Serena evita polêmica sobre Megham Markle

Leia o post original por Fernando Sampaio

Logo após a vitória na estreia contra a russa Anastasia Potapova, Serena Williams participou da coletiva de imprensa e ouviu a seguinte pergunta do repórter Ben Rothenberg, correspondente do The New York Times no Aberto da Austrália: “Sua grande amiga, Meghan Markle, tomou uma atitude que muitos pensaram ser extraordinária e histórica. Como se sente sobre isso? Falou com ela?”.

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Com discurso de ‘pés no chão’, Corinthians vê Rony como difícil

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O Corinthians tem interesse em Rony, do Atlhetico, mas classifica a eventual contratação como difícil. O pessimismo é sustentado pela justificativa de que o alvinegro precisa manter “os pés no chão” e cuidar das finanças.

Com o clube paranaense dificultando a venda, e o Palmeiras interessado no atleta, avaliação corintiana é de que dificilmente o preço chegará a um tamanho que caiba em seu bolso.

Ao buscar informações sobre o atacante, o Corinthians soube que sua multa rescisória é de 12 milhões de euros (cerca de R$ 55,6 milhōes). O valor assustou a direção corintiana que recuou e não chegou a fazer uma oferta oficial.

Neste momento, os corintianos monitoram a briga de Roni e seu estafe com a direção do Furacão. Eles divergem por conta da porcentagem que caberia ao atacante numa futura venda.

Com contrato até julho de 2021, o jogador não aceitou oferta de renovação até 2023. Acabou sendo escanteado para o time de aspirantes.

Quem já fez proposta por Rony foi o Palmeiras, no entanto o valor não foi divulgado oficialmente. 

Entrar num leilão milionário com o rival pelo jogador do Atlhetico atropelaria o  discurso dos cartolas sobre equilibrar as finanças alvinegras.

O orçamento do Corinthians para 2020 previa que a agremiação encerraria 2019 com déficit de  R$ 144,8 milhões.

Neste ano, só para contratar Luan o departamento de futebol já gastou mais de R$ 20 milhões.

 

 

Duplistas brasileiros em Melbourne

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Campeão em 2016 ao lado de Jamie Murray (foto) e quadrifinalista no ano passado, Bruno Soares inicia a campanha contra o britânico Luke Bambridge e o japonês Ben McLachlan, campeões do ATP em Auckland no sábado. Bruno Soares joga este ano ao lado do croata Mate Pavic. Com o afastamento do colombiano Robert Farah por doping, o mineiro Marcelo Melo e seu parceiro polonês Lukasz Kubot obtiveram a…

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Stefani estreia nesta quarta

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Luisa Stefani, tenista número 1 do Brasil, disputa seu segundo Grand Slam e o primeiro entrando direto na chave. Duplas começam nesta quarta-feira. Stefani e a norte-americana Hayley Carter enfrentam as chinesas Yinying Duan e Saisai Zheng, cabeças de chave 9. “Jogo duro, as chinesas jogam bastante juntas, têm bom ranking em simples e duplas, eu estou bem confiante em nosso jogo…

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Opinião: Nunes já deu mais cara ao Corinthians do que Luxa ao Palmeiras

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O Palmeiras venceu a Florida Cup, porém, quem volta de Orlando num estágio mais avançado de preparação para a temporada é o Corinthians, na opinião deste blogueiro.

A equipe de Tiago Nunes já mostra um modelo de jogo bem definido. Enquanto isso, Vanderlei Luxemburgo parece patinar na tentativa de melhora individual de jogadores importantes antes de conseguir um polimento coletivo.

O alvinegro traz na bagagem no retorno dos Estados Unidos um estilo que prioriza a saída de bola com qualidade da defesa para o ataque. Marcação sob pressão, avanço dos volantes, movimentação constante em busca dos espaços e capricho na bola parada também são características do novo Corinthians.

Não significa que tudo isso já funcione como um relógio suíço. Pelo contrário, Tiago Nunes ainda tem muito trabalho pela frente. Como ajustar o apoio dos laterais ao ataque, resolver a falta de pontaria de Love, Boselli e Gustavo e melhorar a bola aérea defensiva.

Do lado alviverde, ainda vemos uma grande dependência em relação a Dudu, como nas últimas temporadas.

Além disso, o Palmeiras mostrou na Flórida que muda muito seu jeito de jogar conforme as substituições. Não tem ainda um padrão.

