Arquivo da categoria: São Januário

Cheio & Vazio

Leia o post original por Odir Cunha

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Cheio & Vazio

Com mais de 15 mil pessoas, o Urbano Caldeira bateu o seu recorde de público no ano para ver o time feminino do Santos, em jogo empolgante, vencer o Corinthians na primeira partida da final do Campeonato Brasileiro. Um detalhe: a entrada foi gratuita. Isso quer dizer que o santista da Baixada adora futebol e iria mais vezes à Vila Belmiro se o preço do ingresso fosse mais barato. A Vila tem de voltar a ser um estádio da massa santista, com menos camarotes e cadeiras cativas e mais lugares populares.

Em um Engenhão sem público, Vasco e Santos empataram em 0 a 0, em um dos piores e mais desanimados jogos do ano. O Vasco está sendo punido pelos incidentes ocorridos na derrota para o Flamengo, em um estádio de São Januário superlotado. Todos sabem que o estádio vascaíno tem uma capacidade apenas um pouco maior do que a Vila Belmiro, que não chega a 20 mil pessoas, mas o presidente do clube carioca, Eurico Miranda, insiste em mandar todos os clássicos lá, assim como Modesto Roma faz no Santos. Isso não traz benefícios técnicos ao time e freia o crescimento do clube, cuja torcida tem diminuído a cada ano.

Para pagar contas emergenciais, o Santos vendeu o passe do promissor Thiago Maia ao Lille, da França, pelo equivalente a 51 milhões de reais, dos quais o Alvinegro Praiano deveria ficar com 70%, ou cerca de 35,5 milhões. Cofres cheios? Nem tanto. Desse valor ainda é preciso tirar a comissão dos intermediários e o que restar será absorvido rapidamente pelas despesas imediatas. O que sobrará dará para pagar apenas três ou meses de salários dos jogadores. Se não vender mais ninguém, as contas não fecharão. Enquanto isso, veteranos em fim de carreira, que nem conseguem ser titulares, são contratados ou renovam contratos com salários que não ganhariam nem na China – o que, logicamente, deixa os cofres vazios.

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Opinião: Vasco precisa proteger seus torcedores pacíficos da ala violenta

Leia o post original por Perrone

Eurico Miranda está certo quando aponta o dedo para Polícia Militar ao falar das bombas atiradas em São Januário neste sábado (8), após a derrota do Vasco para o Flamengo por 1 a 0.

Mas de nada adianta o presidente acusar a PM, cruzar os braços e fechar os olhos. Os policiais falharam na revista, mas eles não são os principais culpados por mais um distúrbio no local.

A maior parcela de culpa, na opinião deste blogueiro, é de uma minoria de torcedores vascaí­nos que sabe se lá por qual motivo teima em prejudicar a equipe. Os caras são reincidentes. Para ficar num exemplo recente, em junho saíram na porrada dentro de São Januário ainda antes de terminar a partida em que o time da casa perdeu por 5 a 2 para o Corinthians, pelo Brasileiro.

Assim, o Vasco precisa se proteger contra esses vândalos. Não pode continuar sendo prejudicado por eles. E se não quiser se defender, tem a obrigação de proteger seus torcedores pacíficos. Deixar tudo na mão da PM não é uma demonstração de respeito aos fãs do time. Pelo contrário, soa como um “tô nem a픝.

No lugar de falar na existência de uma política para prejudicar o futebol, Eurico deveria se esforçar para que o clube ajude a polícia a identificar os baderneiros e a evitar a entrada deles no estádio. Poderia, por exemplo, instalar mais câmeras de segurança e tomar a iniciativa de entregar as imagens para as autoridades quando necessário.

O clube deve também estudar medidas mais drásticas, como não mandar jogos de alto risco em São Januário. Atuar em casa é um direito sagrado de todos os clubes. Mas, a segurança dos torcedores está em primeiro lugar.

