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Opinião: faltou profissionalismo à direção corintiana ao afastar Willians

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, e o diretor de futebol, Flávio Adauto, agiram como torcedores ao afastarem o volante Willians após desentendimento com um corintiano na saída do CT alvinegro.

Primeiramente, a dupla agiu mais passionalmente do que profissionalmente porque, apesar do fraco desempenho do volante, a equipe ainda briga por uma vaga na próxima Libertadores e não pode se dar ao luxo de reduzir seu elenco nas últimas rodadas do Brasileiro.

Além disso, a decisão dos cartolas pode gerar insegurança no grupo. Quem eventualmente for hostilizado por torcedores a partir de agora como deve agir para se defender sem perder o emprego?

O vídeo que circulou nas redes sociais mostra Willians fora do carro indo na direção do torcedor que pergunta se será agredido. Não dá para saber se o jogador ameaçou ou tentou a agressão. Caso a diretoria tenha provas de que ele fez isso, deveria ter relatado o fato em sua nota oficial, pois a gravidade da atitude do atleta aumentaria enormemente.

E se Willans feriu o código de vestimenta corintiano por sair do treinamento trajando calção verde, o erro também deveria ter sido informado na nota.

Por tudo isso, parece que a cúpula corintiana agiu mais com a emoção do que com a razão. Já tina sido assim no momento em que Andrade contratou Oswaldo de Oliveira por seu gosto pessoal, sem ouvir os alertas sobre ele não ser o nome certo para comandar o time e sem nenhum resultado recente que justificasse a posta.

Novo Corinthians pode dar bom caldo

Leia o post original por Antero Greco

Para um time em torno do qual se faziam prognósticos pouco entusiasmados, até que o Corinthians se sai bem no início de temporada. Com a reformulação em andamento, depois da saída de seis jogadores, Tite e novo tropa têm dado conta do recado. Ao menos no Paulista. Três jogos, três vitórias – a mais recente nos 2 a 1 sobre o Capivariano, na noite desta quinta-feira, em Itaquera.

Apresentação perfeita? Claro que não. Outra vez, o campeão brasileiro jogou para o gasto, e com escalação bem modificada em relação àquela da partida anterior. O técnico colocou em campo Guilherme, Giovanni Augusto, Marlone, Williams, todos da safra de recém-chegados. Mais alguns reservas e uns poucos titulares.

Para ver o que iria acontecer. E o que aconteceu não foi ruim. O Corinthians teve dificuldade, oscilou – dentro da normalidade para o período –, levou susto e gol, teve jogador expulso (Edilson) e se superou. Saiu na frente com dois minutos (Romero) e tomou empate aos 30 (Marlon). Retomou a vantagem aos 2 da etapa final (Guilherme).

A turma de Capivari reclamou de pênalti não marcado, no primeiro tempo (com o qual concordo), e de outro ignorado na etapa final (discutível). Mas, como tem sido o papel das equipes do interior, não passou de sparring para os corintianos.

O pessoal novo à disposição de Tite aos poucos vai se soltar – isso ficou evidente, à medida que o tempo passava. E se pode fazer projeção para cada um. Willians tende a ser titular, e o mesmo deve ocorrer com Guilherme. Chances boas para Giovanni Augusto e fica a dúvida em torno de Marlone.

Pode dar caldo bom e não entornar. A primeira prova de fogo será no clássico com o São Paulo.

Marciel pode virar ‘novo Marquinhos’ no Corinthians?

Leia o post original por Perrone

Em 2012, com o aval de Tite, o Corinthians vendeu o zagueiro Marquinhos para a Roma por 5 milhões de euros. No ano seguinte, o clube italiano repassou o jogador para o PSG por 35 milhões de euros. O Corinthians ficou com uma fatia de 10% na revenda. O caso voltou a ser lembrado no Parque São Jorge com o empréstimo de Marciel para o Cruzeiro, que emprestou Willians ao alvinegro.

Conselheiros oposicionistas e situacionistas temem que o time mineiro exerça a opção de compra ao final do empréstimo do volante e depois revenda o jogador por muito mais dinheiro para a Europa.

“Comercialmente o negócio não foi bom para o Corinthians. Espero que o clube tenha tomado todas as precauções para que a negociação do Marciel não se transforme num novo caso Marquinhos. Fico admirado de o Tite, com a moral que tem no clube, deixar acontecer um negócio desses”, disse o conselheiro Fran Papaiordanou.

