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Opinião: Corinthians amplia pressão sobre reserva ao tentar volta de Cássio

Leia o post original por Perrone

O Corinthians deu um passo arriscado ao tentar a liberação de Cássio junto à CBF. A frustrada iniciativa coloca pressão extra nos ombros do jovem Caíque França. O terceiro goleiro do time herdou temporariamente a posição com a ausência do titular e a contusão de Walter.

A manobra fracassada soa como uma demonstração pública de falta de confiança no novato. Imagine no seu trabalho, você saber que assumirá temporariamente um cargo importante no lugar de um colega. Se preparar para isso, mas descobrir que a direção da empresa tentou trazer outro profissional que estava de férias para que você não tenha que assumir uma responsabilidade maior? Como ficaria sua confiança na hora de executar a nova missão? Você não questionaria o seu preparo ou o que seus chefes pensam do seu potencial? Esses questionamentos devem estar passando pela cabeça de Caíque.

A postura mais adequada da diretoria teria sido abraçar o reserva imediatamente visando aumentar sua confiança. Seria bem melhor do que pedir um privilégio para a CBF.

O plano escolhido poderia também desagradar a Cássio. Será que o titular, brigando por uma vaga na Copa do Mundo da Rússia, gostaria antecipar seu retorno da seleção por conta de uma desconfiança do clube no reserva? Acredito que não.

Falhou não só a diretoria, na opinião deste blogueiro. Mas também Fábio Carille. O treinador deveria ter sido o primeiro a fortalecer Caíque publicamente.

Timão e Tricolor podem fazer troca-troca por Walter!

Leia o post original por Craque Neto

Recebi uma informação essa semana que o São Paulo ainda busca um novo goleiro para o elenco. A ideia é que esse jogador chegue para compor o time do Tricolor para 2018. E segundo consta a diretoria tem um nome fixo em mente: o corintiano Walter. Pois é, o presidente Leco e sua turma não vão desistir de contratar o goleiro reserva de seu arquirrival, que por ali está desde 2013 tendo poucas oportunidades de titularidade. Durante o programa ‘Os Donos da Bola’ desta sexta-feira o comentarista Velloso chegou com a informação de que além do dinheiro (cerca de R$ 5,5 […]

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Desejado pelo SP, Walter tem luvas atrasadas para receber do Corinthians

Leia o post original por Perrone

Com Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

O goleiro Walter em treino do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)

Alvo de interesse do São Paulo, o goleiro Walter tem dinheiro de luvas atrasadas para receber do Corinthians. A informação foi confirmada por Emerson Piovezan, diretor financeiro do alvinegro.

Sem revelar valores, ele afirmou que existe uma parcela do pagamento atrasada. Porém, o dirigente não disse quando a prestação venceu.

Pessoa próxima ao goleiro, no entanto, afirma que são duas parcelas vencidas.

O atraso já existia quando o empresário do goleiro, Júlio Fessato, apresentou oferta do São Paulo pelo reserva de Cássio. O clube do Morumbi no entanto nega ter enviado a proposta. O Corinthians descarta vender o goleiro, principalmente por entender que seu titular pode ser convocado para a seleção brasileira e desfalcar a equipe.

O agente de Walter assegurou ter proposta tricolor de 1,5 milhão de euros (R$ 5,5 milhões) pelo goleiro. Ao descartar a transferência, a direção corintiana prometeu ao goleiro prorrogar por mais um ano seu contrato, válido até 2019, com direito a um aumento. O diretoria diz que o reajuste é por méritos de Walter e não pelo interesse do rival.

Entre os que convivem com Walter há quem diga que ele quer se transferir para poder atuar e evoluir na carreira. Mas os cartolas alvinegros negam que o reserva tenha pedido para sair. A alegação é de quem quer a transferência é o empresário Fernando Garcia, ex-conselheiro corintiano. Uma das empresas dele, a LF Assessoria Esportiva, tem 80% dos direitos econômicos do atleta. Outros 15% pertencem à empresa do agente do goleiro. Eles adquiriram as porcentagens quando essa operação era permitida pela Fifa.

