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A chance perdida de Jô

Leia o post original por Antero Greco

Meses atrás, Jô esteve no centro de uma grande discussão a respeito de honestidade, altivez, fairplay no futebol. Num clássico com o São Paulo, recebeu advertência da arbitragem, por falta no goleiro adversário. O zagueiro Rodrigo Caio antecipou-se e disse que o atacante não havia atingido o colega. O juiz voltou atrás e Jô livrou-se de punição.

Nos dias subsequentes, falou-se muito sobre o gesto de Rodrigo Caio. O cavalheirismo do tricolor mereceu elogios amplos e críticas pontuais. Mas, dentre os que exaltaram a postura honesta, estava Jô. Agradeceu o colega e disse que a honestidade no futebol passava pelos jogadores. Enfim, encampou a corrente em favor de Rodrigo.

Neste domingo, num lance que decidiu o duelo entre Corinthians e Vasco, Jô voltou a ter papel decisivo, pois marcou o gol da vitória por 1 a 0. Mas com o braço. Claramente, indisfarçavelmente, sem interpretação dúbia. Meteu a mão na bola, em vez da cabeça. Árbitro e os espantalhos que ficam atrás do gol não viram a ilicitude e confirmaram o gol.

Imagens da tevê mostram, após a jogada, Jô mostrando para um jogador do Vasco que a bola havia batido no peito. Ao final da partida, declarou para repórteres que se jogou e não viu onde a bola pegou. “Se tivesse sentido que era na mão, eu diria”, argumentou.

Jô desperdiçou excelente ocasião de colocar em prática o que viu de positivo em Rodrigo Caio. Deu de bico na chance de justificar suas próprias declarações. Comportou-se de acordo com o figurino boleiro nessas oportunidades – ou seja, prevalece a cara de pau no lugar da sinceridade.

Agiu como o cidadão médio que esbraveja contra a corrupção e impunidade. Mas, ao menor vacilo dos outros, tira vantagem, mesmo que ilícita. Espinafra “políticos ladrões”, esculhamba a “malandragem” alheia, mas enxerga em seus deslizes apenas “distrações”.

O Corinthians jogou mais do que o Vasco, criou mais lances de gol, merecia a vitória que veio, e volta a respirar tranquilo na ponta. Só desastres acumulados vão tirar-lhe o título. Mas, se Jô tivesse agido de outra maneira, ganharia por antecipação o título do jogo limpo.

Ah, mas isso é utopia, coisa de gente sonsa. O mundo é dos espertos.

Cinco casos em que o São Paulo repete grandes rebaixados

Leia o post original por Perrone

1 – Ídolo no comando

Em julho de 2016, o Internacional apostou em Falcão, um dos maiores ídolos de sua história, como treinador. Menos de um mês depois, ele foi demitido por causa dos maus resultados. No fim do ano, os gaúchos foram rebaixados para a Série B. Em 2017, o São Paulo montou seu planejamento com Rogério Ceni estreando na função de técnico. No início de julho, ele foi despedido por conta do risco de rebaixamento. Porém, com Dorival Júnior, a equipe segue ameaçada e ocupa a penúltima posição do Brasileiro.

2 – Crise política e caso policial

A queda do Corinthians para a Série B em 2007 foi precedida por um dos períodos mais turbulentos nos bastidores do clube. Acuado por denúncias, como a acusação de uso de notas fiscais frias em sua gestão, Alberto Dualib renunciou ao cargo em setembro. O rebaixamento aconteceria em dezembro. O São Paulo enfrentou a renuncia de um presidente em 2015, após denúncias de irregularidades. A saída do dirigente não significou calmaria. No mês passado, por exemplo, a pedido da diretoria, o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) abriu inquérito para apurar a suposta comercialização irregular de ingressos e camarotes para shows do U2 e de Bruno Mars no Morumbi. As suspeitas culminaram com a demissão por justa causa do gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

3 – Estrangeiros na berlinda

Esperança da torcida do Palmeiras, Valdivia foi um dos jogadores mais cornetados na campanha do rebaixamento para a Série B em 2012. Lesões, seu comportamento fora de campo e a acusação de falta de comprometimento compuseram o cenário que fez o chileno ser detonado nas arquibancadas e por cartolas. Hoje, a crise são-paulina tem o peruano Cueva como um dos personagens. Ele também é acusado por dirigentes e parte dos companheiros de não estar comprometido como deveria com a equipe e tem seu preparo físico questionado.