Uma das principais promessas da base alvinegra dos últimos anos, Marciel teve 50% de seus direitos adquiridos, depois da Copa São Paulo de 2015, em dez parcelas de R$ 150 mil, após um período de empréstimo gratuito. Na ocasião, o departamento de futebol profissional avaliou que o atleta tinha um potencial acima da média e determinou a compra. Hoje, porém, a avaliação é de que ele não teria espaço no time principal.

Já o Cruzeiro tinha o nome de Marciel numa lista de atletas de outros clubes que interessavam em caso de troca. A diretoria cruzeirense não revela o valor, mas diz que conseguiu colocar no contrato um preço que pode papar pelo volante ao final do empréstimo, em dezembro.

A intenção do time mineiro é contratar jovens jogadores que possam firmar longos contratos com o clube. Ou seja, se for bem, Marciel não deve mais voltar ao Corinthians.

Pênalti à brasileira abre caminho para vitória do Cruzeiro

Leia o post original por Quartarollo

O jogo estava enroscado entre Cruzeiro e Sport Recife até a arbitragem aparecer e ajudar na abertura do marcador.

Os dois times bem armados respectivamente por Mano Menezes e Paulo Roberto Falcão ainda se beneficiando do trabalho deixado por Eduardo Batista desde o começo do Campeonato Brasileiro, não davam chance de se chegar ao gol.

No primeiro tempo não houve chances de gol. No segundo, o Cruzeiro voltou pressionando e dando trabalho a Danilo Fernandes, um dos bons goleiros do Campeonato.

Aí aconteceu aquele lance já repetido várias vezes nesta temporada. Jogada alta na área, Manoel cabeceia e a bola bate no braço de Ronaldo e o fraco árbitro Marielson Alves Silva dá pênalti.

Bronca total do time do Sport, mas Willians cobrou e abriu a contagem colocando o Cruzeiro na frente.

Os pernambucanos reclamaram muito depois do jogo e com razão. Diego Souza extrapolou e pode até ser punido pelo STJD, que no entanto deveria ver o lance e entender o desabafo do atleta.

No primeiro tempo houve uma jogada em que o atacante André chuta a bola contra o braço de Manoel e o árbitro acertadamente não dá nada.

Mas para ele bola na mão é falta, deveria então ter marcado a falta de Manoel que os pernambucanos juram que foi dentro da área.

Não vai ter jeito. Jogador terá que entrar em campo com camisa de força a partir de agora.

Braços amarrados para trás para não permitir interpretações desastrosas como a do seu Marielson.

No fim o Cruzeiro mereceu a vitória. Fez 3 x 0. Contou com o azar do bom zagueiro Durval que ao tentar desviar um cruzamento de Willians tocou para as próprias redes e depois um golaço de Marcos Vinicius decidiu o jogo.

Foi a décima primeira vitória de Mano Menezes igualando o que fez com o Corinthians no ano passado.

Com isso o time subiu para 51 pontos na classificação e ainda sonha com G-4. O Sport tem 52 pontos e também continua sonhando, mas para ambos não deve dar. A situação é muito difícil

Nesse meio de semana, o Santos com 54; o São Paulo e o Internacional, com 53 pontos ganhos, entram em campo e podem aumentar essa diferença.

Se o Santos terminar o Campeonato em quarto e ganhar a Copa do Brasil, daí o sonho fica mais possível pois o G-4 vira G-5.

A confusa ética de Nelson Piquet

Leia o post original por Quartarollo

Já se passaram alguns dias desde o Grande Prêmio da Hungria e das palavras duras de Nelson Piquet contra Ayrton Senna, mas não me esqueci.

Afinal, são dois tricampeões de Fórmula Um e dois grandes pilotos brasileiros.

Piquet falou grosso com alguns jornalistas e se lembrou daquela ultrapassagem sobre Ayrton que entrou para a história como uma das mais lindas da Fórmula Um, em Budapeste.

Até aí tudo bem, mas daí começou a disparar farpas cheias de fogo contra o falecido tricampeão.

Disse coisas horríveis sobre Senna. Coisas como essas:

““Ele sempre foi muito sujo na sua carreira. Ganhou o campeonato de F-3 porque ele bateu no Martin Brundle, em Brands Hatch, na última corrida, acabou com o carro em cima. Fez o mesmo com Prost em 90 para ganhar o campeonato. Eu não concordo com isso. No automobilismo, você precisa ser limpo. Quer ser campeão? Tudo bem. Mas precisa ser limpo. Ele não era limpo na pista. Foi por isso que mostrei o dedo do meio para ele”

Que Ayrton não era nenhum anjo é verdade. Mas Piquet não fica atrás e embora reconheça que era uma época de muita rivalidade, levou a bronca para o lado pessoal e não se esqueceu mesmo depois de 21 anos da morte de Senna.

