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Marlos Moreno rubro-negro

Leia o post original por Mauro Beting

Não jogou pelo Manchester City – o que não é demérito. Mal atuou pelo satélite Girona e pouco fez no La Coruña – acontece.

Vale a aposta rubro-negra. Aberto pela esquerda ou mesmo mais por dentro, dá mais velocidade e qualidade a um setor que tem Everton e Diego como absolutos. E agora uma ótima opção para eles.

Nomes muito bons não faltam. É preciso desempenhar mais. Algo que o Flamengo não tem conseguido pelo investimento feito – e não apenas ele.

Mas é assim que se faz. Não é jogando chuteiras e toalhas no gramado. Não é pela falta de tudo de Geuvânio, pelas partidas ainda abaixo do ideal de Everton Ribeiro e mesmo de Diego que as apostas não podem ser feitas ou refeitas.

É tentativa e erro. Mais acerto do que erro.

Eu não sei absolutamente nada

Leia o post original por Mauro Beting

Não sei quem vai ganhar nenhum campeonato.

Não sei quem vai disputar o BBB-18. Nem se ainda tem.

Ainda não sei de cabeça os grupos da Copa-18. Capaz até de não saber quem de fato estará jogando na Rússia.

Não faço ideia de quem pode ganhar a Champions depois da retomada de fevereiro que sempre muda favoritos.

Menos ainda sei quem pode levar a Libertadores no final do ano que desde 2012 tem ao menos um calouro nas finais.

Copa do Brasil também é só no final da temporada. É longe. É mata-mata. Não chuto.

Brasileirão é diferente. Mas depende de quais clubes irão mais longe na Libertadores. Também não abro o jogo.

Se soubesse alguma coisa a respeito, estaria como qualquer outro jornalista esportivo vendendo meus palpites para bolões e ganhando uma senhora bolada…

Mas posso dizer, com pavor de errar, quem começa melhor. E não necessariamente quem vai chegar assim. Até porque o mercado de fora ainda pode levar. O interno ainda pode mexer alguma coisa. Lesões podem atrapalhar. Surpresas podem pintar. O comando do campeão brasileiro, por exemplo, pode ser trocado. Treinadores devem cair. Nomes certos têm futuro incerto.

Enfim, não sabemos nada.

Mas arrisco o Grêmio campeão no Rio Grande do Sul. Paraná Clube ganhando o estadual. Chapecoense faturando em Santa Catarina.

Cruzeiro campeão em Minas. Palmeiras campeão em São Paulo. Flamengo campeão no Rio.

Goiás campeão estadual. Bahia campeão estadual. Sport campeão estadual. Fortaleza campeão estadual.

Alguma convicção a respeito de qualquer palpite?

Nenhuma.

Torcida para qualquer dos meus chutes? Só uma. (Por enquanto).

Na Copa, embora Alemanha, Espanha e Brasil venham muito fortes, o time de Messi, França, Bélgica e Portugal também, pode pintar algo bem diferente na decisão.

Até a Copa está abrindo campo para zebras ou menos dotados. Imagine os outros torneios.

Pode printar. E pode pintar qualquer coisa. Pode me cobrar depois. Até porque já vou ter esquecido os meus palpites. L

Citadini diz que não é culpado por imbróglio em eleição corintiana

Leia o post original por Perrone

Nesta segunda, a comissão eleitoral do Corinthians impugnou a candidatura do opositor Antonio Roque Citadini. A alegação é de que como membro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) ele não pode assumir cargos administrativos, entre eles a presidência de um clube. O oposicionista está pronto para recorrer na Justiça, o que pode fazer com que o alvinegro demore para saber quem é seu novo presidente.

Abaixo, leia entrevista com Citadini sobre a decisão que pode jogar o Corinthians num indesejável período de incerteza. A eleição está marcada para o próximo dia 3.

Blog do Perrone – Como avalia a decisão da comissão eleitoral de impugnar sua candidatura?