4 – Desentendimentos entre atletas

Enquanto tentava evitar o rebaixamento em 2012, o palmeiras sofria internamente com o confronto entre Marcos Assunção e Valdivia. Em 2015, durante entrevista ao “Diário de S.Paulo”, assunção disse que chegou a dar um soco no chileno após uma discussão, além de fazer uma série de críticas ao ex-companheiro, rebatendo afirmações dele dadas ao “Estado de S.Paulo”. Nos último dias, o São Paulo viveu turbulência por conta de troca de farpas entre Rodrigo Caio e Cueva, que nesta segunda pediu publicamente desculpas ao zagueiro.

5 – Time grande não cai

“O Inter não vai cair”, disse Fernando Carvalho, então vice de futebol do colorado em setembro de 2016. No final do ano, seu clube caiu para a segunda divisão nacional. “Venho afirmar mais uma vez e garantir: não tem hipótese de rebaixamento do Vasco”, declarou Eurico Miranda em julho de 2015. A temporada terminou com a agremiação presidida por ele de volta à Série B. Na última segunda, foi a vez de Cueva decretar: “o São Paulo é grande, não vai cair.”

 

 

Cinco casos em que o São Paulo repete grandes rebaixados

Leia o post original por Perrone

1 – Ídolo no comando

Em julho de 2016, o Internacional apostou em Falcão, um dos maiores ídolos de sua história, como treinador. Menos de um mês depois, ele foi demitido por causa dos maus resultados. No fim do ano, os gaúchos foram rebaixados para a Série B. Em 2017, o São Paulo montou seu planejamento com Rogério Ceni estreando na função de técnico. No início de julho, ele foi despedido por conta do risco de rebaixamento. Porém, com Dorival Júnior, a equipe segue ameaçada e ocupa a penúltima posição do Brasileiro.

2 – Crise política e caso policial

A queda do Corinthians para a Série B em 2007 foi precedida por um dos períodos mais turbulentos nos bastidores do clube. Acuado por denúncias, como a acusação de uso de notas fiscais frias em sua gestão, Alberto Dualib renunciou ao cargo em setembro. O rebaixamento aconteceria em dezembro. O São Paulo enfrentou a renuncia de um presidente em 2015, após denúncias de irregularidades. A saída do dirigente não significou calmaria. No mês passado, por exemplo, a pedido da diretoria, o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) abriu inquérito para apurar a suposta comercialização irregular de ingressos e camarotes para shows do U2 e de Bruno Mars no Morumbi. As suspeitas culminaram com a demissão por justa causa do gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

3 – Estrangeiros na berlinda

Esperança da torcida do Palmeiras, Valdivia foi um dos jogadores mais cornetados na campanha do rebaixamento para a Série B em 2012. Lesões, seu comportamento fora de campo e a acusação de falta de comprometimento compuseram o cenário que fez o chileno ser detonado nas arquibancadas e por cartolas. Hoje, a crise são-paulina tem o peruano Cueva como um dos personagens. Ele também é acusado por dirigentes e parte dos companheiros de não estar comprometido como deveria com a equipe e tem seu preparo físico questionado.

4 – Desentendimentos entre atletas

Enquanto tentava evitar o rebaixamento em 2012, o palmeiras sofria internamente com o confronto entre Marcos Assunção e Valdivia. Em 2015, durante entrevista ao “Diário de S.Paulo”, assunção disse que chegou a dar um soco no chileno após uma discussão, além de fazer uma série de críticas ao ex-companheiro, rebatendo afirmações dele dadas ao “Estado de S.Paulo”. Nos último dias, o São Paulo viveu turbulência por conta de troca de farpas entre Rodrigo Caio e Cueva, que nesta segunda pediu publicamente desculpas ao zagueiro.

5 – Time grande não cai

“O Inter não vai cair”, disse Fernando Carvalho, então vice de futebol do colorado em setembro de 2016. No final do ano, seu clube caiu para a segunda divisão nacional. “Venho afirmar mais uma vez e garantir: não tem hipótese de rebaixamento do Vasco”, declarou Eurico Miranda em julho de 2015. A temporada terminou com a agremiação presidida por ele de volta à Série B. Na última segunda, foi a vez de Cueva decretar: “o São Paulo é grande, não vai cair.”

