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Grêmio x River: Culpa do Culpi!

Leia o post original por Milton Neves

Escrevo de São Vicente-SP, a primeira cidade do Brasil onde nasceram Robinho e Jefferson, goleiro do Botafogo.

É que agora me tornei “Cidadão Vicentino”, uma honra!

Como já era por aqui também de Santos, Guarujá e Itanhaém, a segunda mais antiga do país.

Fazia tempo que não vinha para a terra do Ilha Porchat Clube – hoje nem sombra do passado glorioso dos tempos do saudoso Odárcio Ducci (1942 – 2016) – e do icônico “Seven Seas”, edifício projetado pelos engenheiros alemães que instalaram a Volkswagen na Via Anchieta nos anos 60.

E quando será instalado um time forte aqui em São Vicente?

Difícil, porque a vizinha e forte Santos “não deixa” o futebol crescer nas cidades próximas de nosso litoral.

Santos que segue chorando a dolorosa eliminação da Libertadores pelo… Barcelona!

Ah, não suporto esse nome, viu, Neymar?

Viu, Laor?

Viu, sumido Odílio?

Quanto gol contra, sô!

E que gol a favor que você deixou de fazer na quarta-feira, hein, Ricardo Oliveira?

Mas, não foi culpa dele.

Culpa de Culpi.

Levir escalou mal demais o superado Leandro Donizete e, sem Lucas Lima e Renato, colocou em campo os contundidos Copete e Ricardo Oliveira.

Ele não sabia ainda que “entre dois ótimos jogadores baleados e dois mais ou menos, mas inteiros, opte sempre pelos dois últimos”, dizia Otto Glória (1917 – 1986).

Mas o ano não foi de todo ruim para o Santos que, no entanto, vai sofrer por anos os efeitos da terra arrasada by Laor e Odílio.

Já para o Corinthians “foi boa” a quarta-feira.

Livrou-se da pequena Sul-Americana e agora vai cuidar melhor do restinho que falta para ser campeão do Campeonato Brasileiro de Amistosos.

Mas boa mesmo é a Libertadores, que não tem amistoso.

É porque ela não tem o lixo e a porcaria dos pontos corridos do Brasileirão!

Que acabem logo com o tal turno e returno e com o inconsequente “horário de verão”.

E a Libertadores, hoje disputada em todas as estações do ano, terá uma final entre o River Plate da terra do Maradona e o Grêmio do país do Pelé.

É que o Barcelona de Guaiaquil já esgotou seu estoque de milagres.

E não entendo porque até hoje milagrosamente não morreu ainda um jogador visitante nas alturas da Bolívia.

Jogar lá é desumano e os 3 a 0 em casa do Jorge Wilstermann e os 8 a 0 do River Plate na volta em Buenos Aires provam o tanto que o craque “Altitude” faz efeito.

Efeito que não será nenhum no empate de 1 a 1 de São Paulo e Corinthians deste domingo.

O São Paulo seguirá ameaçado e o atual comum Corinthians ficará livre de mais uma rodada do Brasileirão rumo ao seu título obtido mediante só um turno.

E viva São Vicente!

OPINE!

São Paulo, Corinthians, o emocional, a matemática e os goleiros

Leia o post original por Milton Neves

Sim, ganhou, levou três pontos.

O São Paulo pode ganhar até seis.

Mas a matemática neste domingo perde para o fator psicológico de corintianos e tricolores.

Um está ameaçado de cair e pega “companheiro de infortúnio” que igualmente anda usando gravata na forma de corda no pescoço.

E o outro enfrenta um Vasco nota 4 de camisa nota 9.5.

Mas os dois grandões de São Paulo precisam mesmo é de duas vitórias para estancar a hemorragia técnica e psicológica que anda abalando os nervos de Itaquera e do Morumbi.

Nem sei quem está mais atormentado.

Se o São Paulo com a areia movediça quase batendo no queixo ou o Corinthians apavorado porque parou de ganhar, de jogar, de impressionar, de empolgar e de emocionar sua torcida, então em estado de graça.

Era um time comum jogando como Barcelona, PSG e Real Madrid.

Agora virou só comum jogando como um… Vasco.

E a Fiel anda cabreira e com sete pulgas atrás das orelhas.

“Se a gente perder este campeonato que estava e está ganho, será uma humilhação”, murmuram os fiéis.

E será mesmo!

Sorte que o adversário é só o Vasco, outrora dono de timaços.

Até na estreia do Garrincha, em 1966, com a camisa sete do Corinthians, no Pacaembu, o “quadro” cruzmaltino meteu 3 a 0 no Timão com dois de Célio Taveira e um do saudoso Maranhão.

Mas, além de sete e nove pontos de vantagem sobre os “perseguidores indiretos” Grêmio e Santos, o Timão tem na Libertadores um grande trunfo para se distanciar mais ainda dos times de Renato e Levir.

