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Os milionários empresários da bola

Leia o post original por Milton Neves

Sou dos tempos de Samuel Ratinoff, José da Gama e de outros “despachantes” das viagens para o exterior de nossos times e seleções.

Juan Figer também começou assim.

Eles agenciavam “jogos de excursão” dos clubes brasileiros no exterior e ganhavam por volta de 5% do custo de cada amistoso.

O Santos jogava por US$ 30 mil e Pelé levava 7%.

Sem ele a cota baixava para US$ 18 mil, isso quando o amistoso não era cancelado.

A seleção brasileira era “mais cara”: US$ 45 mil, com Pelé.

E esses empresários eram apenas os marcadores de passagens, coordenadores de traslados e os que reservavam os hotéis.

Eram espécie de Tia Augusta, CVC, Decolar, Maringá Turismo, Dimensão Turismo, Stella Barros e etc.

Só isso, mas com o hercúleo trabalho em aeroportos europeus para conseguir acomodar o elenco inteiro no mesmo voo, devido a jogo contratado de última hora, porque todos os jogadores exigiam viajar no mesmo avião do Rei “porque o avião do Pelé não cai nunca”, conta-me o ex-zagueiro Oberdan do Santos-FC, hoje o Rei da Cerveja e da Água Mineral em Florianópolis.

Eram, portanto, os “empresários” da época de ouro de nosso futebol e eles tinham participação zero no então chamado “passe” do jogador.

E hoje?

Com a mamãe “Lei Pelé”, exagerada, o empresário-sócio dos craques virou quase o time e o clube, além de pressionador de treinadores e lutador para expor seu “produto” ou sua “mercadoria” na mídia e nas convocações.

Se antes o jogador era sim escravo do clube, hoje é o clube refém dos “representantes” dos jogadores cujos direitos viraram verdadeiras pizzas de múltiplos sabores: cada um tem um pedaço!

São eles o advogado, o jogador, o representante, o primeiro revelador, o sócio, o empresário, o pai, a mãe e até o outro clube que não recebeu em 100% de seus direitos quando da última transferência do atleta.

Todos são donos da “Pizzaria da Bola”.

Uma festa!

Exagerando, basta ter um escritoriozinho 30×40, uma mesinha, um telefone, dois celulares, uma secretária atendente, boa relação com os transitórios cartolas e treinadores e pronto: o cara virou empresário ao arrumar uma carteirinha da Fifa.

E todo mundo arruma, consta.

E dá-lhe comissão.

Até para quem não merece.

Tanto que temos grandes brigas nos tribunais em lutas titânicas por um pedaço do naco, “purfa” ou não, referentes à transferências famosas ou mais ou menos de jogadores aqui no Brasil e do Brasil para o mundo.

É um Carnaval!

Parece, eu disse parece, até a turma do Mensalão e do Petrolão.

É intermediário demais e muitos dez dedos envolvidos.

Ou até nove, talvez.

Mas aí não é caso de “empresário”, mas de intermediários e até de indicadores de futuros propineiros nas máquinas estatais.

O indicado entra, “propineia”, escala seu indicador-padrinho-sócio como operador-recebedor e racha-se o “produto do roubo”.

Quase sempre dá certo, a gente tem visto no “Estádio do Moro FC”!

Mas será que não temos ou tivemos nesse rolo todo operador-indicador-recebedor que ficou com toda a grana em espécie e não repassou a parte do propineiro-indicado-sacaneado?

Duvido, porque bandido tem “ética”!

Seria um trem feio, sô, diríamos em Minas Gerais.

Mas para essa turma tão grande de Brasília e de várias capitais, “ética” é algo tão raro quanto foi o talento de Pelé com a bola no pé.

Justo ele que, com a caneta na mão, assinou sua “Lei Pelé”, não de todo ruim, mas maravilhosa para os empresários escravizadores dos clubes e supremos donos de jogadores.

Opine!

Casagrande 10 x 0 Neymar Pai

Leia o post original por Milton Neves

Serena, correta, independente, normal, coerente e democrática a opinião pertinente do jornalista Casagrande sobre Neymar, esse belíssimo craque consumado.

E cadê os que o chamavam de “Ney Cai Cai”, “Ney Marketing”, “Robinho Bem Piorado”, “Ney Mala”, “Um reserva comum quando for para a Europa” e que “o bom não é o Neymar, mas o Lucas”?

Sim, errar é humano, para os que não ficam no muro.

Mas é desumano para os que criticam e ofendem sempre vivendo de perseguições como a esconder os rabos podres com a alma incendiada pelo ódio, pela inveja e por complexo instalado até a medula.

Espécie de tristes e confinados vampiros que vivem do caminhar sereno e do puro sangue alheios.

Não é o caso de Casagrande.

Esse são-paulino de infância e adolescência, formou-se jogador profissional não atleta pelos campinhos do Corinthians.

Um não atleta como Sócrates, não craque como Sócrates, mas mais lúcido e guerreiro do que Sócrates, em seus infortúnios.

