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Opinião: cinco ameaças ao trabalho de Raí como diretor do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Ao aceitar o cargo de diretor-executivo do São Paulo, Raí topou andar sobre um campo minado. O blog listou cinco armadilhas que podem explodir a passagem do ídolo pelo Morumbi como cartola. Confira abaixo.

1 – Pressão política

Uma das missões de Raí é sobreviver à máquina de moer diretores de futebol na qual se transformou o São Paulo. Entre dirigentes remunerados e conselheiros, desde que Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, assumiu a presidência do clube,  sete cartolas entraram e saíram do futebol são-paulino. Boa parte deles sofreu com a pressão de conselheiros e colegas de direção que queriam suas saídas. Nessa lista estão Ataíde Gil Guerreiro, Gustavo Vieira de Oliveira, sobrinho do ex-jogador, e Vinícius Pinotti.

2 – Falta de autonomia

Em sua primeira entrevista como novo homem forte do futebol são-paulino, Raí disse ter recebido carta branca para atuar. Porém, alguns de seus antecessores tiveram dificuldade para agir como queriam. Em junho de 2016, Luiz Antônio da Cunha, pediu demissão do cargo de diretor de futebol depois de uma ordem sua para Gustavo Vieira, então diretor executivo de futebol, ser ignorada. Cunha determinou que o funcionário do clube interrompesse a negociação para contratar Cueva. Não queria que o São Paulo gastasse dinheiro antes de definir a permanência de Maicon. Acabou pedindo demissão. A saída de Vinícius Pinotti, a quem Raí substitui, também envolve um suposto caso de falta de autonomia. A versão do lado do ex-dirigente é de que ele não gostou de saber de uma reunião do presidente tricolor com representantes do Cruzeiro para supostamente negociar a venda de Lucas Pratto. Leco nega o episódio. Por sua vez, a versão de aliados do presidente é de que Pinotti se reuniu com Jair Ventura, técnico do Botafogo, pensando em contratá-lo para o lugar de Doriva Júnior. Isso sem o conhecimento do presidente. Pinotti nega a afirmação.

3 – Rodízio de treinadores

Também em sua fala inicial como dirigente tricolor, Raí disse que uma de suas prioridades é criar uma identidade de jogo que independa de treinadores. A tarefa é árdua num clube que não tem dado muito tempo para seus técnicos implementarem um estilo na equipe. Desde outubro de 2015, Leco demitiu  Doriva, Ricardo Gomes e Rogério Ceni. A paciência da diretoria com o ex-goleiro, por exemplo, durou apenas seis meses. Com Leco como presidente,  Edgardo Bauza também segurou a prancheta tricolor. Eles saiu para assumir a seleção da Argentina. A era do atual mandatário ainda teve os interinos Milton Cruz, Pintado e André Jardine.

4 – Força das organizadas

Raí volta ao Morumbi num momento em que as torcidas uniformizadas estão em alta com o presidente do clube. Nos últimos meses elas ganharam espaço e têm sido atendidas em pelo menos parte de seus pedidos. Foi assim no auge da ameaça de rebaixamento no Brasileiro, em setembro, quando os torcedores se reuniram com jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes no CT são-paulino. Esse tipo de encontro não combina com o perfil técnico do novo executivo, apesar de ele ser um dos principais ídolos da torcida.

5 – Resistência ao profissionalismo

Em 2002, Raí teve passagem de apenas cerca de três meses como coordenador de futebol do São Paulo. Pediu demissão alegando dificuldades para trabalhar por conta do amadorismo no futebol brasileiro. Nesta sexta, em sua entrevista coletiva, o ex-jogador declarou que o momento atual é diferente porque o clube busca o profissionalismo, de acordo com seu novo estatuto. Porém, na prática, essa profissionalização não foi integral. Parte da diretoria executiva nomeada por Leco deu espaço para conselheiros, justamente o que a mudança estatutária pretendia coibir. Pinotti, antecessor de Raí, era questionado até por aliados de Leco por não ser um profissional do futebol. O ex-dirigente é sócio do clube, foi diretor de marketing, emprestou dinheiro para a agremiação e ocupou papel importante durante a campanha de Leco.

 

Querem usá-lo de BOMBEIRO??? Fiquem espertos!