O Corinthians tem apenas 5%. Mas, como só o clube pode assinar a transferência, os cartolas dão o caso como encerrado, assegurando que Walter não será negociado agora.

Tricolor continua tentando tirar goleiro do Timão!

Leia o post original por Craque Neto

Apesar da diretoria do São Paulo negar e do goleiro Walter também dizer que não, mas soube que as conversas entre as duas partes continuam rolando. O clube está oferecendo um baita contrato para o jogador ganhar o dobro dos seus salários mensais. Fora o tempo de vínculo que será obviamente maior do que ele ainda tem com o Corinthians. Ah, também tem quase a garantia de titularidade até porque os goleiros que lá estão não vem tendo muito prestígio. O que eu penso? Uma tremenda sacanagem com o Renan Ribeiro, que é sim bom goleiro e jovem. A dificuldade […]

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Santos, do Furacão, põe o Santos na liderança

Leia o post original por Antero Greco

Eu sei que todos vão dizer que foi o Walter que tirou o Corinthians da liderança do Brasileiro. Tudo bem, o gordinho é implacável, quando recebe a bola dentro da grande área. Mas não foi só ele que construiu a vitória importantíssima do Atlético Paranaense, por 2 a 0, na Arena da Baixada.

Esse resultado tem que ser saboreado aos poucos, como convém aos grandes momentos. Primeiro, parabéns ao goleiro Santos, que fez uma defesa inacreditável, impossível, quando o jogo ainda estava empatado e Romero, quase embaixo da trave tocou para o gol. O jogador do Atlético fez uma intervenção de deixar o britânico Gordon Banks com inveja – sim, o goleiro inglês que pegou aquela cabeçada de Pelé, na Copa de 70.

Eram 20 minutos do segundo tempo e o jogo seguia equilibradíssimo. Ficaria 1 a 0 não fosse o goleiro Santos. E o Corinthians fazia uma partida irrepreensível: já não tem Tite no banco, nem Renato Augusto, nem Gil, nem o time campeão do ano passado, mas fazia um jogo veloz, com muita marcação e deslocações que o colocavam em condições de vencer. Parecia que finalmente o técnico Cristóvão Borges tinha achado o sistema tático que justificava a liderança.

Foi nesse clima que Paulo André fez um lançamento na medida para a área, o atacante Pablo passou pela bola iludindo a firme defesa corintiana e então apareceu Walter: dominou a jogada e, quando a bola caiu a sua frente, fuzilou de pé esquerdo. Um a zero, aos 32 minutos.

O Corinthians não se entregou. Continuou buscando o gol de Santos. Teve uma falta perigosa para cobrar aos 41 minutos. No rebote, Lucas Fernando iniciou um contra-ataque fulminante, escapou pela direita e, quando parecia que ia finalizar para o gol, tocou com sabedoria para… Sim, para Walter. Ele tocou de primeira, tirando qualquer chance de defesa para Cássio. Dois a zero.

O resultado deixou o Santos na liderança do campeonato. Muitos dirão que por conta dos gols de Walter. Eu digo que foi pela defesa de cinema de Santos.

Frio em São Paulo. E o Furacão se dá bem

Leia o post original por Antero Greco

Faz um frio do cão em São Paulo nesta semana. Temperaturas baixas e todo mundo encapotado. No Morumbi, então, nem se fala. Por lá a temperatura costuma ser mais baixa do que no restante da cidade. Para jogo no sábado à noite, só valentes se arriscaram a ver o time da casa contra o Atlético-PR.

E quem fez a festa foram os torcedores paranaenses. O Furacão parecia presa fácil para a rapaziada de Edgardo Bauza. Tanto que tomou gol do zagueiro Maicon, novo xodó tricolor. Ele abriu o placar aos 40 minutos e fez a turma descer para o intervalo confiante em vitória que a deixaria grudado no bloco principal. Para reforçar essa sensação, a produção fraca da equipe dirigida por Paulo Autuori.

