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Baixou o santo salvador em Sidão…

Leia o post original por Antero Greco

Futebol é treino, é qualidade, é improviso, é sorte. E tem um quê de superstição que não se pode negar. Nem céticos, agnósticos, ateus ficam imunes ao imponderável.

Pois admito que senti que o São Paulo não cai nos segundos finais do jogo com o Sport, na tarde deste domingo. Aquele 1 a 0 raquítico, frágil persistia, dava uma agonia no torcedor – mesmo em que não fosse tricolor. Dava para pegar no ar a apreensão no Morumbi.

E o juiz Daronco, o fortão da arbitragem, a dar minuto e mais minuto de acréscimo. Começou com dois, subiu para três, quatro, cinco… E o Sport com a bola nos pés.

Até que veio o cruzamento para a área são-paulina, a cabeçada de Thomaz, firme, colocada. Sidão voou, espalmou, mandou para escanteio. O cronômetro batendo nos 50 minutos, vem a cobrança e nova cabeçada, agora de Henriquez, mais perto ainda. E lá saltou Sidão!

Daronco apita, acaba o jogo, todo mundo abraça Sidão, a torcida grita o nome do goleiro, pula nas arquibancadas, como se fosse uma conquista de título. E, de certa forma, foi.

Esse resultado era imprescindível na luta para fugir da zona de rebaixamento, para afastar o perigo de queda inédita. Até o empate seria desastroso. Nem tanto na matemática – há equilíbrio demais na parte de baixo da tabela. Mas pelo aspecto psicológico. Se cedesse dois pontos em casa, cresceria a insegurança da turma de Dorival Júnior.

O São Paulo manteve a gangorra durante o jogo. Começou em ritmo lento, acelerou um pouco, testou os reflexos de Magrão uma vez ou outra. De novo, estava dependente as ações de Cueva e do esforço de Lucas Pratto. Em compensação, no meio a marcação funcionou e a defesa ficou menos exposta.

O primeiro sinal de alívio veio aos 35 minutos da etapa inicial, com o gol de Marcos Guilherme, uma das apostas de Dorival. Uma forma de tirar a pressão. Controle do jogo até o intervalo.

A segunda parte esteve a ponto de proporcionar decepção, como em confrontos recentes e em casa. O São Paulo desacelerou, o Sport percebeu e se atreveu a ir à frente. Sem muito entusiasmo, também, e sentiu a ausência de Diego Souza.

Mesmo assim assustou, sobretudo na reta final, quando partiu para o tudo ou nada. Por um triz não estragou a tarde de domingo. Não tivesse baixado um santo salvador em Sidão…

Gente, assim o São Paulo não cai.

Realmente o Tricolor precisa de novo goleiro

Leia o post original por Craque Neto

Após as falhas no clássico contra o Palmeiras o goleiro Denis do São Paulo vem sendo crucificado por todo mundo. Principalmente por boa parte da torcida do Tricolor. E como sou um cara extremamente crítico eu cansei de falar mal do cara. Me sinto até constrangido com isso, pra dizer bem a verdade. E pra ver que não é má vontade minha há alguns dias até fiz um post pedindo uma segunda chance para esse rapaz. Até porque ele reúne condições técnicas melhores que o Sidão para assumir o gol titular do Tricolor. Mas a verdade é que a diretoria […]

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Ele merece uma segunda chance!

Leia o post original por Craque Neto

Sempre fui um dos principais críticos do Denis, goleiro do São Paulo. Mas também, né? Assumiu a titularidade após a aposentadoria do ídolo Rogério Ceni e só tomou peru em 2016. Quer dizer, fez boas jornadas. Mas vez ou outra falhava feio. Muita gente da crônica esportiva o qualificava como ‘chama-gol’, termo dos boleiros para se referir ao goleiro que apesar do esforço sempre toma um golzinho nas partidas. Pois é, a desconfiança com o Dênis foi tão grande que o próprio Ceni assim que assumiu o cargo pediu a contratação de um novo jogador para a posição. O escolhido […]

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Audax x Santos, simples e agradável

Leia o post original por Antero Greco

Parabéns a Dorival Júnior e a Fernando Diniz. Dois técnicos exemplares. Profissionais de verdade.

Como todo treinador, eles querem ganhar, mas não fazem disso obsessão doentia. Não querem ganhar roubado, nem rimar vantagem com malandragem. São profissionais decentes e honrados. Foram jogadores de respeito. Não são espertos do mundo da bola, nem compactuam com a podridão dos bastidores.

São casos raros. De biografias raras.

Por isso o empate entre Audax e Santos, por 1 x 1, foi digno de uma final de Paulista. O resultado da partida disputada em Osasco deixa os santistas com maiores chances de conquista do título.

Jogar na Vila Belmiro a partida decisiva é uma vantagem e tanto. Mas é bom conferir e se deleitar com o jogo do próximo domingo. Sim, porque o primeiro jogo foi uma delícia de se ver: sem excesso de faltas, sem pontapés, deslealdade, sem retranca e sem os tais volantes de contenção.