Sim, com a Libertadores em jogo e pegando fogo, porque tem mata-mata e não esta porcaria de turno e returno com pontos corridozzzzzzzzz, Santos e Grêmio vão se desfalcar bastante no Brasileirão.

Isto para a alegria de Renato Gaúcho, o mais “poupástico” técnico do futebol do mundo.

Mas, por ora, o inferno psicológico vai continuar.

Para mim, o São Paulo perde e o Corinthians empata.

E com Cássio não falhando, como não falhou quarta-feira.

Aprendam, críticos cruéis, que “goleiro, quando espalma uma bola não segurável direto em chute forte e muitas vezes à queima-roupa, não tem tempo hábil e humano de ainda ‘escolher’ um lado para direcionar a bola”, ensina Paulo Pingaiada, “célebre ex-guarda-valas” de Muzambinho-MG.

Yashin, Gylmar, Manga, Félix, Taffarel, Ado, Leão, Gordon Banks, Vanderlei, Cássio, Cabeção, Andrada, Castilho, Dida, Marcos, Barbosa, Waldir Peres, Carrizo, Cejas, Zetti, Rodolfo Rodríguez, Cláudio, Rogério Ceni e Fillol concordam.

Opine!

Minas, Muralha e aula anti-patrulha

Leia o post original por Milton Neves

Escrevo de Guaxupé, Sul de Minas Gerais.

Tudo seco por aqui.

Parece o Nordeste.

Não chove “há séculos” e o café para a safra de 2018 terá quebra de uns 30%.

Mas a região reage com belos eventos.

Juruaia fez na semana sua consagrada Expo-Lingerie.

Caxambu, terra do grande e saudoso narrador Jorge Cury, da Rádio Nacional do Rio, recebeu mais um Festival do Cavalo Mangalarga e grande feira de equipamentos agrícolas.

Muzambinho realizou a sua 1ª Feira do Café.

E São João da Boa Vista, já em São Paulo, mas perto daqui, prepara sua 39ª Expo Nacional 2017 também do Cavalo Mangalarga, uma paixão.

Sou padrinho dos dois últimos eventos citados acima.

E quem foi o padrinho da sacanagem que fizeram com o Alex Muralha, do Flamengo?

São muitos os padrinhos e pais da injustiça que humilhou o goleiro.

Desde jornal carioca até milhares de torcedores do Mengão, enfurecidos nas redes sociais.

O resultado foi um belo “Bem Feito”!

Rifaram o pobre Muralha e escalaram o jovem Thiago, que frangou bonito no gol do Cruzeiro na última quinta-feira.

E me ajudem, por favor, quanto à escalação de Thiago.

Ele entrou numa fogueira ou numa gelada?

É uma eterna dúvida.

Mas quem não deixou nenhuma dúvida em seu texto foi o jornalista-professor Anderson Scardoelli em belo, atual e lúcido artigo anti-patrulha.

Ele retratou bem as evoluções naturais do jornalismo e da vida escrevendo simplesmente em “Comunique-se”, dono hoje do mais importante prêmio do jornalismo brasileiro.

Leiam e aprendam:

“Jornalismo X comercial: vender não deve ser considerado pecado

Jornalista e… vendedor. Nesta semana, fiz algo considerado (infelizmente) como crime por alguns colegas de profissão: fechei a comercialização de espaço publicitário no Portal Comunique-se, veículo em que sou o editor responsável. A negociação, relacionada a uma premiação de jornalismo, me fez concluir o que já vinha há algum tempo na minha mente, de que a parte de redação e o comercial de uma empresa não podem ser rivais. Elas devem atuar de modo conjunto.

Mais do que trabalhar em parceria com a equipe comercial de uma grande empresa, um jornalista precisa ser um bom vendedor para conseguir empreender, por exemplo. Para colocar um negócio de comunicação no mercado, ele por muitas vezes estará sozinho em negociações com possíveis investidores e anunciantes. Ou alguém acha que, no começo de suas atividades, grandes empreendedores contavam com times de vendedores para tocarem essa parte?

Sites segmentados como Administradores.com e WebInsider já abordaram a vertente de que ao decorrer dos próximos anos o profissional a ser considerado um bom vendedor será o chamado “consultivo” – termo a designar quem se especializa em comercializar um determinado tipo de produto ou serviço. E, convenhamos, não há no mercado um “vendedor consultivo” melhor do que um jornalista quando o negócio em questão for compra de mídia e investimentos diversos em projetos da imprensa.

Foi com isso em mente que levei adiante a negociação de espaço publicitário no Portal Comunique-se. O representante da agência de publicidade entrou em contato e, de forma até natural, toquei as conversas. Afinal, ninguém melhor do que eu, editor responsável pelo site, para explicar detalhadamente os espaços disponíveis para divulgação, o perfil do público que costuma acessar a página e a audiência média do domínio. Além disso, como “consultor”, sugeri o melhor formato e período a ser comercializado.