Leia o post original por Craque Neto

Lembro até hoje quando o Leco, presidente do São Paulo, anunciou o jovem Vinícius Pinotti para assumir o cargo de diretor-executivo de futebol do clube. Naquele momento não entendi nada. Nunca tinha sequer ouvido falar desse rapaz. Mas depois soube através de amigos que ele seria o responsável por ‘emprestar’ quase R$ 13 milhões para o Tricolor adquirir 70% dos direitos econômicos do tal de Centurión. Só ali já dava pra ver que o menino bom moço, empresário bem sucedido, não entendia nada de bola. Afinal gastar essa grana toda nesse argentino pé-de-rato não dá, vai!? Piada, poxa vida! Só […]

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Dorival enfrenta campanha de parte de conselheiros por sua demissão

Leia o post original por Perrone

Acabou o prazo de Dorival Júnior para arrumar o time. Essa é a opinião de parte dos conselheiros do São Paulo que cobra a demissão do treinador. Da mesma forma, há membros do Conselho Deliberativo que querem a saída do diretor executivo de futebol Vinícius Pinotti.

Não corrigir antigas falhas, incapacidade de fazer a equipe evoluir, mesmo com tempo para treinar devido à parada no Brasileirão, e o fato de o tricolor permitir o empate contra a Ponte Preta após estar vencendo por 2 a 0 são usados como argumentos contra o treinador.

“Demos todo apoio ao Dorival, mas tudo tem limite. Chega do Dorival, o time não se encontrou com ele. E os resultados mostraram que o desempenho dele foi pífio”, disse o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu. As afirmações foram feitas em mensagem enviada a seus contatos por telefone celular.

“Eu contrataria o Leão como treinador e o Muricy como coordenador”, completou o oposicionista no texto. Indagado pelo blog sobre Dorival, Ferreira respondeu: “Dei dois meses para avaliar o trabalho dele, mas depois de hoje (sábado no jogo com a Ponte) não dá mais. Técnico é como vendedor, a análise é simples, pelos resultados”, disse.

Newton não cita Pinotti, mas há no conselho quem entenda que o executivo perdeu a blindagem que tinha. Parte de conselheiros influentes entendia que ele não podia responder por problemas de planejamento ocorrido antes de maio, quando assumiu o cargo. No entanto, politicamente, Pinotti já enfrentava críticas por ocupar um cargo executivo sem antes ter exercido função profissional no futebol.

Sócio do clube, ele era dirigente do departamento de marketing e foi um importante aliado de Leco na campanha pela reeleição presidencial neste ano.

Vale lembrar que os conselheiros não têm poder de decisão em relação à permanência ou não de técnicos e diretores. Porém, a opinião da maioria costuma ser analisada pelos presidentes de clubes.

Opositor aponta gestão temerária no SPFC em ‘caso U2’ e pode ser punido

Leia o post original por Perrone

Em sua conta no Facebook, Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu, candidato de oposição derrotado à presidência do São Paulo, pediu que dois cartolas atuais e um ex-dirigente sejam investigados no Conselho Deliberativo por gestão temerária. Por conta de sua atitude, ele virou alvo de pedido de abertura de procedimento disciplinar interno que pode culminar com uma suspensão do quadro de sócios superior a 270 dias.

O ato temerário, segundo Newton, foi a contratação de Alan Cimerman, demitido do cargo de gerente de marketing sob a acusação de venda de ingressos e camarotes inexistentes para shows no Morumbi. Ele foi demitido por justa causa, mas nega as irregularidades, que seriam relacionadas às apresentações de U2 e Brno Mars no estádio são-paulino.

A tese é de que como a empresa de Cimerman já era acusada de não pagar fornecedores das cerimônias de abertura e encerramento da Copa de 2014, ele não deveria ter sido contratado pelo São Paulo. O ex-gerente diz que o orçamento do COL (Comitê Organizador Local) estourou por causa de mudanças de última hora no programa e afirma que também levou calote do órgão.

A representação contra o opositor foi protocolada pelo conselheiro José Francisco Manssur, vice-presidente de comunicação e marketing do clube na época em que Cimerman foi contratado.

“A ficha corrida do Alan Cimerman era uma constatação cabal de que ele nunca deveria ter sido contratado pelo SPFC. O Leco, Manssur & Pinotti devem responder por gestão temerária”, afirmou Newton em sua página do Facebook, citando também o presidente do clube e o atual diretor executivo de futebol, que na ocasião era diretor de marketing.

