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Vamos perder a Copa por causa de goleiro, hein?! Fica esperto…

Leia o post original por Craque Neto

Quem não se lembra da Copa de 2010, na África do Sul, quando Júlio César, principal goleiro brasileiro da época, falhou em um dos lances que gerou o segundo gol da Holanda e eliminou o Brasil nas quartas-de-final da competição? Lembram disso? Pois é, muita gente pode não acreditar, mas a posição de goleiro é fundamental para a construção de um grande time. Desde que o esporte foi inventado por Charles Miller é assim. Tanto é que existe até aquele ditado popular: “Todo grande time começa por um grande goleiro!”. E acho que o Tite, atual técnico da Seleção Brasileira, […]

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A grande lição

Leia o post original por Antero Greco

Há 35 anos que a lembrança pontualmente ressurge, no dia 5 de julho. Data especial para quem ama o futebol em geral, o do Brasil em particular. Sim, a folhinha nos recorda da fatídica partida com a Itália, na segunda fase do Mundial da Espanha.

Para quem acompanhou o episódio e para os jovens que só ouviram falar ou assistiram pela tevê, é o momento de recordar dos 3 a 2 que eliminaram a seleção de Telê. Maldito Paolo Rossi! Que de maldito não tinha nada. Apenas fez o que se esperava de um centroavante – gols, três de uma vez.

Para mim, a “Tragédia do Sarriá” como o duelo ficou conhecido – por causa do nome do antigo estádio do Espanyol – tem significado decisivo. Foi um marco profissional e uma lição de vida. Quero dividir a experiência com os amigos, sobretudo com os que são ou sonham em ser jornalistas.

A Copa de 82 foi a primeira das sete que cobri ao vivo – em outras três fiquei na redação. Na época, já não era um iniciante (“foca”, na nossa gíria), tampouco muito rodado. Tinha acompanhado um pouco times brasileiros na Libertadores e contava com o Mundialito do Uruguai (80/81) no currículo. Mesmo assim, a turma do “Estadão” botou fé em mim e decidiu me mandar para aquela grande cobertura.

No entusiasmo de quem tinha 20 e tantos anos, topei a parada. E mais: fui um mês antes do pontapé inicial e voltaria só um mês depois. Quase 90 dias fora de casa – e tinha um filho de apenas três meses. O primeiro ensinamento: aguentar saudade da família. Para piorar, eu fiquei a maior parte do tempo sozinho, pois minha missão era seguir os passos da Itália.

O ambiente entre os italianos era péssimo. Os jogadores não falavam com a imprensa, irritados com críticas que recebiam e até insinuações maldosas. Era um sufoco obter notícia – e não tinha internet, smartphones, tevês a cabos e novidades do gênero. Era máquina de escrever, gravador e telex. Alguém ainda sabe o que seja um telex?

Mesmo assim, deu pra fazer coisa boa, digna da tradição do jornal. Ruim era o futebol da Itália, que passou de fase com empates com Polônia, Peru e Camarões. Por pouco, a equipe africana não tira a “Azzurra” do páreo. A certeza de todos, incluído o técnico Enzo Bearzot, era de que penariam diante de Argentina e Brasil na etapa seguinte.

A Itália saiu do nada, derrubou os argentinos (então campeões do mundo) e atropelaram o Brasil, na última vez em minha carreira em que vibrei e fiquei triste com a “amarelinha”. Para não tomar mais seu tempo precioso, chego ao ponto central desta crônica.

Na tribuna de imprensa do estádio, eu estava sentado entre Nelson Cilo, companheiro de muitas batalhas, grande repórter, e Luiz Carlos Ramos, na época o chefe de Esportes do “Estadão”. Tão logo acabou o jogo, Cilo e eu nos olhamos sem saber como reagir, tal a decepção, a incredulidade diante do que acabáramos de assistir.

