Ex-advogado de Najila e atual minimizam valor de suposto vídeo completo

Leia o post original por Perrone

Com Felipe Pereira, do UOL, em São Paulo

O suposto vídeo completo gravado por Najila Trindade em seu segundo encontro com Neymar em Paris e que estaria desaparecido virou uma das peças mais comentadas na acusação de estupro contra o jogador. Porém, tanto o atual advogado da modelo como o primeiro representante dela minimizam a importância das imagens misteriosas.

Segundo Cosme Araújo, que agora trabalha para Najila, o vídeo com supostamente sete minutos e que estaria num tablet e num celular desaparecidos “não tem muita coisa além do que já foi mostrado”.

“Tem ela voltando novamente, sentam na cama, ele começa consolá-la, ‘vai dar tudo certo’, ela diz, ‘não, mas você me bateu ontem, esse tipo de coisa’”, disse Araújo em entrevista coletiva nesta terça (18).

José Edgard Bueno, primeiro advogado a cuidar do caso para Najila também trabalhava com a linha de raciocínio de que o suposto vídeo completo não tinha grande relevância, conforme apurou o blog.

No entendendimento do ex-advogado da modelo, a gravação só seria fundamental se Neymar negasse que se encontrou com ela num quarto de hotel em Paris.

Como o jogador do PSG nunca negou o encontro, o argumento é de que a gravação perdeu importância.

Outro fator que diminui a relevância da gravação na concepção dos dois advogados é o fato de ela ter acontecido uma noite após o suposto estupro. Ou seja, o vídeo não poderia ter registrado o crime. Seria valioso se tivesse captado uma confissão do atleta o que não foi mencionado pelos dois advogados.

A versão da filmagem já conhecida, com um minuto de duração, mostra Najila agredindo Neymar e reclamando que ele teria batido nela e a abandonado na noite anterior.

Apesar de falarem sobre o vídeo, Bueno e Araújo afirmam que não tiveram acesso à suposta versão completa. Indagado sobre o motivo de a modelo ter dito inicialmente que a gravação integral era importante para esclarecer o caso, o atual defensor disse que ela pensou dessa maneira por não ser advogada.

Por sua vez, enquanto estava no caso, Bueno havia orientado a modelo a sustentar uma acusação de agressão, não de estupro. Neymar diz que o sexo foi consensual e que Najila pediu para que ele desses tapas nas nádegas dela.

É o que temos. Brasil 0 x 0 Venezuela.

Leia o post original por Mauro Beting

Antes de falar do empate sem gols e com VAR, que corretamente anulou dois gols (o segundo sem discussão, o primeiro, com alguma), dever lembrar a estreia brasileira na última Copa América no Brasil, em 1989.

A menos de 10 dias da estreia na Fonte Nova, há 30 anos, o Brasil voltava de uma excursão desastrada na Europa. Marcada pela administração anterior de Nabi Abi Chedid, mantida pela nova gestão de Ricardo Teixeira (que começara em janeiro de 1989), e mal planejada de berço: quatro jogos em 10 dias! Os dois últimos em um intervalo de um dia!? Resultados: derrotas para Suécia, Dinamarca e Suécia, e empate sem gols com apenas um atacante contra o mistão do Milan. Aquilo que comentou o meia brasileiro Silas ainda na Europa: “precisamos de dirigentes mais sérios no futebol brasileiro”. Ricardo Gomes: “sem conjunto e sem treino jogamos mesmo apenas para não perder (do Milan reserva)…”.

O técnico Sebastião Lazaroni também foi contra a excursão mal bolada e fora de tempo. “A Seleção só veio por motivos administrativos e financeiros da CBF”. E seguiria ainda pior. A convocação foi feita apenas a seis dias da competição!? Lazaroni chamou 24 atletas, mesmo sabendo (ou não) que seriam apenas 20 inscritos no torneio.

]Juro!

