Arquivo da categoria: seleção chilena

O Flamengo foi largado por um ‘ZÉ’ RUEDA! Humilhação?

Leia o post original por Craque Neto

Quando o Flamengo acertou a contratação do tal de Rueda fui o primeiro a vir em público dizer que estavam exagerando. Era muita moral para um profissional bem ‘mais ou menos’. Com exceção feita a baita campanha realizada com o Atlético Nacional pela Libertadores de 2016, o colombiano de 60 anos tinha uma carreira só mediana. Nem de longe com currículo suficiente para dirigir um clube da grandeza do Mengão. Bastaram algumas rodadas do Brasileirão para notar que o gringo não iria dar certo. Quieto ele aparentemente se adaptou mal ao futebol do nosso País. Não demonstrava vibração. Ali era questão […]

O post O Flamengo foi largado por um ‘ZÉ’ RUEDA! Humilhação? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Rueda pisa na bola com o Fla

Leia o post original por Antero Greco

Direto ao assunto, como zagueiro antigo ia nas canelas do centrovante: não gostei da forma como Reinaldo Rueda deixou o Flamengo. Com a ressalva, repito: é direito dele, como qualquer cidadão livre, trabalhar onde bem entender.

E que bom que tenha mercado; muita gente padece com desemprego.

Só poderia ter escolhido outra estratégia para ir cantar em outra freguesia, no caso a seleção do Chile. Faz pelo menos duas semanas que imprensa de Santiago (e de Bogotá) trazia informações sobre as conversas entre dirigentes locais e o técnico colombiano. A perspectiva de ruptura crescia à medida que o tempo passava.

E Rueda em silêncio, mesmo com tentativas – segundo afirmam cartolas rubro-negros – de contato para esclarecer a situação. Nada de nada. Ele ficou num mutismo só, enquanto oficialmente curtia as férias do futebol brasileiro.

Como bola cantada, deixou a Colômbia na noite de domingo para supostamente se apresentar ao Fla nesta segunda-feira. Foi o que fez, mas para dizer adeus. Ok, pode-se alegar que, por um lado, agiu corretamente, porque veio pessoalmente se desligar. Perfeito.

Por outro, há a mancada: se estava propenso a aceitar a oferta de novo emprego, por que não antecipou a volta para liberar-se a si e ao Flamengo? Sei lá, podia ter feito isso cinco, seis dias atrás, logo após as festas de fim de ano.

Ah, mas ainda não estava certo… Ora, pelo andar da carruagem o papo com os chilenos sempre evoluiu; em nenhum momento empacou. Sendo assim, teria sido elegante Rueda deixar bem clara a tendência à ruptura.

O Flamengo também vacilou. Assim que espoucaram as notícias sobre o interesse chileno, deveria ter pressionado o treinador, sem chance para enrolação. Era encostar na parede e cobrar: vai ou fica? Com isso, ganharia tempo para buscar substituto. O Fla comeu mosca.

Vá lá, anunciou Paulo Cesar Carpeggiani agora à noite. Nome conhecido no clube e disponível. Mas teria sido a alternativa principal, se estivesse evidente que perderia Rueda? Tenho cá minhas dúvidas. Assim como prefiro ser cauteloso no prognóstico sobre o desenvolvimento do projeto com o novo técnico.

No mais, está claro que o futebol doméstico virou trampolim para os gringos se ajeitarem com “coisa melhor”. Vêm para cá, fazem uma firulinha e logo se mandam…

Flamengo sem tempo para perder

Leia o post original por Antero Greco

Tomara que nas próximas horas termine o mistério em torno do futuro de Reinaldo Rueda. O treinador colombiano neste momento (final de domingo) está no voo que o trará ao Rio na manhã da segunda-feira. E, assim que desembarcar, vai reunir-se com a direção do Fla e informar se fica para a temporada 2018 ou se baterá asas e se mandará para o Chile.

Não se discute o direito de Rueda, como cidadão livre e profissional autônomo, decidir o que pretende na vida e na carreira. Ele vai para onde lhe convier. Se permanecer no Fla, ótimo; assim cumprirá contrato que tem em vigor. Se optar pela seleção chilena, sem problema também, desde que respeite os termos do acordo com o clube carioca.