Assim que me viro para o Luiz Carlos, que passou o jogo todo batucando na máquina de escrever, ouço o seguinte: “Bem, estamos todos tristes, mas amanhã o jornal sai.” Reagi: “Vai à merda, Luiz! Você tem toda razão.”

Entendi, naquela hora, que minha missão ali era contar a História e não chorar como torcedor. O jornal me mandara para o “front” por avaliar que estava preparado para qualquer situação anormal. E aquela derrota era totalmente fora do comum, um choque.

Só que eu não tinha direito de me abater. Ao menos enquanto estivesse em atividade. Deveria manter equilíbrio e serenidade para relatar para os leitores o que havia acontecido ali, por que, como, e o que aquilo representaria para nosso futebol. As pessoas confiavam que, no jornal do dia seguinte, encontrariam uma luz – e ela viria dos profissionais enviados para tal tarefa.

Levantei-me da tribuna, fui à entrevista de Telê Santana (aplaudido pelos estrangeiros), conversei com jogadores, escrevi meu material e ainda dei uma ajuda pro Cilo, que continuava abalado. Depois, sem pressa, fomos andando até nosso hotel, nos trocamos, saímos para jantar. Tomei uns dois copos de vinho (o que era um despropósito pra mim, abstêmio convicto) e só então me emocionei. Permiti que algumas lágrimas rolassem.

Na volta para o hotel, como estava difícil conciliar o sono, fui conferir a crônica do Luiz Carlos, nosso guia e experiente homem de imprensa. Ela dizia que a “história iria julgar” aquela seleção. E a História a colocou dentre as melhores do futebol.

O Luiz (“Barriguinha” para os amigos e colegas) estava certo em tudo: na previsão e no conselho que me dera ainda no calor da hora. Nunca mais esqueci que jornalista precisa manter o sangue frio enquanto a história passa na frente dele. Deve ter nervos sob controle. Terminada a jornada, então ria, chore, grite, viva como “um ser normal”.

Porque afinal de contas, como diria o sábio, “jornalista também é gente”.

 

Tite, convoca o Jô!

Leia o post original por Craque Neto

Sinceramente não pensei que diria isso, mas a verdade é que o atacante Jô já vem merecendo uma oportunidade de voltar à Seleção Brasileira. O cara está jogando demais! Não sei se foi a igreja que salvou o cara ou se foi a família. Mas é fato que desde o início da temporada ele vem atuando em alto nível Arrisco a dizer inclusive que é a melhor fase de sua carreira. Talvez até melhor que no Galo, onde foi artilheiro e campeão da Libertadores em 2013. Aos 30 anos Jô passou por grandes clubes do Brasil e do exterior. Mas […]

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Convicções de Tite geram injustiças na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Não tenho dúvidas sobre honestidade e decência do profissional Tite, técnico da Seleção Brasileira. Apesar da CBF viver cercada por uma turma de índole totalmente duvidosa, o treinador é um cara totalmente do bem. Sei que ele não convoca por esquema, mas por convicções. E meus questionamentos são em cima dessas convicções. Ainda mais porque elas automaticamente geram injustiças com muitos jogadores de qualidade. Vejam o caso do goleiro. O Tite insiste em convocar o Alisson como titular. Deverá sim ser o camisa 1 do Brasil na Copa da Rússia. Além dele outros que tem oportunidade são Weverton e até […]

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Ronaldo explica a importância de Diego Souza na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Para o ex-goleiro é importante que se tenha um jogador na Seleção Brasileira como Diego Souza, experiente e que faz até três funções durante todo o jogo.

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Brasil não faz mais do que a sua obrigação e goleia a Austrália

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Divulgação/CBF

Austrália 0 x 4 Brasil

No primeiro tempo, a seleção brasileira não ajudou a espantar o sono do torcedor que acordou bem cedinho para acompanhar o amistoso contra a Austrália.

Aliás, muita gente deve ter embalado um belo cochilo durante a primeira etapa do duelo, realizado em Melbourne.

