Arquivo da categoria: Seleção Brasileira

Minhas sinceras DESCULPAS ao menino do Liverpool

Leia o post original por Craque Neto

Desde o ano passado tenho sido extremamente crítico com o atacante Roberto Firmino, jogador do Liverpool da Inglaterra. Esse menino de 26 anos tem sido nome constante nas convocações do técnico Tite para a Seleção Brasileira. O treinador inclusive já garantiu a presença dele na lista final da Copa do Mundo da Rússia, que começa daqui a poucos meses. Firmino é até aqui o reserva imediato do Gabriel Jesus no comando de ataque do Brasil. Posso falar? Falta sim um pouco de grife a esse rapaz. Talvez carisma ou ter atuado em um clube grande por aqui no Brasil…. não sei ao […]

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Tite, CUIDADO com as beiradas da Seleção!

Leia o post original por Craque Neto

Faltando pouco mais de quatro meses para o início da Copa do Mundo da Rússia não restam dúvidas de que o técnico Tite já tem 98% do grupo de jogadores formado. Ou seja, dificilmente teremos surpresas para a convocação do elenco final. Por sinal, certamente essas últimas escolhas estarão entre os caras que em algum momento já foram convocados por ele. Na minha visão o comandante brasileiro tem talvez uma dúvida no gol, outra na zaga e um nome mais avançado. Do restante são os mesmos de SEMPRE, com direito ao Firmino e Giuliano. É brincadeira? Só que se eu fosse […]

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Dudu é COMPROMETIDO e merecia estar na SELEÇÃO!

Leia o post original por Craque Neto

Hoje o gerente de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos, esteve na coletiva de imprensa ao lado do atacante Dudu exaltando a vontade do jogador de permanecer no clube e a recusa de uma proposta milionária de um clube chinês.  Posso falar a verdade? A entrevista em si foi um baita MARKETING da diretoria. Fortaleceu a imagem do jogador com a torcida alviverde e a força econômica do Verdão. Agora o que não resta dúvida é o comprometimento do Dudu com o time. Esse rapaz se dedica, joga muito e se transformou em ídolo por MERECIMENTO. Na minha visão como analista […]

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Opinião: os pontos positivos e o risco para seleção com Coutinho no Barça

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, a transferência de Philippe Coutinho do Liverpool para o Barcelona tem mais pontos positivos do que negativos para a seleção brasileira. Veja abaixo.

Pontos positivos

1 – Entrosamento

Jogando no Bracelona, Coutinho poderá chegar ao Mundial ainda mais entrosado com Paulinho, seu parceiro no meio-campo da seleção brasileira.

2 – Concentração

Com o futuro definido, o meia estará livre de negociações durante o período da Copa, em que o mercado europeu se agitará por conta de transferências. Ele não terá que dividir sua atenção entre seleção e negociações.

3 – Bom exemplo

Coutinho já tinha sua carreira consolidada e se destacava quando Tite assumiu a seleção brasileira. Porém, suas atuações no time nacional sob o comando do ex-corintiano ajudaram a valorizá-lo a ponto de se transformar na segunda maior contratação da história. Não foi primeiro caso. O treinador recolocou Paulinho na vitrine. Graças às primorosas atuações dele pelo Brasil, o Braça o contratou. O novo episódio com Coutinho é mais um exemplo para reforçar a confiança dos atletas no técnico e acreditar que ele pode ajudá-los também a alcançar metas pessoais.

Ponto negativo

Risco

Coutinho pode demorar a se adaptar ao Barça. Na pior das hipóteses, viraria reserva e chegaria ao Mundial da Rússia sem ritmo de jogo. Mas as qualidades do meia, a fase que ele atravessa e o dinheiro investido pelos catalães sugerem que o risco é pequeno.

 

E se Jesus não chegar 100% para a Copa?

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Gabriel Jesus não é nenhum Ronaldo, Romário ou Careca, é verdade.

Nos últimos tempos, cheguei a brincar com o bom garoto revelado pelo Palmeiras, dizendo que no City de Guardiola ele só marca “gol fácil”.

Mas a verdade é que ele é o melhor nome que temos para fazer dupla de ataque com Neymar na Copa deste ano.

Só que a lesão no joelho sofrida por Jesus na partida do Manchester City diante do Crystal Palace deixou os amantes da seleção brasileira com a pulga atrás da orelha.

Os médicos do clube inglês garantem que ele voltará em seis semanas.

Mas…

E se Jesus não chegar 100% para a Copa?

Quem Tite deveria colocar em seu lugar?

Você apostaria no agora “japonês” Jô?

Opine!

Molezinha para o Brasil!?

Leia o post original por Craque Neto

Hoje a Fifa realizou o evento do sorteio do chaveamento dos grupos da próxima Copa do Mundo da Rússia em 2018. E o Brasil pegará Seleções mais fáceis. Para quem não acompanhou o time do Tite caiu no Grupo E ao lado de Suíça, Costa Rica e Sérvia. A impressão que tenho é que os suíços serão os que mais vão dar trabalho, sobretudo pela tradição defensiva de suas equipes. Nos últimos Mundiais tem sofrido poucos gols. Chegou até a ser eliminado sem perder nenhuma partida! É brincadeira? Já a Costa Rica é uma incógnita! Sempre foi uma Seleção fraca […]

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Téo José não vê Suíça como ameaça à Seleção Brasileira

Leia o post original por Craque Neto

O narrador disse que, pelo retrospecto da Suíça para chegar à Copa da Rússia, o time não será uma ameaça à Seleção Brasileira do técnico Tite.

