Arquivo da categoria: Sport

Bomba! São Paulo perto de acerto com Diego Souza

Leia o post original por Craque Neto

Após anunciar o ídolo Raí como novo executivo de futebol, a diretoria do Tricolor está bem perto da contratação do Diego Souza, que estava defendendo o Sport nas últimas temporadas. Aos 32 anos o jogador tem a experiência de ter jogado fora do País além de grandes daqui, como Flamengo, Fluminense, Cruzeiro e Palmeiras. Diego vem para suprir a carência de um homem de meio que chegue na frente e marque gols. Em 2017 ele marcou 23 gols e foi campeão Estadual. O arquirrival Palmeiras tentou o acerto com o meia. Por pouco não saiu. Minha opinião é que pode […]

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O sonho e a realidade

Leia o post original por Odir Cunha

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O SONHO E A REALIDADE

Como o líder do Brasileiro é um time medíocre e em má fase, muitos de nós fazíamos as contas, esperançosos: o Santos venceria o Vitória, no Pacaembu; venceria também o Sport, em Recife, e ainda o Atlético Goianiense, na Vila Belmiro. O rival não venceria nenhum de seus três jogos e a diferença de pontos cairia drasticamente, permitindo uma atropelada santista na reta final. Bem, este era o sonho. A verdade é que o Santos é mais limitado do que boa parte dos times deste campeonato, como ficou evidente mais uma vez na partida contra o Sport.

A falta de planejamento e profissionalismo fez o Alvinegro Praiano entrar para um jogo decisivo com um meio campo improvisado, com os reservas Yuri, Serginho e Jean Mota, além do desmotivado Lucas Lima. Na prática, o ataque tinha apenas Ricardo Oliveira, que costuma correr só no primeiro tempo, pois depois se cansa. Na verdade, o time todo do Santos se cansa mais rápido do que os rivais. Quem vê os jogos da Champions League percebe que lá as equipes entram completas nas partidas mais importantes, pois se planejam para isso. E correm o tempo todo em busca do resultado.

Nessa reta final de campeonato é que se percebe o quanto a falta de um elenco equilibrado é decisiva. Não torrasse o dinheiro com jogadores limitadíssimos, como Kayke, Yuri, Wladimir Hernández, Leandro Donizete e Copete; não renovasse os contratos de eternos reservas dos reservas, como Léo Cittadini, Serginho e Lucas Crispim, entre outros, e o Santos hoje teria um time colado no líder, ou, quem sabe, na ponta deste Brasileiro.

O torcedor está certo quando se revolta com a presença no time titular de jogadores como Yuri, Zeca, Serginho, Copete e Yuri, que os fazem ter saudades de times inexpressivos dos anos 80, mas a verdade é que isso é o que restou de um elenco limitado e ainda repleto de casos de contusões de longuíssimo tratamento.

Com a preocupação de não estourar de vez o time, a preparação física opta pelo descanso, e o que se vê em campo é uma equipe limitada e sem fôlego, que joga por estocadas e se fecha para segurar o resultado quando consegue um gol esporádico. Esse Santos, modesto demais, não é, positivamente, aquele que aprendemos a amar.

Sobre o jogo contra o Sport, o que se pode dizer é que o resultado foi até bom para o Santos, pois o adversário, que no primeiro turno já tinha vencido na Vila Belmiro, desta vez dominou o tempo todo. Não fosse, novamente, o goleiro Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e David Braz, e nem um pontinho seria trazido do Recife. Em uma análise fria, devemos nos perguntar: onde estava escrito que o Santos tinha a obrigação de vencer o Sport na Ilha do Retiro?

Para começar, o Santos pode ainda ser o time que mais gols fez na história do futebol, mas hoje, com Diego Souza e André, o time pernambucano tem uma dupla de atacantes mais eficiente do que a do Alvinegro Praiano. Seu técnico, Vanderlei Luxemburgo, também é bem mais vencedor do que o piadista Levir Culpi. Fundado em 1905, o Sport tem um estádio com capacidade para 29 mil pessoas, encravado em uma cidade de 1.633.697 habitantes. Não é fácil desembarcar lá, com um time improvisado, e vencer.