O que não pode se estender é a dúvida que paira desde a primeira quinzena de dezembro, quando se intensificaram as especulações em torno da mudança de ares. Os chilenos não escondem desejo de tê-lo num processo de recuperação da seleção local. Antes, fizeram muito barulho e todo dia deixaram vazar na imprensa novidades sobre as negociações.

Rueda é que se manteve calado – e isso desencadeou boatos e incerteza. Ok, ele estava de férias e, portanto, sem obrigação de manifestar-se. Mas, diante do zumzunzum internacional, também não custava nada mandar um comunicado oficial para o Flamengo ou colocar um filminho ou texto qualquer em mídias sociais.

Na base do “Olha, gente, nada disso é verdade e logo estarei de volta ao Rio.” Ou: “Recebi propostas e estou estudando se valem a pena ou não. Assim que houver novidades, falarei.” Simples e direto. Hoje em dia as mídias sociais são usadas para banalidades e para uma ou outra informação mais séria. Seria o caso…

Mas o que interessa mesmo é o Flamengo. Não pode passar desta segunda-feira a definição sobre Rueda. Se ele for embora, imediatamente é preciso buscar alternativa. Na verdade, se fosse dirigente rubro-negro, eu teria pressionado o técnico para que se pronunciasse logo. E, se enrolasse, sondaria o mercado na mesma hora. Teria plano B na manga.

O Fla não pode ficar à mercê de treinador, ou de jogador, ou de quem quer que seja. Ele está acima de tudo isso. E, é bom lembrar, há desafios importantes em 2018, sem tempo a perder. Planejamento, elenco, programação, tudo passa pelo crivo de uma Comissão Técnica. Se Rueda pegar o boné, o Fla já larga em desvantagem em relação aos concorrentes.

Pizzi, outro técnico argentino em alta

Leia o post original por Antero Greco

Os técnicos argentinos continuam cheios  de moral.

O mais novo nessa constelação é Juan Antonio Pizzi, o Lagarto, apelido dos tempos de jogador de futebol.

Pois o Lagarto, aos 48 anos, anda exibindo sorriso enorme pelos campos norte-americanos, neste centenário da Copa América. Por causa da campanha do Chile, seleção sob o comando dele, que passou pela Colômbia e vai à decisão diante da Argentina de Messi & Cia., domingo, em Nova Jersey.

“… Uma Roja indestrutível. A máquina ruge. Esta seleção, a chilena, parece um bólido perfeito…” , sentenciou na primeira página o jornal El Mercurio, após os 2 a 0 marcados logo no início do jogo da noite de quarta-feira, posteriormente paralisado por duas horas e meia, em virtude de uma trovoada que caiu sobre Chicago.

Quando Pizzi foi confirmado como substituto de Jorge Sampaoli, em janeiro, muita gente ficou desconfiada. Afinal, Sampaoli tinha desempenho brilhante com a equipe vermelha e até se chegou a falar dele na seleção brasileira.

E o Lagarto, quem era?

Esclarecimentos são necessários: embora ainda jovem, e com a carreira de técnico no início, tinha uma história de artilheiro, que passava pela Argentina e pela Espanha, com títulos pelo Barcelona, de 1996 a 98, época em que jogou ao lado de Rivaldo. Também naturalizado espanhol, jogou pela “Fúria” o Mundial da França, em 1998, com direito a um gol marcado.

Sendo assim, era alguém de nome, com títulos já como técnico pela Universidade Católica do Chile e pelo San Lorenzo, da Argentina.

Uma tentativa ousada dos dirigentes chilenos, que foram buscá-lo no Leon, do México, no começo do ano. Chegou e já ficou com moral.

A participação chilena na Copa América diz tudo. Como escreveu o jornalista Enzo Garrido, de El Mercurio: “A Roja está outra vez onde lhe agrada: a uma partida da eternidade.”

Que venham os argentinos!

(Com participação de Roberto Salim.)

Os mestres e o astro

Leia o post original por Antero Greco

Os professores chilenos estão em greve como protesto por mudanças no sistema de avaliação profissional que o governo propôs para a categoria. Desde o início do mês, promovem passeatas frequentes, para atrair a atenção da população. Aproveitam também a exposição do país com a Copa América para dar mais visibilidade ao movimento e suas reivindicações. Têm tido repercussão menor do que a desejada; lidam com a indiferença geral.

