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Para conselheiros do São Paulo, Ceni é o menos culpado por má fase

Leia o post original por Perrone

Rogério Ceni não é o principal culpado pelos maus resultados do São Paulo. Uma série de fatores atrapalha o trabalho do treinador, por isso demiti-lo agora seria uma injustiça. Esse é o pensamento da maioria dos conselheiros do São Paulo. Essa forma de pensar evita a pressão interna na diretoria para demitir o técnico.

A maior parte dos membros do conselho entende que existem falhas estruturais que precisam ser resolvidas para melhorar as condições de atuação do ex-goleiro. A troca do preparador físico José Mário Campeiz é uma delas. Desde maio há pressão por sua demissão.

Os conselheiros também abraçam a tese defendida por Vinícius Pinotti em reunião com eles na última segunda de que existem jogadores descompromissados com o time e que quem não se enquadrar deverá deixar o Morumbi.

Outro argumento é de que as recentes vendas e contratações de jogadores também dificultaram a missão de Ceni. A aposta é de que quando os reforços se entrosarem com o restante do time o rendimento irá melhorar.

Com o apoio da maioria do conselho, Rogério garante o tripé fundamental para sua manutenção no cargo. Ele tem também o apoio público da diretoria e da principal organizada são-paulina, a Independente.

 

 

Caridade por idolatria?

Leia o post original por Craque Neto

O São Paulo acabou de acertar a renovação de contrato do uruguaio Diego Lugano. O vínculo que iria até a próxima sexta foi prolongado até o final desta temporada. Posso falar? Acho sinceramente um baita erro de gestão. O jogador tem altos salários e para o lugar dele daria pra contratar tranquilamente um zagueiro de mais qualidade e disposição no momento. Vejam bem, não dá pra negar que o Lugano é ídolo, jogou muito e tem um nome ligado a um passado de conquistas do clube. Mas já é ex-atleta. Não consegue mais jogar nem 10% do que jogava. É […]

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São Paulo precisa “chacoalhar o limoeiro”, mas não vai cair!

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Foto: Bruno Freitas / UOL Esporte

É, meus amigos, o São Paulo Futebol Clube, que por anos foi o maior time da América do Sul, hoje está estacionado perigosamente perto da zona de degola do Brasileirão.

E a torcida tricolor, que não é boba, já percebeu que a coisa anda feia e tem constantemente realizado protestos no Morumbi.

O alvo, em quase todas as manifestações, é o presidente Leco.

E os revoltados são-paulinos estão certos.

Rogério Ceni, coitado, iniciando a sua carreira como técnico, merecia um time muito melhor para embalar nesta nova empreitada.

Só que, em vez de ajudar, a diretoria só o atrapalha.

Consegue ainda vender os bons jogadores do elenco e, para a substituição deles, tem contratado ilustres desconhecidos que estão esquecidos em algum lugar do mundo.

Alô, Leco, passou da hora de “chacoalhar o limoeiro” aí no Morumbi.

Mas os são-paulinos podem ficar tranquilos.

A temporada será sofrível, mas o Tricolor não vai cair!

Abaixo, ouça a minha opinião sobre a rodada que colocou o Timão com folga na liderança:

Opine!

Após agradar torcida, Leco vê organizada contra ele e a favor de Ceni

Leia o post original por Perrone

Ao acertar a contratação de Rogério Ceni como técnico, a diretoria do São Paulo fez uma opção arriscada, pois apostou num novato. A única certeza era de que a medida teria apoio da maior parte da torcida, algo ainda mais importante em período eleitoral.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi eleito, negando que a escolha por Ceni tenha tido cunho eleitoral.

Hoje, o presidente sente na pele o efeito de sua opção. A Independente, principal organizada são-paulina, apoia o treinador e detona o presidente. No twitter, ela usa os slogans “fechado com o mito” e “fora Leco”.

A situação é incomum. No lugar de pedir a queda do treinador do time, que se aproxima da zona de rebaixamento, a torcida pede a renúncia do presidente.

Leco ficou numa posição difícil. Se trocar de treinador agora será massacrado pela uniformizada, o que certamente terá reflexos na política interna.

Assim, o dirigente que adotou outras  medidas simpáticas à torcida, como as contratações de Lugano e Maicon, vê sua estratégia se voltar contra ele.

Torcer para o São Paulo voltará a ser moleza!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC

Quem diria?

O São Paulo FC virou saco de pancadas.

O outrora glorioso Tricolor do Morumbi é hoje a quinta força do futebol paulista.

E um dos piores do Brasil.

Há 20 anos que não perdia tanto no Brasileirão.

Até quando resiste Rogério Ceni?

É um mito ameaçado.

“Ameaçado” com exclamação ou com interrogação?

As próximas semanas dirão.

Ou os próximos dias.

Leco precisa dar leite A de Guaxupé-MG para seu raquítico elenco.

Afinal, os conselheiros tricolores não quiseram Pimenta e o time ficou sem Abílio “Parmalat” Diniz.

E sem Abílio “Crefisa” Diniz.

Agora é aguardar e torcer.

Já Rogério Ceni, culpado ou não, lamenta não ter ovos para fazer um bom omelete.

Mas os corredores do Morumbi já gritam que ele é um cozinheiro sem sal e que sua maionese irá desandar.

Tomara que não!

E acho que não!

Ceni nasceu para ser ganhador.

Não quis fazer TV, dispensando fortunas, porque é são-paulino demais.

Foi e é muito mito como goleiro, uma dificuldade.

Fácil é ser técnico, espécie de dono de sauna, que vive do suor alheio.

Definição simplista, mas que ameaça a imagem do segundo maior jogador da história do São Paulo FC.