Kayke perdeu um gol que lembrou o inesquecível Nilson, Vanderlei deixou passar um cruzamento que trouxe à memória Fábio Costa no segundo gol do Boca Juniors, em La Bombonera, em 2003. Vanderlei tem muito crédito, enquanto Kayke está fazendo hora extra há muito tempo, mas esses detalhes não podem nos fazer esquecer que o Santos jogou como time pequeno, apenas nos contra-ataques, e o empate foi até bom.

Também não se pode esquecer que clube que quer ser campeão não negocia seus melhores jogadores para pagar salários atrasados, como continua ocorrendo nesta administração. Esta gestão já vendeu Geuvânio, Gabigol e Thiago Maia e está ansiosa para passar nos cobres jogadores que ainda nem estrearam no profissional. Assim, sem nenhum planejamento e sem a devida qualificação do elenco, como se pensar em título brasileiro, ou em qualquer outro?

Conseguir uma vaga para a Copa Libertadores de 2017 é a meta realista do Santos neste campeonato. E mesmo para atingi-la terá de ter a capacidade de juntar os cacos e partir para nova batalha a cada jogo, a começar pelo duelo de titãs contra o perigosíssimo Atlético Goianiense, o virtual rebaixado da competição. Que a torcida compareça à Vila Belmiro e faça a sua parte. O torcedor mais experiente sabe que nada é tão ruim que não possa piorar.

E você, o que acha disso?


Mascotes modernos

Leia o post original por Rica Perrone

O ótimo ilustrador Eddie Souza fez uma releitura dos mascotes dos times brasileiros.  E olha que maneiro ficou! O do Bahia tem um detalhe genial!  Curtiu? Eu também! Boa, Eddie! https://www.eddiesouza.com.br/ abs, RicaPerrone

De volta: Corinthians nas nuvens e SP no Z4

Leia o post original por Antero Greco

Os jogos da tarde desta quinta-feira, 12 de outubro, Dia das Crianças, de NS Aparecida, do Descobrimento da América, interferiram na vida de dois grandes rivais paulistas. E, em situações extremas. O Corinthians ficou mais leve e solto na liderança, enquanto o São Paulo regressou para a zona de rebaixamento, depois de uma rodada de respiro.

O Corinthians reabriu vantagem folgada, depois de bater o Coritiba na quarta-feira (3 a 1), e de tabela se beneficiou com outra derrota do Grêmio (1 a 0 para o Cruzeiro) e com empate do Santos na visita à Ponte Preta (1 a 1). O líder tem 58 pontos, contra 48 dos santistas e 46 dos gremistas. O Cruzeiro está com 47.

E a via-crúcis tricolor continua, após o 1 a 0 para o Atlético-MG na noite da quarta e com uma combinação de resultados hoje. Complicou-se com os 2 a 1 do Sport no Vitória (em Salvador), com o empate da Ponte e com o 1 a 1 do Flu com o Fla. O São Paulo tem 31, contra 33 de Sport e 32 de Ponte e Flu.

A luta para fugir da Série B promete fortes emoções até as rodadas finais. Pois a diferença se mantém mínima e engloba um bloco enorme de concorrentes. O Galo, oitavo colocado com 37 pontos, tem 10 de vantagem sobre o lanterna Atlético-GO e seis apenas do São Paulo. Vai ser um sobe e desce danado, e não será surpresa se duas, quem sabe três?, vagas para a Segundona sejam definidas na jornada derradeira.

E no topo? Bem, o Corinthians só perde a taça se for incompetente ao extremo e se os outros acordarem. Como até agora a maioria dorme ou tira soneca, volta a ser questão de tempo para a rapaziada de Fábio Carille fazer a festa…

Baixou o santo salvador em Sidão…

Leia o post original por Antero Greco

Futebol é treino, é qualidade, é improviso, é sorte. E tem um quê de superstição que não se pode negar. Nem céticos, agnósticos, ateus ficam imunes ao imponderável.