Vender vai além do dinheiro

A minha primeira venda foi realizada nesta semana, momento em que fechei parcerias de conteúdo com o Talk TV e com a jornalista Krishna Mahon, que desde o ano passado comanda o canal “Imprensa Mahon”, no YouTube. O que isso tem a ver com venda? Tudo! Pois tive que ser um bom vendedor para mostrar as vantagens de se ter reportagens e vídeos divulgados por meio do Portal Comunique-se. Pensando nos colegas de forma geral, um bom jornalista tem que saber “vender” suas ideias de reportagens para a chefia e para possíveis entrevistados. Soma-se a isso, o fato de o canal de Krishna ser voltado a dicas de negócios para profissionais da comunicação social.

Também nesta semana, o Comunique-se conquistou o prêmio de melhor empresa de pequeno porte para se trabalhar no estado do Rio de Janeiro. Aqui, ressalta-se que assim com qualquer outra corporação, o Comunique-se só saiu do papel porque um empreendedor – no caso, o nosso CEO Rodrigo Azevedo – não teve receio algum em vender a sua ideia de negócio para investidores e parceiros e, consequentemente, sair vendendo as soluções e os serviços da marca. Se não fosse isso, o Comunique-se não existiria e eu, certamente, não teria fechado a minha primeira venda de publicidade.

Não é a minha opinião. É fato. Vender não deve ser considerado pecado, mesmo se o vendedor for um jornalista!”.

Aula dada, anotem: Santos e Corinthians na Vila será 1 a 1.

OPINE!

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Confissão e dívida do técnico Jorginho, ex-CBF

Leia o post original por Milton Neves

Não assisti ao “Bem, Amigos” da semana retrasada, na noite de 21 de agosto.

Vejo sempre às segundas à noite pelo menos uma parte.

É que, sempre ao microfone, estava executando mais um evento coorporativo em hotel fora de São Paulo.

Programa top, o “Bem, Amigos”: ótimo e bem ao estilo “SuperTécnico” da Band (1999 a 2001) e “Terceiro Tempo” da Record TV (2001 a 2008).

Esses dois foram épicos e emblemáticos em tudo, desde os cenários.

Mas, feliz, li em “Veja” domingo passado que o técnico Jorginho, auxiliar de Dunga na África do Sul e nas Eliminatórias, fez uma confissão ao apresentador Luís Roberto, que estava substituindo Galvão Bueno, o principal jornalista esportivo do Brasil.

Disparado, queiram ou não.

Dia desses, em outro evento, mas em Alphaville, jantamos juntos e disse isso pessoalmente a ele em meio a “trocentos” empresários da região quando da festa de aniversário da “Revista Viva”.

E Jorginho declarou ao “Bem, Amigos” que “vendo por hoje, foi sim um erro não termos levado Neymar para a Copa de 2010”, falou, arrependido.

Só que não tem nada de “por hoje” nisso, e sim “para sempre” e “por ontem”.

Ora, Jorginho, e não foi por falta de aviso, certo?

Naquele 11 de maio de 2010, no Hotel Windsor, da Barra da Tijuca, no Rio, quando vocês anunciaram os 23 convocados, eu disse, perguntando e afirmando pela Band e em todos os canais, ao vivo, que “os meninos do Santos, Neymar e Ganso, jogavam mais do que 40% dos seus convocados”, uma seleção sem banco e sem Adriano, outro injustiçado.

Dunga, sempre vendo jornalista brasileiro como se fôssemos os jogadores da Holanda que o (nos) eliminaram da Copa, retrucou que eu era bom, mas de propaganda.

E sou mesmo, mas bom, não, ótimo!

Aliás, em tudo!

E nós dois, Dunga e eu, éramos “Brahmeiros” à época, e tentei a réplica, mas já tinham arrancado o microfone de minhas mãos.

E mais tarde houve até quem, por milenar inveja crônica até a medula, tenha elogiado Dunga pela má educação para comigo, agredindo e fugindo Dunga do tema convocação.

Mas Cícero Mello, da ESPN, melhor perguntador da TV esportiva, e quase todos os “1000” repórteres presentes lá no hotel me aplaudiram com os olhos.

Emocionante!

Minha pergunta, feliz, corajosa, oportuna e profética, foi a melhor que fiz em quase 50 anos de carreira, sempre empinada.

Tivesse humildade em ouvir meu conselho – eu já falava isso à exaustão um ano antes da convocação em meus “200” espaços -, talvez o Brasil fosse hoje e para sempre o campeão mundial de 2010 na África do Sul.