O mesmo Piquet admite que criou turbulência interna na Willians em 1986 por causa da rivalidade com o inglês Nigel Mansel:

“Perdemos o campeonato em 1986 por causa disso e poderia ter acontecido o mesmo em 87. Mas eu tinha só um probleminha comparado com o do Frank. O que eu fiz foi criar um ambiente turbulento dentro dos boxes, para não sentar na mesma mesa que Nigel. O que foi difícil, pois eu tinha de ganhar meus mecânicos e meus engenheiros para o meu lado. Foi um campeonato mais político do que técnico. Por isso que eu deixei a Williams no final do ano. Acabou sendo um grande erro, mas o clima lá era muito ruim”

O probleminha citado com Frank é que o dono da escuderia sofreu um acidente que o deixou tetraplégico.

Mas será que Mansel tem o direito de pensar que Piquet foi sujo com ele também ou aceitou a confusão provocada numa boa, como coisa de rivalidade dentro da equipe? Será que ele tem direito de reclamar também?

Coisa de gente que só pensa em si e não na equipe. Ayrton também era exclusivista ao extremo.

Queria tudo para ele e quando não dava certo buscava culpa nos outros.

Quando percebeu que não poderia vencer o Campeonato com a McLaren se colocou à disposição para pilotar de graça o carro da Willians, o único que podia fazer frente a Schumacher, em 1994.

Não pensou se estava tirando a chance de alguém dentro da Willians. Pensou em si, em tentar resolver o seu problema e o resto que se danasse.

Por ironia acabou morrendo no carro que tanto pediu para pilotar.

Na vida de Nelson, ou do Piquezão, já que temos também o piquezinho, seu filho, há outra nódoa.

Nelsinho proporcionou uma batida de propósito no dia 28 de setembro de 2008, em Cingapura, para obrigar a entrada do Safety Car e facilitar a vida do companheiro de equipe, Fernando Alonso, que acabou vencendo a prova.

A ordem cumprida à risca foi dada pelo chefão Flávio Briatore.

Com essa informação, Piquezão ameaçou entregar toda a farsa se seu filho fosse prejudicado na equipe Renault quando Briatore ameaçou troca-lo por outro piloto melhor.

Foi assim, segundo ele em conversa com os jornalistas Sandor Meszaros, Peter Farkas e Barna Zsoldos:

“A história é simples. Eles pressionaram Nelsinho para causar um acidente e Alonso vencer a corrida. Ele fez isso, sob muita pressão. Depois me contou e eu fiquei muito triste. Mas mantive esta informação para usar em alguma outra oportunidade. Em 2009, quando Nelsinho tinha contrato com a Renault até o final do ano, Flavio (Briatore) me disse que o tirariam antes para colocar (Romain) Grosjean, que era filho do advogado da Renault. Avisei que ele se ele fizesse isso, eu acabaria com ele. ‘Você está me ameaçando?’, ele respondeu. ‘Não estou te ameaçando, só estou dizendo o que eu farei. Vou te banir da Fórmula 1’. Foi o que eu fiz. Levei toda a história para Max Mosley (presidente da FIA na época), provamos que era verdade e ele está fora da F-1”

Piquet não quis confirmar se Alonso sabia de toda essa armação. Apenas complementou: “Isto é algo que eu não vou falar”.

Pois é, isso cheira a chantagem. Algo assim: “Se você prejudicar meu filhinho eu te entrego” e foi o que ele fez.

Caso Briatore, que depois foi eliminado para sempre da Fórmula Um, tivesse aceitado a pressão, ninguém saberia de nada até hoje.

Briatore não aceitou a chantagem, pagou para ver e sumiu do circuito. É a impressão que fica depois de todas essas declarações.

Se Alonso sabia ou não da armação é também uma informação importante que talvez possa ser usada em outra situação futura. Quem sabe? Essa Piquezão guardou para ele.

Que tipo de jogo é esse? É jogo limpo?

 

 

 

 

Pós-jogo: Atlético 3 x 2 América

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques).

NEM TANTO AO MAR, NEM TANTO À TERRA

Perdemos. Não dá pra brigar com o placar. Permitimos a reversão de uma vantagem de dois tentos. É fato. Fato este que aumenta o desgosto na derrota. Ora, saímos do primeiro tempo com um 2×0, superando toda as limitações que temos demonstrado há muito tempo. Não tem outra, naqueles 15 minutos de respiro, o peito se enche de esperança, o americano acredita, volta a sorrir: é hoje!