Ainda luta contra eles, não esconde.

Sócrates nunca escondeu também, mas não lutou como Casagrande e se entregou.

Uma pena, homem bom.

E hoje, em meio aos estádios, programas esportivos e comentários globais, Casagrande viaja pelo Brasil semeando palestras gratuitas e ensinando a juventude como e por que não se deve usar drogas.

Vi parcialmente uma delas, em Fortaleza-CE.

Casagrande viajou ao lado do repórter Eduardo Affonso, “a metralhadora informativa”, e eu estava por lá em meus intermináveis eventos corporativos.

E não esconde também que os demônios das drogas estão sistematicamente a coçar seus cabelos sempre desalinhados, pouco importa.

Entendeu bem, Neymar Pai?

Casagrande não é um abutre, mas um jornalista independente que não precisa ser “parça” de ninguém para viver sua vida e enfrentar as perigosas e eventuais recaídas, infelizmente frequentes nesses tipos de tentações.

E você, Neymar Pai, não precisa também avisar que Casagrande não pode falar isso ou aquilo de seu filho mina de ouro só porque “o passado o condena”.

Casagrande, e qualquer jornalista de todos os veículos, está escalado e condenado apenas a exercer sua profissão no rádio, jornal, TV e internet.

Se não o fizer bem feito, perderá espaço.

Cuide do dinheiro, “Mestre-Cofre Neymar Pai”, e deixe de ser esse inventor a alimentar mais polêmicas envolvendo o melhor Pelezinho que já tivemos.

Não te falei isso há meses no “Restaurante Português” quando você pediu para jantar comigo?

A cúpula da direção do UOL estava lá do nosso lado também, coincidentemente.

Você, Neymar Pai, anda “dungando” muito e agora quer controlar a imprensa também como controla as idas e vindas trilionárias de seu filho gênio?

Dunga, burramente, não levou Neymar, além de Ganso e Adriano, em 2010 para a Copa da África, preferiu brigar com toda a imprensa e quebrou a cara.

E quebrando a nossa também.

Eu alertei isso ao Dunga em 2010, mas ele preferiu ironizar quando fiz a melhor e mais profética pergunta em rede nacional de minha carreira de meio século de microfone.

O enorme anfiteatro lotado de jornalistas do carioca Hotel Windsor “me aplaudiu com os olhos”.

O bravo Cícero Mello, da ESPN, o fez com palavras.

Mais tarde, um gato pingado deu 10 lesa-ética ao Dunga pela resposta fujona, burra e covarde.

Assim, não “dungue” mais, Neymar Pai.

A imprensa toda é Neymar FC e todos nós queremos o hexa na Rússia e sem seu filho não vejo como.

Sim, tem muita inveja em torno do “Menino da Bruna”, mas isso é por parte dos beques cavalos da Europa domesticados pelos cavalariços do banco.

E que Neymar também não fique dodói com o que falam e escrevem sobre ele.

Quer “respeito total”?

É só virar “Ruimguaín”, Nacho (arght!!!) ou qualquer jogador da Coréia do Norte, San Marino ou Ilhas Faroe.

“Não se atira pedras em árvore que não dá frutos”, é bíblico.

E as atuais ressentidas pedras catalãs contra Neymar serão reforçadas em semanas pela artilharia francesa de Napoleão Bonaparte, mas em nova Waterloo.

É que essa nova derrota francesa, na terceira saída abrupta (Paris-Madri) de seu filho, Neymar Pai, enfurecerá brutalmente os coleguinhas que cobrem o atual Campeonato Francês de segunda divisão, onde você o enfiou.

Você vai ver, Neymar Pai, e aí finalmente sacará que Casagrande é o mais doce e puro dos jornalistas esportivos do mundo.

Opine!

O Carnaval da Bola

Leia o post original por Milton Neves

Entre Manaus-AM e Guaxupé-MG escrevi, abaixo, as mal traçadas linhas de um assunto que em nada domino.

A “Festa de Momo” anda só mais ou menos nas “Escolas de Samba” de nossos times.

O “menos” ganha do “mais” por 6 a 2.

Mas o Corinthians é o Império Serrano ou a Estação Primeira de Mangueira: só o nome leva nota 9.27, quase 10!

O Fluminense caiu para o Grupo de Acesso no Rio: nota 1.91.

O Palmeiras é a Beija-Flor de Nilópolis ou a “Portela da Água Branca”: nota 10.

O Santos lembra a Paraíso do Tuiuti: uma zebra com limitações em alegorias e adereços.

O São Paulo anda atravessando o samba, sem harmonia, mas com enredo em evolução: nota 4.99.

O Vasco tem carisma e história, só que hoje sua bateria está desfalcada e faltam instrumentos: nota 3.08.

O Galo precisa de um novo “puxador de samba” pós seu desafinado ex-treinador: nota 4.97.

O Cruzeiro tem boas fantasias e respeitável comissão de frente: nota 6.17.