Afinal, se Dunga via tanto meus merchans invejados, públicos, bem feitos e alavancadores de empregos para mim e para com quem trabalho e trabalhei, ele portanto me via e ouvia também que Neymar (então desconhecido, surpresa na Copa e não seria marcado a ferro e a fogo), Ganso (estava jogando mais que Neymar) e Adriano, espetacular, não poderiam ficar de fora.

E a história também pune, viu, Muricy?

Não é só a bola, não.

Ao invés de Neymar, Ganso e Adriano, então voando, ele, Dunga, levou Josué (…!), Grafite (…!) e Kléberson (…!).

Mal treinaram!

Quando a Holanda fez o segundo gol no Júlio César, destruído, Dunga ficou de pé, olhou para trás e viu… Josué, Kléberson, Grafite…

Xiii… F…

Convocou mal, terminou mal.

Terminamos mal, perdemos mais uma Copa “ganhável” como as de 50, 66, 82, 86, 90, 98 e 2014, não fosse o Felipão 7 a 1.

Uma pena, Dunga não deixou o único jornalista esportivo do Brasil, do degrau de cima, que nunca precisou sair do estúdio para ver o jogo dentro do campo, a alterar de novo a história de nossa seleção para muito melhor.

Coloquei Felipão, voluntária ou involuntariamente, na seleção brasileira em 2001 e “meu trio” Neymar, Ganso e Adriano teria ganho a Copa de 2010.

“Eu garanto”!

Ah, Jorginho, que pena, mas na próxima diga também quem seria o covarde, segundo você, se não perguntasse algo para o Dunga naquela última entrevista coletiva de hotel em Joanesburgo antes da estreia contra a Coréia do Norte.

Não perguntou.

Depois da reconhecida pisada de bola da ausência de Neymar-2010, você ficou devendo mais essa, viu, Jorginho?

***

GRÊMIO 5 X0 SPORT

Em jogo atrasado,válido pela 22ª rodada do Brasileirão, o Grêmio venceu o Sport por 5 x 0… fora o baile! O professor Luxemburgo escalou mal o time pernambucano e também pisou na bola nas substituições. Do outro lado, os gaúchos acordaram muito tarde para o Campeonato Brasileiro. Agora 7 pontos os separam do líder Corinthians, a gordura do Timão poderia ser bem menor. E como poderia!

O Grêmio ainda pode brigar pelo título?

Você acha que o Corinthians vai deixar escapar o Brasileirão?

Opine!

Campeonato Brasileiro de Amistosos II

Leia o post original por Milton Neves

Parabéns ao Grêmio, um bom time que tanto se poupou, que se ferrou.

Grêmio, o “Imortal” que mais morre no mundo, bateu seu recorde na quarta-feira ao morrer… duas vezes!

Eliminado da Copa do Brasil e acabou de matar o pior Campeonato Brasileiro da história.

Parecia até que virou irmão de criação do surpreendente campeão Corinthians.

E poderia agora, com as folgas que adora, lançar a “Caderneta de Poupança Arena Azul”.

Ninguém poupou “tão bem” quanto o tradicional segundo time do Rio Grande do Sul.

Conseguiu perder tudo em 2017, mesmo tendo formado um grupo robusto, aguerrido, centrado, determinado, mas burramente “poupado” e mal escalado.

Não foi por falta de aviso!

E vai perder a Libertadores também para coroar o seu genial ano “Poupástico”.

Até passa pelo Botafogo, mas cai em seguida para um time gringo qualquer.

Bem feito!

Como mal feito foi este corintiano Campeonato Brasileiro de 2017, espremido e espetado por duas copas encorpadas por “exagerados anabolizantes”.

Vai ficar para a história como a competição oficial de futebol do Brasil com o maior número de jogos amistosos, desde 1971.

Não foi também por falta de aviso!

Berrei antes e hoje todo mundo descobriu pelo menos a espoleta.

Nosso futebol não comporta três competições simultâneas e anuais.

Copa do Brasil, como sua mãe Taça Brasil, e Libertadores sempre foram coadjuvantes perante o chamado Brasileirão, mas jamais protagonistas anuais do filme vencedor do Oscar.

Sim, são importantes coadjuvantes e com o fortíssimo ingrediente do indispensável, maravilhoso, indiscutível e emocionante mata-mata, o oxigênio da bola!

Mineirão e Maracanã nos ensinaram isso mais uma vez neste meio de semana.

Que Rede Globo e CBF, donas da bola, acordem e mudem tudo.

Já sei que importantes reuniões das duas entidades cariocas ocorreram e vão se intensificar “como nunca na história deste país”.

Aceito dar consultoria, sem remuneração.

Encurtem quase tudo, proíbam clássicos top fora das 16h ou 17h e sempre aos domingos, instituam dois mata-matas para os oito melhores e para os oito piores repescados do Campeonato Brasileiro e apliquem a “cláusula-multa” da cota-participação para todo time que “gremisticamente” abusar das imbecis “poupações” de jogadores não contundidos.