O opositor também afirma que o sócio Rui Branquinho divulgou ter sido Manssur o responsável pela contratação de Cimerman. O ex-vice nega ter indicado Cimerman e que Branquinho tenha feito tal afirmação.

Em sua representação contra Newton, protocolada no último dia 18, Manssur diz que foi difamado e teve sua honra atacada pelo opositor. “O único responsável pelos danos que intentou cometer teria sido, supostamente, o ex-funcionário (Cimerman), que aliás foi demitido por justa causa pela atual gestão do São Paulo”, diz trecho do documento.

Pela avaliação inicial, o clube não teve prejuízo financeiro com o suposto esquema de venda ilegal de ingressos. Porém, pessoas e empresas que teriam comprado bilhetes e espaços em camarotes foram prejudicadas em pelo menos R$ 2 milhões nas contas do clube.

Para pedir punição a Newton, Manssur alega que ele feriu o artigo 10 do regimento interno do São Paulo. A regra citada prevê em sua letra “i” punição para sócios que veicularem expressões ofensivas ou desonrosas contra o clube ou membros de seus poderes em razão de suas atividades em qualquer meio de comunicação. A punição, após apuração e defesa do acusado, pode chegar a 270 dias e ser aumentada em 1/3 no caso de o infrator fazer parte de poderes do clube. É o caso de Newton, membro do Conselho Deliberativo.

Manssur protocolou outra representação semelhante citando postagem do opositor questionando as qualidades morais e éticas do ex-vice para assumir a função de produzir estudo sobre a separação das atividades sociais e do futebol do São Paulo.

Em nota endereçada aos sócios do clube na qual afirmou ter conhecimento do pedido de Manssur, Newton confirmou que entende ter havido gestão temerária e disse que seu grupo vai pedir uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo ouvir explicações da diretoria sobre o caso envolvendo Cimerman.

Empresário de cosméticos MANDA no Tricolor!

Leia o post original por Craque Neto

Lembro como se fosse hoje quando o São Paulo acertou a contratação do atacante Centurión no início de 2015. Informações de bastidores davam conta que o dinheiro para o acordo teria partido do jovem Vinícius Pinotti, até então apenas um torcedor fanático do Tricolor. Depois se descobriu que tratava-se de um empresário forte e milionário do ramo de cosméticos. Ele teria ‘DOADO’ ao clube um valor aproximado de R$ 14 milhões, que foi usado para contratar o jogador junto ao Racing da Argentina. Passados alguns meses, misteriosamente, notou-se que o mesmo Pinotti tornou-se diretor de marketing do Tricolor. Indicação do […]

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Escândalo no SPFC: fiscalização eficiente ou contratação imprudente?

Leia o post original por Perrone

A descoberta de um suposto esquema de venda irregular de ingressos e camarotes para shows no Morumbi é vista pela direção do São Paulo como prova de eficiência da diretoria executiva montada pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva. A revelação é atribuída principalmente a Márcio Aith, diretor executivo de comunicação e marketing, que investigou o caso.

O fato é importante para a direção tricolor porque a montagem do corpo executivo sofre vários questionamentos por parte de membros do Conselho de Administração (que aprovou as indicações, segundo a diretoria) e do Conselho Deliberativo. A queixa é de que Leco indicou conselheiros com influência política no clube (não é o caso de Aith) e pessoas com bom relacionamento na direção para o cargo no lugar de contratar uma empresa especializada em identificar profissionais de alto nível para cada área.

A atual gestão tem orgulho de ter apontado a suposta fraude e demitido por justa causa o gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

Mas há um efeito colateral na demissão do funcionário. Integrantes do Conselho de Administração e membros da oposição tricolor afirmam que o desfecho do caso comprova o desleixo de cartolas da atual administração que confiaram em Cimerman.

O ex-gerente foi contratado no final de 2015, quando Leco já havia substituído Carlos Miguel Aidar, que renunciou após denúncias de irregularidades. Cimerman tinha a confiança de Vinícius Pinotti, então diretor de marketing e hoje diretor executivo de futebol.

A presença do ex-gerente no quadro de funcionários era fortemente questionada por conselheiros pelo fato de a Spirit, empresa dele, ser acusada por diversos fornecedores do COL (Comitê Organizador Local da Copa de 2014) de calote. O argumento é que o clube não poderia ter contratado alguém com esse histórico e de que a escolha foi imprudente.