Na véspera, ele havia prometido que o Atlético iria “propor o jogo”, com o que isso implicasse de riscos. Não foi o que se viu na primeira parte. Na segunda, o panorama mudou – e o Furacão também. Autuori fez algumas mexidas, a principal delas a entrada de Walter, e ocorreu a reviravolta. No sentido literal. O Atlético empatou com Otávio, aos 20, e com Hernani (outro que entrou durante a partida) aos 42. Alcançou o Tricolor no número de pontos; ambos agora estão com dez.

O São Paulo continua bem alterado, por contusões, seleções e até por problemas pessoais. O argentino Calleri deixou o estádio pouco antes do jogo, ao saber da morte de um amigo  na Argentina. Mesmo assim, o time cumpriu o roteiro básico das últimas apresentações, com boa posse de bola e muita finalização. O que não significa boa pontaria. Kardec, na frente, foi apagado, e assim manteve a rotina, apesar dos pedidos por mais chances.

O Atlético-PR não propôs nada, a não ser defender-se e ficar à espreita de contra-ataque, que não veio na etapa inicial. Ao perceber que o bicho não era tão feio do outro lado, animou-se, arriscou mais no segundo tempo e percebeu que subestimava a própria força. Não é que tenha sufocado o São Paulo; porém, teve eficiência nas oportunidades que apareceram.

Tenho afirmado aqui, e repito: este campeonato tende a surpreender a cada rodada. Vai demorar para cravar um bloco de fortes candidatos a levantar a taça. Se isso é bom ou ruim, só o tempo dirá.

 

Inter, de grão e grão, ou de 1 a 0 em 1 a 0…

Leia o post original por Antero Greco

Conhece o velho ditado do “de grão em grão a galinha enche o papo”? Pois ele pode aplicar-se ao Inter, com ligeira adaptação: “de 1 a 0 em 1 a 0, o Colorado chega ao topo”. Na terceira vitória consecutiva pelo mesmo placar mínimo, a rapaziada de Argel Fucks termina a quarta-feira na primeira colocação do Brasileiro, com 13 pontos. O Grêmio, com 10, enfrenta o Palmeiras no Pacaembu nesta quinta-feira.

Exibição de luxo, impecável, antológica por parte do Inter? Não. Desempenho normal, correto, como se dizia antigamente foi na conta do chá. Se não dá espetáculo, ao menos não leva muito sufoco. O Atlético até tentou engrossar, sobretudo no primeiro tempo, com marcação forte, sistema defensivo cerrado e alguns contragolpes. Num deles, Walter acertou a trave.

O Inter, que também não abre mão da segurança, teve dificuldade para passar pelo ferronho paranaense e só festejou aos 39 minutos, com o gol solitário e decisivo de Vitinho. Que, na prática, foi também o melhor em campo, porque não se limitou ao gol; ele também passou, arriscou chutes de longa distância. Enfim, destoou da média.

A dificuldade principal do líder está na construção de jogadas. Ferrareis e Andrigo tentaram, mas estiveram aquém, assim como Eduardo Sasha. Depois, entraram Aylon e Alex, na tentativa de dar mais criatividade ao setor. Sem grande alteração na prática. O Furacão, em contrapartida, voltou a mostrar limitação preocupante.

O Inter acumula gordura, o que é fundamental num torneio longo como a Série A nacional. Está invicto, levou apenas um gol até agora e frequenta o alto da classificação. Muito bom para dar confiança. A etapa seguinte deve olhar com atenção e carinho o ataque. Um time campeão precisa de sólido sistema defensivo – e ser eficiente na frente.

 

Tite anda com a pulga atrás da orelha

Leia o post original por Antero Greco

Meus amigos, Tite anda com a pulga atrás da orelha. Ele e a torcida do Corinthians, bem entendido. Principalmente depois de eliminações no Paulista, na Libertadores e com a derrota para o Vitória.

Agora nem se trata de desdobramento do desmanche ocorrido no meio do ano. Para as posições dos que se mandaram, até que encontrou alternativas razoáveis. O negócio é com quem já está no clube. Tem gente que, na avaliação do “professor”, tem negado fogo. Daí a necessidade de mudanças.