O lar vascaíno tem problemas estruturais, por mais que isso corroa o orgulho de Eurico. Seu entorno é estreito e dificulta a atuação da poli­cia. Do lado de dentro, há pouco espaço para o escoamento da massa em caso de emergência. E num estádio maior, talvez, torcedores não tentassem invadir o campo, como aconteceu neste sábado.

Jogar fora de casa uma ou outra vez no Brasileiro por questões de segurança seria menos prejudicial ao clube do que ter sua imagem arranhada por fatos como os que aconteceram na partida contra o Flamengo e que certamente afastam parte da torcida. Mais do que isso, o risco à integridade física do torcedor que só quer torcer seria menor em um local mais seguro em partidas críticas. É o que deveria importar para o Vasco.

A bola pune

Leia o post original por Rica Perrone

O tão discutido estilo “Muricybol” foi, enfim, apresentado ao rubro-negro.  É isso, basicamente isso. O time se fecha, chama o adversário e tenta numa bola parada ou contra-ataque encontrar o gol da vitória.  Contra time grande é assim, especialmente fora de casa. O Flamengo não jogou. Esperou o Vasco dar espaço pra tentar achar o …

O menor perigo é a violência

Leia o post original por Rica Perrone

Não costumo ter esse medo da violência em estádios que outros tantos tem. Em 99% dos casos as brigas acontecem no metrô, nas sedes, bem longe de onde está cheio de cameras e policiais. Em São Januário ou no Maracanã, as brigas dos marginais organizados devem acontecer a consideráveis metros dali. Não, não devemos deixar …

Palmeiras e Santos só pensam naquilo

Leia o post original por Quartarollo

Palmeiras e Santos já se despediram do Campeonato Brasileiro. Jogaram com reservas neste domingo dando chances aos adversários que estavam precisando do resultado por causa do rebaixamento.

Ambos só pensam naquilo. Só pensam nela, a Copa do Brasil, a taça que vale um passaporte para a Libertadores-2016.

O Palmeiras conseguiu se despedir da Arena Palestra Itália, no Brasileiro, com uma derrota por 2 x 0 para o fraco Coritiba.

Entrou apenas com Lucas que é titular e porque está fora do jogo de quarta-feira contra o Santos pela expulsão na Vila Belmiro.

Os demais eram reservas autênticos e jogaram como autênticos jogadores do time B.

Disso se aproveitou o Coritiba para fazer dois gols com Juan, aquele mesmo que foi lateral do Flamengo e São Paulo, e Henrique Almeida, aquele mesmo que foi dispensado do São Paulo depois de aparecer bem nas equipes de base do Brasil.

Marcelo Oliveira admitiu que o time fez menos do que podia no Brasileiro e agora só resta a Copa do Brasil para amainar as críticas.

A equipe perdeu 15 jogos com o de hoje. É muita coisa num Campeonato só.

O Santos foi no inundado e superado estádio de São Januário e conseguiu perder para o Vasco da Gama por 1 x 0, gol do ex-santista e palmeirense, Nenê, que se não jogasse em um time tão ruim estaria na seleção do Campeonato com folga.

Dorival Júnior não teve vergonha nenhuma em deixar todo o time titular de fora. Largou de vez o Brasileiro embora com uma vitória pudesse ainda matematicamente brigar com o São Paulo pelo G-4.

Talvez o treinador soubesse que fora de casa nem mesmo com os titulares tem conseguido vencer. Então os reservas só repetiram o ritual da equipe principal.

Palmeiras e Santos jogaram a toalha no Brasileiro. Mas um deles vai sobrar e não chegará à Libertadores-2016. E daí? Como isso será analisado?

Se for o Palmeiras dizem até que Marcelo corre risco de não continuar. Na Vila, Dorival está mais tranquilo, mas já começaria 2016 sob pressão.

Enquanto o Coritiba fugia da zona do rebaixamento aqui em São Paulo, embora ainda corra risco, o Vasco continua sonhando em sair lá de baixo e não cair pela terceira vez para a segunda divisão.