 

 

Se o goleiro é Marcos, o time de ItaqueDa treme e perde!

Leia o post original por Milton Neves

Complô do Timão contra mim! O Corinthians está entregando os jogos, apenas para contrariar minha tese de que o Brasileirão não tem emoção!

Mas tenha calma corintiano, o tropeço dentro de casa, para o lanterna, não foi um mau negócio.

Seria, caso o campeonato fosse disputado por mata-mata.

Como somos praticantes dos “modorrentos” pontos corridos, a derrota foi apenas um “acidentezinho” de percurso.

Porque este ano, o nosso Timão é o virtual campeão.

Pode perder à vontade, pois nem mesmo o Grêmio, atual vice-líder, vai alcançar o Alvinegro Paulista.

No entanto, há de ressaltar o goleiro Marcos do Atlético-GO, que não fez defesas, realizou milagres!

E por falar em Grêmio, eliminado da Copa do Brasil, vai cair na Libertadores, Primeira Liga e Brasileirão!

Santos e Flamengo são os únicos candidatos a incomodar o Corinthians.

Mas e você torcedor, ainda acha que o Brasileirão tem graça?

Fluminense 0 x 1 Vasco da Gama

O Gigante da Colina sempre surpreendendo, não é mesmo?

Bateu o Flu em pleno Maracanã, jogo que não acontecia por lá há dois anos.

E a partida esteve longe de ser um espetáculo, digna do clássico que é.

Porém, o duelo apresentou alguns bons lampejos de qualidade.

Só que não deu para o Tricolor, parou diante o “novo” Vasco, que agora é o “Vasco do Zé”.

OPINE!!!

Palmeiras, catadão; Vasco, sofrível

Leia o post original por Antero Greco

Vasco e Palmeiras já decidiram até Campeonato Brasileiro. Em outros tempos, favoráveis… No duelo mais recente, o deste domingo, ambos proporcionaram tédio, raiva e alguma emoção (só no fim) para as torcidas. Ficaram no empate por 1 a 1, resultado que não resolve a vida de ninguém. Porém, merecido.

O Palmeiras foi a Volta Redonda todo desfigurado, em relação àquele time que no meio da semana ganhou do Barcelona, pela Libertadores, e foi eliminado nos pênaltis. Jaílson, Mina, Dudu serão baixas por semanas. Moisés foi poupado, Myke e Willian ainda se recuperam de contusão. E Egídio nem viajou, para não receber mais pressão da torcida.

Cuca colocou Jean na lateral direita e Michel Bastos na esquerda. Tchê Tchê voltou ao meio, Guerra iniciou o jogo, assim como Bruno Henrique, depois substituído por Keno. Resumo da ópera: a equipe criou muito pouco, na base da boa vontade e como um catadão. No melhor lance, Roger Guedes finalizou fraco, para defesa com os pés de Martin Silva. Em compensação, Prass só assistiu ao jogo.

O Vasco, na tentativa de não se aproximar da zona do perigo, contou com Luís Fabiano na frente e, no segundo tempo, também com o reintegrado Nenê, o meia que queria ir embora, mas não encontrou quem o quisesse contratar. O técnico Milton Mendes armou o time para sair em contragolpes. Isso na teoria, pois na prática raramente conseguiu jogadas coordenadas. O futebol foi sofrível.

O festival de horrores e sonolência só foi interrompido depois dos 30 minutos. Primeiro, com o gol de Guerra, uma das exceções em campo pela inteligência e estilo. E, quase no final, com o gol de empate de Manga Escobar, após cobrança de escanteio. O Vasco ainda pressionou e assustou Prass, nos descontos, com finalização de Luís Fabiano.

Por falar em acréscimos, Cuca mandou Borja entrar aos 46 do segundo tempo, na vaga de Tchê Tchê. Calma lá, o colombiano, contratação mais cara do ano, está jogando bolinha pequena. Mas poderia ter passado sem essa de tapar buraco por dois minutos, ou menos. Não fez sentido entrar. A não ser que, na superstição do treinador, ele fosse resolver num lance.

