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Os novatos deixaram os “SuperTécnicos” para trás!

Leia o post original por Milton Neves

Fábio Carille, Zé Ricardo, Roger Machado e Beto Campos.

Os quatro técnicos, completamente desconhecidos até uns dois anos atrás, conquistaram, respectivamente, o Paulista, o Carioca, o Mineiro e o Gaúcho no último final de semana.

Simplesmente os mais importantes campeonatos estaduais do Brasil!

E os “SuperTécnicos”?

Comeram poeira, pelo menos nesta “pré-temporada”…

Mas, na sua opinião, o que está acontecendo com os treinadores medalhões?

Eles estão involuindo?

Ou os novatos que evoluíram?

Opine!

Rei do Rio

Leia o post original por Rica Perrone

Há uma lenda nacional sobre “a torcida do Flamengo”.  Dizem que são terríveis, que fazem diferença, que cantam muito alto, que empurram o time, etc, etc, etc. Os rivais dizem que é tudo mentira. Mas eu adoro uma lenda. Sou capaz de apostar que o Saci Pererê era um neguinho manco e que o transformaram naquilo …

Insistam!

Leia o post original por Rica Perrone

O rubro-negro vai dormir puto, é natural. Perdeu na Libertadores e mesmo sendo bem razoável a derrota lá como foi no Chile, há um sentimento de frustração nos dois jogos pelo que foi apresentado. E então eu lhes digo: insistam! Não desistam, não procurem vilões, nem atormentem o clube por resultados absolutamente comuns. Não transforme …

Porque Márcio Araújo?

Leia o post original por Rica Perrone

Pode parecer indiscutível a “não titularidade” do Márcio Araújo a qualquer rubro-negro que espera dos seus um talento mínimo para estar entre os 11. Mas quando se fala de tática, é simples e quase provável que Márcio Araújo seja titular do “Flamengo ideal”. Tá maluco, Rica? Tô, não. O cara tem 32 anos, não joga …

Ué, esse cheirinho de título tá longe, hein?!

Leia o post original por Craque Neto

Na temporada passada o torcedor do Flamengo estava confiante que o time rubro-negro passaria o Palmeiras na classificação e ficaria com mais um título do Brasileirão. Vieram até com aquele papinho furado de ‘cheirinho’ que ganhou repercussão monstruosa. E não dá pra negar que o elenco que a diretoria montou era pra sonhar com taça sim. Afinal que clube hoje em dia pode ter a disposição três centroavantes como Guerrero, Damião e Felipe Vizeu? Pelo amor de Deus! Fora Diego e Arão que acertaram esse meio-campo do técnico Zé Ricardo. Até por isso a massa foi confiante que venceria o […]

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Fla, Galo e o empate ruim para ambos

Leia o post original por Antero Greco

Não se deve tirar o mérito do Atlético-MG, jamais. Faz boa campanha, ainda com chance até de título. Ou, no mínimo, a segunda colocação. Tem time pra isso.

Mas, aqui entre nós, o Flamengo deixou escapar uma oportunidade e tanto, na tarde deste sábado, para manter-se na cola do Palmeiras. No primeiro tempo do clássico com o Galo, no Mineirão, jogou muito, criou chances, abriu vantagem de 1 a 0. Poderia liquidar a fatura antes do intervalo. Porém (sempre tem um porém), tirou o pé na segunda parte, tratou de garantir o resultado. Conclusão? Se deu mal, tomou a virada e ainda encontrou forças para o empate definitivo por 2 a 2.

Placar ruim para ambos, pois na pior das hipóteses continuam com 5 (Fla) e 6 (Atlético) pontos do líder, respectivamente. Escrevo antes do jogo entre Santos x Palmeiras, por isso no momento afirmo que a disputa se mantém aberta, apesar de mais difícil para os dois que entraram em campo antes.

A decepção, na verdade, foi o Fla, por aquilo que mostrou na etapa inicial. Zé Ricardo soube deixar a equipe redonda, bem protegida na defesa e ágil do meio para a frente. O Atlético ensaiou algumas descidas, logo de cara, mas aos poucos cedeu terreno. A turma rubro-negra aproveitou-se disso, começou a empurrar a marcação para o campo adversário e foi testando os reflexos de Victor.

A postura melhor resultou no gol de Diego, aos 32 minutos. O Galo sentiu o golpe, abriu-se e por pouco não levou o segundo, quase em seguida. Foi atordoado para os vestiários, refrescar a cabeça.

O segundo tempo mostrou o Fla menos impetuoso, mais cauteloso, preocupado muito cedo em garantir os três pontos. Além disso, Zé Ricardo tirou Gabriel aos 14 (entrou Sheik) e Fernandinho aos 26 (colocou Alan Patrick). As mexidas não surtiram efeito. Ao contrário, quebraram o ritmo do time.