Antonio Roque Citadini –Vou questionar. Não tem veto do estatuto a membro do TCE concorrer à presidência. Criaram uma situação confusa. Eles citaram decisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) dizendo que desembargador não pode ser presidente de Conselho Deliberativo. E nós temos um presidente do conselho (Guilherme Strenger) que é desembargador e assinou a minha impugnação.

Blog – Você vai recorrer na Justiça ou ainda tentará reverter a situação no clube?

Citadini – Não vejo problema nenhum entrar em juízo. Acho um grave equí­voco da comissão. Ela extrapolou sua competência ao tratar de um assunto que não é dela. Esse tema é do TCE. Se alguém tem alguma reclamação, deveria ter feito lá, não no clube. Não sei se é possível recorrer no clube. Tenho dois advogados trabalhando nisso. Vamos ver.

Blog – Não teme ser considerado culpado por melar a eleição na Justiça e atrapalhar o andamento do clube com uma demora sobre quem é o presidente?

Citadini – É uma confusão grande, mas não foi criada por mim. Eles (membros da comissão) que provocaram essa situação porque extrapolaram a competência deles. Imagina como fica essa decisão se amanhã eu me aposentar e deixar o TCE. Fica uma decisão de louco.

Blog – Mesmo que consiga reverter a situação, acha que já foi feito um estrago na sua candidatura? Os eleitores podem deixar de votar em você por não saberem que a impugnação foi revertida ou escolherem outro candidato antes de a Justiça decidir?

Citadini – Existem dois aspectos. A decisão da comissão pode fazer esse estrago mesmo. Agora, se eu for à Justiça e ganhar, fica claro que foi uma decisão mais política do que legal. As pessoas podem se assustar num primeiro momento, mas apoiar e se mobilizar depois que você provar que estava certo.

 

Gustavo Scarpa palmeirense

Leia o post original por Mauro Beting

Era para ter vindo para o Palmeiras em 2017. O Fluminense conseguiu segurar o meia-atacante aberto que mais assistências deu para gols nos dois últimos brasileiros. Mais assistências deu para finalizações. Mais cruzamentos certos. Mais finalizou certo. Mais lançou certo e virou o jogo no BR-17. Jogou todas as partidas do Flu no BR-17, pelas contas do Footstats.

É o reforço ideal para o Palmeiras. E seria para qualquer clube no Brasil.

Pode e deve jogar com Lucas Lima. Scarpa pela direita, LL por dentro, Dudu (se não for embora) pela esquerda, e Borja na frente.

Ou ainda Ricardo Goulart no comando de um ataque poderoso.

Bordeaux deve lucrar 3 milhões de euros em operação com Corinthians

Leia o post original por Perrone

Em cerca de 4 meses, o Bordeaux (FRA) pode lucrar 3 milhões de euros (cerca de R$ 11,7 milhões) graças a uma operação feita com o Corinthians.

Como mostrou o UOL Esporte na ocasião, em setembro do ano passado, o alvinegro vendeu os 15% que ainda tinha dos direitos econômicos de Malcolm para os franceses por 4,5 milhões de euros (R$ 17,58 milhões em valores atuais). Até o final de janeiro, o estafe do jogador acredita que ele será negociado por cerca de 50 milhões de euros (aproximadamente R$ 195,3 milhões). Ou seja, se a negociação for confirmada por essa quantia, 15% do total corresponderá a 7,5 milhões de euros (R$ 29,3 milhões), representando lucro de 3 milhões de euros para os franceses em relação à transação com os brasileiros.

O Arsenal é um dos favoritos para ficar com o jogador. Porém, outro inglês, o Tottenham também conversa com representantes do atleta. Outros clubes como Manchester United e PSG demonstraram ter Malcolm no radar.

Quando o Corinthians se desfez dos 15% dos direitos do atacante, já era de conhecimento público que ele poderia ser alvo de uma transferência com valores significativos em breve. Ciente de que poderia receber mais dinheiro se mantivesse sua porcentagem, o clube do Parque São Jorge preferiu fazer a venda porque precisava alimentar seu cofre imediatamente. Entre outras contas, precisava acertar premiações e direitos de imagem de parte do elenco.

Com a compra da fatia do Corinthians, o Bordeaux passou a ter uma fatia de 65% com o restante dividido entre os empresários Fernando Garcia e Nilson Moura.

