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Seleções e clubes

Leia o post original por Flavio Prado

Cada vez mais existe uma diferença clara entre seleções e clubes.

Além da óbvia diferença no tempo de trabalho, já que as seleções se encontram esporadicamente, temos também a globalização. Os melhores jogadores estão nos melhores clubes e isso não acontece nas seleções.

Na América do Sul podemos fazer um comparativo do desempenho das seleções nas Eliminatórias e Copa América com os clubes na Libertadores. Brasil e Argentina contam com grandes estrelas mundiais em suas seleções e apesar de alguns tropeços recentes, os dos países dominam as competições da América do Sul em clubes e seleções, mas a diferença do futebol apresentado pelas seleções em relação aos clubes destes países é imensa. A seleção brasileira joga quase um outro esporte se fizermos a comparação com o Campeonato Brasileiro.

Nos outros países do continente essas diferenças são mais claras. Nos clubes, Equador e Bolívia têm conseguido melhor desempenho que Chile e Uruguai. O Paraguai que não conseguiu classificação para os Mundias de 2014 e 2018 vai bem entre os clubes, muito melhor que o Peru que terá sua seleção na Rússia. A Colômbia consegue bom desempenho nos dois quesitos.

Na Europa, Espanha e Inglaterra têm as duas melhores ligas. Nas seleções, a Espanha cresceu nos últimos anos, mas os ingleses estão longe de aparecer entre as principais. A Alemanha consegue ter um certo equilíbrio, apesar de ter apenas a terceira principal liga européia, mais próxima da liga italiana do que da inglesa e espanhola.

A França talvez mostre a maior diferença, com uma seleção muito forte e uma liga que hoje tem um time muito superior aos outros. No futebol de clubes Rússia e Ucrânia rivalizam com Portugal e estão na frente de Holanda e Bélgica.

São apenas algumas curiosidades que mostram algumas tendências do futebol atual. Neste ano de Copa do Mundo, ficará ainda mais claro que o futebol entre clubes e seleções são coisas bem distintas.

Seleção tem Neymar e mais dez jogadores regulares.

Leia o post original por Nilson Cesar

Não temos mais jogadores de qualidade diferenciada no futebol brasileiro. Temos Neymar e dez jogadores regulares. Vivemos uma outra realidade em se tratando de seleção brasileira. Hoje para ganharmos do Peru é um parto. Será assim sempre. Teremos jogos equilibrados e precisamos contar com um dia inspirado do Neymar. Isso é péssimo, pois entendo que dessa maneira fica difícil de ser campeão. Não adianta pensar que o Brasil entrará em campo e vai golear. Isso faz parte do passado. Hoje temos 3 ou quatro seleções diferentes no mundo e o resto se equivale. Não estamos tão superiores a ninguém. Na verdade estamos na média da demais seleções do mundo. Tecnicamente temos uma queda claríssima do nível dos jogadores do Brasil. Isso é um fato e não dá para contestar. O torcedor brasileiro é que precisa se acostumar com essa realidade.

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Os oito

Leia o post original por RicaPerrone

Oito classificados para as quartas de final. Curiosamente os primeiros de seus grupos na fase inicial.

Comparei os números totais dos jogos de oitavas de cada um deles, claro que ponderando que alguns foram a prorrogação, outros não. Ainda assim, dá pra tirar alguma coisa.

Se não der, adicionei o mapa de calor dos times em suas partidas nas oitavas.  Todos dados exclusivos da OptaSports.

Mapas de calor:

Os cães e suas seleções

Leia o post original por RicaPerrone

Um gringo chamado Eric resolveu fazer uma brincadeira com as seleções da Copa e cachorros. Provavelmente apaixonado por futebol e cães, atrelou a cada país seu cão mais representativo. E em outros casos, usou de bom humor para identifica-los.

Veja alguns deles, note que o mais intimidador é o Brasil com o Mastiff e, convenhamos, que carinha de vira-latas esse argentino, não?

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O Bulldog francês

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Cane Corso

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Chihuahua, brilhante, chato igual o México

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Kooiker Hound, o cão que nunca ganhou um osso na vida

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Stafford Terrier

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Akita

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Dogo argentino, late e não morte

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Kelpie

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Dalmata

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O Mastiff, o maior e mais intimidador de todos.

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Husky siberiano

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Um lindo Shepherd suiço

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É claro, um Pastor Alemão

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Bulldog

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Galago espanhol. Aquele cachorro de corrida sem graça pra cacete.

Espanha não abre mão da arte. Brasil quer velocistas

Leia o post original por Mion

A verdade com ou sem dor

Não é por acaso a supremacia espanhola no futebol. O resultado colhido pelo Barcelona é fruto de um trabalho de 20 anos. Os melhores jogadores do mundo são contratados para dar qualidade e colaborar para o desenvolvimento dos jogadores do país. E o futebol espanhol no geral consegue crescer, sem perder a sua identidade. Eles não em sua contratam atletas intermediários. Apenas diferenciados, no mais na grande maioria dá oportunidade para jogadores da terra. 

Já o Brasil se perdeu em buscar jogadores de ótima técnica e velozes. Jogar bola com qualidade que se dane, vale mesmo marcar gols. É o tal jogo por resultado, nada mais. Muita correria e verticalização. Alguns times estão mudando de concepção. Dá para sentir isso neste início de 2014, mas precisará de pelo cinco anos para readquirir a qualidade perdida, isso com otimismo.

A seleção da Espanha tem em Xavi, do Barcelona, o seu cérebro. Aos 33 anos, os espanhóis já preparam o substituto com mesmo talento e capacidade. O Barça comprou junto ao Arsenal, Fábregas, 25 anos, volante formado no próprio Barça. Quando Xavi se despedir daqui três ou quatro anos, ele assumirá o comando da meia-cancha espanhola. Mesmo com Xavi, Fábregas já entrará aos poucos para pegar experiência. É assim é que se faz um trabalho organizado e planejado. E olha na época o Barça gastou uma grana violenta para recuperar Fábregas. 

Isso comprova que os espanhóis não vão se render ao futebol de correria. Eles acreditam no futebol-arte e com ele estão ganhando tudo. E o Brasil? Continua pensando em velocidade e força. Assim qualquer vitória em torneios secundários é motivo de muita festa.