Estrago feito, e aqui tanto anunciado há “séculos”, vamos juntos curtir meses de modorrentos amistosos travestidos pela “emoção” de se saber se São Paulo e Vasco cairão ou não e quais serão os cinco primeiros “alguéns” atrás do Corinthians.

Juízo, cartolada, precisamos de emoção, disputas ferrenhas, “polêmicas”, pênaltis, audiências e retorno comercial.

Para toda a “cadeia alimentar” da bola, do pipoqueiro até o último pênalti do campeão, no mata-mata, claro.

Afinal, como disse brilhantemente o professor Pedro Trengrouse, da FGV, “é preciso olhar hoje para o futebol como atividade econômica, não mais apenas como lúdica”.

Perfeito, mesmo que o futebol não seja comunista, que teoricamente nivelaria tantos remediados, poucos ricos, alguns milionários, um ou outro bilionário e muitíssimos pobres de espírito e trilhardários de inveja.

Não é, Neymar?

Opine!

Campeonato Brasileiro de Amistosos. Menos Corinthians 0 x 1 Vitória!

Leia o post original por Milton Neves

 

E aí, turma cada vez menor dos pontos corridozzzzzzzzzzzzzzzzz?

Felizes com o “emocionante” Campeonato Brasileiro do ótimo Corinthians?

E o curioso é que, pisando em ovos e escolhendo palavras com lupa, os então do contra ao “meu” mata-mata já estão jogando a toalha.

E calma que a coisa vai… piorar!

E logo, logo esses amistosos oficiais vão ficar tão frenéticos, sensuais e vibrantes quanto dançar de rosto colado com a mãe ao som de “Sentimental Demais” na voz do saudoso Altemar Dutra.

Aviso há anos!

E enquanto não volta o ideal, necessário, óbvio e fundamental sistema dos dois mata-matas, entre os oito melhores e os oito piores, temos que ficar engolindo este campeonato longo, espremido, modorrento e combatido por outras duas competições que, de repente, viraram compridas também.

A Libertadores e a Copa do Brasil, que eram no máximo tri ou quadrimestral, acabaram se tornando quase anual, como o outrora espetacular Campeonato Brasileiro.

Acordem, cartolas e amantes do quanto pior, melhor.

Vocês não sacaram ainda que hoje a Libertadores e a Copa do Brasil viraram rivais do Campeonato Brasileiro e que foram inflacionadas no número de participantes só para que as cotas de transmissão pela TV ficassem cada vez mais caras?

Resultado: o olho gordo deixou magra a disputa pelo “Brasileirão”.

Ontem, a Libertadores era disputada em dois meses e tínhamos só um time por país.

Também por isso o Botafogo, mesmo com Garrincha, Nilton Santos, Didi e Zagallo jamais ganhou a competição.

É que o Fogão vivia perdendo a final ou a semifinal da classificatória Taça Brasil para o Santos de Pelé!

E agora, em 2017, a lambança ficou completa e escancarada com nossos times privilegiando as inchadas Copa do Brasil e Copa Libertadores e jogando o Brasileiro muitas vezes com seus “aspirantes”.

Já pensaram se Flamengo, Galo e Palmeiras ainda estivessem vivos nesses torneios todos?

E entendam, no exemplo abaixo, que o tal turno e returno não é o mais “justo”.

Ora, é injusto, na medida em que, no segundo turno, sempre temos dois ou três times já quase ou já rebaixados que passam a cumprir tabela, jogando por jogar sabendo que tudo está perdido.

Ou seja, muito time acaba sendo injustiçado, nos dois extremos da tabela, porque perdeu no primeiro turno dois ou até três pontos para quem, no segundo turno, já entregou os pontos e passou a enfrentar adversários sem as mesmas forças, volúpia e vontade.

O mesmo fazem times da faixa intermediária, sabendo que não vão se classificar para nada e nem correm perigo de rebaixamento.

Moral da história é que o campeão, os classificados e os rebaixados enfrentam adversários diferentes em suas forças físicas e psicológicas em dois períodos da competição.

Futebol não é só “justiça”, mas também emoção, disputa e uma batalha final, inesquecível.

Mesmo que ela venha se chamar Waterloo, uma zebra.

É que Napoleão Bonaparte ganhou todas as guerras, mas perdeu a última, que foi a eterna Waterloo, sendo em seguida desterrado e preso em Santa Helena.

Assim, com o mata-mata, que tenham chances ou se salvem até alguns dos quatro piores e que se possa ainda ser campeão um dos sete melhores das guerras intermediárias do futebol.

Foi o que fez o Duque de Wellington, derrotando Napoleão e ficando para a história como grande campeão.

PS: Aleluia! Hoje Corinthians 0 x 1 Vitória não foi amistoso.

Finalmente um jogo que prestou, mesmo o Apito Amigo tentado estragar tudo.