O alvinegro ainda terá direito a uma porcentagem como clube formador do atleta numa eventual venda.

Não é atacar Robinho. É defender a vítima.

Leia o post original por Mauro Beting

Não importa se é Robinho, que foi o craque do BR-02, tirou o Santos da fila desde 1984, foi vendido por 30 milhões de euros para o Real Madrid em 2005, poderia ter sido melhor usado por Parreira em 2006, não foi o melhor do mundo como se esperava na Espanha (e na Inglaterra e na Itália), foi o melhor da Era Dunga até 2010, fez boa Copa na África do Sul, foi o tiozão dos Meninos da Vila 3.0 no Santos-10, teve bons momentos e quase foi até a Copa-14, e em 2016 teve sua fase mais goleadora pelo Galo.

Mas é acusado e julgado em primeira instância na Itália por estupro coletivo em 2013 de uma albanesa de 22 anos.

Ponto.

Fosse Robinho, ou um bagrecéfalo qualquer, ou um jornalista, ou um filho, ou um internauta.

Ponto. Não se discute mais.

Pode ser inocentado em novo julgamento… Criminosos merecem nova chance… Quem somos nós para… Atire a primeira pedra…

Ok.

Mas você o contrataria para seu time?

Repito. Não estou falando de Robinho, de quem gosto demais como jogador e também como pessoa. Estou falando de qualquer um.

E não é um ataque a ele ou a qualquer outro acusado de fazer o que fez. É uma defesa de todas as pessoas de todos os sexos que podem ser vítimas do ato.

Ou podem ser tiradas da reta ou do emprego ou do ofício se disserem não. Se não fizerem. Se não aceitarem. Se recusarem o estupro moral, profissional, pessoal.

Não é o Robinho a questão. É a questão que importa.

E não é questão de “marketing” abominável como o do Boa com Bruno assassino ou “negativo” se algum clube contratar algum acusado de “estupro”. É questão de respeito. De educação. De virar o jogo.

Não é só assédio. Não é só abuso.

A sociedade precisa mesmo reagir.

E não achar que ato preconceituoso é “piada de português” como minimizou o outro que perdeu mais do que o emprego. Dos mesmos criadores que não veem nada demais em chamar “piada de português”. De tolerar homofobia gritante. De separar pessoas por pensamentos políticos. E tantas outras desinteligências.

Por gostar do Robinho e do futebol dele, torço para que seja inocentado. Mas não posso distorcer para que ele possa agora ser contratado.

Não é questão de ser “politicamente correto”. É questão de ser “correto”.

Comissão eleitoral alega ser alvo de pressões no Corinthians

Leia o post original por Perrone

A comissão eleitoral do Corinthians tem sido alvo de pressão de associados e conselheiros que tentam interferir em suas principais decisões antes do pleito. Na mira estão os julgamentos do órgão sobre a eventual impugnação de candidaturas à presidência e ao Conselho Deliberativo.

O pleito está marcado para 3 de fevereiro e o grupo pretende anunciar até a próxima segunda um pacote de decisões.

Na última sexta, a comissão chegou a mudar o local em que se reúne para tentar evitar a pressão de integrantes das alas políticas que abordam os membros do órgão a caminho das sessões.

“É muita pressão no clube e isso dificulta nosso trabalho. Quando a gente aparece, fica muita gente em volta pressionando. Mas vamos concluir nossas análises com tempo para a eleição e seguindo o estatuto [sem interferências]”, disse Miguel Marques e Silva, presidente da comissão eleitoral.

Ele não revelou quem faz pressão e nem se as cobranças são por impugnação ou absolvição de candidatos.

Entre os principais casos analisados está um pedido de impugnação da candidatura do opositor Antonio Roque Citadini. O argumento de um sócio palmeirense  é de que como membro do Tribunal de Contas do Estado ele não pode ocupar cargo administrativo na agremiação.

O candidato de oposição alega que há jurisprudência favorável à candidaturas de integrantes do órgão a postos em clubes. Além disso afirma que tem tempo de serviço para se aposentar caso seja eleito e ainda que a queixa deveria ter sido feita no TCE, já que o estatuto alvinegro não veta candidatos na posição dele.