E tinha menos! Quando convocou os atletas no domingo antes da estreia contra a Venezuela no sábado, em Salvador, Lazaroni pediu pra todo mundo chegar no dia seguinte! Os que atuavam fora do país tinham que chegar até terça-feira. Isso, claro, se chegassem ao Brasil. Porque era provável que Careca, Alemão, Renato Gaúcho e Muller só chegariam no dia do jogo. Se chegassem…

Mozer, provável que não viesse, porque o Olympique de Marselha havia pedido a sua apresentação ao novo clube…

Juro!

E tinha ainda menos!

Campeão brasileiro de 1988 na final disputada em fevereiro de 1989, o artilheiro do Bahia Charles não estava bem na Seleção que estava ainda pior.  Havia jogado apenas 45 minutos (ruins) contra o Milan. A bola não chegou a ele no esquema com apenas um atacante (um acinte à época). “Tenho apenas 21 anos. Tenho muito o que aprender ainda também na Seleção”. Ele esperava mesmo não ser convocado para a Copa América. Justamente na sua Bahia.

Mas Ricardo Teixeira havia combinado com o presidente do Bahia, o deputado federal Paulo Maracajá, que Charles seria chamado de qualquer jeito. Até para aumentar a renda na Fonte Nova. Só faltou combinar com o treinador. Lazaroni não quis fazer uma convocação bairrista e política. Acabou pagando o canarinho.

Numa desventura em série de corar os Trapalhões. Siga a linha. Ou a falta dela:

Jornalistas baianos rasgavam ingressos dos jogos do Brasil na TV pela ausência de Charles. A pressão chegou ao ponto de Lazaroni retroceder e convocar dois dias depois Charles, com o argumento de que ele ficaria treinando junto com o grupo, preparando-se para as Eliminatórias da Copa de 1990, que começariam em menos de um mês, também contra a Venezuela, então de uma fragilidade abissal. Também porque Careca sentira lesão na Itália e Muller não parecia muito disposto a servir o Brasil. Além de Charles, o artilheiro do Espanhol, Baltazar (Atlético de Madrid), foi convocado.

Charles chegou a Teresópolis constrangido. Sabia que a convocação era mais para jogar pra galera do que para jogar na Seleção. O presidente da CBF o queria mais do que o treinador. Mas por motivos de bilheterias e paz mais do que futebol.

Ainda no Rio, antes de embarcar para a Bahia, Lazaroni perguntava aos jornalistas paulistas se sabiam onde estaria Muller, que foi ouvido comentando a final do SP-89 na televisão. No dia seguinte ele apareceu na concentração na Granja e acabou sendo dispensado pelo treinador, quando edisse que apenas 20 seriam os inscritos, e Muller só ficaria treinando para as Eliminatórias.

Corte que também derrubaria Charles, que só ficou sabendo disso ao chegar em Salvador.

Quando a notícia que ele não estaria na lista final dos 20 inscritos, o presidente do Bahia simplesmente invadiu a concentração brasileira e, na marra, tirou Charles do grupo, detonando o treinador, a comissão técnica, e a diretoria da CBF. Dois dias antes da estreia… E Maracajá ainda disse que Eurico Miranda, diretor da CBF, havia ameaçado Lazaroni de demissão por ter cortado Charles… “A responsabilidade pelo que vier a acontecer é sua, Lazaroni”. O treinador respondeu até para a imprensa: “não posso manter um jogador apenas por pressões políticas”.

