Arquivo da categoria: Sem Categoria

Curiosidades sobre Barça e Real Madrid nas redes sociais

Leia o post original por Michelle Giannella

O jogo de domingo, dia 23 de abril, entre Barcelona e Real Madrid rendeu muita conversa pelas redes sociais. Os países que mais tiveram repercussão sobre o tema no Facebook foram:

México
Indonésia
Brasil
Estados Unidos
Espanha
Colômbia
Índia
Guatemala
Marrocos
Algéria

Os jogadores mais comentados no Facebook:

Lionel Messi
Cristiano Ronaldo
Neymar Jr.
Ivan Rakitić
Casemiro

Já os momentos mais marcantes e compartilhados foram os seguintes:

O gol decisivo de Lionel Messi aos 92 minutos
O gol de Messi no 33º minuto para igualar o jogo em 1-1
Ataque de Ivan Rakitić aos 73 minutos para colocar o Barça em vantagem por 2-1

Achei bem interessante e quis compartilhar com vocês. Boa semana!

Fonte; Ideal H+K Strategies

 

 

Simulações de humanidade no futebol

Leia o post original por Mauro Beting

Em 2017, gandula já simulou agressão. Árbitro, também. Agora treinador. E o jogo seguiu. 

Em 2017, jogador assumiu que não houve motivo para adversário em clássico decisivo ser punido pela arbitragem. E ele foi reprimido pelos próprios companheiros e comandantes por ter feito o que é certo. 

Em 2017, rivais da Chapecoense aplaudiram a vitória da Chaoe em Criciúma. Enquanto inomináveis bípedes abomináveis faziam coro a respeito do acidente de novembro de 2016. 

Em 2017, o planeta acredito que não acaba. Mas parte da humanidade já está nos acréscimos.  

Por que é arriscado para o Corinthians um acordo com a Odebrecht agora?

Leia o post original por Perrone

Como mostrou o UOL Esporte, a Odebrecht pretende chegar a um acordo com o Corinthians para deixar o fundo responsável pela arena do clube. Porém, uma série de fatores torna essa saída arriscada para o alvinegro.

O principal deles é o fato de ainda não ter sido entregue o relatório da auditoria feita pelo escritório Cláudio Cunha Engenharia Consultiva. Ela analisa se a Odebrecht cumpriu o contrato na íntegra dos pontos de vista de engenharia e arquitetura.

Pelo esboço do acordo apresentado verbalmente pela construtora a dirigentes alvinegros, a Odebrecht perdoaria parte da dívida do Corinthians e sairia com um prejuízo de R$ 200 milhões, pelas contas dela. Esse é o valor aproximado que outro relatório, produzido pelo escritório de advocacia Molina & Reis, aponta como equivalente ao que a Odebrecht teria deixado de fazer ou que precisa ser refeito no estádio. Só que o documento foi produzido sem os dados do trabalho comandado por Cláudio Cunha, que não ficou pronto a tempo.

Ou seja, com os dois relatórios o resultado pode ser de um valor superior aos R$ 200 milhões. Assim, se aceitar o acordo antes de a conclusão da segunda auditoria ser entregue, o Corinthians corre o risco de não poder cobrar a construtora por montantes superiores aos R$ 200 milhões. A Odebrecht afirma ter cumprido o contrato na íntegra.

Se forem comprovadas as centenas de milhões de reais equivalentes a trabalhos não feitos ou insatisfatórios, a construtora estaria perdoando uma dívida que de fato não existe.

Outra questão é a Lava Jato. Antes do fim das investigações, o clube não pode medir o tamanho de eventuais prejuízos que teve com supostas operações ilegais envolvendo sua arena e seus dirigentes, se elas forem comprovadas. Planilhas do setor de propinas da construtora ligam o estádio a pagamentos irregulares para pessoas ainda não identificadas. Além disso, em sua deleção, Marcelo Odebrecht citou doação por meio de caixa 2 para a campanha a deputado de Andrés Sanchez, segundo a Folha de S.Paulo. O ex-presidente corintiano nega o recebimento de dinheiro ilegal.