Arturo Vidal é hoje o principal nome do futebol chileno. Titular da Juventus de Turim e nome incontestado no time nacional. No começo da semana, aproveitou folga, encheu a cara e destruiu a Ferrari dele a 160km/h. Por sorte, sofreu alguns arranhões, assim como a mulher, e o acidente não provocou consequências graves para outras pessoas.

Vidal foi arrogante. Ao ser detido em flagrante, afirmou para os policiais que, se fosse preso, a seleção do Chile iria se f… na competição. Foi levado para um tribunal, prestou depoimento, pagou fiança, foi liberado, reintegrou-se ao elenco, chorou, pediu desculpas e disse que vai se redimir com o título. Em frente ao tribunal, houve manifestação em favor de “rei” Arturo.

Não só isso. Houve comoção pelo país. Torcedores ficaram apreensivos diante da ameaça de o astro ir para o xadrez, mesmo que por alguns dias. A ausência dele poderia influir de forma desastrosa nas pretensões da equipe dirigida por Jorge Sampaoli. Era imprescindível, portanto, essa corrente positiva em torno do moço.

Não faltou quem se comovesse com “o drama de Vidal”, por extensão um drama chileno. Ora, ele só prejudicou a si mesmo ao escangalhar com o carro caríssimo; não machucou ninguém; quem não comete exageros na vida alguma vez?; coisas da mocidade e assim por diante. Sobraram argumentos para considerar como um episódio menor o bebedeira.

Alívio geral ao vê-lo de novo a treinar. A honra da pátria está salva, pois a Justiça lhe foi misericordiosa (continuar a responder a processo, mas isso é lá pra frente). Vidal jogará.

E os professores em greve, o que têm a ver com a história?

Tudo e nada. Os “maestros” não provocam comoção porque são gente comum,  do povo, anônimos do dia a dia. A situação deles retratam as dificuldades do cotidiano. Já um jogador de futebol, ainda mais da importância de Vidal, mexe com sentimentos  de patriotismo. Sem contar que é personalidade, tem sucesso, se destaca; vive vida de sonho inalcançável para a maioria das pessoas. Portanto, merece compreensão especial.

A vida é assim. E não só no Chile.

 

O Brasil e velhos preconceitos contra “sul-americanos”

Leia o post original por Antero Greco

Há clichês que a gente não consegue romper. Um deles é o de que “sul-americanos” são violentos. Para começo de conversa, essa observação embute dois preconceitos: 1 – de que os vizinhos são desleais sempre, em disputas importantes; 2 – os brasileiros não fazemos parte da América do Sul. Estaríamos em que região, então?

Pois bem, ouvi há pouco a enésima referência à suposta deslealdade sul-americana, aplicada sobretudo quando tem o Brasil pela frente. Durante entrevista de Fred, alguém perguntou como enfrentar o Chile, que apela para todo tipo de recurso ilícito na tentativa de bloquear jogadas de ataque ou de intimidar adversários.

O centroavante até se saiu bem, com o papo de que a Fifa está de olho em irregularidades, como no caso de Luizito Suárez. Lembrou que leva socos e cotoveladas de zagueiros, mas arrematou ao dizer que “isso é do jogo”. Por mais esquisito que pareça, há uma espécie de código de conduta entre boleiros. Eles, lá dentro do gramado, se entendem, numa linguagem própria.

Sul-americanos catimbam, e incluo aqui os brasileiros. Os jogadores de cá não são cordeirinhos que aceitam tudo com resignação. Não se comportam como bibelôs aos quais não se pode tocar. São matreiros como os demais, dividem na força, usam de artimanhas (e de maldade, também), encenam, se jogam, enervam os outros.

Empate, portanto. Vamos parar com preconceitos inúteis – e polêmicas sem fundamento. E o que interessa é bola rolando.

O “polêmico” amarelo de Valdívia

Leia o post original por Quartarollo

O rigoroso STJD ameaça punir Valdívia porque o palmeirense avisou que iria provocar o terceiro cartão amarelo contra o Paraná e cumpriu a promessa. Ele está convocado para a Seleção Chilena nesta semana e não jogaria mesmo pelo Palmeiras no … Continuar lendo