O Botafogo já foi Mangueira, Beija-Flor, Portela, Salgueiro, Imperatriz Leopoldinense e Império Serrano. Hoje é a sumida “Império dos Incas”: nota 1.30.

O Inter é a São Clemente: participa, participa, participa e não ganha nada. Até cai de vez em quando: nota 3.19.

O Grêmio começa 2018 como a Padre Miguel: rezando para não cair no Gauchão! Nota 2.11.

Coritiba, Atlético-PR, América-MG, Bahia, Vitória, Náutico, Sport, Santa Cruz, Ceará e Fortaleza, do Mestre Sala Rogério Ceni, são nobres componentes dos sambistas que anonimamente enchem a avenida em meio ou ao lado dos carros alegóricos, bateria, comissão de frente e mestres-salas.

E a Portuguesa?

Bem, a Lusa não desfila.

Virou “Abandonada do Canindé” ou “A Sumida da Marginal do Tietê”.

Uma pena, porque ela foi boa “lá em outros carnavais”.

E que a apuração das campeãs e das rebaixadas corra em absoluta harmonia, sem o velho enredo de brigas na Quarta-Feira de Cinzas e sem nenhum Oswaldo de Oliveira contestando aos berros e murros os números e notas das papeletas dos “senhores jurados”.

E “Feliz Ano Novo” para todo mundo a partir de quinta-feira e vamos trabalhar, galera!

Opine!

As comemorações do Corinthians

Leia o post original por Milton Neves

E o Timão, amanhã, terá novo presidente.

Espero que seu mandato seja comemorado e não conturbado.

E que venda “em horas” os naming rights da Arena Itaquera.

Aquilo, até agora, é um belo Cavalo de Tróia montado por Andrés Sanchez, Lula, Odebrecht, BNDES e políticos municipais.

Uma vergonha!

Desde 2013/2014 que é um filho sem pai, patrocínio ou batismo corporativo.

Mesmo tendo, à época, a certeza de sediar simplesmente a abertura de uma Copa do Mundo, troféu maior para algo se negociar, batizar, vender, patrocinar e etc…

E eles, os cartolas corintianos, não venderam nada e ganharam o mais belo diploma de incompetência da história da bola.

E eu, em 2013, indo para Marrocos ver o Galo no Mundial, parei por dias em Istambul, Turquia, com meus filhos.

E bem do lado, ou até debaixo das janelas de nosso hotel, o Ritz-Carlton, havia um buracão cercado por tapumes onde se lia “Vodafone” para todo lado.

Pois aquele buraco era a manjedoura da nova casa do Besiktas, time grande da Turquia, mas pequenininho perto do Corinthians.

E não é que antes de batida a primeira estaca ou até antes do primeiro tijolo removido do demolido estádio antigo, o novo “Besiktas Stadium” já tinha o seu caro batismo promocional vendido e garantido por 15 anos?

Hoje, sempre lotado, ele é um ótimo Allianz Parque, mas bem melhorado.

E se em 3 de fevereiro de 2018 o Timão agora comemora a chegada de um novo presidente, é bem verdade também que em 2 de fevereiro, como sexta-feira, “comemorou-se” pelos lados alvinegros do Parque São Jorge e de Itaquera o Tolimaday!

Foi em 2 de fevereiro de 2011, quando o Corinthians conseguiu a proeza de ser eliminado pelo “gigante” Tolima, da Colômbia, na pré-Libertadores.

Mas prefiro mesmo lembrar de outro aniversário corintiano que foi a quebra do tabu.

Que comemoração!

Em 6 de março de 1968, portanto o dia está chegando, naquela quarta-feira à noite no Pacaembu, “eles” ganharam “de nós” depois de “vários séculos”.

Sim, foi na bamba, com gols do saudoso Paulo Borges de pé esquerdo, o único de sua carreira, em raríssimo chute da intermediária, e outro de Flávio Minuano, de pé direito.

Antes, Edu, Toninho e Pelé perderam “trocentos” gols diante do nervoso goleiro “subversivo” Diogo, hoje criador de ovelhas no interior do Rio Grande do Sul.

Mas deu Corinthians mesmo para o alívio da Fiel.

Foram 10 anos sem ganhar do Santos nos estão disputadíssimos e importantíssimos campeonatos paulistas.

Por uma década, tivemos vários “quases” do Corinthians para quebrar o tabu, mas Laércio pegou pênalti de Flávio em 1966, pênalti sofrido por Garrincha, e com Cláudio Mauriz também defendendo penal em 1965 cometido pelo central Modesto que Nair não soube converter, no finalzinho, num sábado à noite.

Isso sem lembrarmos dos milhões de gols de Pelé em Cabeção, Aldo, Heitor e Marcial, dentre outros.

E saibam que, tenho certeza, a quebra do tabu de 6 de março de 1968 foi o “título” que mais emocionou a imensa torcida corintiana.