A bagunça era tamanha que o treinador realmente pensou em pedir o boné. E na ausência de um dirigente, quem anunciou à imprensa os outros cortados por excesso de contingente (o goleiro Zé Carlos e o meia Bismarck) foi o COZINHEIRO DA ENTIDADE…

Também por isso, em vez dos 80 mil torcedores esperados na Fonte Nova, pouco mais de 8 mil foram ao estádio, no sábado à tarde. Quase todos para vaiarem o Brasil desde o Hino. Aplaudirem o primeiro gol da história da Venezuela contra o Brasil. Vaiarem os três gols brasileiros. Gritarem olé em jogadas dos rivais. Queimarem uma bandeira brasileira. Atirarem pedras, pilhas, cascas de laranja e mexerica. E até um ovo na cabeça de Renato que acabara de chegar da Itália no mesmo dia da estreia…

“Não fomos nós que cortamos o Charles”, disse o meia Valdo. O atacante baiano Bebeto: “triste ver na minha terra a nossa bandeira queimada…”

A pressão foi tamanha que Lazaroni disse que não sabia se seguiria como treinador depois do torneio pela discussão áspera com Ricardo Teixeira por Charles. “Infelizmente o treinador pensou de outro jeito e não deixou Charles no elenco”, afirmou publicamente o presidente da CBF.

O presidente da federação baiana foi agredido na tribuna pela ausência do goleador do Bahia.

No frigir das bolas: já vivemos dias muito piores. E, com 9 dos convocados de primeira hora por Lazaroni, mesmo com tanta bagunça, cinco anos depois o Brasil seria tetra, nos EUA, em 1994.

Mas algumas coisas seguem as mesmas. O gramado da Fonte Nova, em 1989, era péssimo, também pelas chuvas pesadas. A drenagem não conseguiu ser refeita. O replantio não deu certo. Uma trave era maior do que a outra, havia denunciado o goleiro Taffarel, hoje treinador dos goleiros brasileiros.

Num gramado que também não estava bom em 2019. Como também não foi boa a partida brasileira contra a boa Venezuela de cinco vice mundiais sub-20 em 2017. De boa organização defensiva e alguns bos contragolpes no primeiro tempo. Salva pelo VAR em dois lances.

Mas nem por isso justifica a atuação frágil do Brasil na Bahia.

Não horrível. Mas que carece de algumas reflexões.

Para não dizer mudanças mesmo. Ou ajustes mais do que necessários. Como Arthur que não infiltra e não pisa na área. Coutinho que se afunda demais nela e abre rombo que os laterais por dentro não suprem na criação no meio-campo. O discretíssimo desempenho de Firmino. David Neres que pode mais. Everton Cebolinha que merece muito mais tempo em campo.

E todos nós que merecemos muito mais.

Talvez repetindo a fase final de 1989. Não o péssimo desempenho em horroroso gramados nos 3 primeiros jogos daquele ano.

 

 

 

 

 

 

 

No feminino, o Brasil “Marta a pau”! No masculino, estamos morrendo…

Leia o post original por Milton Neves

Brasil 0 x 0 Venezuela

Primeiramente, gostaria de parabenizar Tite e seus comandados.

Sim, parabenizo pela belíssima ação humanitária.

Afinal, a atuação da seleção brasileira nesta noite, em Salvador, deu ao povo venezuelano a impressão que Nicolás Maduro nem é tão ruim assim…

Maduro que dizem por aí que mudará o nome de “seu” país.

O nosso vizinho lá de cima se chamará agora VARnezuela!

Ah, gente, brincadeiras à parte, o que podemos dizer desse empatezinho mequetrefe do escrete canarinho?

Novamente, não jogamos absolutamente nada, desta vez não merecíamos a vitória e corremos sérios riscos nos contra-ataques do rival.

E olha que o tal rival não era a Itália, a Alemanha ou a Argentina.

Era a… Venezuela!!!

Estamos, definitivamente, caindo para a Série C da Bola!

Se no feminino o Brasil “Marta a pau”, no masculino a nossa seleção está morrendo.

E Tite é bananeira que já deu cacho.

Insistir na permanência dele é burrice e a seleção pagará caro se ele seguir após a inevitável queda da Copa América!

É Sampaoli na cabeça, meus amigos cartolas da CBF!

Se não acontecer uma mudança na comissão técnica, a chance de o Brasil não se classificar para a Copa de 2022 será ENORME!