Opine!

Jornalismo, pitonismo, erros e acertos

Leia o post original por Milton Neves

O milionário Flamengo com sua seleção foi péssimo na Libertadores.

Frustrante!

O rico Galo foi pífio na mesma Libertadores e conseguiu ser eliminado por um time boliviano.

E em casa!

Histórico e decepcionante!

Também… tirou um técnico comum e colocou outro pior, ruim e lotérico!

Sai logo, mas Lucas Pratto não deveria ter saído para Fred ficar sem concorrência.

Parece até a história de goleiro reserva de Rogério Ceni que era proibido de ser bom.

Fred hoje na bola é quase um Fernando Prass do Allianz Parque.

E o Palmeiras?

Bem, aí o “decepcionante” e o “frustrante” são adjetivos simplórios demais para definir seu paupérrimo 2017.

Que tal vergonhoso, novo rico bem brega, arrogante e maior perdedor do ano?

Só faltou colocar o Tio Patinhas de treinador!

Alexandre Mattos foi o pior do time.

Com os cofres abertos da Crefisa, ele se esbaldou.

Mesmo tendo 500 jogadores caros e famosos no elenco, quase trouxe Diego Souza e Diego Costa.

Mais um pouco traria também Messi, Neymar, Suárez, Iniesta, Pelé e Maradona.

Botou na cabeça que quantidade era qualidade.

Deveria ter aprendido com o professor Fábio Carille, o mestre do simples e da competência.

E não soube aproveitar Felipe Melo, na sua melhor e talvez única utilidade: incendiar o time em campo!

Ah, mas agora como é fácil meter o pau no Palmeiras e elogiar o Carille, hein?

Nunca se errou tanto na boa e grande turma da nossa “crônica especializada”!

O ousado Carlos Cereto do SporTV, mais tarde, tornou-se hilário prevendo convicto o total sucesso de Borja no Verdão.

O ótimo e ético André Rizek pregou a consagração de Rogério Ceni e o completo fracasso de Fábio Carille.

Neto também!

Casagrande, no início do ano, viu e sentiu esse mesmo Corinthians de hoje até mesmo como sério candidato ao… rebaixamento!!!

Já Mauro Beting, sempre determinado, “chicolangueou” vendo em Borja o novo Artime, em Guerra um Ademir da Guia baixinho, no Palmeiras o Barcelona de verde do Brasil e em Mina o novo Luís Pereira, igualmente “torto, sem panca e craque”.

Mas eu fui pior.

“Vendi ingressos” para a decisão do Mundial de Abu Dhabi entre Juventus de Turim e Palmeiras “porque os deuses da bola assim decidiram”, ousei.

E acrescentando: “Como em 1951, ano em que nasci, teremos a mesma final daquele primeiro Mundial do Palmeiras no Maracanã e o Verdão será bi do mundo”!

Bem, com o grande desconto proporcional ao clássico “só perde pênalti quem bate”, digo que jornalista esportivo que não erra previsão é só aquele que “mureteia”.

E parar de prever e palpitar é virar um “sem sal”.

Já Marcelo Bechler, antigo jogador de “Fifa” em campeonato de videogame em minha redação do Portal Terceiro Tempo, não palpitou.

Ousou, informou e acertou, em furo mundial, cravando Neymar no PSG exclusivo no Esporte Interativo!

Mas saibam que Ulisses Costa, narrador já quase em ritmo e talento de seu primo-irmão Osmar Santos, deu a informação um pouco antes na Rádio Bandeirantes e na Band.

Só que Marcelo, radicado na Europa, ficou em cima do assunto 24 horas a partir de lá e merecidamente se consagrou.

E Casagrande?

O querido Casão vê Neymar já no “ápice possível” e que o melhor do mundo será Gabriel Jesus.

Discordo.

Quem já bateu no teto, altíssimo, é o genial Messi.

“Disso tudo não passa”.

E Neymar ainda subirá mais 42,67%, tecnicamente.

Aliás, subiria.

Na França, em seu europeu campeonato de Série B, cairá 39,17%!

E Gabriel Jesus será no máximo o Kleberson, o Gilberto Silva e o Denilson da Copa de 2002.

Nunca o Ronaldo, o Ronaldinho Gaúcho ou o Rivaldo.

Espero errar, mas ninguém se lembrará disso e de mim.

Estarei aposentado, vendo e ouvindo os colegas opinando, prevendo, comentando e… palpitando!

Opine!

Uma vez Flamengo, sempre Brasil!

Leia o post original por Milton Neves

 

Ô Flamengo, dê um jeito aí e ganhe “deles” no Itaquerão!

Por favor!

É o que todo mundo espera.

Menos os felizes corintianos, hoje ainda mais fiéis depois de batizados pelo santo milagreiro Carille.

Fábio Carille, o Padre Donizetti de Itaquera!