Aqueles lotéricos 2 a 0 ganharam, na vida do Timão, do gol do Basílio em 1977, da invasão do Maracanã de 1976, do título paulista do IV Centenário de 1954, do gol de Guerrero no Japão em 2012 e da “lamentável” defesa de Cássio, cara a cara com Diego Souza naquele Corinthians 1 x 0 Vasco, pela Libertadores.

Que pena!

Não me conformo até hoje!

Mesmo sendo tão grato ao Corinthians.

Afinal, sem ele, neste meu meio século de microfone, teria muito menos a comemorar em minha vida tão abençoada por Deus.

É nóis, vai, Curintchá!

Opine!

Espertos cartolas burros! Não se esconde dinheiro nos EUA!

Leia o post original por Milton Neves

Ao final do Brasileirão – porcaria dos malditos e imbecis pontos corridozzzzzzzz – de 2017, temos ainda alguns joguinhos-cemitério para times com um pé na cova e uma festa pasteurizada em Itaquera.

Até a Série B morreu antes da hora nas duas pontas.

Um mata-mata dos oito piores e dos oito melhores teria inclusive o Papai Noel vibrando na arquibancada de jogos decisivos e emocionantes até a metade de dezembro.

E na Série A foi mais um campeonato-lixo que terminou “antes de acabar”.

Hoje, o que sobrou, só se resume a três velórios ainda indefinidos.

Mas tem festa!

Uma festa pré-marcada e sem a espontaneidade da vitória de um jogo final, porque no dia da explosão natural do título da Fiel, o maldito regulamento impediu a entrega da taça, a tal cereja do bolo.

Mas e se o Galo ganhar do Corinthians neste domingo?

Aí vai ser uma coisa de festa de corintiano cabisbaixo com todos saindo com cara de “santo achado” ou com “cara de tacho”.

E olha que o Galo gosta de colocar mais água do muito que já tem no chope, hein?

Uma vez ele ganhou da seleção do Saldanha no Mineirão e na estreia de Gérson e de Toninho Guerreiro meteu 5 a 2 no São Paulo naquele 25 de janeiro de 1970 no Morumbi.

Mas, deixa para lá, tô logo entrando em férias enquanto parte de nossa ótima mídia esportiva fica aí uns 45 dias batendo lata e falando de assuntos periféricos em belas fábricas de enchimento de linguiça.

Eu vou para os EUA, Ilha de Manhattan, Nova York.

Trata-se do pior lugar do mundo para se esconder dinheiro.

Dinheiro roubado!

Ora, se nem Al Capone escapou, por que os sul-americanos cartolas propineiros dos milionários direitos de transmissão de futebol pela TV foram se “mocozar” justamente lá?

Ouvi outro dia de um figurão, em espera de embarque de aeroporto, “que essa turma escolheu os EUA porque lá eles nem sabem que a bola é redonda”.

Ora, que santa ignorância.

Sim, o tradicional futebol ainda é lá uma espécie de nossos campeonatos de basquete, vôlei de praia, futebol de areia e da F1 atual aqui no Brasil.

Mas se eles não adotaram ainda o futebol da Fifa, em matéria de dinheiros eles são verdadeiros Pelés.

Qualquer dinheiro que entrou lá, que passou por lá ou que saiu de lá, o Leão deles abre os olhos, trinca os dentes, sente o cheiro e afia as garras querendo saber de onde veio, para quem foi, o que comprou e quem mandou.

Sendo assim, tem simplório por aí até alegando que “o enxerido FBI não tem que se meter em assunto que não tem nada que lhe diga respeito”.

Quanta burrice!

Santa jumentice!

E oxalá tivéssemos um FBI desse aqui nos mensalões e petrolões da vida.

Se aqui temos o nosso maldito jeitinho, lá nos EUA é tudo no preto, no branco, no azul, no verde, no amarelo, no cinza, no vermelho e em todas as cores.

Mandou dinheiro para lá?

Dinheiro com origem!

Então use sempre um banco brasileiro como o Bradesco do Brasil ou de Nova York, declarando tudo em nossa Receita Federal.

E, querendo, compre imóvel lá, mas via escritório de advocacia top de linha da capital do mundo e especializado no tema.

Assim, viva esporadicamente num desses imóveis, alugue outro para ricos executivos chineses, curta o Central Park ou o Oculus de Santiago Calatrava de Tribecca do lado do One World Trade Center e seja feliz vivendo tranquilo.

E se você tem direito ainda a uma piscina do Atlântico em Sunny Isles de Miami, aí a coisa esquenta de vez enquanto Nova York gela.

Mas declare tudo para nossa Receita Federal para não ser pego pelas garras implacáveis do FBI dos homens de preto de lá.

De lá e daqui.

Marin, Teixeira, falecido Grondona, Del Nero e outros 10 ou 15 cartolas empepinados em Nova York deveriam ter aprendido o que Al Capone ignorou e o que Pablo Escobar soube evitar.

Um era sonegador e o outro não depositava nada nos EUA, preferia enterrar toneladas de dólares em cantos colombianos.

Todo mundo se ferrou.

Bem feito!

Opine!

Campeonato sem final é como lua de mel sem noiva!