Os dois indícios de que Tite está cismado vieram com a saída de Cássio e André do time titular para o banco. O goleiro deu lugar para Walter, após quatro anos como o número 1 da casa alvinegra. Herói da Libertadores e do Mundial de 2012, o grandalhão foi descansar na reserva, em função da inconstância nas atuações.

Tite é educado, diplomático e não costuma dar pitis. Por isso, para o público externo explicou que a alternância no gol estava dentro da programação. Veio com papo de rodízio e coisas do gênero. A gente sabe que não é assim que funciona. Goleiro é posição de confiança – do técnico e dos demais jogadores. O entra e sai só ocorre em situações específicas; digamos, o titular joga o campeonato e o reserva entra em Copas.

Com Cássio e Walter não está sendo assim. O reserva simplesmente foi chamado para entrar de vez e fim de papo. Vai depender dele, e dos resultados, a duração da permanência. E da reação de Cássio nos treinamentos.

O segundo indício foi dado nesta terça-feira, com a ida de André para o lado dos reservas no treino. Luciano ocupou a vaga no comando do ataque. André veio cercado de expectativas, depois de oscilar muito nos clubes pelos quais passou, dentre eles Santos, Vasco, Atlético-MG.

Com a debandada no Parque São Jorge, de uma hora para outra viu-se na condição de titular. Algumas boas apresentações e, pronto, estava resolvida a questão. Vários jogos depois, e com 5 gols marcados e incontáveis desperdiçados, fica à sombra. Se bobear, vai demorar para voltar. Se voltar.

Fato é certo: Tite está inquieto e vê que o Corinthians se mostra longe de formação ideal e equilibrada.

 

“Abrem-se as cortinas” com Palmeiras vibrante

Leia o post original por Antero Greco

Como será que o saudoso Fiori Gigliotti chamaria o menino Gabriel Jesus? E o Walter, o gordinho artilheiro que perdeu sete quilos? Não dá para adivinhar.

Com certeza o poeta dos locutores esportivos do Brasil criaria slogan fantástico para cada um deles, que neste sábado estiveram em ação na abertura do Campeonato Brasileiro de 2016.

“Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo!”

E começou com um Palmeiras e Atlético Paranaense dos sonhos dos torcedores alviverdes, na arena verde: 4 a 0.

O primeiro tempo foi equilibrado. Nem lá, nem cá. Mas o Palmeiras saiu na frente com um gol de Roger Guedes, aos 19 minutos.

No início do segundo tempo, o time de Cuca liquidou a tarefa: Gabriel Jesus aos 20 segundos e logo depois Thiago Martins. Os lances tiveram em comum os passes de Cleiton Xavier, que finalmente desencantou.

Cuca prometeu que o Palmeiras vai disputar o título este ano. E o quarto gol, marcado por Gabriel Jesus, dá razão ao técnico: pelo jeito a equipe tem chances de brigar mesmo para chegar entre os primeiros.

Se Fiori estivesse vivo, transmitiria para todo o Brasil a promissora estreia, através da “cadeia verde amarela de rádio”, como se dizia na época. E faria sucesso, mesmo nestes tempos de comunicação super-rápida, de jogos transmitidos de todos os lugares do planeta, com 16 câmeras captando detalhes e fazendo dos craques atores que escondem suas falas atrás das mãos.

Ele chamaria Gabriel do “menino iluminado da capital paulista”, Walter, “o gordinho goleador de Recife”. E encheria de elogios Cleiton Xavier, “o craque alagoano de São José da Tapera”.

Fiori era inigualável e este Palmeiras promete. Se cumprir no prato principal o que apresentou como tira-gosto.

(Com participação de Roberto Salim.)

Palmeiras erra muito, consegue empate com o Furacão, dá adeus ao G-4 e reclama da arbitragem

Leia o post original por Quartarollo

Palmeiras empatou agora há pouco, em Curitiba, com o Atlético Paranaense, 3 x 3. Jogo foi movimentado, ninguém pode reclamar de falta de emoção.