Quando a formação conta com mais jogadores jovens, a equipe fica mais leve, rápida e aumenta a sua mobilidade. Obviamente, isso é bom e pode ser bem explorado por Vanderlei Luxemburgo.

Mas, neste momento, o técnico não deixa clara a opção por um time veloz. Luxa parece mais preocupado com o desempenho individual de velhos conhecidos dos palmeirenses do que em lapidar o jogo coletivo.

É nítido como o treinador investe sua energia na tentativa de transformar Felipe Melo em zagueiro. O começo não foi bom. O veterano mostrou muita dificuldade na nova função, o que é natural. Não se trata de uma mudança simples.

Outra preocupação aparente de Luxa é colocar em forma Ramires, que também não foi bem na terra do Mickey. Há ainda o esforço do comandante em recuperar Lucas Lima, que deu sinais de reação durante o torneio.

A evolução coletiva do Palmeiras passa muito por esses ajustes individuais tentados por Luxemburgo. Se quiser acelerar o processo, ele pode iniciar o Campeonato Paulista trocando Felipe Melo e Ramires, por exemplo, por jogadores que estejam mais aptos a desempenhar as funções agora.

Existe ainda o fato de o treinador palmeirense afirmar que espera por reforços pontuais. Isso também ajuda a explicar a diferença de estágio em relação ao Corinthians. Tiago Nunes e já recebeu jogadores fundamentais para moldar seu estilo de jogo, como Cantillo, Luan e Camacho, que retornou de empréstimo.

 

Análise: quem sobe e quem desce após a Florida Cup

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Corinthians

Sobem

Luan

Marcou dois gols na estreia e fez o Corinthians voltar a ter um cobrador de faltas confiável após longa e dolorosa seca. Virou também o titular nas cobranças de escanteio, alimentou bem o ataque e ainda ajudou na marcação.

Ramiro

Fez sua melhor atuação pelo Corinthians na derrota por 2 a 1 para o Atlético Nacional, na opinião deste blogueiro. Marcou um gol e finalmente foi eficiente nas trocas de bola entre meio e ataque.

Cantillo

Deu qualidade, velocidade e inteligência ao time na transição da defesa para o ataque.

Camacho

Endureceu a marcação para os rivais sem perder a ternura na saída de bola.

Janderson

Se movimentou bem por todos os setores do ataque enxergando os espaços. Com velocidade e categoria se mostrou ótima opção para dialogar com Luan.

Descem

Boselli

Perdeu um pênalti contra o Atlético Nacional e não pressionou a saída de bola dos adversários como Tiago Nunes gosta.

Vágner Love

Volta da Flórida com uma coleção de gols perdidos. Alguns deles poderiam ser atração nos parques de Orlando.

Sidcley

Fora de forma, virou motivo de piada até entre torcedores do Corinthians.

Lucas Piton

A promessa Corintiana na lateral esquerda mostrou muita dificuldade na marcação.

Palmeiras

Sobem

Willian

Em tempos de dispensas no clube, mostrou que ainda é útil. Contra o New York City fez um gol e participou da jogada do outro.

Dudu

Mais uma vez começa o ano como referência ofensiva palmeirense.

Gabriel Menino

Foi fundamental na saída de bola palmeirense mostrando inteligência e categoria na ligação com o setor ofensivo.

Gabriel Veron

Confirmou seu potencial técnico aumentando a expectativa da torcida palmeirense de que em breve divida com Dudu a função de desequilibrar as partidas ofensivamente.

Wesley

Despontou como boa opção para deixar o ataque mais leve e técnico.

Descem

Felipe Melo

Sofreu demais estreando como zagueiro. Suas dificuldades podem ser ilustradas com o gol do New York City em que foi antecipado por De Rosario.

Ramires

Foi mal especialmente na marcação. Deixou a Flórida marcado pela entortada que levou de Jasson, também na jogada do gol do New York na vitória palmeirense por 2 a 1. 

 

Começa o Aberto da Austrália 2020

Leia o post original por Fernando Sampaio

Começa neste domingo a chave principal do Aberto da Australia. Depois de uma polêmica semana de qualificatório, com tenistas reclamando das condições do ar em Melbourne, a atual campeã Naomi Osaka abre a rodada na Rod Laver Arena defendendo o título contra a Marie Bouzkova da República Tcheca, jogo marcado para às 21h, horário de Brasília. Na sequência Serena Williams enfrenta a jovem russa…

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SPFC rejeitou 20% dos direitos de atacante para atrapalhar Corinthians

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Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Para desestimular outros jogadores a tentarem sair do clube de graça, o São Paulo recusou oferta do Corinthians para ficar com 20% dos direitos econômicos de Léo Natel. A decisão também teve como objetivo dificultar a montagem do elenco corintiano.