Leia o post original por Milton Neves

E acabou o Brasileirão!

Deu Corinthians desfalcado dessa vez de seu craque Apito Amigo e foi muito merecido.

Graças ao Jô, ao mágico Carille, ao Roberto de Andrade que bancou os dois heróis mais do que improváveis, ao cirúrgico Clayson que entrou na hora certa e à Fiel Torcida, é claro.

E que torcida!

Ela merecia uma festa 1910% melhor!

Não se decide campeonato em noite de quarta-feira ou madrugada de quinta e contra adversário coadjuvante que só serve de paisagem.

O Fluminense, sem culpa, não fará parte da história por presença insignificante, digamos.

Ora, campeonato decide-se no domingo à tarde em jogo de dois times com as mesmas chances de título.

O lixo dos pontos corridozzzzzzzzzz tem também este grave defeito do “campeão de repente” e antes da hora.

O adversário só cumpria tabela e nem valeu a pena tirar sarro dele.

Ao contrário das épicas decisões de Flamengo e Galo em 1980, Santos e Corinthians em 2002, Galo e São Paulo em 1977, Corinthians e São Paulo em 1990, Santos e Flamengo em 1983, Cruzeiro e Vasco em 1974, Inter e Cruzeiro em 1975 e outros trocentos momentos em que o país parava para se saber qual dos dois finalistas seria o campeão.

Campeonato sem final é como lua de mel sem a noiva que virou esposa.

Tem flerte, namoro, beijinhos, abraços, noivado, casamento, igreja, festa para meio mundo e depois o noivo viaja… sozinho!

E agora, por quase um mês, vamos “bater lata” na mídia com assuntos secundários.

E não tivesse o Corinthians pisado na bola, ou tirado o pé no segundo turno, o Brasileirão teria terminado ali por agosto ou setembro.

Teria sido um desastre com direito a mais demissões para todo lado nas redações esportivas.

Quase sozinho, luto pelo mata-mata, pela emoção, pela disputa, pela audiência impulsionada de todos os veículos e diretamente pelo emprego de jornalistas esportivos através da publicidade, o oxigênio de todas as empresas de mídia.

E justo na hora e mês dos departamentos comerciais fecharem no mercado publicitário suas verbas garantidoras das grades para 2018, o ano da Copa, a bola fica murcha com tudo decidido no campo, antes da hora.

Não falo ou luto por mim, porque, com hipocrisia zero, não preciso mais, ao contrário de tanto jornalista desempregado, sub-empregado ou mal remunerado.

Já lancei muita gente boa e até gente ruim que não merecia.

Empreguei e emprego pessoas e sei das dificuldades e tristezas de um chefe de departamento esportivo, de qualquer veículo, ao receber ordem do financeiro da empresa de cortar e… cortar empregos porque, ao contrário de meus programas de rádio e TV, a “publicidade minguou”.

No meio, virou lei o já famoso “custo é como unha, tem que cortar sempre”!

Aprendam, colegas, a publicidade é nosso preparo físico, nossa escalação, nossa remuneração, nosso gol e não podemos entregar para ela uma mídia sem sal em nossos espaços.

E atenção, “radiaiada” por aí.

Botem pilha nesses programas “nhém-nhém-nhém”, em comentarinhos lidos e gaguejantes de som ruim e nos “Terceiros Tempos” curtinhos de vocês.

Quinta-feira levei o meu, o legítimo, até 3h30.

Certo, prezado e querido Everaldo Marques?

Obrigado pela mensagem na madrugada.

Mudem o jeito que vocês fazem rádio esportivo, porque empresário não bota seu dinheiro em produto ruim de mídia, sem disputa, sem emoção, sem audiência ou em campeonato de futebol de perna curta que termina “antes de acabar”.

Cliente coloca um real no ar e quer cinco de volta.

Tem todo o direito e os cartolas são burros!

Futebol é uma atividade multi-econômica e não lúdica, romântica.

Campeonato de futebol não existe só para se apurar o campeão, mas também para sustentar toda a cadeia alimentar percorrida pela bola.

Desde o pipoqueiro da porta de estádio até o custo da taça erguida pelo capitão do time campeão no domingo à tarde em que os dois, com chances iguais, brigaram cabeça a cabeça.

Acordem, sob pena de mais cabeças rolarem por aí…

Opine!

Palmeiras começou 2017 como banco e termina como feira!

Leia o post original por Milton Neves

A Crefisa seria a nova Parmalat.

Djalminha, Cafu, Marcos, Müller, Antônio Carlos, Rivaldo, Zinho, Paulo Nunes, Roberto Carlos, Edmundo, Evair e tantos craques fariam de novo um Palmeiras do tamanho do Barcelona e do Real Madrid.

Torcida do Verdão ficou eufórica e a onda verde não parou de crescer.

Pois a Crefisa jogou mesmo tão bem quanto a Parmalat e escancarou seus grandes cofres com tantos fundos tão profundos.