É nada…

Os erros voltaram a acontecer e tomamos a virada. Aí, meu amigo, quando toda aquela expectativa criada antes do jogo e alimentada, bem alimentada, por um primeiro tempo onde parecíamos encontrar a vitória, outra vez, contra tudo e contra todos; quando parece que nem o acréscimo generoso do apito – e põe GE-NE-RO-SO nisso – irá nos punir; quando parece que conseguiremos derrubar todas as artimanhas; quanto somamos tudo isso, nos vemos lá em cima… Vem a machadada e a queda é, também, lá de cima.

Era pra ser menos. O “combinado” era só mais uma derrota simples, mas abriram a porta e nos deixaram ver uma pontinha do paraíso pela greta, tão somente para batê-la na nossa cara.

A frustração fica ainda maior. Sendo maior, embaralha a vista e dificulta ver a melhora em campo.

“O time jogou bem?” – Não! Longe disso. Eu não disse isso.

Melhora, se o amigo recordar as aulas de física, é o delta (Δ). Saímos do pontos X para o ponto Y e o delta é positivo. Melhor que antes, mas ainda distantes do ideal. Aumentando a aceleração (contratações/treino/compromisso) podemos chegar ao ponto A, tão almejado.

Falem o que quiser, mas eu ainda não estou disposto a jogar o ano fora. Entendo se você o fizer, é seu direito. Só não concordo.

O time cresceu com Moacir Junior. Está menos covarde. Ainda erra muito, mas antes errava e era covarde. Já perdemos a covardia, só falta consertar os erros. – [Hunf, “Só…” Como se fosse pouco.]

OBINA

Sou obrigado a falar do Obina. Acho uma bobagem toda a polêmica – Mamilos! – mas entendo que alguns se ofendam com suas declarações e ações em campo.

Acho um bobagem porque entendo o que o levou a dizer e fazer o que fez. O que não quer dizer que ache que ele tenha feito certo. Poderia passar sem essa, mas imagino que o tenha feito por inocência ou ignorância (de ignorar) sobre as conseqüências de seus atos para o torcedor americano, do xiita ao sunita.

Me sinto obrigado também a passar um leve pito no departamento de comunicação do América: se não dá pra promover um media training para todo jogador que passar pelo América – e não dá mesmo – ao menos era possível conversar com o bom bahiano após a declaração desastrada, instrui-lo a pegar mais leve dentro de campo e mitigar o dano. Reverência pra torcida adversária não, né? Por favor…

No mais, foi um gol e meio marcado no clássico. Valeu, Obina! Continue.

Oi?! Dois gols? Não, não… na minha conta é um e meio só.

Vejam, metade, ou talvez mais, do primeiro gol, são do Willians. Sim, foi num erro da zaga, mas o zagueiro só errou por estar pressionado, por ele. Parabéns, Willians. Sim, eu critico, ainda acho que você precisa comer um pouquinho mais de grama pra me convencer, mas está indo no caminho certo. Falta pouco.

Quanto ao outro gol, aquele no acréscimo sem fim, pensei em dar só meio gol também, porque ainda acho que pegou no calcanhar do zagueiro. Vi, revi e preciso de óculos novos… Tendo a bola batido em você ou nele, foi você que o colocou lá, então, gol seu.

Agora é mais uma semana de muito, muito treino. O sábado de carnaval terá alegria, terá vitória. Aguarde e verão.

MOMENTOS: ALGUNS MELHORES. ALGUNS PIORES

Henrique Pinheiro

@geral_americafb.com/Geral.America

#REAGEAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Árbitro erra nome do jogador do Flamengo atingido por Lucas

Leia o post original por Quartarollo

galhardoLucas foi expulso aos 9 do segundo tempo no jogo São Paulo 2 x 1 Flamengo, no Morumbi. Ele atingiu o jogador Willians, camisa 8 do rubro-negro carioca, mas para o árbitro gaúcho Fabrício Neves Correa, o atleta atingido foi o lateral-direito Galhardo, camisa 22. Detalhe: Willians (foto à esquerda) é negro e Galhardo (foto à direita) é […]


Árbitro erra nome do jogador do Flamengo atingido por Lucas

Leia o post original por Quartarollo

galhardoLucas foi expulso aos 9 do segundo tempo no jogo São Paulo 2 x 1 Flamengo, no Morumbi. Ele atingiu o jogador Willians, camisa 8 do rubro-negro carioca, mas para o árbitro gaúcho Fabrício Neves Correa, o atleta atingido foi o lateral-direito Galhardo, camisa 22. Detalhe: Willians (foto à esquerda) é negro e Galhardo (foto à direita) é […]


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Árbitro erra nome do jogador do Flamengo atingido por Lucas

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