Mas, e o Verdão, hein?

Tanto dinheiro, e tanta não conquista, que voltou a velha piada em que só se muda o nome do time que foi eliminado pela Raposa.

“O Palmeiras gasta milhões, milhões e milhões de dólares e é eliminado por… 1 Cruzeiro”!

Já o “Caso Neymar” não virou piada na novela mundial estrelada também pelos coadjuvantes PSG e Barça.

“Neymar”, por quase 12 dias, foi disparado o nome ou a palavra mais publicada no mundo pelas redes sociais do planeta quando se trata ou se tratou dos temas “Futebol” ou “Esportes”.

Neymar já virou, se não o melhor, mas o maior referencial e o mais influente jogador do mundo.

E será o melhor também logo, logo.

Mas jogando na seleção brasileira, na Inglaterra ou na Espanha, nunca na França!

Neymar pai, cirúrgico, gelado, numérico e determinado, é o grande parceiro do filho.

Não erra nunca!

Com seu parceiro-pai, Neymar só ganhou e ganha.

Neymar pai, ex-jogador medíocre, mas aprendeu a boleiragem e mais tarde deu uma de quase Dondinho, gerou um “Pelezinho” e virou gestor implacável das coisas do menino.

Todo mundo ganhou com Neymar pai.

Menos o Santos FC!

Também, com seus defensores pernas de pau como Laor e Odílio…

Inventei esses dois e vou me arrepender eternamente por ter dado um presente de grego ao clube que me tirou da sarjeta.

Fui infeliz, mas bem-intencionado.

Também direta ou indiretamente inventei Felipão na seleção brasileira em 2001.

Quanto ciúme de homem gerou e gera!

Fui feliz e o sortudo, coerentemente ao que pregava na Rádio Jovem Pan e no “SuperTécnico” da Band.

E o engraçado de tudo é que Laor muito me agradeceu, mas Felipão-7 a 1, nunca!

Nem me deu a camisa do goleiro Marcos que me prometeu ao telefone direto de Belo Horizonte naquela tarde de segunda-feira, 11 de junho de 2001.

Eu disse: “Mas o que fiz, Felipão, tem um custo, viu?”,

E ele: “O que, tchê?”.

“A camisa do Marcos no jogo final da Copa”.

“E como sabes que o levarei?”.

“Você me disse isso no aeroporto de Fortaleza em 13 de dezembro de 1999 ao lado de seu filho Leonardo. E você, naquele dia, me falou de outras duas paixões suas: Arce e Paulo Nunes”.

Como o paraguaio não poderia ser convocado e com Paulo Nunes caindo de produção, sobrou só o Marcos.

Daí meu “custo cobrado”, prometido e não cumprido.

E agora, mudando de pato para urubu, hoje eu cobro uma vitória do Flamengo contra o surpreendentemente bom Corinthians neste domingo à tarde.

Com oito pontos ou mais de vantagem sobre o ótimo e sobrecarregado Grêmio, de tantas copas simultâneas, nova vitória do imparável Timão será um tiro no coração da emoção de disputa do Campeonato Brasileiro.

Daí minha ladainha pela volta do mata-mata contra os pontos corridozzzzzzzzzzz…

Assim, Flamengo, também pela memória e saudades de Fio Maravilha, Michila, Dionísio Bode Atômico, Paulo Choco, Geraldo Assoviador, Onça e de um tal Zico, ganhe “deles” neste domingão, por favor!

Uma vez Flamengo, sempre mata-mata!

Opine!

O cristal do Timão trincou!

Leia o post original por Milton Neves

Embalado, o Corinthians não poderia ter empatado com o Atlético-PR em casa e com o Avaí em Florianópolis.

Eram dois jogos fáceis, seis pontos no papo e a manutenção do estado de graça de um time comum que tinha virado excelente nas ótimas e surpreendentes mãos de Fábio Carille.

Mas, ao ganhar do “invencível” Palmeiras dentro do Allianz Parque, comemorou demais e se acomodou.

Foi a chamada “letargia pós-orgasmo”, comum depois de um anterior grande sucesso no mundo do futebol.

Agora é segurar a onda, contrariar o profético Renato Gaúcho, recolher os cacos e recomeçar a ganhar.

Mas acho que perde do Fluminense no Rio.

E vou mais longe, adiantando-me ao final do primeiro turno.

Se o Grêmio não voltar com seus times mistos, os “míseros” seis pontos de gordura do Timão irão virar pó.

É que os quatro jogos finais do Grêmio são mais fáceis do que os quatro do Corinthians.

E o Tricolor gaúcho, do agora saudoso jornalista Paulo Sant’Ana, está para cima, embalado.

Enquanto que o líder de Itaquera deu uma perigosa estacionada.

E Paulo Sant’Ana, que estacionou no céu, era o Geraldo Bretas do Rio Grande ou o Mário Moraes de Porto Alegre.