Enquanto isso o Corinthians era a quarta força e sério candidato ao rebaixamento no Brasileiro.

O São Paulo era uma incógnita e o Santos coadjuvante.

Mas o Palmeiras teve péssimos administradores financeiros.

Alexandre Mattos foi horroroso gerente de banco e aplicou muito mal os recursos a ele confiados.

Teve rentabilidade negativa na base de 19,51% abaixo do CDI, mensalmente.

Uma proeza!

Seus outros gerentes de aplicação de recursos também foram muito mal no mercado financeiro.

Eduardo Baptista, Cuca e Galiotte “brilharam” tanto, tecnicamente, quanto os administradores do Comind, Caderneta de Poupança, Haspa, Papa-Tudo, Banco Santos, Boi Gordo, Bamerindus, Banco Nacional, Mesbla e Mappin.

Mas, é claro, nesta exagerada simbologia, talvez cruel, o Palmeiras não quebrou, jamais quebrará e muito menos um dia desaparecerá.

Mas, que vergonha!

Que fracasso!

Que decepção!

Tanto dinheiro à vontade e tantas derrotas e eliminações.

Era muita cobra a picar a outra em espaço menor a comportar tanta gente.

Não foi por falta de aviso!

Agora é lamber as feridas, como dizem os gaúchos, limpar a “agência”, verificar com verdadeiros profissionais do sensível mercado financeiro quais as melhores aplicações para 2018 e escalar operadores que saibam fazer muito gol jogando do goleiro ao ponta-esquerda.

Isso tudo urge, sob pena de “quebrarem” a inquebrável Crefisa e soterrarem o sonho de “Dona Leila Presidenta” do Verdão.

Gastaram muito mal seu dinheiro, minha senhora, comprando a esmo muita quantidade e pouca qualidade.

Formaram um time de baciada, com muito legume vencido e com frutas passadas.

Que os feirantes também desarmem suas barracas procurando outra freguesia.

Mas na “Feira do Palmeiras” tinha literalmente um barraqueiro muito mal aproveitado e que ninguém notou, prestigiou, escutou ou escalou.

Felipe Melo!

Sim, Felipe Melo, ele mesmo!

E não fiquei louco!

Não souberam aproveitar a rara e única virtude dele: seu poder de acordar os outros 10 jogadores do Palmeiras que andaram perdendo bovinamente dois jogos para o Corinthians e até para o Vitória.

Sim, um destemperado com fio desencapado, mas não uma meiga mocinha como alguns jogadores dóceis que desfilaram vestidos de verde pelos campos do Brasil neste ano de 2017.

Todo time precisa de um líder e o Palmeiras é um amontoado assustado.

Menos o ótimo Moisés, o resto é tudo gente que precisa de líder, maestro ou berrador a acordá-los.

O Porco joga bovinamente à procura do matadouro.

Longe, e bota longe nisso, de um Dudu, Zito, Clodoaldo ou Dunga, mas Felipe Melo é indispensável em jogo pegado, nervoso, decisivo, dramático.

Ele teria eletrificado o elenco do Palmeiras que joga bola praticando ioga.

Virou um fim de feira!

Opine!

Neymar, jogue surdo e mudo que o mundo gritará por você!

Leia o post original por Milton Neves

Agora tivemos a vez do nota 5.58 do tal Dugarry a dizer que Neymar é “insuportável”.

Outros boleiros falam e acham o mesmo.

O primeiríssimo dos primeiros a criticar nosso número 1 foi o treinador René Simões.

“Aqui na Vila está sendo criado um monstro”, cravou.

E acertou na mosca.

Neymar virou mesmo um monstro, em tudo.

Talento, brilho, faturamento, protagonismo, importância, exposição, patrimônio, marketing, liderança, gols, genialidade, em Barcelona, em Paris, na Europa, no Brasil, na Olimpíada e no mundo.

Só dá ele.

Merecido!

E logo passa Cristiano Ronaldo e Messi “que estão velhos”.

Mas Neymar lidera também no quesito antipatia, em patamares inéditos.

Uma antipatia crescente e preocupante.

Sim, tem muita inveja também na vida e nos jogos desse atual gênio que Mogi das Cruzes nos deu.

E já tivemos no futebol muitos e muitos outros jogadores a também inflamar e a fazer crescer em torno de si a antipatia e a inveja, essa dupla perversa, mas tabelando com a irreverência, a irresponsabilidade, a artilharia, a genialidade, a fama, a humildade, a seriedade e o folclore.

Foram os casos de Pelé, Romário, Ronaldo, Tostão, Zico, Sócrates, Rivellino, Ademir da Guia e mais Serginho Chulapa, Edmundo, Neto, Almir Pernambuquinho, Zé Roberto Marques, Gérson, Zizinho, Heleno de Freitas, etc.

Traduzindo, sobram acima adjetivos para estes e aqueles.

Mas, sabia, Neymar, que nenhum deles tinha esse seu insuportável “sorriso irônico” que você sempre destila e destina ao esforçado ou violento beque que te derrubou?

