Corinthians ainda sonha com Arana, mas negociação segue travada

Leia o post original por Perrone

Imagem: Quality Sport Images/Getty Images

Iniciada em janeiro, a novela envolvendo Guilherme Arana, Sevilla e Corinthians está travada neste momento. Mesmo assim, a diretoria do clube brasileiro ainda acredita ter chances de repatriar o lateral-esquerdo.

Segundo fonte com trânsito em todas as partes envolvidas, neste momento não há negociação. As conversas pararam na exigência espanhola de receber uma parte do parcelamento à vista.

No Corinthians o discurso é de que há possibilidade de o clube arrecadar a quantia para o sinal. Mas não se sabe quando isso pode acontecer. Por isso, a contratação é tratada como possível, mas sem previsão de data. Em tese, porém, a demora pode dificultar a negociação se o brasileiro fizer boas apresentações. Se ele não for bem, a tendência é as bases serem mantidas.

Inicialmente, o alvinegro pretendia pagar a primeira parcela em 2020. A proposta foi rechaçada pelo Sevilla. Como UOL Esporte mostrou, os dois clubes concordaram em bater o martelo por 8 milhões de euros (cerca de R$ 33,4 milhões) relativos a 90% dos direitos econômicos do lateral. Desde então, a missão corintiana é levantar quantia que os espanhóis aceitem como entrada.

 

Mais se fala de apito que de bola. Corinthians 2 x 1 São Paulo.

Leia o post original por Mauro Beting

Duas certezas em 2019: Gustavo honrará o epíteto Gustagol de qualquer jeito. Até sem jeito, como na canelada com efeito no gol da sétima vitória corintiana em 10 Majestosos invictos em Itaquera. Mas sobretudo pelo alto, onde ninguém sobe mais, se impõe melhor para atacar a bola, e tem mais técnica de cabeceio e tempo de bola do que ele por estes campos.

Outra certeza em 2019. Qualquer bola cruzada na área corintiana não será de Manoel, não será de Henrique, e nunca e de Cássio. Todo cruzamento em jogo do Corinthians ou é de Gustavo ou é do rival do Corinthians. Um time que mais uma vez mudou, apresentou Júnior Urso que será importante, mais uma vez fez pouco, mas de novo ganhou o jogo grande.

Clássico de baixo nível como tantos recentes. E de má arbitragem. No lance que originou o escanteio que daria no gol de Manoel, a bola saiu antes de Clayson bater. Erro “compensado” pela falta de Anthony em Avelar antes do empate tricolor.

No lance de gol de Gustavo, Volpi é quem vai ao encontro de Love. Eu não marcaria falta. Como também não daria mão na bola de Gonzalo na bola que sobrou para Arboleada “empatar”. Mas marcaria impedimento de Pablo que interferiu contra o rival antes do chute do equatoriano. Árbitro acertou ao “errar” na minha avaliação discutível como qualquer outra. Pra mim, Gonzalo fura o cabeceio e a bola bate sem intenção no braço muito próximo ao corpo.

Mais um clássico onde vai se debater mais o apito que o futebol. Até porque, mais uma vez, pouco se viu. E pouco pode se cobrar de Mancini. Mas muito mais de quem joga pelo São Paulo. E de quem monta e desmonta o seu elenco e comissão técnica.

Situação do São Paulo é bem preocupante .

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo tem uma equipe de futebol com bastante deficiência técnica . Quando isso ocorre precisa tentar com muita aplicação , transpiração e força . Não vejo nada disso no tricolor . Cuca foi contratado e só deve assumir em abril . O ano parece que já está perdido . Lutar por uma vaga na Libertadores deve ser uma meta no campeonato brasileiro . Erros consecutivos da diretoria e os jogadores não…

Fonte

Deu a lógica! Deu Corinthians!

Leia o post original por Michelle Giannella

Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press

A crise do São Paulo não é de agora… ela começou lá atrás com Juvenal Juvêncio. O time paga pela incompetência de sucessivas gestões que estão sacrificando o bom futebol do time.