Assim, conselheiros do clube defendem que nenhum acordo seja assinado com a Odebrecht antes do fim das investigações da Lava Jato.

Outro ponto que gera incertezas para o clube é o fato de a Odebrecht, pela proposta inicial, deixar de ser a garantidora do empréstimo feito pela Caixa junto ao BNDES para financiar a construção. Nesse caso, ela retiraria as garantias que deu ao banco e o clube teria que encontrar outra forma de garantir o pagamento. Só que a Caixa e outros bancos não enxergam com bons olhos garantias dadas por clubes, tanto que a Odebrecht precisou dar as suas.

Por fim, conselheiros corintianos também se incomodam com a possibilidade de a Odebrecht sair do negócio como boa moça, supostamente perdoando parte do débito corintiano, apesar da suspeitas do clube de que ela não cumpriu em 100% o combinado.

 

Lógica. Flamengo 2 x 1 Botafogo.

Leia o post original por Mauro Beting

É lógico o terceiro colocado do BR-16, pelo elenco que tem, decidir o RJ-17. Não é lógico o regulamento levar às finais um clube que não ganhou turno algum. Na época dos triangulares decisivos, normal. Ainda com Taça Guanabara e Taça Rio, nem tanto. 

Mas é o nosso futebol. O regulamento é assim. Segue o jogo. E o melhor time venceu aquele que se plantou e especulou e não conseguiu. O que não é demérito para um Botafogo bem organizado, desfalcado, e sem as opções que o Flamengo tem. 

Agora você ouve GUSTAVO ROMAN AQUI

40 anos. Corinthians 1 x 1 São Paulo. 

Leia o post original por Mauro Beting

Reprodução TV GLOBO

Mais do mesmo. 1977 como na camisa de Jadson. Corinthians acanhado no seu campo. Gol de Jô em clássico. Polêmica na arbitragem. São Jorge na camisa e no coração. Timão superando o Tricolor no mata-mata. Falha na bola aérea são-paulina. Sem favoritos na final. 

O Corinthians esperou atrás em Itaquera o São Paulo que tentou atacar com os artilheiros Pratto e Gilberto. Mas faltou também chegada pelos lados com as opções tomadas. O Tricolor teve a bola, mas poucas chances. Problema que não foi só dele. Mas de todos que enfrentam o Corinthians de Carille. Ficam com a bola, mas não têm espaços. Poucas chances criam. Quase sempre caem no final.

O gol no final do primeiro tempo de Jô é tema para simpósio. Pratto sinaliza que vai ao lance. Faz o movimento do cabeceio. Parece mesmo desviar a bola, que, então habilitaria Jô (como Rodrigo Caio o “habilitou” domingo passado ao assumir que não houve falta dele em Renan). Gol megapolêmico que não pode nem condenar e nem canonizar arbitragem. 

Gol que garantiu maior tranquilidade e até melhor futebol ao Corinthians que ainda sofreria com o incansável Pratto o gol que o São Paulo lutou para alçancar, e as medidas de Ceni melhoraram um São Paulo que vai encorpar e crescer. Jogar mais é mais bonito. 

Mas quem consegue isso contra esse Corinthians?

Como sempre, as finais prometem. E de novo serão muito equilibradas. Como foram em 1977 e 1979. 

Opinião: Baptista expõe jogadores e não faz Palmeiras render o que pode

Leia o post original por Perrone

Após o Palmeiras bater a Ponte Preta por 1 a 0 e ser eliminado do Campeonato Paulista, Eduardo Baptista disse que se o alviverde tivesse a mesma determinação em Campinas que teve em casa o placar do primeiro jogo seria bem diferente de 3 a 0 para a Macaca. Com essa declaração, o treinador demonstra que ainda não entendeu que o motivo para derrota e consequente eliminação foi em primeiro lugar tático.

