baixinho carioca.

Ausência de senadores atrasa trabalhos da CPI do futebol. Bom para Marin

Leia o post original por Perrone

Na última quinta, a CPI do Futebol realizou uma sessão com apenas três senadores presentes. Além de ouvir o depoimento do jornalista escocês Andrew Jennings, o encontro serviria para a votação de uma série de requerimentos, como a quebra dos sigilos bancário e fiscal de José Maria Marin. Só que a ausência da maioria dos integrantes impediu a votação.

Para os pedidos serem aprovados são necessários um parecer favorável de Romero Jucá (PMDB-RR), relator da CPI, e seis votos a favor. A comissão tem 11 senadores titulares.

Responsável pelo pedido de quebra do sigilo bancário de Marin, Paulo Bauer (PSDB-SC) diz não acreditar em boicote arquitetado pela bancada da bola para prejudicar os trabalhos. Por meio de sua assessoria de imprensa, ele afirmou avaliar o baixo quórum como normal, apesar de ruim. Creditou o esvaziamento ao fato de sempre existirem outras sessões acontecendo ao mesmo tempo.

Além da abertura dos dados financeiros de Marin, preso na Suíça, estão na gaveta os pedidos para que sejam convocados o atual presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, e Ricardo Teixeira, ex-ocupante do cargo. Os dois requerimentos foram feitos em 4 de agosto pelo senador Romário, (PSB-RJ).

Também não foram apreciados ainda pedidos para que a comissão receba informações sobre movimentações financeiras da confederação com empresas internacionais. Ao todo, são oito pedidos que aguardam votação.

A CPI tem 180 dias contados desde 14 de julho para concluir os trabalhos.