Por sua vez, Cimerman alegou em entrevista à “Folha de S.Paulo” em 2016 que o estouro no orçamento a Copa aconteceu por causa de mudanças de última hora que encareceram as cerimônias de abertura e encerramento, responsabilizando o COL pelas dívidas. Afirmou também que o comitê devia a ele R$ 1,8 milhão.

 

Com jogadores na mira, cartolas do São Paulo poupam Dorival Júnior

Leia o post original por Perrone

Apesar de ainda não ter afastado o time da zona de rebaixamento do Brasileiro, Dorival Júnior tem sido poupado de críticas da diretoria e de conselheiros mais próximos da cúpula do São Paulo.

O discurso interno é de que a equipe evoluiu com o substituto de Rogério Ceni e que com mais tempo ele deve salvar os tricolores do inédito vexame da queda para a segunda divisão nacional.

Nesse momento, os canhões de novo estão voltados para jogadores que são criticados por suposta falta de comprometimento. A queixa é antiga. Intramuros essa acusação foi feita a Cícero, afastado do elenco. O atleta rejeita a crítica e afirma ter sido escolhido para carregar a culpa pela má fase são-paulina.

Outro criticado é o lateral-esquerdo Júnior Tavares, que recentemente desagradou parte dos torcedores pelo simples fato de pintar o cabelo. Não é o caso dele, mas a tendência é de que mais jogadores deixem o elenco. O afastamento de Cícero é visto por cartolas do clube como um recado aos demais: quem não demonstrar comprometimento com a equipe deve ter o mesmo destino.

Em reunião nesta quinta-feira entre a diretoria e conselheiros de sua base de apoio, Vinicius Pinotti, diretor executivo de futebol, afirmou que está sendo feita uma mudança de perfil no grupo de jogadores.

Nesse cenário, predomina no departamento de futebol a tese de que Rogério Ceni deixou uma herança maldita, como mostrou o Blog do Menon. Pinotti, contratado depois do treinador, é o responsável por se desfazer dela.

Não é demais lembrar que a diretoria nunca teve a obrigação de contratar os atletas indicados pelo ex-goleiro ou por outros técnicos. Sem a assinatura dos cartolas nenhuma contratação é feita.

 

SPFC luta contra queda em meio a fim de plano que reduz força de técnico

Leia o post original por Perrone

No final de maio do ano passado, com o time nas semifinais da Libertadores, Gustavo Vieira de Oliveira, então diretor executivo do São Paulo, celebrava o início de um projeto a longo prazo para o clube. O plano previa o fortalecimento da comissão técnica fixa tricolor, a efetivação de um modo de jogar que seria aplicado também nas categorias de base e a diminuição do poder do treinador. Entre outros benefícios para a agremiação, ele previa que as trocas de treinadores seriam menos traumáticas. Sairia o comandante, ficaria a maioria da comissão, e o novo trabalho não começaria do zero.

Hoje, pouco mais de um ano depois, vítima da combinação entre política conturbada e maus resultados em campo, o sistema idealizado pelo filho do ex-jogador Sócrates está aniquilado.

Em meio a uma de suas maiores crises técnicas e da luta contra o rebaixamento no Brasileiro, o São Paulo enfrenta praticamente tudo que o plano do ex-dirigente queria evitar: instabilidade técnica e tática, mudanças radicais na comissão técnica e  treinadores com amplos poderes.

Em setembro do ano passado, golpeado pela eliminação na Libertadores e por uma forte pressão política pela sua saída de seu mentor, o projeto de Gustavo começou a virar pó com a saída dele. O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que havia abençoado o planejamento do executivo, não resistiu às cobranças de conselheiros e diretores, trocando o ex-dirigente por Marco Aurélio Cunha.

Seguidas mudanças na direção de futebol e no comando técnico também ocorreram. Depois da saída (contra a vontade da diretoria) de Edgardo Bauza, que simbolizava o projeto de diminuição do poder de treinadores no Morumbi, passaram pelo comando técnico Ricardo Gomes e Rogério Ceni antes da chegada do atual treinador, Dorival Júnior, sem contar os interinos.

Foram diversas as transformações de filosofia de jogo enfrentadas pela equipe, ao contrário do que previa o projeto de Gustavo.