Acontece que o problema do São Paulo parece ser ainda maior. Como um time que quer vencer faz apenas 9 finalizações, sendo apenas uma delas no gol? Isso não é culpa do treinador e da diretoria, ou será que os atletas não sabem qual o objetivo do jogo?

Mancini acabou de dizer na entrevista coletiva pós jogo que a equipe são paulina está com a autoestima baixa. E aí? Como resolver um problema desses?

O Corinthians está num processo de evolução, errou bastante, não finalizou muito, Carille ainda está tentando acertar a zaga da equipe, faz seus ajustes, mas a equipe tem confiança e garra, exatamente o que falta ao rival tricolor. Acredito que o Corinthians vai crescer bastante no ano e que Cuca tem tudo para melhorar o Sâo Paulo, o problema é que ele ainda demora a assumir o comando da equipe. Mais uma atitude da diretoria que não consigo entender.

 

 

Gustagol é o cara do Corinthians. E o goleiro do São Paulo só tem panca

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Rubens Cavallari/Folhapress/Via UOL

Corinthians 2 x 1 São Paulo

Esse Gustavo, uma espécie de filho de Rogério Ceni, é o que de melhor o Corinthians tem neste, ainda, início de temporada. Afinal, dos dez gols do Timão no ano, ele marcou sete. Eu disse S-E-T-E. Ou seja 70% dos tentos anotados foram pelo goleador. E tem mais, Gustavo é hoje o melhor cabeceador do futebol brasileiro.

Logo, foi dele o gol da vitória sobre o São Paulo, na Arena do Timão. Local, aliás, onde o São Paulo ainda não venceu na vida. E pelo jeito vai demorar. Olha, o goleiro do Tricolor é pancudo, chegou cheio de moral, mas toda bola que vai pro gol entra. Anda falhando.

E, claro, clássico Majestoso sem arbitragem polêmica fica sem graça. Por isso o juizão e sua turma validaram dois gols com irregularidades. O primeiro, de Manoel, no fim da primeira etapa, a bola havia saído na origem da jogada. Seria tiro de meta pro Tricolor.

E no segundo do jogo, o gol de empate anotado por Pablo, fiquei com forte impressão de falta no lateral Avelar.

Ferroviária 0 x 0 Palmeiras

Primeiro: a Ferroviária, do Carlos Alberto Salmazo, foi brilhante. Segundo: apresentação sem brilho do Palmeiras em Araraquara. Algumas peças do time milionário comandado por Felipão não estão funcionando. Carlos Eduardo, mais uma vez, esteve apagadíssimo e Lucas Lima pouco participou do jogo. Semana que vem, contra o Santos, vai ter sofrimento. Aguardem!

Vasco da Gama 1 x 0 Fluminense

Bola rolando ficou em segundo plano. Final da Taça Guanabara escancarou, mais uma vez, a triste realidade do futebol carioca. Torcedor se amontoar na porta do estádio sem saber se vai entrar pra ver o jogo é o fim da picada. Vergonhoso demais pro futebol que já foi o mais lindo de se assistir do Brasil.

A vitória, e consequente conquista do primeiro turno, do Vasco reflete o trabalho deste rapaz extremamente correto e organizado, chamado Alberto Valentim. Só pra lembrar ele é o atual campeão carioca com o Botafogo. E já beliscou a Taça Guanabara com o Vasco do Gama.

América-MG 0 x 0 Cruzeiro

Partida começou com mais de 30 minutos de atraso. E parece que os times não compareceram. O melhor ficou por conta da homenagem do América-MG para o querido e já inesquecível Ricardo Boechat. Carinho desenvolvido reciprocamente ao longo dos nosso bate papos nas manhãs da BandNews FM.

OPINE!