Culpa de quem? Culpa do Santos que deu a vitória de mão beijada para o time do Eurico Miranda.

Aliás, para começar, não era nem para ter jogo. Túneis inundados, gramado impraticável e a falta de coragem de Leandro Pedro Vuaden para adiar o encontro.

Justamente Vuaden que no começo da carreira era muito mais corajoso.

Mas parece que nada disso vai adiantar para o Vasco. O seu caminho para a segunda divisão já está asfaltado.

Ele tem que vencer o Coritiba, domingo próximo, em Curitiba, e ainda torcer contra Figueirense e Avaí para escapar da Série B.

Mesmo que vença não conseguiria ultrapassar o Coritiba. O seu saldo negativo é de menos 26. Teria que vencer por uma quantidade absurda de gols. Cairia mesmo com uma vitória.

Ao Coritiba resta empatar o jogo com o Vasco que estará salvo. Se perder terá que torcer contra Figueirense ou Avaí, um dos dois não poderia ganhar.

O Avaí tem 41 pontos e poderia ultrapassar o Coritiba, mas terá que vencer o Corinthians, em Itaquera.

O Figueirense mesmo vencendo o Fluminense, em Florianópolis, ainda teria que tirar o saldo de gols que nesse momento é negativo com menos 15, enquanto que o saldo negativo do Coritiba é de menos 11.

Tem ainda o Goiás com 38 pontos praticamente na Série B. Domingo recebe o São Paulo, no Serra Dourada, em Goiânia, e precisa vencer e ao mesmo tempo torcer contra Vasco, Figueirense e Avaí.

Se vencer vai a 41 pontos e como tem um saldo negativo de 9 gols, ou seja, menos que os outros concorrentes, se terminar empatado em pontos com o mesmo número de vitórias, escaparia no quesito desempate.

Mas se o Avaí empatar com o Corinthians, o Goiás cairá de qualquer maneira. O Avaí já tem 41 pontos ganhos e é o primeiro fora da zona do rebaixamento e não seria mais alcançado pelo Goiás que só chegaria a esses mesmos 41 pontos.

 

Vasco pode salvar-se. Mas o pênalti…

Leia o post original por Antero Greco

Amigo vascaíno, entendo a angústia e o alívio que sente neste momento. Tensão porque ainda existe o perigo do rebaixamento e esperança de salvação. O time parecia morto, dois meses atrás, e agora vai para a última rodada com possibilidade de manter-se na Série A, se fizer a parte dele e se Avaí e/ou Figueirense tropeçarem. Estou com você, sou solidário.

Mas, aqui entre nós: o pênalti do qual surgiu o gol solitário e salvador no clássico com o Santos foi mandrake. Nenê caprichou na encenação e Pedro Vauden foi na dele. O goleiro Vanderlei saiu para defender, não pegou o atacante, que saltou por cima e caiu espetacularmente. Cobrou, marcou e deixou o time em vantagem que segurou até o final.

Não convence a alegação de que ocorreu “ação temerária do goleiro”. Isso é muleta para justificar a decisão do juiz. Se Vuaden não marcasse nada, diria que não houve falta ou que, no máximo, deveria optar por tiro livre indireto. As regras deixam sempre escapatórias para os árbitros.

Não significa que o Vasco não tenha feito o suficiente para vencer. Fez, e desde o começo. Só no primeiro tempo, teve chances claras com Jorge Henrique, Riascos e com o próprio Nenê. O Santos deu pouco trabalho – e, quando chegou perto do gol, Martin Silva mostrou segurança. No segundo tempo, a equipe paulista sumiu em campo.

O Vasco venceu na raça, no suor, na água, foi a 40 pontos, numa recuperação extraordinária. Talvez nem os fanáticos pudessem imaginar que encontraria alguma brecha para manter-se vivo até a última rodada. Agora, tem de ganhar do Coritiba no Paraná e torcer por tropeços de Avaí e Figueirense. Complicado, mas não custa sonhar.

Joguem por suas carreiras!