Investigações importantes também estão sendo feitas pela comissão sobre candidatos supostamente terem pago para associados inadimplentes regularizarem suas situações. Postulantes à presidência e ao conselho são investigados.

Um dos envolvidos é Paulo Garcia. Pretendente ao cargo máximo no clube, ele admitiu ter quitado taxas de regularização para associados em atraso. O estatuto alvinegro é omisso em relação à situação.

A comissão também alega que R$ 200 mil enviados para a conta do Corinthians pelo empresário Carlos Leite foram usados para regularizar as situações de inadimplentes. O órgão quer saber quais são os candidatos envolvidos na suposta operação. O agente nega envolvimento com eventual manobra eleitoral e diz ter feito um empréstimo ao alvinegro.

Um dos suspeitos de coordenar pagamentos é Eduardo Ferreira, ex-diretor de futebol e homem de confiança de Andrés Sanchez, candidato à presidência. Ele rechaça a suspeita. O órgão responsável pelas eleições corintianas tirou da lista de votantes os associados que aproveitaram um desconto de 50% para regulamentarem suas situações. O entendimento foi de que a promoção caracterizou anistia parcial, benefício proibido a partir de 12 meses antes da votação. Por sua vez, a diretoria alega que a anistia só se configuraria com o desconto integral.

 

Para quem é torcedor de clube

Leia o post original por Mauro Beting

Resolvi voltar ao tema por conta de um comentário estúpido no Twitter de quem ainda acha que futebol é vitória.

Reproduzo o meu texto de Facebook de 11 de fevereiro de 2017. Quando eu e meu caçula fomos receber numa madrugada de sábado a nova contratação bombástica do Palmeiras. A que deu chabu. Borja. A que quase todos os torcedores de outros clubes também queriam então.

O texto segue abaixo. E não tiro uma palavra dele. Também porque foi o único momento desde fevereiro de 2015 em que eu e meu filho pudemos celebrar juntos, na mesma hora, alguma emoção verde. Eu sempre estou na cabine nos jogos do nosso time. Ir com ele berrar palavras de ordem e incentivo ao novo contratado era como ir a um Palmeiras x Capivariano como aquele de 2015.

O texto:

Eu acordei 5h32 da manhã de um raríssimo sábado de folga depois de ir dormir 1h40 (por ter assistido aos piores tons de cinza que o cinema nos pode mostrar). Acordei meu filho caçula pai da ideia e fomos até Cumbica. 51 minutos de viagem. 51. Bela ideia.

Chegamos quando o bicho estava pegando no aeroporco. O Borja veio ali. Os torcedores há dois meses campeões do Brasil (os mais vezes carentes não são) levantavam nos ombros que há dois anos sofriam com quase uma nova queda o novo entre tantos ídolos. O Borja que há incertos sete meses eles não tinham a menor ideia quem era. Ele saía do Cortuluá (é assim que se escreve?) para escrever impressionante história com o Nacional continental.

É tudo muito rápido. Foi tudo muito agitado na madrugada de Cumbica. Eu e meu caçula pudemos pular e gritar por Borja como eu nunca tinha feito na chegada de um cara que eu também não sabia quem era. E espero saber em 2017 muito mais com ele e o belo time ao redor dele, e a belíssima torcida em volta.

Como o meu amigo Chico Vaselucci. Meu e da minha mulher há décadas. Como tantos amigos que só têm em comum as mesmas cores e credo. Não é só desocupado, vagabundo, violento, bandido, banido que vai fazer festa na chegada de um reforço de um clube de futebol. É gente como a gente. Até gente que se pudesse comeria gente com outras cores. Esses tipos e arquétipos do apocalipse. Mas a maioria em Cumbica, na Caraíbas, caracas, é gente que ama sem saber o porquê. Ama sabendo quem é Palmeiras mesmo que a gente não saiba com que pé chuta o Borja. Gente que se borra só por ser torcedora. Nossa ou deles.