Dois times de futebol como sonham os torcedores.

Os dois poderiam ter saído do estádio José Liberatti com a vitória. Tiveram chances. E nenhum dos 12.269 pagantes sairia decepcionado.

O Santos começou o jogo como um toureiro: à espreita do que o touro ia fazer na arena. Observava o Audax e marcava a saída de bola com inteligência.

Um time orientado por Dorival Junior e que tem Renato, Lucas Lima, Gabriel e Ricardo Oliveira é um time diferenciado, pronto a enfrentar o que quer que seja. Tem também um goleiro que já merecia uma chance na seleção nacional: Vanderlei.

Ele parou o atacante Ytalo, numa chance clara de gol. Mas foi o Santos quem construiu as jogadas mais evidentes para abrir o marcador: com Vitor Bueno, que demorou para finalizar, e o matador Ricardo Oliveira, com duas bolas na trave – a segunda delas após uma defesa inacreditável do goleiro-linha Sidão.

E no último lance do primeiro tempo Mike se antecipou a zaga santista e só não marcou porque o destino não quis.

O segundo tempo prometia e foi melhor que o primeiro. A audácia de Fernando Diniz deu certo com a substituição de Juninho pelo atacante Welington. E aos 13 minutos, após pressionar bastante, o Audax fez 1 x 0, em nova jogada de Mike, que se livrou da zaga e bateu forte de esquerda.

O Santos de Dorival Junior não ia se entregar e dois minutos depois, Lucas Lima finalizou para a rebatida de Sidão. Não saiu o gol. Saiu Lucas Lima, contundido na jogada: torção no tornozelo.

O melhor jogador santista foi substituído por Ronaldo Mendes e logo a seguir Mike tabelou com Ytalo, recebeu e desviou do goleiro santista, mas Vanderlei fez uma defesa inacreditável, mandando a bola para escanteio.

O Santos resistiria ao time de Fernando Diniz? Não só resistiu, como equilibrou as ações e com Ricardo Oliveira teve nova oportunidade de marcar, mas Sidão espalmou.

Um minuto após essa defesa, o goleiro do Audax não conseguiu impedir o gol do empate. Ronaldo Mendes interceptou um passe de Tchê Tchê, avançou com a bola e acertou um chute fortíssimo de esquerda.

O jogo terminou 1 x 1, mas o placar pouco importa. Valeu o show. E, não fosse um inusitado início de espetáculo, teria sido perfeito.

O que foi inusitado e um tanto brega? A bola do jogo chegou via aérea, levada por um drone até o centro de campo. Perguntem ao Dorival Junior e ao Fernando Diniz o que isso acrescentou ao jogo.

(Com participação de Roberto Salim.)

Caiu em Itaquera, já era! Mas antes, avisem o “Audax de Munique”! Time de Osasco mostra quem é o verdadeiro grande e elimina o Corinthians!

Leia o post original por Milton Neves

Corinthians (1) 2 x 2 (4) Audax Osasco

Independente se seria ou não os reservas do Corinthians que estariam em campo contra o Audax, seria uma equipe fortíssima.

Ou você ainda discorda que o técnico Tite, tem apenas um time titular?

A verdade é que o Alvinegro estudou e muito o rival de Osasco, justamente porque o São Paulo não fez isso e caiu de quatro na terra de Ricardo Capriotti.

Aliás, vai ser difícil esquecer essa, hein, Tricolor?

E para quem esperou por esse embate, intitulado por especialistas como Mauro Beting, de o “duelo dos táticos”, assistiu o Timão pressionar e ser pressionado.

Porém, bastou apenas um ataque bem feito para o Audax estufar as redes do goleiro Cássio, que via apreensivo as “lambanças” do seu colega adversário.

Mas se por um lado Sidão passava apreensão em boa parte da torcida, mais apreensivo estava os corintianos que viram a bola insistir em não entrar.

Já o empate, só veio mesmo no segundo tempo com o artilheiro dos gols fáceis, André. Este, que se redimiu dos muitos erros que cometeu ainda na primeira etapa.

E precisou levar um gol pra acordar, não é mesmo, Audax?

A equipe do ótimo Fernando Diniz acabou se soltando e repetiu o tom gol, ou seja, outro golaço na Arena.

No entanto, André despertou de sono profundo, anotou mais um e levou a partida para as penalidades que o Audax persistiu em não disputar, muito diferente do Timão.

Que vergonha! Abdicou de jogar igual a time pequeno.

Aí meu amigo, fez quem estava mais bem preparado e classificou o melhor!

O Audax converteu todos os pênaltis e o Corinthians não.

Parabéns, “Audax de Munique”, e viva Osasco!

Outras decisões de estaduais:

Atlético-MG 2 x 0 URT (Camp. Mineiro)

São José 0 x 1 Internacional (Camp. Gaúcho)

OPINE!!!