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Mais um belíssimo chapéu do Palmeiras para cima dos rivais!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC

O Corinthians bem que tentou.

O São Paulo chegou a negociar diretamente com o Fluminense.

Mas, adivinha qual time vai contar com o futebol de Gustavo Scarpa em 2018?

O endinheirado e guloso Palmeiras, é claro!

Verdão que dá mais um belíssimo chapéu em seus rivais, assim como fez na contratação de Dudu, em 2015!

Pobres Timão e Tricolor…

Ficaram a ver navios mais uma vez!

Mas, agora, com essa seleção toda, o Palmeiras tem uma responsabilidade ainda maior do que a que tinha no ano passado.

Esse time aí TEM A OBRIGAÇÃO de ganhar o Paulista, a Copa do Brasil, o Brasileiro, a Libertadores e o tão sonhado Mundial.

Não é verdade?

Opine!

O que vocês estão fazendo?

Leia o post original por Rica Perrone

Normalmente acho que torcedores exageram quanto ao desespero. Dessa vez, eu também estou tentando entender e não consigo, o que me faz compreender o pânico.

A diretoria do Fluminense conseguiu perdeu uma ação de milhões pro Levir porque não foi na audiência. Teve um ano “ok”, diz estar quebrada, sem grana, culpando a gestão anterior que por acaso foi a “situação” que a elegeu. Não entendo.

Sabe que sua maior chance de ganhar dinheiro se chama Scarpa. Adivinha qual o jogador do grupo que eles deixaram ter meses de atraso suficientes pra ir na justiça e sair “de graça”?  Ele mesmo.

Feito isso, perdem a chance de receber 30 milhões e ainda deverão 10.  É uma das maiores cagadas da história do clube. Um “prejuizo” de 40 milhões por algo que todo clube pequeno sabe fazer: Não atrasa mais do que a justiça permite para rescindir.

O Scarpa tem razão.  Não em sumir, achei um absurdo! Mas em entrar na justiça e sair de graça? Ele tá certo. Ele tem propostas, o clube atual não paga, ele usa os recursos legais e vai pra onde quiser. Todos nós faríamos isso. Provavelmente sem sumir, é claro.

Em meio a dever pra elenco, proposta por Fred.  Com o jogador já na justiça, pagam o que devem e deixam o elenco que ficará a ver navios.  Piora o ambiente. O time se desfazendo, jogadores se recusando a vir pro Flu com medo de não receber e rebaixamento.

E vocês querem que o torcedor não esteja em pânico? Aí vem o Corinthians e manda oferta pelo Dourado, o único que sobrou. E o clube pode vende-lo porque a situação que era ruim se tornou ainda pior com a “perda” do Scarpa.

É surreal.

Não tem explicação. Como você pega um jogador de 30 milhões e o transforma numa dívida de 10?

Eu não sei o que a diretoria do Fluminense está tentando fazer. O problema é que desconfio que ela também não saiba.

abs,
RicaPerrone

A escapada de Scarpa

Leia o post original por Antero Greco

Foi-se o tempo em que jogador era escravo de clube, ao qual permanecia ligado independentemente da própria vontade. Só saía se fosse conveniente para o empregador. Agora, como todo trabalhador, tem o direito de emprestar seus serviços onde achar interessante – desde que o mercado lhe seja generoso.

Que bom. Assim não há mais necessidade de permanecer num local que não lhe agrade. A pior coisa é ficar com colaborador descontente.

Isto posto, vamos ao motivo desta crônica: Gustavo Scarpa pisa na bola com o Fluminense. O moço anda descontente com a situação nas Laranjeiras e antes da virada de ano deu a entender que gostaria de troca de ares. Até se animou com acenos de Palmeiras, Corinthians e outros grandes.

Está correto em abrir-se para propostas, não vem ao caso nenhuma restrição. Só não pega bem a estratégia de não reapresentar-se, após as férias, nem dar satisfação para técnico ou dirigentes. Ignorou o cronograma, mantém-se incomunicável, não fala com ninguém. Nem o “staff” (pois é, jogador hoje tem vários assessores) se manifesta. Silêncio e fim de papo.

Por que isso? Para mostrar que se aborreceu com críticas de torcedores? Demonstração de inconformismo com salários e outros direitos atrasados? Compreensível a decepção, outro aspecto que não merece repreensão. Mas, daí a fechar-se vira alternativa antipática.

Scarpa agiria bem, e sem trair o desejo de ir embora, se aparecesse para treinar e deixasse bem claro que o faria apenas por obediência ao protocolo. Passaria por testes, faria exames, seguiria o programa da Comissão Técnica sem abrir mão de negociar eventual saída. E, ainda por cima, tornaria público o descontentamento; bastava dar entrevista e explicar o caso.

Isso não impediria sequer que recorresse à Justiça, para reclamar ruptura de vínculo, se é de fato o que deseja. Se o Fluminense não gostasse, que então optasse pelo afastamento. Tudo dentro dos conformes.

Mas cada um é livre para escolher que caminho seguir.

Vai malandro…

Leia o post original por Rica Perrone

Jogador de futebol é normalmente um cara pouco preparado pra vida. E essa tese vem de um dirigente que notou isso com considerável razão.

Ele cresce num CT rodeado de gente pra fazer sua comida, dizer que horas come, que horas corre, que horas dorme. Um empresário cuida de todos os negócios dele, alguém da família é o “faz tudo”, e os amigos puxa-saco arrumam até mulher pro cara.  Ele não faz nada. Não aprende a se virar com nada. Tudo lhe cai no colo.