Leia o post original por Odir Cunha

Se você fosse o técnico do Santos, o que faria para motivar o time de reservas que deve enfrentar o Vasco neste domingo, às 17 horas, em São Januário? Como nem os titulares ganham fora de casa, será que o jeito é escalar qualquer um, falar qualquer coisa e colocar em campo uma equipe preparada para perder? Não, obviamente. Um real competidor jamais entra em campo com a única opção da derrota. E esse jogo contra o Vasco oferece mais alternativas do que parece. Vejamos cinco pontos a serem considerados:

1 – Talvez seja preciso usar os titulares

Não podemos nos esquecer de que neste sábado o Internacional enfrenta o Fluminense, no Rio de Janeiro, e o São Paulo recebe o imprevisível Figueirense. Se nem Inter e nem São Paulo vencerem seus jogos, o Santos poderá voltar ao G4 com uma vitória sobre o Vasco, amanhã.

Portanto, o Santos jogará já sabendo dos resultados de seus concorrentes, o que será uma vantagem. E como o último jogo do Santos no Campeonato Brasileiro será contra o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro, eu diria que caso volte ao G4 neste domingo, o Alvinegro Praiano terá totais possibilidades de terminar a competição entre os classificados para a Copa Libertadores, tornando a final da Copa do Brasil menos vital para sua temporada de 2016. Assim, caso a vitória retorne o Santos ao G4, Dorival terá de rever a decisão de usar um time de reservas contra o Vasco, pois a partida se tornará importantíssima, uma verdadeira final.

2 – O jogo é decisivo para muitos jogadores

Talvez a partida não seja decisiva para o Santos, mas, certamente, é essencial para a carreira de muitos jogadores reservas, que neste domingo deverão ter mais uma oportunidade de mostrar que merecem continuar no clube em 2016. Fosse eu o técnico, deixaria claro que o desempenho de cada um contra o Vasco seria analisado com atenção e poderia ser determinante para sua permanência no Santos. Em outras palavras, eu diria: “Além de jogar pelo Santos, joguem por suas carreiras!”.

3 – A definição da vaga pode ficar para última rodada

Caso o Santos – toc, toc, toc – perca a final da Copa do Brasil para o Palmeiras, no meio da semana, sua última esperança de conseguir uma vaga na Copa Libertadores pode vir da última rodada do Campeonato Brasileiro, desde que, é claro, ainda conserve ao menos as chamadas chances matemáticas.

Nessa última rodada, o São Paulo irá a Goiânia enfrentar um Goiás que poderá depender da vitória para não ser rebaixado. Para isso, neste domingo, o santista tem de torcer para o Goiás vencer o Chapecoense, em Chapecó, jogo marcado para as 18 horas. A missão é difícil, mas não impossível. Se ganhar os três pontos em Santa Catarina, o Goiás talvez se safe ganhando depois do tricolor paulista.

Em sua última partida o Internacional receberá o Cruzeiro, que tem jogado bem. Um empate não seria nenhuma grande surpresa. Portanto, caso ainda vá para a última rodada com chances, o Santos ainda poderá conseguir a vaga para a Libertadores. Para isso, porém, é aconselhável que ao menos empate o jogo de São Januário.

4 – Dá para escalar um time competitivo, mesmo com reservas

Todo técnico tem as suas preferências, mesmo quando a maior parte da torcida não concorda com elas. Marcelo Fernandes era apaixonado pelo Lucas Otávio, o Batatinha; Dorival Junior gosta do Nilson, o Batatão. Temos de aceitar, já que o técnico é que vê os treinos, acompanha o trabalho diário dos jogadores. Porém, se o professor me permite, creio que mesmo usando reservas, com exceção do goleiro e de um jogador de armação, é possível o Santos montar um time competitivo para enfrentar o Vasco.

No gol manteria o Vanderlei porque é uma posição de enorme responsabilidade e não vejo qualidade suficiente no Vladimir e nem experiência no Gabriel Gasparotto para entrarem em jogo tão importante.