O presidente do alvinegro, Andrés Sanchez, não ofereceu dinheiro para obter a liberação imediata do atacante. Porém, pretendia deixar essa porcentagem com o São Paulo para poder contar com o atleta imediatamente.

De acordo com duas fontes ouvidas pelo blog, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente são-paulino, afirmou que quem cuidaria do caso seria Alexandre Pássaro, seu gerente executivo de futebol. Mas o Corinthians não chegou a receber a resposta.

No São Paulo a versão é diferente. O relato é de que a decisão foi tomada por Leco e comunicada ao Corinthians.

Na avaliação da direção do São Paulo, Natel e seu empresário articulam há tempos a ida para o Corinthians com o menor gasto possível. A estratégia seria esperar o fim do contrato e sair de graça. Nesses casos os atletas costumam conseguir luvas maiores.

Assim, os cartolas tricolores entenderam que a melhor opção seria manter o jogador até o final de seu contrato. O compromisso termina no fim de junho. Dessa forma, concretizando a contratação, o alvinegro não poderia usar o atacante no Campeonato Paulista e nas fases preliminares da Libertadores. Pesou para a decisão o fato de os corintianos estarem em busca de um atacante de beirada característica ostentada por Natel.

Ao mesmo tempo, a diretoria do São Paulo entendeu que aceitar uma porcentagem dos direitos econômicos para antecipar a saída do jogador sem dinheiro na operação seria premiar quem não quer prejudicar o clube saindo de graça.

Seguindo essa linha de raciocínio, os cartolas entendem que a não liberação imediata de Natel serve como exemplo para desencorajar outros atletas que pensem em tomar atitude semelhante.

O São Paulo calcula que gastará entre R$ 30 mil e R$ 40 mil para manter Natel até o fim de seu contrato sem utilizá-lo.

A avaliação é de que vale o gasto para dificultar os planos de um rival e enviar recado a seus demais jogadores.

Outro ponto é de que é uma incógnita quanto valerão os 20% do jogador no futuro.

No entorno do atacante porém, a teoria de uma conspiração de longa data para que ele se transferisse para o Corinthians de graça é refutada.

O discurso é de que, em maio do ano passado, o São Paulo chegou a aceitar vendê-lo para o Apoel, time do Chipre que o atleta defendeu por empréstimo, por 900 mil euros (cerca de R$ 4,1 milhōes em valores atuais) e 20% do valor de uma futura negociação, mas desistiu do negócio. Já a diretoria tricolor alega que topou a venda e que o atleta não aceitou a transferência.

De acordo com o stafe de Natel, o São Paulo também recusou uma oferta do Ludogorets, da Bulgária, de 1,2 milhão de euros (aproximadamente R$ 5,5 milhōes) por 90% dos direitos econômicos. Seriam 800 mil euros à vista e 400 mil euros pagos em um ano.

No Morumbi, no entanto, a explicação é de que esa oferta nunca chegou oficialmente. E que, se chegasse, seria inferior à proposta feita pelo Apoel.

Isso porque o Benfica tem 30%.dos direitos econômicos do jogador, segundo o clube tricolor. Os 70% relativos à parte do São Paulo significariam 840 mil euros, além de uma porcentagem menor numa futura venda em relação à oferta do clube do Chipre.

Já o Videoton, da Hungria, ofereceu 1,2 milhão de euros por Natel, mas a negociação também não vingou. Não houve acerto entre Benfica, São Paulo, jogador e seu empresário.

Olhos

Leia o post original por André Kfouri

Uma das marcas dos melhores trabalhos de Vanderlei Luxemburgo era a capacidade de identificar virtudes desconhecidas em seus jogadores. Por vezes, desconhecidas até para os próprios. Além de perceber características que possibilitavam a utilização de futebolistas em papéis diferentes do que seria convencional em ocasiões específicas, Luxemburgo orientou o que se poderia chamar de “novas carreiras” para vários comandados. Essas passagens não pertencem a qualquer tipo de folclore motivacional que possa acompanhar a trajetória do atual técnico do Palmeiras, ou mesmo certas cartas potencialmente geniais – mas que nem sempre surtiram efeito – lançadas para confundir adversários em jogos decisivos. São exemplos da inquietação de um treinador que por metade de sua carreira se distanciou da concorrência porque pensava melhor.