E por que você botou na cabeça que todo árbitro, que lhe dá merecido (ou não) cartão amarelo e vermelho, tem que receber esse seu olhar de desprezo, de deboche e de superioridade inexistente?

Você pratica em todo jogo uma espécie de “Bullying Futebolístico pelo Rosto”, diminuindo a “sua senhoria”.

Isso faz com que, em dúvida, decidam contra você naquele ou nos próximos jogos.

E quem te falou que você está acima de tudo e de todos?

Você não saca que isso está fazendo um mal danado para sua imagem e para o seu rendimento?

Perante seus “companheiros”, como Cavani, e seus adversários em campo vestindo uniforme do time contrário ou da turma do apito e da bandeira!

Os árbitros são solidários e corporativistas: humilhou um, humilhou a todos!

Baixe a bola pessoal que sua bola do mundo ficará ainda mais cheia.

E pare de ouvir o que os beques gringos falam na tua orelha, em português ofensivo e decorado, quando a bola está no ataque do adversário.

Sim, ali, os zagueiros, violentos, carniceiros e desonestos, estão praticando no teu ouvido “fratura exposta da honra” (jornalista Marcos Rosendo).

Retribua com dribles e gols, mas sem suas entradinhas vingativas e maldosas, porque outros Zunigas podem aparecer na sua vida.

E vire surdo e mudo, ouça e fale só com seus 10 companheiros de batalha.

Eles, sim, gostam e precisam de você.

Nós também!

E seja como Pelé, Romário, Ronaldo e Zico, que tampavam o ouvido durante o jogo e abriam só as turbinas dos pés e das canelas.

“Eu nunca ouvi as vozes de Ronaldo e Romário em campo” (Evandro Rogério Roman, ex-árbitro e hoje deputado federal).

E cuidado, Neymar, porque as vozes das arquibancadas do time anfitrião estão cada vez mais gritando contra você.

Já os gênios citados acima, quase todos, eram temidos, muito temidos, mas nunca antipatizados ou odiados!

Ah, acabou meu “Campeonato Brasileiro de Amistosos”.

Agora virei Palmeiras, com um cisquinho de esperança pelo meu Santos FC.

Opine!

Lá se foi o Carboni e que volte o rádio!

Leia o post original por Milton Neves

 

José Carlos Fantini Carboni (1949 – 2017) saiu da vida e foi para a galeria dos imortais da crônica esportiva.

Voz grossa, nunca gostou do microfone, mas muito disciplinava e orientava a quem o utilizava.

Tanto as estrelas, suas “vítimas” preferidas, quanto as revelações de meninos assustados.

Eu o ouvi pela primeira vez, ao telefone, quando ligou para a assessoria de imprensa do Detran, pedindo ajuda.

Tinham roubado o Fusca dele, lá pelos anos 80.

Sumiu!

E logo Carboni apareceu contratado pela Rádio Jovem Pan I AM vindo de “A Gazeta Esportiva”, uma de minhas faculdades de jornalismo esportivo ao lado das rádios Tupi, (saudades de Pedro Luiz e Haroldo Fernandes), Bandeirantes (ave, Fiori Gigliotti), Nacional do Rio (Ah, Jorge Cury…) e das TVs Tupi de Walter Abrahão e Record de Raul Tabajara.

Via tudo o que podia nelas graças aos “televizinhos” Rubens Abrão e Geraldo Coimbra, lá em Muzambinho (por favor, não sou o ganhador único dos R$ 4 milhões da Mega-Sena da última quinta-feira, infelizmente).

Seo Rubens tinha uma Colorado RQ e o “Gerardo Cuimbra”, sua querida Zenith.

Tudo em branco e preto, com muito chuvisco e Bombril na antena.

Era o que dava!

E não era para ter dado tão cedo para o Carboni.

Mesmo com o fato ou lenda de que “os grandões vivem bem menos do que os baixinhos”.

Xiiiii… tô preocupado!

Mesmo!

Estatura moral também nunca faltou a Carboni.

Competência, amizade e ética igualmente não.

Meu amigo Carboni, a quem chamava de Lee Van Cleef (1925 – 1989), ator americano, e de sósia de outro ator, Odilon Wagner, da Rede Globo, reclamava muito do declínio do rádio esportivo.

E com razão!

“Sumiram os generais e urge que soldados, cabos e sargentos subam de patente”, exemplificava.

E sempre ponderei, concordando, que a meninada de hoje precisava parar de usar o rádio apenas como trampolim para a TV.

Eu também fui, só que sem nunca descer do rádio, hoje e ainda em cinco delas.

Mas, Carboni, agora com mais tempo para olhar tudo literalmente de cima, logo, logo ficará contente.

A coisa anda melhorando, pelo menos em São Paulo, a locomotiva.

Mas nos outros 26 vagões pelo Brasil afora…

A Rádio Globo é forte, como tudo no grupo dos Marinhos, e a TV Globo a está alavancando.