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Opinião: depois de sorteio, obrigação do Brasil é ser semifinalista

Leia o post original por Perrone

Sempre o Brasil é um dos favoritos pra vencer Copa do Mundo. Porém, na opinião deste blogueiro, Alemanha e França são mais candidatas ao título na Rússia. Os espanhóis estão no mesmo patamar dos brasileiros. A Argentina, apesar de tudo, vem em seguida.

Por esse raciocínio, o sorteio dos grupos do Mundial nesta quinta coloca nos ombros de Tite e de seus jogadores a obrigação de chegar às semifinais. Isso porque, se não acontecerem zebras, os pentacampeões enfrentarão adversários inferiores, na análise deste blogueiro, até trombar com a França numa provável disputa por vaga na final.

Num cenário sem surpresas na primeira frase, Neymar e seus companheiros passariam com tranquilidade por Costa Rica, Suíça e Sérvia. Depois, enfrentariam Suécia ou México nas oitavas de final. Vitória obrigatória contra qualquer um dos dois.

De novo, se der a lógica nos demais resultados, o Brasil jogaria com Colômbia, Bélgica ou Inglaterra. Nenhum dos três pode ser considerado adversário fácil mas, vejo o time de Tite como favorito. Os ingleses são os que preocupam mais, apesar da força belga.

Se Argentina, Alemanha e Espanha caminharem sem tropeçar, só podem enfrentar os brasileiros na final. Assim, a França seria a primeira grande dureza encarada pelo Brasil. Também no caso de as zebras não acontecerem, os franceses seriam favoritos nas quartas de final contra o Uruguai, em minha opinião.

Nesse exercício de futurologia, cair diante da França não seria vergonha ou tragédia para a seleção brasileira. Mas claro que a bola de cristal usada aqui é frágil. Ainda há tempo para seleções evoluírem, regredirem e perderem jogadores contundidos. O cenário pode mudar. Além disso, é difícil de imaginar um Mundial sem zebras.

 

 

Inglaterra 0 x 0 Brasil

Leia o post original por André Kfouri

1 – Era Wembley, mas poderia ser qualquer estádio sul-americano em que a Seleção Brasileira se apresentou nas Eliminatórias. Porque dentro das linhas quase tudo é igual independentemente de onde se jogue, e quase tudo foi igual em Londres, pois a Inglaterra escolheu se defender antes de pensar em qualquer outro aspecto do jogo.

2 – Não é exatamente para encontrar um oponente assim que o Brasil precisa enfrentar seleções europeias de elite. A ideia é submeter o time a situações em que o protagonismo é efetivamente disputado, o que se espera em fases mais agudas de uma Copa do Mundo. Por outro lado, a linha de cinco defensores ingleses representava um dilema diferente para a Seleção, dona da bola no primeiro tempo por vocação natural e opção dos anfitriões.

3 – A capacidade de articulação do meio de campo brasileiro foi testada e, de certa forma, reprovada. o Brasil teve presença, controle e intenção, mas não causou desconforto. Na única ocasião em que soube criar profundidade, Neymar foi lançado por Coutinho na área, mas não conseguiu fazer a bola chegar a Gabriel Jesus, que fechava sem marcação.

4 – A Inglaterra não deixou sua posição profunda, congestionando o centro da defesa e negando espaço da intermediária para trás. A parte integrante desse plano é o aproveitamento do erro para a saída em contragolpe, algo que o jogo também ficou devendo. Deve-se considerar a ausência de jogadores titulares, especialmente o principal nome do time de Southgate, Harry Kane, mas foi notável a postura hermética diante do Brasil.

5 – Na altura dos vinte minutos da parte final, Tite trocou Coutinho por Willian e Renato Augusto por Fernandinho, duas alterações que já se institucionalizaram (embora a variação com Coutinho E Willian, ambos como meias em uma linha de três antes do centroavante, também esteja no catálogo). O volante do Manchester City fez a bola raspar a trave direita do gol defendido por Hart, aos trinta e um, na melhor finalização da Seleção em todo o jogo.

6 – Paulinho, o jogador que chega, só pôde fazê-lo uma vez: já quase aos quarenta minutos, recebendo passe de Neymar. O chute de pé direito não saiu como ele gostaria e não criou problemas para Hart. A Seleção chegou ao final do amistoso deixando sensações melhores, embora Alisson tenha sido obrigado a se jogar aos pés de Lingard, aos quarenta e três, na solitária chance inglesa.

7 – A leitura final do encontro entre o melhor Brasil e uma Inglaterra desfalcada foi que faltou superioridade coletiva, um indício de que o time que saiu do sexto lugar para a classificação antecipada na América do Sul precisa se desenvolver mais. As questões são “como?” (em relação ao tempo) e “com quais jogadores?” (em relação às opções, desde que a comissão técnica considere a convocação final aberta, ainda).

8 – Se este for o pensamento de Tite, a visita a Wembley, teoricamente uma oportunidade de “concluir” o processo de observação de jogadores, pode ter tido o efeito contrário.

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