 O time de Baptista não conseguiu encontrar soluções para anular o domínio do adversário e isso tem muito mais a ver com estratégia e rapidez de reação do treinador para reverter a situação do que com vontade dos atletas.

Da maneira como falou, o técnico expôs seus jogadores. Assim como deixou Borja exposto ao afirmar que o atacante foi “contratado a peso de ouro, vive de gols e sabe que não está fazendo”. O comandante disse uma verdade que não precisava ser dita em público. Deve partir dele o exemplo de resolver atritos no vestiário. Longe das câmeras, ele poderia ter dado uma dura no colombiano que externou sua insatisfação por ser substituído. Mas o técnico tentou apagar o fogo com gasolina.

Em qualquer equipe é fundamental que o treinador controle o vestiário. Num elenco recheado de jogadores caros, em que sempre alguns estarão no banco, essa característica é ainda mais importante. Só que Baptista vem mostrando certa dificuldade para lidar com seus comandados.

O filho de Nelsinho precisa se concentrar mais em fazer o Palmeiras ter um desempenho à altura do investimento feito no grupo e cutucar menos seus atletas. Assim como Borja sabe que não está fazendo os gols vitais para sua carreira, Baptista deve ter consciência de que o futebol apresentado pelo alviverde até aqui não é o esperado por torcida e diretoria. Depender exclusivamente de raça, determinação, não é coisa para quem investiu tanto na formação do elenco como no caso palmeirense.

A Macaca é enorme. Palmeiras 1 x 0 Ponte Preta.

Leia o post original por Mauro Beting

Há um século e um dia, o Palestra Italia jogou pela primeira vez no Parque Antárctica que só seria dele em três anos. 5 a 1 contra o Internacional paulistano. O placar que 100 anos e um dia depois daria a classificação que a Macaca soube administrar em sua primeira derrota no Allianz Parque. Mas com o sabor da goleada que poderia ter sido maior em Campinas e definiu a passagem com imenso brilho da Ponte que, até agora, eliminou o campeão e o vice do BR-16. 

A arbitragem, como no Moises Lucarelli, deixou de marcar um pênalti claro para o mandante (sobre Dudu, quando estava 1 a 0). E poderia ter marcado outro no primeiro tempo, sobre Jean. Mas o Palmeiras, pelo investimento, e pela péssima atuação em Campinas, não pode reclamar. Só repensar. 

Mesmo criando 15 chances contra uma Ponte bem armada, mesmo atuando bem, o Palmeiras decepcionou. Se não na primeira vez em que enfim ganhou da Macaca em casa, certamente por tudo que se esperava. E foi investido. 
Eduardo inventou Felipe Melo na lateral-esquerda, Tchê Tchê como único volante, Egidio aberto pela esquerda no 4-1-4-1 avançado, e Róger Guedes entrando por todos os lados. FM começou dando pancada sem responsabilidade e foi amarelado. Mas depois reinou. Ganhou todas as bolas que Tchê Tchê perderia, Borja não acharia, e o time, mesmo bem, não se superou. 
Eduardo terminou o bom jogo com Willian na frente, uma inédita e inusitada linha com Michel Bastos, Róger Guedes, Dudu e Keno, Guerra como único volante, e Felipe Melo na lateral. Achou assim um gol lotérico – mas que fez jus ao melhor time em campo. Mas não em 180 minutos. 

A Ponte foi grande. E tem condição de ser ainda maior. O Palmeiras mereceu os aplausos finais e o abraço da torcida durante a semana. E merece a cobrança do tamanho da expectativa. Como Eduardo precisa ser cobrado pelo desempenho instável da equipe.  

