Arquivo da categoria: São Paulo

No mercado agitado da bola, quem se sairá melhor? Verdão segue dando show!

Leia o post original por Milton Neves

Mais um ano se encerrou. Com ele, ficam os nossos erros e acertos.

E é assim que começa mais uma temporada, com os clubes agitados e preocupados em alcançar apenas o sucesso.

Pois, mal acaba o Brasileirão e as especulações envolvendo os jogadores logo se iniciam.

Um “tal de disse me disse” sobre transações é o que mais se ouve falar.

A bem da verdade, surpresas sempre nos pegam de jeito, mas raras às vezes.

O lado bom disso tudo, é poder acompanhar a movimentação dos times, com investidas e com os tradicionais “chapéus”.

Por falar em chapéu, o Palmeiras, que quase se tornou uma “Portuguesa”, hoje é um grande mestre na arte da negociação.

Dentre os grandes de São Paulo, de uns tempos pra cá, o Verdão virou uma espécie de Real Madrid ou Barcelona no quesito contratação.

Corinthians, Santos e São Paulo acabam penando com o poderio alviverde, que devido a qualidade do elenco começa o ano favorito a qualquer título.

E como um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, será difícil o Timão, por exemplo, novamente ser campeão de tudo com um time limitado a estrelas.

Já o meu Peixe e o Tricolor, provavelmente sofrerão com as perdas significativas e a pouca atitude na busca por reforços.

Mas e você torcedor, acha que o Palmeiras se sairá melhor no mercado da bola?

Conseguirá o Verdão formar um time digno de ser campeão mundial pela primeira vez?

OPINE!!!

Devolve o Pratto pra Argentina!!!

Leia o post original por Craque Neto

Soube que o São Paulo recebeu uma proposta de 10 milhões de dólares do River Plate da Argentina para contratar o atacante Lucas Pratto. Se sou o presidente Leco eu vendo na hora! O gringo fez só 7 gols nesse Brasileirão em 35 partidas. Vergonhoso! E analisando que o Tricolor pagou R$ 20,7 milhões para o Galo em um jogador que está prestes a completar 30 anos, valeria muito a pena negociá-lo. Digo, logicamente, porque o custo-benefício seria bom. Hoje o Pratto nem de longe lembra o jogador raçudo e artilheiro dos tempos de Velez e Atlético/MG. Desempenho que inclusive o […]

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Estafe de Diego Souza aguarda oferta do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Depois de um contato inicial, o estafe de Diego Souza espera o São Paulo formular proposta pelo jogador. As duas partes asseguram que ainda não conversaram sobre valores e tempo de contrato.

A diretoria tricolor manifestou o desejo de contar com o veterano e agora faz suas contas para saber o que tem para oferecer ao atleta e ao Sport.

Caso encaminhem a oferta, os são-paulinos devem esperar uma sinalização positiva do estafe do jogador para abrir negociação com o clube pernambucano.

O time de Recife, porém, já demonstrou que não pretende facilitar a saída de Diego. A esperança no Morumbi é de que o atleta tenha interesse na transferência e convença o Sport a fechar o negócio.

Uma dificuldade para os são-paulinos deve ser oferecer grande aumento para o meia-atacante. Os tricolores trabalham com a informação de que ele recebe atualmente R$ 450 mil mensais. A quantia já está próxima do teto salarial pago pela agremiação paulista, que é de R$ 500 mil. Esse é o valor embolsado por Pratto. Hernanes fatura aproximadamente R$ 2 milhões por mês, mas o São Paulo paga R$ 500 mil. O restante é quitado pelos chineses do Hebei Fortune, clube com o qual mantém vínculo.

Em julho, o Palmeiras tentou contratar o meia-atacante, mas não houve acerto com o Sport. A pedida inicial dos pernambucanos foi de R$ 30 milhões, como mostrou o Blog do Rodrigo Mattos.

O contrato de Diego com a equipe nordestina vai até o final de 2018.

Por enquanto, o discurso de gente próxima ao jogador é que ele está feliz no Sport, mas que se propostas chegarem elas serão analisadas.

Eu nunca fui fã do Kaká

Leia o post original por Rica Perrone

Kaká se aposentou. Aos 35 anos encerra sua carreira brilhante por notar que há algum tempo não é mais o mesmo jogador e que ao contrário da maioria, pode continuar sendo ótimo profissional em outras áreas.  Kaká não limita sua capacidade aos pés, e por isso é quem ele é.

Ao contrário do que era previsível pelo meu time ser o São Paulo, eu nunca fui fã do Kaká. O que não significa que não gostasse dele, apenas que nunca o tive como referência de personalidade ou mesmo de jogador. Sempre gostei mais do perfil menos correto, e também do jogador mais fortemente identificado com um clube brasileiro.