Ao virar profissional, piora. Alguem pega suas malas, leva até o onibus, que o leva pro aeroporto. Lá, alguem faz o chek-in dele. Sobe, dorme, acorda pra comer quando mandam. O levam pro estadio, joga, o empresário responde por ele.  Treina, come, dorme, tudo na hora que estipulam.

A mulher normalmente cuida de tudo pela ausência do pai constante, e ele só chega em casa, descansa e o faz tudo trocou até a lampada pra ele.

É um processo que imbeciliza o ser humano. Mas ele nem culpa tem, pois quem recusaria isso tendo os deveres que eles tem? Diriam até que “é o mínimo”, diante de ser pressionado por milhões de pessoas duas vezes por semana.

Mas aí vem a hora da transferência, entra o empresário, as vontades de terceiros, o brilho no olhar por mais dinheiro, e foda-se como você chegou até aqui. Foda-se quem pagou tudo isso que você passou pra chegar aqui. Quem carregou suas malas, quem gritou sem nome antes mesmo de você estrear. E quem te deu uma camisa grande o suficiente pra te tirar do anonimato.

Scarpa me parece um jogador inteligente, e por isso me espanta o que está acontecendo.  Ele sabe sua limitação, sabe que não é craque. Ou sabia até outro dia.

Agora ele simplesmente “abandona” o clube que o tem sob contrato?

Deve. O Fluminense tá muito mal das pernas. É fato.  Mas aí você larga tudo, manda o empresário resolver e some?

O que o futebol precisa aprender com urgência é que o William Arão vai deixar o Fla na justiça se puder. É que o Scarpa vai forçar transferência amanhã no novo clube se puder. O Rodrigo vai te foder quando quiser trocar de clube ou tiver insatisfeito. E o Sheik vai causar um puta tumulto quando tiver no banco do seu time. Porque atitudes se repetem quando não repreendidas.

Clubes brasileiros deveriam não contratar jogadores que fazem isso. Pois assim não fariam.  Scarpa só esta fazendo a palhaçada de “sumir” e foda-se porque sabe que amanhã tem uma proposta na mesa dele.

Se não tivesse, se fossem clubes minimamente organizados e com noção coletiva das coisas, ele estaria treinando de cabeça baixa feito um bom menino.

Mas… em terra onde não manda ninguém, todo mundo se acha malandro.

E vamos ver quem será o “malandro” a apoiar um jogador que abandona o clube sem atender telefone e amanhã, fatalmente, repetirá a dose. Só que em você, malandro…

abs,
RicaPerrone

Diminuído

Leia o post original por Rica Perrone

Eu vou escrever algo que não vai soar familiar aos não sócios, talvez agressivo aos sócios. Mas eu sinto tanta falta de escrever sobre a mística do Fluminense que me incomoda muito vê-lo cada vez mais longe dessa pauta.  Reclamam que passei a falar mais desse ou daquele, mas na real é o Flu que não me dá pauta alguma.

Eu não conheço o Abad, conhecia o Peter, tinha ótimo relacionamento com ele e tenho com o Mário.  Na real eles são todos pedaços de um processo de anos que cobrou deles uma postura individual após a saída da Unimed. E então separaram idéias.

Não quero concordar com um ou com outro, pois na real são anos de gestão, anos de diretoria e meses de um trabalho. Situações muito diferentes as dos três, mas que refletem muito do que o Fluminense tem por valor institucional.

Algumas pessoas na diretoria do Fluminense consideram o Flu um time menor. Essa frase não é uma coisa minha, já foi comparado ao Fulham da Inglaterra internamente dito em conselho. Parte concorda por conta da receita, outra parte discorda. Eu sou a segunda parte.

O Fluminense não pode “não ter 20 mil pra pagar” conforme áudio vazado. E mesmo se tiver, tem que fingir ter. Parte da grandeza é parecer grande o tempo todo.

O Fluminense não pode vender seu maior ídolo pra um rival e ele dizer na cara do presidente “eu não estou saindo porque quero”.

O Fluminense não pode negociar seus jogadores top com times brasileiros. Isso o inferioriza. O sucesso no Flu representa a ida pra Europa, não pra um outro time brasileiro antes desse estágio. Os clubes procurarem o Flu pelo Scarpa já me incomoda.

O clube não pode ter alvos e metas tão tímidos. Por menor que seja a condição financeira, ousar não é “loucura”. Loucura é tratar o Fluminense como Figueirense.

O clube precisa de ídolos, expectativa, movimentação de mídia, casa cheia.  Outro dia o Flu tinha a Unimed mas mais do que a grana deles, a loucura e megalomania do Celso, que não via o Fluminense como um time “menor”.

Na saída, o racha se dá muito em virtude de alguns tentarem ousar sem a Unimed e outros quererem o Flu conservador ao ponto de ser coadjuvante.

Nem um, nem outro.

É fim de ano morno, o Flu não promete nada pra 2018, nem sonda nomes que possam coloca-lo na briga. Sugere negociar com times internos seus jogadores. E o torcedor ainda vê seu ídolo negociar com o rival porque há pouco tempo o clube quis se desfazer dele.

A auto estima do torcedor é parte do patrimonio do clube.

Pés no chão é bom, mas quem tem os pés no chão não voa. E time grande tem que voar.

abs,
RicaPerrone

Fluminense “surta” e chega perto do G4

Leia o post original por Rica Perrone

  Chapecoense 2×1 Fluminense. Fim de jogo, de sonho, de qualquer expectativa.  O torcedor contesta Levir, os “eu avisei” comemoram nas redes sociais e “o ano acabou”. Três rodadas depois o Fluminense vence Gremio e Corinthians fora, algo inimaginável até mesmo para o mais otimista dos tricolores, e garante os 3 pontos com o Sport em …