Veja AQUI a análise de GUSTAVO ROMAN 

Presidente do conselho diz a Andrade que Andrés não pode falar pelo SCCP

Leia o post original por Perrone

Guilherme Gonçalves Strenger, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, repassou a Roberto de Andrade pedido de conselheiros para que ele desautorize publicamente Andrés Sanchez a negociar pelo clube com a Odebrecht. O ex-presidente foi citado em delação na Lava Jato por Marcelo Odebrecht como recebedor de doação de campanha para deputado federal por meio de caixa 2. Ele nega o recebimento.

 Strenger não se limitou a encaminhar o requerimento. Ele emitiu sua opinião, aumentando a pressão para que o presidente corintiano afaste Sanchez das negociações com a Odebrecht. Entre outros assuntos a construtora propõe sua saída do fundo administrador do estádio, como mostrou o UOL Esporte.

“Aproveito a oportunidade para, igualmente, na qualidade de presidente do Conselho Deliberativo, manifestar minha preocupação em relação as declarações prestadas pelo conselheiro Andrés Sanchez, que não pode, em hipótese alguma, pronunciar-se como se fosse mandatário do SCCP”, escreveu Strenger em sua mensagem para Andrade.

Antes de declarar o que pensa, ele pediu para o presidente corintiano prestar os devidos esclarecimentos, considerado o teor das manifestações dos conselheiros Herói Vicente e Romeu Tuma Júnior. A dupla pediu que fosse determinado que Andrade desautorize publicamente Andrés a negociar com a Odebrecht. A medida foi tomada depois de o ex-presidente dizer ao UOL Esporte que a construtora só se senta com ele para negociar. O pedido foi justificado pelo fato de o ex-presidente não integrar a comissão de conselheiros formada para apurar a situação da arena e por causa das notícias que relacionam o deputado federal pelo PT-SP à Operação Lava Jato.

Indagado sobre o fato de emitir uma opinião dura para Andrade sobre Andrés, o presidente do conselho disse, em mensagem de texto por celular, apenas que “era necessário”.

Strenger agora aguarda pela resposta do presidente corintiano.

O que o Palmeiras precisa fazer para vencer a Ponte

Leia o post original por Michelle Giannella

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Sem saber que era impossível, foi lá e fez… Que o Palmeiras leve isso à sério e entre em campo com a determinação que faltou na última partida do Paulistão.

Não é impossível o Palmeiras vencer a Ponte Preta. É difícil pra caramba, claro, mas eu já previa que não seria fácil o time verde vencer a Macaca na primeira partida da semifinal. Nunca imaginei que perderia de três, mas sabia que não seria um jogo fácil. Vejam o post no meu blog: https://blogs.gazetaesportiva.com/michellegiannella/2017/04/15/nao-vai-ser-tao-facil-o-palmeiras-bater-a-ponte/

Mas agora, se quiser vencer a Ponte, o Palmeiras terá que mostrar a força do elenco, não apostando apenas nos talentos individuais, mas sim, no conjunto dos jogadores. E é aí que está o problema…

O Palmeiras precisa de tática e técnica, mas talvez eu esteja pedindo um pouco demais de Baptista.

Não adianta você ter uma Ferrari se não sabe dirigir…

Enfim, o treinador precisa explorar muito os talentos e individualidades dos astros do time, mas é fundamental que haja um grupo, uma força, uma cadência de jogo, um sentido e o mais importante de tudo, que os atletas acertem as finalizações!

O primeiro tempo contra a Penãrol, por exemplo foi sofrível. No jogo seguinte contra a Ponte, em sete minutos tomou dois gols e aos 34 minutos, ainda no primeiro tempo, o placar já marcava 3 a 0 pra Macaquinha. No segundo tempo, o Palmeiras deveria ter ido pra cima, mas continuou apático.

Não dá pra jogar pro gasto. Tem que jogar pra valer. A Ponte foi atrevida, dominou e impediu a criação de jogadas. Agora, a lição de casa está mais difícil. O time tem que fazer quatro gols para passar direto ou três gols e não tomar nenhum para ir aos pênaltis.