O primeiro é Roberto Dias (1943 – 2007).

Incrível como “Robertão” Dias, como narrava Geraldo José de Almeida, não tenha disputado uma Copa do Mundo sequer.

Ele é o Ademir da Guia do Morumbi.

74 “não vale” para o Divino, um dos 10 maiores e melhores jogadores da história.

Humilde, calado e superior a Cruyff, mas esqueceu de avisar.

O mundo não soube de Ademir da Guia.

Só que o Vale do Silício deu um jeito e os geniais Roberto Dias e Ademir da Guia “ganharam a Copa de 66”.

Com a criatividade sem fim dos milagrosos meninos da Califórnia-EUA, nasceu outro dia o “Computador de Deus”.

Nele você escolhe e digita a “sua” seleção brasileira, desde 1930, e fica sabendo em segundos em que lugar ficou ou ficaria o Brasil sem os erros de Píndaro de Carvalho, Luís Augusto Vinhaes, Ademar Pimenta, Flávio Costa, Zezé Moreira, Feola-66, Zagallo, Parreira, Coutinho, Felipão 7 a 1 e Dunga.

Fiz isso e “constatei”.

O Brasil foi campeão mundial de 1966 na Inglaterra jogando com Valdir Joaquim de Moraes; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Roberto Dias e Lima Curinga; Dino Sani, Ademir da Guia e Rivellino; Tostão, Pelé e Edu.

Esse time não marcava ninguém porque o adversário não pegava na bola.

Ganhamos todos os jogos por 4 a 1 e a final foi contra a Argentina.

Edu, o maior 11 da história, maravilhou o mundo e ofuscou Pelé.

Roberto Dias e Ademir da Guia foram definidos como “perfeitos”!

Assim, obrigado ao “Computador de Deus” por fazer justiça a dois gênios esquecidos do São Paulo e do Palmeiras.

Ah, digitei também nesta mágica máquina do passado e do futuro a hashtag #RogérioCeniTreinador.

Saiu: “Campeão Brasileiro de 2017”!

Opine!

Mesmo descontente com crítica de Ceni, diretoria não vai rebater técnico

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A diretoria do São Paulo discordou da crítica de Rogério Ceni ao vaivém de atletas no time e não gostou da atitude do treinador.

Porém, a decisão é não rebater o técnico publicamente para evitar polêmica e uma crise escancarada. Ao mesmo tempo, os cartolas vão continuar assegurando a permanência dele no cargo.

Mas, internamente, fica claro o distanciamento entre direção e técnico. Nesse cenário, é possível afirmar que ele não está mais tão firme no posto como antes.

Após a derrota por 1 a 0 contra o Atlético-PR, em Curitiba, ele afirmou que times vencedores se mantêm. “O clube pensa em estar com o pagamento em dia, em cuidar das finanças, mas também agora em trazer jogadores. Só que agora precisamos fazer com que eles se adaptem e que o esquema se adapte ao que eles oferecerem. Talvez seja necessário mudar o sistema de jogo”, afirmou o técnico.

Para a direção, no entanto, não há erro. Com sua estratégia, o clube busca priorizar as finanças, mas sem enfraquecer a equipe. Por isso traçou como meta usar parte do dinheiro das vendas para pagar dívidas e outra (menos do que 50%) em reforços. A estratégia resultou no vaivém criticado por Ceni.

Em meio a crise vão se livrar de um baita BONDE!

Leia o post original por Craque Neto

Apesar de toda a instabilidade que o São Paulo está passando pelo menos está chegando uma boa notícia. A diretoria topou a proposta e o zagueiro Maicon deve estar indo para o futebol da Turquia, mais precisamente o Galatasaray, por impressionantes 7 milhões de Euros (aproximadamente R$ 25,7 milhões). E por que digo IMPRESSIONANTES? Porque muita gente valorizou esse rapaz em um curto prazo por simplesmente ter ‘panca’ de xerifão e por ter substituído o goleiro Dênis durante uma partida da Libertadores do ano passado. Até porque bola mesmo esse rapaz não joga absolutamente nada! Com toda a sinceridade quando […]

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Para parte da diretoria do São Paulo, vender Maicon é corrigir erro

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A bem encaminhada venda de Maicon para o Galatasaray (Turquia) é vista por ala da diretoria do São Paulo como chance de corrigir o erro que teria sido cometido com sua contratação. Quem pensa assim acredita ter sido uma falha aceitar a negociação com o Porto que comprometeu 6 milhões de euros dos cofres são-paulinos.

A avaliação é de que em junho de 2016, pressionada por uma série de fatores, a direção tricolor aceitou pagar mais do que o histórico do zagueiro sugeria que ele valia. Na ocasião, o empréstimo dele terminaria em meio à luta do time para chegar à final da Libertadores. Maicon vinha de seguidas boas atuações e era líder do time e idolatrado pela torcida. Logo após sua compra, no entanto, foi expulso na primeira partida da semifinal contra o Atlético Nacional. No segundo jogo veio a eliminação.

Com aval do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, a transação foi fechada por Gustavo Vieira, então diretor executivo de futebol.

Hoje, o zagueiro é criticado por cometer erros que ajudam a defesa são-paulina a ser o ponto mais fraco da equipe. Essas atuações, aliadas a outras do ano passado após o atleta viver seu auge no clube, são usadas como argumento de parte da diretoria e de conselheiros de que o São Paulo pagou mais do que deveria por Maicon.

Para esses críticos, o clube agora não pode perder a chance de vender o zagueiro para os turcos, que ofereceram 7 milhões de euros e mais 1 milhão de euros em bônus por metas alcançadas.

A oferta foi motivo de comemoração no Morumbi. A expectativa é de concretizar a venda nas próximas horas.