O que foi feito com Borja é o que o rubro-negro fez com Conca e Diego. O tricolor fez na volta de Lugano. O torcedor do Sport fez quando André voltou. O que todo torcedor precisa fazer para o futebol voltar cada vez mais às nossas vidas. Não é só no estádio ou na poltrona o consumo desse fogo que nos consome.

É onde for. E vamos onde for por isso.

Como em 9 de dezembro de 1979 eu e milhares de palmeirenses fechamos Congonhas e a Rubem Berta para receber o Palmeiras que eliminara o Flamengo de Zico no Brasileiro. Nem semifinal era. E jamais esqueci. Como meu Gabriel vai lembrar para sempre o sono perdido para ver um sonho que é real. E mesmo se for apenas um delírio, é para isso que serve o futebol.

Não teorize. E nem conte vantagem ou títulos. Conte apenas para seus netos que você foi ver com centenas de pessoas a chegada de um cara que você ama só por ele ter escolhido ser nosso e não ficar mais rico na China.

Isso também não tem preço.

Nacional-SP faz parceria com agente Fernando Garcia

Leia o post original por Perrone

Tradicional clube da capital paulista, o Nacional terá como um de seus parceiros o agente de jogadores Fernando Garcia, ex-conselheiro do Corinthians. Atualmente na Série A-2 estadual, a agremiação deve apresentar na próxima semana um novo projeto que contará com pelo menos mais um parceiro, que ainda não teve seu nome divulgado.

Ao blog, por mensagem de celular, Fernando confirmou a parceria, mas não deu detalhes. E se limitou a dizer que seu envolvimento será pessoal, não por meio da Elenko, empresa da qual é um dos sócios. Mesmo assim, o blog apurou que ele vai colocar no clube jogadores com os quais trabalha.

A Fifa proíbe empresários de terem participação nos direitos econômicos de jogadores. A partir do veto, muitos passaram a vincular seus atletas a clubes com os quais têm boa relação e até mesmo a comprar agremiações.

A diretoria do Nacional não foi localizada para explicar o projeto.

Irmão de Paulo Garcia, um dos candidatos à presidência do Corinthians na eleição de fevereiro, Fernando tem como clientes na Elenko, entre outros, o ex-corintiano Malcolm, atualmente no Bordeaux (FRA), Guilherme Arana, Petros, Felipe Melo, Marciel, Lucca, Maycon e Guilherme Romão, promessa que passou a integrar o time profissional do Corinthians nesta temporada.

São Paulo cobra na Justiça R$ 3,2 mi do Botafogo por Henrique Almeida

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Na última segunda, o São Paulo entrou com uma ação de execução de título extrajudicial contra o Botafogo-RJ. O clube paulista alega existir uma dívida R$ 3.227.392,02 referente à venda do atacante Henrique Almeida Caixeta em 2013. Atualmente, o jogador está vinculado ao Grêmio, mas disputou a última temporada pelo Coritiba.

Domingos Flores Fleury da Rocha, vice-presidente jurídico botafoguense, disse não ter conhecimento da ação. Também afirmou que precisaria examinar o contrato, assinado na gestão de Maurício Assumpção, para responder se reconhece a dívida.

De acordo com documento apresentado à Justiça paulista pelos advogados são-paulinos, a compra de 40% dos direitos econômicos do atleta foi acertada por R$ 2,4 milhões. O pagamento seria feito em quatro parcelas. Uma de R$ 900 mil e três de R$ 500 mil cada.

A última prestação venceria em outubro de 2013. Porém, o São Paulo alega que só recebeu a primeira parcela. O valor cobrado agora inclui atualizações e multas por atraso previstas no contrato anexado ao processo.

Na ação, os advogados dos credores pediram que o Botafogo fosse citado por carta para pagar o débito em três dias ou apresentar contestação em 15 dias.  Como de praxe, também foi pedida a penhora online de ativos financeiros em caso de não pagamento.

Mas a juíza Cláudia Maria Pereira Ravacci entendeu que a citação deve ser por meio de oficial de Justiça. Assim, deu cinco dias para o São Paulo providenciar o recolhimento das custas necessárias.