Pitacos – Verdão sem GRAÇA só empata e Timão VENCE clássico com outro gol de Gustavo

Leia o post original por Craque Neto

A sétima rodada do Paulistão começou na sexta com duas partidas importantes para a classificação do campeonato. Em Itu, o Ituano venceu o Mirassol por 2 a 0 e assumiu a liderança do Grupo D pelos critérios de desempate. Já em Campinas foi a vez do Red Bull fazer 3 a 1 no Botafogo de Ribeirão e colar no líder Santos no grupo A. Dois times que vem fazendo um grande papel nesse Estadual. No sábado, no ABC Paulista, quem pisou na bola foi o Bragantino. Estava vencendo o São Caetano por 4 a 1 com um jogador a mais […]

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Pouco pra Porco. Ferroviária 0 x 0 Palmeiras

Leia o post original por Mauro Beting

Estreia é tão importante que tinha de ser a última coisa que a gente faz. 
Ferroviária, sábado à tarde em casa, começo de temporada. Estreia. Jogou pouco. Saiu com 15 do segundo tempo. Lembrança apenas do chute de canhota que explodiu no travessão e, no rebote, como sempre, Toninho foi mais rápido. Era o segundo gol. O primeiro foi um golaço. Sem querer. Rosemiro foi tabelar com Toninho e pegou mal na bola. Encobriu o goleiro da Ferroviária. Mal comparando, parecia o gol do Fabiano contra a Chapecoense, na mesma meta, 40 anos depois. 

O estreante foi substituído por Erb. Do banco viu Toninho aproveitar outrresto de bola para fazer o terceiro. Viu João Carlos diminuir para a Ferroviária, em bela pancada. 3 a 1 Palmeiras. Fui um dos 14.826 pagantes no Palestra. Tinha 9 anos. Jantei na pizzaria Casa Grande na Pompeia, vizinha da minha avó, onde tomamos o melhor café do mundo. Ela perguntou como tinham jogado os “meninos”, como ela chamava os jogadores “palmeiristas”, como ela preferia falar. E disse que as velas que acendeu para a estreia dele tinham dado certo. 

Era o primeiro jogo do Palmeiras no Paulista que venceria. Foi o primeiro jogo como titular do novo camisa 8. Jorge Mendonça. Autor do gol do título, em 18 de agosto, contra o XV de Piracicaba. 

Uma partida muito ruim dele. Desentrosado, apático, discreto. Do baixo dos meus 9 anos, desconfiei. Como ele poderia substituir o insubstituível Leivinha, vendido em setembro de 1975?

Substituindo. Até 1980, seria o melhor do Palmeiras. Titular da fase final da Copa de 1978. Fazendo muito mais do que era imaginado depois da pálida estreia numa tarde de sábado contra a Ferroviária. 

Era necessária paciência. Esse substantivo cada vez mais abstrato. Aquilo que, confesso, ainda em 2017 perdi com quem estreou também no Palestra contra a Ferroviária. Fazendo gol. Um dos muitos que fez. Um dos vários que perderia. Custo-benefício ainda discutível para o jogador mais caro da história do clube.

Borja não virou Jorge Mendonça. Não acho que irá virar. Mas é preciso ter paciência.

Será?

Em Araraquara, pelo SP-19, o Palmeiras jogou exatos 13 anos após a morte de Jorge Mendonça. Quatro dias após a morte do lateral-direito Geraldo Scalera, que foi da Ferroviária para o Palmeiras em 1965. Para ser reserva de Djalma Santos. E honrar a camisa verde como fizera com a grená.

Nos últimos anos com a ajuda de Pio. Outro que foi Ferroviária e depois Palmeiras. Como logo depois seria Nei, em 1972. Como oito antes havia sido Dudu. A primeira das seis estátuas do Palmeiras a ter jogado mais tempo em outro clube. Cinco anos de Ferroviária antes dos 12 históricos pelo Palmeiras.

Muita história em comum tem o confronto. Mas não esse empate sem gols e sem graça. O Palmeiras teve sete chances com muito boa vontade. Essa que não se tem com Borja. Essa que Carlos Eduardo já não teve ao chegar ao clube com investimento de Edmundo em 1993 e desempenho de Buião em 1989.

O jogo foi chato. Jailson mais uma vez muito bem. Felipe Melo foi bem. E Lucas Lima só roubou uma bola e mostrou disposição ao tirar dos pés de Borja uma pelota que ele perderia provavelmente.

Diferente da estreia prematura e muito boa de Ricardo Goulart, aos 9, pela lesão de Felipe Pires. Ele deu o toque de classe a um time que precisa se tocar e jogar mais.

Talvez como Jorge Mendonça naquele mesmo 1976.