Pois admito que senti que o São Paulo não cai nos segundos finais do jogo com o Sport, na tarde deste domingo. Aquele 1 a 0 raquítico, frágil persistia, dava uma agonia no torcedor – mesmo em que não fosse tricolor. Dava para pegar no ar a apreensão no Morumbi.

E o juiz Daronco, o fortão da arbitragem, a dar minuto e mais minuto de acréscimo. Começou com dois, subiu para três, quatro, cinco… E o Sport com a bola nos pés.

Até que veio o cruzamento para a área são-paulina, a cabeçada de Thomaz, firme, colocada. Sidão voou, espalmou, mandou para escanteio. O cronômetro batendo nos 50 minutos, vem a cobrança e nova cabeçada, agora de Henriquez, mais perto ainda. E lá saltou Sidão!

Daronco apita, acaba o jogo, todo mundo abraça Sidão, a torcida grita o nome do goleiro, pula nas arquibancadas, como se fosse uma conquista de título. E, de certa forma, foi.

Esse resultado era imprescindível na luta para fugir da zona de rebaixamento, para afastar o perigo de queda inédita. Até o empate seria desastroso. Nem tanto na matemática – há equilíbrio demais na parte de baixo da tabela. Mas pelo aspecto psicológico. Se cedesse dois pontos em casa, cresceria a insegurança da turma de Dorival Júnior.

O São Paulo manteve a gangorra durante o jogo. Começou em ritmo lento, acelerou um pouco, testou os reflexos de Magrão uma vez ou outra. De novo, estava dependente as ações de Cueva e do esforço de Lucas Pratto. Em compensação, no meio a marcação funcionou e a defesa ficou menos exposta.

O primeiro sinal de alívio veio aos 35 minutos da etapa inicial, com o gol de Marcos Guilherme, uma das apostas de Dorival. Uma forma de tirar a pressão. Controle do jogo até o intervalo.

A segunda parte esteve a ponto de proporcionar decepção, como em confrontos recentes e em casa. O São Paulo desacelerou, o Sport percebeu e se atreveu a ir à frente. Sem muito entusiasmo, também, e sentiu a ausência de Diego Souza.

Mesmo assim assustou, sobretudo na reta final, quando partiu para o tudo ou nada. Por um triz não estragou a tarde de domingo. Não tivesse baixado um santo salvador em Sidão…

Gente, assim o São Paulo não cai.

Desandou a maionese Profexô?

Leia o post original por Craque Neto

Quando o Sport Recife contratou o Vanderlei Luxemburgo para técnico escrevi aqui no meu blog que essa poderia ser a última grande chance da carreira dele para encaixar um grande ‘Projeto’ de trabalho. Afinal ele vinha de longas temporadas no ostracismo e demitido do longínquo e sem nível futebol chinês. No início até que as coisas caminharam bem. Em poucos jogos ele fez com que os pernambucanos assumissem uma expressiva quinta colocação na classificação do Brasileirão. Totalmente uma realidade para a zona de classificação à Libertadores. Só que de repente, por alguma razão misteriosa, a maionese começou a desandar. Uma […]

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Opinião: Luxa age como iniciante desesperado ao expor jogadores

Leia o post original por Perrone

Em sua entrevista coletiva após a derrota do Sport por 5 a 0 para o Grêmio neste sábado, Vanderlei Luxemburgo nem parecia um dos técnicos mais experientes e vitoriosos do país. Ao expor jogadores dando a entender que há gente fazendo corpo mole e ao jogar nos ombros de seus comandados o peso do fracasso, Luxa agiu como um iniciante inábil e com medo de perder o emprego.

O principal erro foi se arriscar a perder a confiança do elenco depois de espinafrar jogadores sem dar nome aos bois e deixar todos sob suspeita com declarações como sobre levar para as partidas só jogadores que se doarem 100% e que o que está errado não pode ser o técnico outra vez.