Muller, no histórico, porém efêmero Palmeiras de 1996, talvez seja o principal exemplo de jogador redesenhado por Luxemburgo, ao se revelar um passador dotado da leitura e do refinamento necessários para brilhar servindo companheiros. Como viabilizador de um ataque que marcou mais de cem gols num campeonato estadual, Muller criava jogadas para Luizão, Djalminha e Rivaldo (se você não viu, deve ser capaz de ao menos calcular o que eram capazes juntos) como propostas para que eles se divertissem. Não eram passes, mas convites. Mais tarde, no Corinthians, Luxemburgo recuou Freddy Rincón para funções defensivas de meio de campo, com influência direta no início da viagem da bola ao ataque. O colombiano – explicou o técnico à época – não tinha problemas para receber de costas para a maior porção do gramado e, usando o corpo com maestria, saía para os dois lados com a mesma desenvoltura. Viu-se outro jogador, talvez superior ao anterior.

No Cruzeiro que conquistou três troféus em 2003, a visão de Luxemburgo proporcionou a Alex uma das melhores temporadas de sua vida, graças a uma sutil alteração de posicionamento – e, consequentemente, de função – que até hoje passa despercebida aos menos atentos. Sob Scolari, Alex era o quarto jogador do meio de campo, com contornos de armador clássico. Luxemburgo o converteu de arco em flecha, de 10 em 9,5, e o fez se adiantar da região entre o volante e o meia para a faixa entre o meia e o atacante. O interessante é que, mesmo mais próximo do gol adversário, Alex passou a ter maior participação na construção (o time de Scolari se organizava primordialmente com os laterais) do jogo em jornadas que ilustram o termo “craque” com todas as letras.

A versão de Felipe Melo como zagueiro parece um indício do resgate de uma forma de pensar o futebol que não caracterizou o Luxemburgo pós-2004, talvez um dos diagnósticos mais evidentes da segunda metade de sua carreira, opaca não só em conquistas, mas no jogo apresentado pelas equipes que dirigiu. O futebol não admite garantias, mas, mesmo que o experimento não tenha o sucesso desejado, a procura por soluções criativas pode representar uma mudança no modo de se relacionar com a rotina de preparação de equipes, um aspecto da profissão de técnico que não permite a suposição de que tudo já está feito e congelado. É curioso o paradoxo que pede um “novo” Vanderlei Luxemburgo, um profissional que tem insistido em negar a existência da novidade, quando está claro que o “velho” – um treinador claramente à frente de seu tempo – reinaria com suas próprias ideias.

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Para estafe de Pedro, escolha pelo Flamengo foi a mais segura

Leia o post original por Perrone

Para ficar perto de anunciar oficialmente o atacante Pedro como reforço, o Flamengo superou a concorrência de Grêmio e de outros quatro clubes europeus que tinham interesse no atacante. Passadas as tratativas, o discurso do estafe do jogador é de que o rubro-negro sempre foi a melhor opção para o atleta desde que os interessados começaram a procurar a Fiorentina.

O argumento é de que a transferência para a Gávea, por empréstimo, era a alternativa mais segura à disposição de Pedro. Isso tanto financeiramente como esportivamente.

Certamente, pesa para essa sensação de segurança o fato de o rubro-negro ter um time vencedor, acertado taticamente. Em tese, uma equipe afinada facilita adaptação de novos jogadores. Por outro lado, a briga para ser titular, teoricamente, deve ser mais difícil do que seria no Grêmio, por exemplo.

Jogar em outra equipe europeia, também em tese, poderia trazer mais problemas de adaptação ao brasileiro. E um novo insucesso na Europa seria desastroso para sua carreira.

O atual campeão carioca, brasileiro e da Libertadores também passa sensação de tranquilidade ao mercado por estar equilibrado financeiramente.

Apesar dessa narrativa, durante as tratativas, parte do stafe do jogador entendia que o melhor para a carreira dele era a permanência na Europa. Por essa linha de raciocínio, o retorno ao Brasil após um curto período na Itália poderia desgastar a imagem de Pedro.

Por sua vez, o atacante sempre deixou clara para seus interlocutores a preferência pela proposta flamenguista.