A CBN agregou boa equipe de analistas e narradores, mas falta lá o “homem-tronco” do estúdio para, com autoridade e liderança, disciplinar e distribuir a bola no pós-jogo, muito curtinho.

Todas precisam evitar “miados” em microfones de retaguarda, lugar só de gente de voz que enche o rádio!

A Rádio Bandeirantes garimpou e achou João Paulo Cappellanes, Umberto Ferretti, Vinícius Bueno, as borbulhas de Felipe Garraffa, a memória do Bernardo Ramos, a efetivação de Ulisses Costa (que narrador!), ao lado das grifes Silvério e Zaidan e a persistência de produção do raro Guilherme Heredia Cimatti.

Tem havido por lá memoráveis “Terceiros Tempos” como nos áureos tempos da e na Jovem Pan, de 82 a 2005.

Mas que ela, hoje fortíssima na política, bem na bola rolando, nem tanto no comercial, entenda que Wanderley Nogueira não sabe, soube ou saberá apresentar no estúdio e que não adianta procurar similar de Milton Neves para antes e depois dos jogos.

“Como esse caipira não teve, não tem e não terá outro”, Fernando Luiz Vieira de Mello (1929 – 2001).

Louve-se também o esforço de Weber Lima na Rádio Capital e a liderança de Eder Luiz na Transamérica FM.

Mas essa tem um problema muito sério: é muita propaganda!

Até que não sou contra, mas precisa exagerar tanto?

Enfim, vida longa ao rádio esportivo, esse herói que enfrenta “briga desleal” com tantos jogos simultâneos e campeonatos, de futebol ou não, ao vivo pela TV, aberta e fechada.

Fiori, Pedro, Haroldo, Ênnio, Flávio, Edson, Alfredo, Darcy, Joseval, Doalcey, Zé Italiano, Valdir e Jorge só “enfrentavam” o vídeo-tape horas depois.

Certo, Carboni?

E obrigado por tudo!

Opine!

Grêmio x River: Culpa do Culpi!

Leia o post original por Milton Neves

Escrevo de São Vicente-SP, a primeira cidade do Brasil onde nasceram Robinho e Jefferson, goleiro do Botafogo.

É que agora me tornei “Cidadão Vicentino”, uma honra!

Como já era por aqui também de Santos, Guarujá e Itanhaém, a segunda mais antiga do país.

Fazia tempo que não vinha para a terra do Ilha Porchat Clube – hoje nem sombra do passado glorioso dos tempos do saudoso Odárcio Ducci (1942 – 2016) – e do icônico “Seven Seas”, edifício projetado pelos engenheiros alemães que instalaram a Volkswagen na Via Anchieta nos anos 60.

E quando será instalado um time forte aqui em São Vicente?

Difícil, porque a vizinha e forte Santos “não deixa” o futebol crescer nas cidades próximas de nosso litoral.

Santos que segue chorando a dolorosa eliminação da Libertadores pelo… Barcelona!

Ah, não suporto esse nome, viu, Neymar?

Viu, Laor?

Viu, sumido Odílio?

Quanto gol contra, sô!

E que gol a favor que você deixou de fazer na quarta-feira, hein, Ricardo Oliveira?

Mas, não foi culpa dele.

Culpa de Culpi.

Levir escalou mal demais o superado Leandro Donizete e, sem Lucas Lima e Renato, colocou em campo os contundidos Copete e Ricardo Oliveira.

Ele não sabia ainda que “entre dois ótimos jogadores baleados e dois mais ou menos, mas inteiros, opte sempre pelos dois últimos”, dizia Otto Glória (1917 – 1986).

Mas o ano não foi de todo ruim para o Santos que, no entanto, vai sofrer por anos os efeitos da terra arrasada by Laor e Odílio.

Já para o Corinthians “foi boa” a quarta-feira.

Livrou-se da pequena Sul-Americana e agora vai cuidar melhor do restinho que falta para ser campeão do Campeonato Brasileiro de Amistosos.

Mas boa mesmo é a Libertadores, que não tem amistoso.

É porque ela não tem o lixo e a porcaria dos pontos corridos do Brasileirão!

Que acabem logo com o tal turno e returno e com o inconsequente “horário de verão”.

E a Libertadores, hoje disputada em todas as estações do ano, terá uma final entre o River Plate da terra do Maradona e o Grêmio do país do Pelé.

É que o Barcelona de Guaiaquil já esgotou seu estoque de milagres.

E não entendo porque até hoje milagrosamente não morreu ainda um jogador visitante nas alturas da Bolívia.

Jogar lá é desumano e os 3 a 0 em casa do Jorge Wilstermann e os 8 a 0 do River Plate na volta em Buenos Aires provam o tanto que o craque “Altitude” faz efeito.

Efeito que não será nenhum no empate de 1 a 1 de São Paulo e Corinthians deste domingo.

O São Paulo seguirá ameaçado e o atual comum Corinthians ficará livre de mais uma rodada do Brasileirão rumo ao seu título obtido mediante só um turno.

E viva São Vicente!

OPINE!