Com a chegada de Rogério para a temporada de 2017, foi abandonada a ideia do treinador com poderes limitados. Ele trouxe dois auxiliares estrangeiros e filosofias próprias para implantar no clube.

Ceni não aguentou aos seguidos fracassos do time. Viu um de seus assistentes pedir as contas dias antes dele ser demitido.

Em seguida, veio o golpe fatal no sistema de estabilidade idealizado anteriormente. A comissão técnica fixa, antes vista como fundamental, foi parcialmente destruída. Acabaram demitidos o preparador físico José Mário Campeiz e o treinador de goleiros Haroldo Lamounier, alvos de pressão de conselheiros.

O auxiliar técnico permanente, Pintado, também não resistiu e foi convidado para atuar na integração entre as categorias de base e o time principal. Ele era fundamental no antigo projeto para diminuir o poder dos treinadores. Cabia a ele dialogar com os técnicos e trabalhar pela filosofia do clube.

Dorival chegou com um auxiliar, um analista de desempenho, um preparador físico e ainda indicou um preparador de goleiros. Ou seja, a ideia de as trocas no comando provocarem menos traumas no clube e não representarem o recomeço do zero também foi sepultada.

A atual diretoria, comandada pelo mesmo presidente que avalizou as ideias de Gustavo e com Vinícius Pinotti como executivo, nega interferência política nas trocas realizadas. Internamente, são feitas críticas à decisões do passado, da época em que o filho de Sócrates estava no comando e que estariam sendo corrigidas agora.

Diretor do SPFC é favorável à renovação de Lugano. Leco ficou em dúvida

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Colaborou José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Lugano gostaria de já ter resolvido sua situação no São Paulo. O zagueiro fica sem contrato no dia 30 de junho e ainda não foi comunicado se o clube deseja a renovação.

O blog apurou que Vinicius Pinotti, diretor executivo de futebol, é favorável à renovação, mas que  nada foi definido por causa de dúvidas do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva durante o processo de decisão.  Principalmente, também conforme apuração deste blogueiro, por achar o uruguaio caro para um reserva. Leco entende que só deve manter o beque se a conclusão for de que sua permanência trará benefícios técnicos, não apenas para agradar a torcida ou para homenagear quem tem passado vitorioso na agremiação.

Já o técnico Rogério Ceni se manifestou a favor da prorrogação do compromisso de Lugano com o clube até o final do ano por conta do papel de liderança que ele exerce no elenco.

Parte dos jogadores também faz campanha pela renovação, apesar de avaliar que o uruguaio não tem condição de ser titular. Esses atletas entendem que a prorrogação contratual seria um sinal de respeito com Lugano.

Nesse cenário, a decisão que a diretoria precisa tomar se tornou mais complexa do que apenas medir a relação entre custo e benefício. Por se tratar de um ídolo e líder, o desfecho terá reflexos na torcida, entre os conselheiros e no vestiário.

O blog tentou falar com Leco na tarde desta quarta-feira, mas ele estava em reunião. Seus colegas de diretoria afirmam não saber qual será a palavra final do presidente.

Enquanto isso, Lugano teve sondagem do futebol asiático, mas seu desejo é permanecer no Morumbi.

Galatasaray faz sondagem por Cueva, mas São Paulo descarta vender peruano

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Colaborou José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

O São Paulo foi sondado por um empresário que afirmou tratar do interesse do Galatasaray (Turquia) pelo atacante Cueva. De acordo com Vinicius Pinotti, diretor executivo de futebol são-paulino, o clube brasileiro descartou imediatamente a possibilidade de negociar o peruano.

“Fomos sondados e negamos de cara, até porque não chegou nada oficial (dos turcos) para o clube. Que fique claro, não temos interesse em negociar o Cueva”, afirmou Pinotti.

Empresário que acompanha a movimentação do time da Turquia disse ao blog que a oferta chegaria a 10 milhões de euros. Indagado se uma eventual proposta nesse valor faria o São Paulo mudar de ideia, o diretor executivo disse que não.

Por causa do assédio de clubes estrangeiros, em fevereiro, o São Paulo renovou antecipadamente o contrato de Cueva. O compromisso, que terminaria em 2020, foi estendido até 2021 e o peruano ganhou um aumento. Pouco antes, o CSKA (Rússia) havia sondado o atacante.