Dá pra acreditar que os atletas manterão a obediência e o respeito ao treinador depois dessas estocadas? Dizer que o problema não pode ser o treinador é ao mesmo tempo entregar a cabeça de seus comandados para a torcida e deixar a impressão de desespero diante do risco de perder o emprego.

A afirmação de que não estava mandando recado para o grupo porque já havia dito o mesmo no vestiário é uma transgressão ao código de comportamento informal tanto usado pelos treinadores e que prega que tudo deve ser resolvido no vestiário.

Outro erro de Luxemburgo foi desvalorizar sua imagem com gestos que nada tem a ver com o carimbo de modernidade que ele sempre tentou estampar em seu perfil. Sua fala foi uma das mais retrógradas ouvidas no Brasileirão deste ano. Chega a ser triste para o futebol nacional ter um ex-treinador de seleção brasileira e do Real Madrid demonstrando tanto desrespeito em relação aos jogadores e desespero num momento que deveria saber tirar de letra.

Segura o Grêmio!!! E agora Timão?

Leia o post original por Craque Neto

O jogo que faltava para o Grêmio igualar o número de partidas com o restante dos times foi realizado nesse sábado. E a turma do Renato Gaúcho, que falava que já tinha até abandonado o Brasileirão, enfiou 5 a 0 fora o baile na equipe do Sport Recife. O placar fez o Luxa até dar uns chiliques após o jogo. A distância que poderia ser de 13 pontos (se o Corinthians tivesse vencido o lanterna e o vice-lantera) para o líder já caiu para sete. Ou seja, fora o confronto direto, duas partidas em 16 rodadas ainda para disputar. Tudo […]

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A mídia só divulga o que interessa… Força Claudemir!

Leia o post original por Craque Neto

Não há dúvidas de que a tragédia com o filho do técnico Abel Braga, João Pedro, comoveu o País e principalmente o mundo do futebol. Homenagens existiram aos montes para o Abelão, que realmente é um cara humilde e totalmente do bem. Tanto é que no primeiro jogo após o ocorrido a torcida do Sport aplaudiu de pé na Ilha do Retiro a força desse profissional que além de tudo é extremamente competente no que faz. Técnico consagrado campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes com o Internacional. Monstro! Só que no mesmo final de semana, em um acidente […]

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Líder a perder de vista

Leia o post original por Antero Greco

Poderia aqui escrever um texto enorme a respeito do Corinthians, com análises táticas, estatísticas, gráficos e tudo o mais. Tudo para justificar a liderança folgadíssima, no encerramento do primeiro turno do Brasileiro. Mas prefiro ser mais sucinto e dizer, de novo: o que tem feito até agora é campanha de campeão – e Campeão com C maiúsculo.

O Corinthians mostrou-se mais uma vez envolvente, mortal, irrefreável. E a vítima do momento foi o Sport, com os 3 a 1 nesta noite de sábado. O público que lotou o estádio de Itaquera teve oportunidade de ver novamente em ação uma equipe que se movimenta com harmonia, com ritmo, com eficiência. E que, agora, é também contida nas faltas: no primeiro tempo, não cometeu uma sequer. É um espanto.

A tarefa de liquidar o Sport tornou-se fácil com o gol de Arana aos 8 minutos do primeiro tempo. Depois, um golaço de Rodriguinho aos 20 segundos da etapa final botou o rival pernambucano nas cordas. E Pedro Henrique, de cabeça, fez o terceiro aos 21 minutos, para não ter mais conversa. O gol de Thalysson, aos 37, foi para aliviar pro lado do Sport, que raramente chegou perto da área de Cássio.

O Corinthians não desperdiça chances, não se desgasta além da conta. Faz tudo certo, na medida, com precisão suíça. E só acumula proezas, como essa de colecionar 47 pontos num turno. São 14 vitórias e 5 empates. Com um elenco enxuto, sem grandes estrelas. Mas com um conjunto formidável, com um treinador sereno.

E tem gente que teima em dizer que é fogo de palha, cavalo paraguaio, sorte ou futebol feio. Isso se resume a uma expressão: dor de cotovelo do líder, que está a se perder de vista dos demais concorrentes.