O narrador José Carlos Guedes e eu o entrevistamos no Centro de Imprensa de Grotta Rossa da RAI em Roma, durante a Copa de 90 na Itália.

Nas duas TVs do estúdio da Rádio Jovem Pan rolavam uma luta de judô e a final de Roland Garros com o equatoriano Andrés Gómez sendo campeão.

Foi quando o grande Paulo Sant’Ana disse: “O tênis até que dá para engolir, mas judô nunca. As regras do judô são como cordas do violão, jamais vou entender ou aprender”.

Mas ele sempre ensinou jornalismo polêmico e histórico – o que adoro -, bem como a arte de cronista esportivo não omitir seu time sem perder a imparcialidade.

Paulo Sant’Ana subiu e espera que agora o Corinthians desça mais um pouco para o seu Grêmio encostar ou passar o líder.

Eu também.

Para mim, o Grêmio termina em primeiro lugar no final do primeiro turno!

“Acontecerá” o seguinte:

O Corinthians perde do Flu, do Fla e do Galo.

E empata com o Sport.

E o Grêmio ganha do São Paulo, do Santos, do Atlético-GO e do Galo.

Placar da tabela?

Grêmio líder com cinco pontos de vantagem!

É que o Timão perdeu o embalo, psicologicamente está caído e seu cristal, se não espatifou, trincou.

Não sei se o cristal é da República Tcheca, mas que os dois últimos empates para o Corinthians foram uma… Praga, isso foram!

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Cuca, Carille, Renato, Luxa, Lula e Moro

Leia o post original por Milton Neves

Cuca perdeu o clássico quarta-feira.

Escalou mal, substituiu mal e justificou pior ainda.

Era o típico jogo para Felipe Melo.

Longe de ser craque, o esquentado volante é um acordador de time com pernas compridas.

Teria chegado na bola e não no Arana no pênalti “dado” pelo Bruno Henrique.

Agitado, ia “bater na cara” dos 10 assustados menininhos de verde que foram a campo para ver o Corinthians jogar.

Ora, Felipe Melo só existe para este tipo de jogo nervoso, tradicional, disputado, importante e decisivo.

Aí ele cresce, lidera e acorda o time e a arquibancada.

Cuca justificou que Melo estava fora de forma.

Então por que o colocou no banco?

Já Carille colocou Cuca no colo, o Palmeiras no bolso e o Corinthians no topo mais ainda.

Virou o melhor técnico do Brasil com a voz mais suave, serena, humilde, convincente e convicta dos treinadores.

Uma voz gostosa de se ouvir.

Ouvido, Renato Gaúcho por sua vez disse que “o oxigênio do Corinthians logo acaba”.

Sei não, “eles” estão “largos” demais pelos lados de Itaquera parecendo água morro abaixo, fogo morro acima e mulher bonita quando quer namorar.

Ninguém segura!

Segurar o São Paulo é fácil.

Só falta perder para a Chapecoense.

Santa Catarina, que já teve quatro times de Série A, vai ficar sem ninguém.

E ninguém acreditava mais no Luxemburgo.

Pois está ressurgindo bonito no Sport com um belíssimo quinto lugar.

Até o Diego Souza refugou e resolveu mandar o Palmeiras embora.

Que a CBF agora mande embora definitivamente a porcaria do “turno e returno com pontos corridozzzzzzzzzzzzzzz…” (Vitor Guedes, brilhante).

Isso não serve para o Brasil e agora virei corintiano para o Campeonato Brasileiro perder a graça de novo já no primeiro turno.

Aí voltará ainda mais forte minha ladainha pelo meu grande amor: o mata-mata!

Ladainha por ladainha a do “perseguido” Lula não acaba nunca!

Onde já se viu um presidente tão bom – nota 9.07 – e reconhecido em todo o mundo ter se enroscado por meros imóveis de Série D?

Ora, quem ganhou milhões com palestras com notas fiscais emitidas e impostos pagos, por que não comprou o tal tríplex e o tal sítio evitando tanto rolo?

E também um apartamento para cada filho, todos moradores em imóvel “de um amigo”.

Algo não “colável”.

Pobre, como fui, adora imóvel em seu nome como realização, segurança, conquista e satisfação pessoal.

Lula não!

Falei isso ao vivo para o Doutor Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente na Rádio Bandeirantes.

“Lula e seus filhos têm vidas independentes, separadas”, desconversou.

Justo ele que não foge de pau.

Nunca vi um advogado tão apaixonado, aguerrido, determinado, atuante, bravo e 1.000% ligado ao seu cliente.

Se conseguir salvar Lula de todos os arremessos, saltos, tacadas, braçadas, corridas, cortadas e chutes a gol do decatleta Sérgio Moro, Cristiano Zanin irá se consagrar como o “Pelé dos Advogados”.

Mas…

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