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

O Palmeiras precisa ser valente, destemido, entrar em campo com a faca nos dentes, com muito foco, força, criatividade, coragem, jogadas ensaiadas, mira e uma pitada dos talentos de cada um. O que não pode é a Ponte deitar e rolar em cima de um time como esse.

Só pra terminar:

Fernando Prass: lembre-se de jogar com as mãos também, não só com os pés.

Zé Roberto, pare de escorregar.

Será um jogão! Que vença o melhor!

 

O que o mundo perdeu, ganhei. 35 anos depois. 

Leia o post original por Mauro Beting

É uma honra, aula, alegria e prazer conviver e trabalhar com ele. Um sonho não delirado dividir microfone. Um delírio comentar Liga dos Campeões pelo Esporte Interativo com um ZIco de craque, um Zico de pessoa. Uma loucura estar in loco na véspera de Real Madrid x Bayern de Munique no gramado da Santiago Bernabéu. 

Pouco antes de tirar essa foto, perguntei já na madrugada avançada se Zico já havia atuado ali. 
– Não. Nem pelo Flamengo (onde ganhou tudo), nem pela Seleção (onde conquistou o mundo sem ganhar a Copa). 
– Era para a gente ter jogado aqui na final de 1982…
Não tinha pensado nisso. Fiquei passado pelo nosso passado dolorido. 

Copa na Espanha. Barcelona. Sarriá. Paolo Rossi. Zoff. Gentile. Bearzot. Zebra. Itália. 3 x 2. Futebol. A vida. 
Eles todos, e um pouco de todos nós, não deixaram Zico e companhia ilimitada jogarem a final mundial contra a Alemanha em Madri. Ficaram pelo caminho. Nem semifinal. A derrota do Brasil de Telê empatou e empacou o futebol planetário. Times e seleções passaram a jogar feio para ganhar horroroso. A praga pragmática travou e entrevou o jogo por anos. 

Zico não jogou no estádio do Madrid. O mais perto do campo campeoníssimo da Europa que o 10 do Maracanã ficou foi nessa foto. Não pedi licença para tirar, depois de entrar ao vivo no canal, e em lives dos nossos Instagrams. Não pedi para ele posar porque Zico não faz pose. Toma posse de quase todos os campos.

Menos esse. A bola não deixou. 

O futebol que o fez Zico e que também me trouxe no meu cantinho a Madri não quis que ele estivesse aqui. Meu irmão ficou mais de 10 anos não querendo mais jogo depois de 1982. Muitos nunca mais choraram por futebol. Alguns desistiram. 

Zico, não. Seguiu. Mais venceu que perdeu. Empatou muito até naquela noite de 2017 chegar ao gramado do Bernabéu. Sem pompa, que ele não é disso. Sem papo, que ele é de fazer, não falar. Sem bronca, que ele é de brincar. 

Eu trocaria minha felicidade de passar uma semana na Europa com amigos do canal (waaaallll!) só para ter 90 minutos de Zico lá dentro do Bernabéu, tabelando com Sócrates, lançando Chulapa, cabeceando cruzamento do Éder, trocando passe com Falcão, ajudando Cerezo, assistindo Júnior, assistindo a Leandro, defendendo Luisinho, orientando Oscar, segurando Valdir Peres, encantando com uma das melhores seleções não-campeãs. Melhor que algumas que ganharam Copas, mas não conquistaram o mundo. 

Eu e milhões trocaríamos nossas felicidades de uma semana de prazer por décadas de alegria e orgulho por um time que nos defendeu atacando. 

Zico, você não ficou à margem do campo na foto. Você o iluminou. Não tinha luz artificial ligada. Era a sua energia e a do Brasil de Telê que acenderam nossa memória. Não pudemos vê-los ali. Mas para sempre vou poder dizer que, numa noite de abril de 2017, 35 anos depois, o Santiago Bernabéu esteve como deveria ter estado em 1982. Aos seus pés, Galinho de Madri. 
Todo seu. 

Pela sua generosidade, todo nosso.