Mas, pelo menos no começo, a sensação era de que muitos gols sairiam logo no primeiro tempo.

Afinal, Diego Souza abriu o placar logo aos 10 segundos de jogo.

Isso mesmo, 10 segundos, o gol mais rápido da história da seleção brasileira!

Depois disso, a partida ficou para lá de sonolenta, com poucos ataques do Brasil e quase nenhuma investida dos australianos.

Na etapa complementar, o jogo teve uma considerável melhora.

O gol de Thiago Silva, é verdade, saiu em uma jogada lotérica, após um escanteio.

Mas o tento anotado por Taison aconteceu após uma linda troca de passes dentro da área do time local.

E, nos acréscimos, ainda deu tempo de Diego Souza marcar o seu segundo gol no amistoso.

No fim das contas, pelo que o time brasileiro apresentou e diante da fragilidade do adversário, 4 a 0 ficou de bom tamanho.

E quem melhor aproveitou este teste diante da Austrália?

Para mim, Diego Souza, autor de dois dos quatro gols do Brasil.

Thiago Silva também foi muito bem e já pode voltar a sonhar com a titularidade.

Basta manter a humildade, não é mesmo?

Mas e aí, o que você achou do amistoso contra a Austrália?

Opine!

Opinião: David Luiz foi a melhor notícia para seleção brasileira em goleada

Leia o post original por Perrone

Se fosse um jogo de Copa do Mundo, certamente Tite sofreria algumas críticas pelas dificuldades enfrentadas no primeiro tempo da vitória por 4 a 0 sobre a Austrália. Mas foi um amistoso e valeu principalmente pelos testes. Contando também a derrota para a Argentina por 1 a 0, a seleção brasileira volta para casa com mais opções.

A principal delas é David Luiz jogando adiante da zaga, com liberdade para avançar, de maneira parecida com a que atuou na última temporada pelo Chelsea. Ele deu mais proteção à defesa brasileira e foi importante na roubada de bola, iniciando a transição para o ataque. De quebra, carimbou o travessão após cabeçada em jogada que culminou no segundo gol, marcado por Thiago Silva.

Sem dúvida, David Luiz se destacou numa jornada com muitas mudanças, atuação da seleção razoável no primeiro tempo e muito boa na etapa final.

Entre os que ainda não têm vaga garantida no Mundial da Rússia, Taison, ajudado pela entrada de Willian, principal destaque no segundo tempo, colaborou para a melhora ofensiva do Brasil. Taison fez seu gol após sair do banco e merece mais oportunidades.

Também testado, Diego Souza fez o primeiro e o quarto gols mostrando que não é absurdo ser considerado uma opção para a reserva, caso haja algum problema com os principais atacantes do país. Giuliano, que herdou a 10 de Neymar e deu a assistência para a abertura do placar, poderia render mais.

Já Alex Sandro foi muito tímido no apoio ao ataque, o que colabora para o corintiano Arana merecer uma chance.

No saldo geral, Tite fez a lição de casa, aproveitando o fato de já estar classificado para a Copa do Mundo a fim de ampliar seu leque de opções, independentemente do rendimento abaixo da média da seleção sob seu comando em parte dos dois amistosos.

Ex-dirigente corintiano indica jogador ao Palmeiras

Leia o post original por Craque Neto

Depois da lesão de Felipe Melo é quase certo que o Palmeiras precisará de mais um volante de marcação para a sequência da temporada. O interesse do executivo Alexandre Mattos era a contratação do ex-corintiano Petros, que atua no Bétis da Espanha. Mas de última hora pintou a oportunidade de repatriar outro ex-jogador do arquirrival: Bruno Henrique, que defende o Palermo da Itália. As bases foram acertadas e é quase certo o acordo. O que mais me impressionou é que a indicação para o acerto do Palmeiras com o jogador partiu de um profissional bem inusitado para a ocasião: o […]

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