Na zaga, não dá para inventar muito. Werley dá calafrios, mas já jogou várias vezes e até já fez boas partidas. Ao seu lado, o garoto Paulo Ricardo só precisa fazer menos faltas bobas e se colocar melhor para bloquear o atacante antes que ele domine a bola.

Nas laterais, a lógica é Daniel Guedes na direita e Chiquinho ou Caju na esquerda. Não há como fugir disso. Do meio para a frente, não creio que o time de reservas tenha tão poucas alternativas como parece.

Se já está bem fisicamente, Alison tem de voltar. Espero também que o experiente Ledesma esteja melhor de fôlego, pois é outro que pode entrar numa boa. Se não der para o veterano, que volte o Batatinha. Ele é baixinho, tem problemas nas bolas altas, mas não é ruim tecnicamente e, desde que esteja bem motivado, certamente dará o sangue pelo time que aprendeu a amar desde criança.

Enfim, eu teria dois jogadores de marcação no meio-campo e dois que poderiam também ir mais à frente. Um deles seria o Leandro. O Dorival não pediu sua contratação? Então, meu caro, está na hora de o rapaz mostrar porque já foi tão valorizado no futebol brasileiro. Ao seu lado eu escalaria o segundo titular, ou meio titular, que é o Marquinhos Gabriel. Só com o Ledesma para armar, o time ficaria muito lento. O Marquinhos dá mais velocidade à saída de bola da defesa para o ataque.

Na frente, eu escalaria Geuvânio e Rafael Longuine. Ambos já atuaram por times pequenos, estão acostumados a se virar, quase sozinhos, contra um bando de defensores, sabem prender a bola e são atrevidos. Se o Longuine fez sete gols no último Campeonato Paulista jogando pelo Audax, pode muito bem fazer um golzinho em São Januário. O mesmo digo do Geuvânio, que tem repentes de gênio. Deixaria o Neto Berola no banco, como opção para o caso de o Vasco atacar com tudo e deixar muito espaço na defesa. Rapidinho, o Neto – bip, bip – Berola pode ser útil nessa situação.

Então, meu time para enfrentar o Vasco e manter as chances de o Santos conseguir uma vaga no G4 seria Vanderlei, Daniel Guedes, Werley, Paulo Ricardo e Chiquinho (ou Caju); Alison, Ledesma (ou Lucas Otávio), Leandro e Marquinhos Gabriel; Geuvânio (Neto Berola) e Rafael Longuine.

Pode não ser uma maravilha, mas o Vasco já perdeu, em casa, de times piores. Resta saber se Dorival treinou, preparou bem a equipe de reservas para o jogo deste domingo, ou se vai apresentar os jogadores pouco antes de entrarem em campo.

5 – Um “bicho” especial para motivar os reservas

Estamos carecas de saber que este, contra o Vasco, é o tipo de jogo em que o Santos entra desmotivado, se arrasta em campo e perde. Uma das maneiras de mexer com os jogadores, como eu disse, é destacar que o desempenho de cada um será analisado pela comissão técnica. Outra forma, talvez mais interessante, seja oferecer um “bicho” extra pela vitória.

Mesmo que ofereça, digamos, um prêmio de 10, 20 ou mesmo 30 mil reais para cada jogador que atue contra o Vasco, o Santos ficará no lucro caso eles consigam a vitória, pois a diferença de premiação do sexto lugar, posição que o Santos ocupa no momento, para o quinto ou quarto lugares, já valerá, com sobras, o investimento.

Se permanecer na sexta posição, o Santos receberá R$ 1,4 milhão. Se pular para quinto, R$ 800 mil a mais, ou R$ 2,2 milhões, e se terminar em quarto, R$ 1,8 milhão a mais, ou R$ 3,2 milhões. Portanto, vale muito a pena motivar de todas as formas os jogadores que enfrentarão o Vasco.

E pra você, como o Santos deve ser montado para jogar em São Januário?