Kaká teve tudo. E ao contrário do Ronaldinho, não teve a “sorte” de se tornar “jogador de alguém” aqui antes de parar.  Ronaldinho ia encerrar sendo o ídolo de todos, mas também o de ninguém.  O Galo lhe abriu a porta e ele levantou um caneco ao apagar das luzes que lhe deu uma camisa para ostentar por toda sua aposentadoria.

Kaká sempre vestirá a do SPFC, mas não cabe a ele o rótulo de um dos grandes ídolos do clube exatamente por não ter deixado muita coisa ali, nem mesmo muita grana. Por azar, por fase, seja lá pelo que for, faltou ao Kaká uma taça aqui dentro. Aquela imagem que eterniza o jogador num clube.

Ao final de 2010 me lembro de ter discutido com o amigo Diogo, assessor dele, que ele viria para o  São Paulo novamente. Era meio que uma esperança que eu tinha de ter um “melhor do mundo” campeão no meu time. Não aconteceu. Kaká embora tenha ido bem, passou como outros tantos.

É a hora em que uso o exemplo Kaká para refletir. Ele tem absolutamente tudo. Rico, bonito, jovem, ídolo pelo mundo, exemplo, títulos, saúde. Onde ele passa é aplaudido.  Mas eu gostaria muito de perguntar a ele se não faz falta, tendo tudo que tem, ser  um grande ídolo do “nosso time”.

Conca, que recentemente fez a estupidez de abrir mão da única coisa que ele tinha além de dinheiro que era a idolatria do Flu para ser encostado no Flamengo, que o diga.

Kaká não teve essa escolha. Não cometeu um “erro”. A vida não lhe deu esse título. Acontece.

Mas eu queria saber o que o Kaká diria para essa geração de jogadores que saem daqui em 2 semanas de profissional se vale a pena tentar marcar sua historia num clube nosso ou se não faz a menor diferença.

Eu sinto falta de tê-lo como ídolo.  Embora ele não precise disso, acredito que ele também tenha essa vontade guardada com ele de ter sido o ícone de uma grande conquista no São Paulo.

Parabéns Kaka! Você foi brilhante. Pena que sempre tão distante.

abs,
RicaPerrone

Para ELE voltar ao Brasil precisa tirar a MÁSCARA!

Leia o post original por Craque Neto

Sempre fui um dos maiores defensores do menino Gabriel Barbosa. Ele começou com tudo na base do Santos e iniciou no profissional com muita competência. Estreou no time da Baixada com apenas 16 anos e em pouco tempo já tinha mais de 100 jogos e muitos gols pelo Peixe. Despertou rapidamente o interesse de muitos clubes grandes de fora do País. Não foi à toa que a Inter de Milão despejou um caminhão de dinheiro para contratá-lo. Só que verdade seja dita: sempre foi meio ‘perninha’. Mascarado mesmo! Mal chegou na Itália e teve a coragem de se recusar a […]

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Vessoni: Scarpa é quase uma peça rara no País!

Leia o post original por Craque Neto

Para o repórter Rodrigo Vessoni o meia Gustavo Scarp, por ser canhoto, se destaca no mercadão da bola. No momento está sendo assediado pelo trio de ferro do futebol paulista.

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Derlei: Júnior Tavares tem um futuro promissor

Leia o post original por Craque Neto

Para o ex-atacante Derlei, Gustavo Scarpa é uma ótima opção para o São Paulo e uma das moedas de troca pelo jogador, o lateral Júnior Tavares, é uma promessa ao futebol brasileiro.

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Por Scarpa, Palmeiras ganha no quesito moeda de troca, diz Velloso

Leia o post original por Craque Neto

Para o comentarista, o Verdão sai em vantagem na negociação por Gustavo Scarpa, já que possui melhor elenco para troca com Fluminense do que o São Paulo.

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Opinião: cinco ameaças ao trabalho de Raí como diretor do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Ao aceitar o cargo de diretor-executivo do São Paulo, Raí topou andar sobre um campo minado. O blog listou cinco armadilhas que podem explodir a passagem do ídolo pelo Morumbi como cartola. Confira abaixo.

1 – Pressão política

Uma das missões de Raí é sobreviver à máquina de moer diretores de futebol na qual se transformou o São Paulo. Entre dirigentes remunerados e conselheiros, desde que Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, assumiu a presidência do clube,  sete cartolas entraram e saíram do futebol são-paulino. Boa parte deles sofreu com a pressão de conselheiros e colegas de direção que queriam suas saídas. Nessa lista estão Ataíde Gil Guerreiro, Gustavo Vieira de Oliveira, sobrinho do ex-jogador, e Vinícius Pinotti.