E só. O placar mostrou como dois gigantes estão desnorteados. Dá-lhe paciência para as torcidas.

Onde o Flamengo está, os 11 podem estar

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez pra muita gente de fora seja novidade, mas sim, é verdade: temos um clube carioca levado a sério administrativamente.  E obviamente isso não implica em “perfeição”, portanto, dizer coisas como “é sério mas erra aqui, ou ali” é apenas mais do mesmo.  Diferente é o que está acontecendo lá. Mas pouco me importa o …

Mais EDUCAÇÃO e menos IMPUNIDADE!

Leia o post original por Craque Neto

Queria entender o que deu na cabeça dos dirigentes do futebol brasileiro para marcar um clássico entre Vasco e Flamengo no estádio de São Januário? Pediram pra dar ‘m…’, não é verdade? Poxa vida! Qualquer pessoa que conhece um pouco de futebol sabe que o local não tem a menor condição de receber um jogo dessa grandeza. E vejam só, analisando friamente, esse tumulto tinha tudo para acontecer. Afinal o Flamengo tem um baita elenco e foi encarar o time meia boca do Vasco. Aí não deu outra! Os donos da casa perderam e deu confusão, briga e até morte […]

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Opinião: Vasco precisa proteger seus torcedores pacíficos da ala violenta

Leia o post original por Perrone

Eurico Miranda está certo quando aponta o dedo para Polícia Militar ao falar das bombas atiradas em São Januário neste sábado (8), após a derrota do Vasco para o Flamengo por 1 a 0.

Mas de nada adianta o presidente acusar a PM, cruzar os braços e fechar os olhos. Os policiais falharam na revista, mas eles não são os principais culpados por mais um distúrbio no local.

A maior parcela de culpa, na opinião deste blogueiro, é de uma minoria de torcedores vascaí­nos que sabe se lá por qual motivo teima em prejudicar a equipe. Os caras são reincidentes. Para ficar num exemplo recente, em junho saíram na porrada dentro de São Januário ainda antes de terminar a partida em que o time da casa perdeu por 5 a 2 para o Corinthians, pelo Brasileiro.

Assim, o Vasco precisa se proteger contra esses vândalos. Não pode continuar sendo prejudicado por eles. E se não quiser se defender, tem a obrigação de proteger seus torcedores pacíficos. Deixar tudo na mão da PM não é uma demonstração de respeito aos fãs do time. Pelo contrário, soa como um “tô nem a픝.

No lugar de falar na existência de uma política para prejudicar o futebol, Eurico deveria se esforçar para que o clube ajude a polícia a identificar os baderneiros e a evitar a entrada deles no estádio. Poderia, por exemplo, instalar mais câmeras de segurança e tomar a iniciativa de entregar as imagens para as autoridades quando necessário.

O clube deve também estudar medidas mais drásticas, como não mandar jogos de alto risco em São Januário. Atuar em casa é um direito sagrado de todos os clubes. Mas, a segurança dos torcedores está em primeiro lugar.

O lar vascaíno tem problemas estruturais, por mais que isso corroa o orgulho de Eurico. Seu entorno é estreito e dificulta a atuação da poli­cia. Do lado de dentro, há pouco espaço para o escoamento da massa em caso de emergência. E num estádio maior, talvez, torcedores não tentassem invadir o campo, como aconteceu neste sábado.

Jogar fora de casa uma ou outra vez no Brasileiro por questões de segurança seria menos prejudicial ao clube do que ter sua imagem arranhada por fatos como os que aconteceram na partida contra o Flamengo e que certamente afastam parte da torcida. Mais do que isso, o risco à integridade física do torcedor que só quer torcer seria menor em um local mais seguro em partidas críticas. É o que deveria importar para o Vasco.

Não esqueçam o quão incrível é tudo isso

Leia o post original por Rica Perrone

Oi, botafoguense.  Escrevo esse texto para não te deixar esquecer de algumas coisas e não exatamente para avaliar este ou aquele jogo. Vejo euforia, e é justo que haja. Vejo todo prazer em falar em Dubai, título brasileiro, Copa do Brasil e o que mais vier. Sei o quanto é deboche, mas torcedor que sou …