O Atlético percebeu a mudança de ritmo, explorou brechas e virou, com  Robinho aos 35 (pênalti) e Pratto aos 41. Dava o salto para a segunda colocação. O Fla encontrou força para empatar, com Guerrero aos 44. E ficaram nisso.

Jogo eletrizante, sobretudo no final. Na prática, pode representar o fim das esperanças para um lado e outro.

Flamengo mantém Brasileiro animadíssimo

Leia o post original por Antero Greco

A briga pela ponta no Brasileiro continua empolgante. Palmeiras e Flamengo não baixam a guarda – e isso só aumenta a expectativa, a zoeira, as especulações. O interesse, enfim, pela competição.

O rubro-negro não dá trégua na perseguição ao líder, como ficou evidente na espetacular virada deste domingo diante do Cruzeiro. Jogo com final empolgante, daqueles de fazer o torcedor acreditar em título. Ou, na pior das hipóteses, em luta até a última rodada.

O Flamengo não fez de suas melhores apresentações na temporada – o que é normal. Não há como exigir, em competição de 38 rodadas, com muitas viagens, que alguma equipe seja perfeita do início ao fim. Pontos corridos são regularidade. E nesse quesito Palmeiras e Flamengo sobressaem. Não é por acaso que está em cima.

A rapaziada de Zé Ricardo pressionou no primeiro tempo, teve mais posse de bola e esbarrou em marcação eficiente do Cruzeiro. No segundo, houve queda de ritmo, compensada com emoção e os gols. O Cruzeiro vibrou com Raffinha, aos 29 minutos. Gol que ajudaria a tirá-lo do sufoco da zona de rebaixamento, façanha até acima do esperado, já que o empate era visto como adequado.

O Fla buscou força de campeão para a reação. Primeiro com Guerrero aos 38 minutos. Depois, com Mancuello que saiu do banco para decidir, aos 42. Certo que vacilou, pois do empate deu espaço para o Cruzeiro criar duas chances claras de gol. O bicampeão nacional em 2013, 2014 tem de abrir o olho, porque a Série B está logo ali…

Mas turno e returno, todos contra todos, é isso: vale a soma do desempenho. E não há por que duvidar da capacidade do Flamengo. Nem do Palmeiras… e com o Galo a correr por fora.

O resto é figurante.

 

Fla sobe com a estrela de Vizeu. O Galo…

Leia o post original por Antero Greco

Uma das coisas bacanas do futebol daqui é o surgimento de novos astros. A todo momento, sem nos darmos conta, aparece um moço para chamar a atenção de torcedor e crítica. E faz crescer o olho de empresários e estrangeiros… Bem, faz parte da dinâmica da vida, mostra que o Brasil, mesmo me baixa, produz talentos como poucos.

A bola da vez é Felipe Vizeu. O rapaz ganhou espaço no Fla em função de oscilações da equipe, da inconstância de Guerrero e de outras opções no ataque. Sem alarde, dá conta do recado, já tem quatro gols, dois deles marcados na manhã deste domingo, nos 2 a 0 sobre o Atlético-MG. Saiu do gramado péssimo do Mané Garrincha, em Brasília, como o nome do jogo, aumenta pressão sobre o peruano e até sobre Leandro Damião, que acaba de ser contratado.

Se Vizeu será craque, goleador, fora de série, é outra história. Isso só o tempo dirá. Mas, se for preciso esperar meses, anos, até formular um conceito definitivo, então melhor nem escrever mais a respeito de futebol. A crônica diária é construída justamente da rotina, dos episódios miúdos, do momento. E no momento Vizeu é o destaque. E parabéns pra ele.

Parabéns também ao Fla, mais pelo resultado do que propriamente pela consistência. Há falhas na equipe, ela é inconstante, carece de harmonia e de criação. Mancuello e William Arão tiveram bons momentos, mas, assim como o restante do grupo, também têm dificuldade para manter o ritmo.

Mas importa que, na soma, está na parte de cima da classificação, no bloco principal, perto dos líderes. Fôlego virá quando Zé Ricardo e Jaime descobrirem a formação ideal. E quando diversos jogadores, como Guerrero, Cuellar, Mancuello e outros estabilizarem suas atuações.

De qualquer maneira, o Fla está mais sereno do que o Galo. A equipe de Marcelo Oliveira reagiu forte, rodadas atrás, e agora voltou a marcar passo. Neste domingo, sentiu demais a ausência de Cazares e Fred, além de ter um Robinho discreto, com pouco brilho. Elenco completo garante ao Atlético trajetória melhor do que a atual.

O problema é ter esse tal de elenco completo…