2 – Falta de autonomia

Em sua primeira entrevista como novo homem forte do futebol são-paulino, Raí disse ter recebido carta branca para atuar. Porém, alguns de seus antecessores tiveram dificuldade para agir como queriam. Em junho de 2016, Luiz Antônio da Cunha, pediu demissão do cargo de diretor de futebol depois de uma ordem sua para Gustavo Vieira, então diretor executivo de futebol, ser ignorada. Cunha determinou que o funcionário do clube interrompesse a negociação para contratar Cueva. Não queria que o São Paulo gastasse dinheiro antes de definir a permanência de Maicon. Acabou pedindo demissão. A saída de Vinícius Pinotti, a quem Raí substitui, também envolve um suposto caso de falta de autonomia. A versão do lado do ex-dirigente é de que ele não gostou de saber de uma reunião do presidente tricolor com representantes do Cruzeiro para supostamente negociar a venda de Lucas Pratto. Leco nega o episódio. Por sua vez, a versão de aliados do presidente é de que Pinotti se reuniu com Jair Ventura, técnico do Botafogo, pensando em contratá-lo para o lugar de Doriva Júnior. Isso sem o conhecimento do presidente. Pinotti nega a afirmação.

3 – Rodízio de treinadores

Também em sua fala inicial como dirigente tricolor, Raí disse que uma de suas prioridades é criar uma identidade de jogo que independa de treinadores. A tarefa é árdua num clube que não tem dado muito tempo para seus técnicos implementarem um estilo na equipe. Desde outubro de 2015, Leco demitiu  Doriva, Ricardo Gomes e Rogério Ceni. A paciência da diretoria com o ex-goleiro, por exemplo, durou apenas seis meses. Com Leco como presidente,  Edgardo Bauza também segurou a prancheta tricolor. Eles saiu para assumir a seleção da Argentina. A era do atual mandatário ainda teve os interinos Milton Cruz, Pintado e André Jardine.

4 – Força das organizadas

Raí volta ao Morumbi num momento em que as torcidas uniformizadas estão em alta com o presidente do clube. Nos últimos meses elas ganharam espaço e têm sido atendidas em pelo menos parte de seus pedidos. Foi assim no auge da ameaça de rebaixamento no Brasileiro, em setembro, quando os torcedores se reuniram com jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes no CT são-paulino. Esse tipo de encontro não combina com o perfil técnico do novo executivo, apesar de ele ser um dos principais ídolos da torcida.

5 – Resistência ao profissionalismo

Em 2002, Raí teve passagem de apenas cerca de três meses como coordenador de futebol do São Paulo. Pediu demissão alegando dificuldades para trabalhar por conta do amadorismo no futebol brasileiro. Nesta sexta, em sua entrevista coletiva, o ex-jogador declarou que o momento atual é diferente porque o clube busca o profissionalismo, de acordo com seu novo estatuto. Porém, na prática, essa profissionalização não foi integral. Parte da diretoria executiva nomeada por Leco deu espaço para conselheiros, justamente o que a mudança estatutária pretendia coibir. Pinotti, antecessor de Raí, era questionado até por aliados de Leco por não ser um profissional do futebol. O ex-dirigente é sócio do clube, foi diretor de marketing, emprestou dinheiro para a agremiação e ocupou papel importante durante a campanha de Leco.

 

A ele, todas as chances!

Leia o post original por Rica Perrone

Tem pessoas que conquistam o direito de errar. O SPFC foi levado de um patamar a outro pelos  pés desse sujeito da foto, que por ser calado e não fazer oba oba na mídia pós carreira é consideravelmente esquecido perto de sua real importância.

Talvez a pivetada não saiba, talvez não queira saber.  Mas este sujeito não foi um grande jogador. Ele foi o cara que pegou o SPFC e levou ao mundo ganhando e resolvendo TODAS as finais.  O anti-Luis Fabiano. O maior homem de finais que já vi na vida.

Raí é o maior jogador da história do SPFC simplesmente porque fez do SPFC o que ele é hoje. Rogério é um mito. Mas um mito do SPFC grande, mundial e pronto. São cenários diferentes.

Raí deveria ser o Zico do SPFC, o Pelé, o Portaluppi.  O cara que não se discute, que se reverencia e agradece.  Mas infelizmente a relação do clube com ídolos nunca foi seu forte.

Dar a ele um cargo se resume a uma pergunta simples: Ele quer? Se acha capaz? Então toma.

Nada se nega a Raí no Morumbi.

Se ele considera-se em condições, tem todo o apoio da sua gente e torcida.

“Blindagem”, “marketing”, foda-se.  É o Rai.

Ele ajudou e foi a peça principal da construção do SPFC que hoje ostenta 3 estrelas no peito. A ele, nada se nega.

Boa sorte, ídolo!

abs,
RicaPerrone