O time fez um péssimo primeiro tempo, tomou um gol a um minuto e meio numa bobeada de Zé Roberto que não viu Marcos Guilherme aparecer nas suas costas para abrir a contagem.

Depois tomou um sufoco e não deu praticamente nenhum chute a gol nesse tempo.

Walter dominava todas as bolas e vencia a marcação do Palmeiras com toques sutis para seus companheiros de ataque.

No segundo tempo tudo mudou . Palmeiras voltou mais seguro com Arouca no lugar do insosso Amaral e o garoto Gabriel Jesus saiu do banco para o lugar de Rafael Marques.

Foi o suficiente para o time de Marcelo Oliveira melhorar e conseguir o gol de empate com Robinho depois de jogada do garoto Gabriel.

Palmeiras enquadrou o Atlético e chegou ao segundo gol em cruzamento de escanteio para a cabeça de Jackson.

A jogada é manjada, mas sempre funciona. Jackson subiu muito e até se contundiu no lance, mas valeu o esforço.

A partir daí o Palmeiras cometeu alguns erros bobos como tem ocorrido nos últimos jogos. Cometeu falhas inexplicáveis para uma equipe profissional.

Dava para fazer mais gols e conseguir uma vitória histórica, mas deu chance ao Atlético que estava mortinho em campo.

O garoto Evandro, que pertence ao São Paulo, fez o gol de empate contando, na minha opinião, com falha de Fernando Prass que caiu em câmera lenta e viu a bola passar rente as suas luvas para morrer no cantinho direito do gol.

Dois minuto depois houve uma falta pouco depois do meio-campo e Dudu devolveu a bola rapidamente para o Atlético.

Enquanto os jogadores do Palmeiras discutiam com o árbitro e esperavam um atleticano se levantar, a falta foi cobrada rapidamente e Evandro de novo venceu Prass virando o jogo para 3 x 2.

O árbitro poderia mandar parar a jogada e esperar o seu apito? Podia, sim, mas não é obrigado e o Palmeiras foi infantil.

Dudu teria que ficar marcando a bola e os demais jogadores deveriam estar mais atentos. Parecia que todo mundo ainda estava fora de órbita com o segundo gol tomado pouco antes. Time profissional não pode passar por isso.

Na sequência muitos xingamentos para cima do fraco árbitro Dewson de Freitas, do Pará, que nada fez, só ouviu e deu prosseguimento ao jogo.

Deu cartão vermelho mais tarde para Jackson por agressão ao zagueiro Ricardo Silva e acertou. O zagueiro palmeirense também foi juvenil no lance.

Logo após, o Palmeiras conseguiu o empate em cruzamento de Dudu para a área, chute de Lucas que Weverton defendeu com dificuldade.

Na volta Vitor Hugo joga para o meio da área, a bola bate em Alecsandro e o Palmeiras faz 3 x 3.

Se não mereceu vencer também não mereceu perder. Na comemoração, Robinho chama o árbitro de safado e vagabundo e é expulso também.

Na saída do gramado chegou a dizer que o árbitro é muito fraco porque já no lance do terceiro gol do Furacão os jogadores do Palmeiras o xingaram de tudo que foi nome e ele não teve coragem de dar cartão para ninguém, o que também é uma grande verdade.

Se o Palmeiras tem algumas razões em suas reclamações contra o árbitro, também tem que analisar seus próprios erros que são muitos de uns tempos para cá.

É um time que não passa um jogo sem tomar gol. Já tomou 47 neste Campeonato e isso explica porque hoje deu adeus a qualquer pretensão de entrar na Libertadores-2015 pelo G-4.

Sobra o sonho de chegar pela Copa do Brasil nas finais contra o Santos a partir da próxima semana.

O trabalho de Marcelo Oliveira ainda é devedor. Tinha que ter feito coisa melhor mesmo com a justificativa que perdeu alguns jogadores que eram importantes para o seu esquema como o volante Gabriel e o próprio Arouca que só está voltando agora.