Bom, mas e aí, amigo internauta?

Em qual fase você acha que a seleção brasileira cairá da Copa América?

Fase de grupos, quartas, semi ou final?

Opine!

Brasil 0 x 0 Venezuela

Leia o post original por André Kfouri

1 – A pressão inicial foi semelhante à da estreia em intensidade, mas diferente em volume. Se contra a Bolívia, a seleção se caracterizou por tentativas mal realizadas na procura de um gol cedo, diante da Venezuela o que se viu foi um domínio marcado por boa construção e circulação, virtudes necessárias para romper planejamentos defensivos.

2 – O Brasil encontrou Philippe Coutinho entre as linhas venezuelanas e acionou David Neres e Richarlison por fora, sempre com Arthur marcando o ritmo dos movimentos e a bola passando por todos os setores.

3 – Mas a ocasião mais aguda foi criada pelo time que passou quase todo o primeiro tempo se defendendo. Herrera ergueu a bola na área e Rondón cabeceou para fora, porém com perigo.

4 – O zero a zero chegou ao intervalo, como em São Paulo, mas o público baiano reagiu com apoio enquanto os jogadores saíam do campo. Os cumprimentos trocados pelos venezuelanos evidenciaram o contentamento por suportar metade do encontro sem sofrer um gol.

5 – O Brasil teve presença, mas finalizou pouco (5), especialmente para uma equipe cujo índice de posse ficou em torno dos 80%. Embora a comparação com a estreia tenha sido favorável, permaneceu a sensação de um time que poderia ser mais rebelde próximo ao gol adversário, mais afeito ao improviso do que às rotas ensaiadas.

6 – A seleção brasileira tem jogadores capazes de abrir frestas em oponentes que esperam, mas eles parecem restritos a certas faixas do campo e/ou exageradamente dóceis em ocasiões de um contra um. Não falta potencial de desequilíbrio individual, mas, talvez, a licença para utilizá-lo.

7 – O VAR cassou um gol de Gabriel Jesus (que entrou no lugar de Richarlison), marcando impedimento de Roberto Firmino em um lance limítrofe que tanto pode ser ação defensiva como nova jogada iniciada por um defensor venezuelano dentro da área. Na interpretação da arbitragem, o alívio da vantagem durou pouco.

8 – Solicitado pelo público, Everton substituiu Neres aos 26 minutos. Última carta ofensiva na procura do gol no trecho final do encontro, para evitar um empate desagradável e uma repercussão idem até o jogo contra o Peru, no sábado.

10 – A cada ataque frustrado, a figura do zagueiro Osorio ficava maior. Excelente atuação numa noite de trabalho intenso.

11 – Aos 45, Everton superou marcadores do início ao fim da jogada que levou ao gol de Coutinho. Eis que o VAR, de novo, apontou impedimento de Firmino. O gol não foi para o placar, mas a mensagem chegou com clareza: Everton é quem transforma. Aconteceu no Morumbi e na Fonte Nova.

O post Brasil 0 x 0 Venezuela apareceu primeiro em Blog André Kfouri.

Esconderam o jogo da Venezuela…. e o FUTEBOL do povo!

Leia o post original por Craque Neto 10

Quando vi o trecho da coletiva prévia do Tite para o jogo contra a Venezuela em Salvador, eu não acreditei naquilo. O técnico da Seleção Brasileira, a gloriosa pentacampeã do mundo, disse que não falaria sobre a escalação do time porque não queria abrir o jogo para o adversário. Ele só esqueceu que todo esse mistério de ESCONDER a equipe era da poderosa Venezuela. Só pode estar de sacanagem, não é? Com a bola rolando ele escalou basicamente os mesmos jogadores da vitória contra a Bolívia no Morumbi. Mas a impressão é que os venezuelanos são um pouco mais organizados […]

Marta, a Rainha das Copas!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Rener Pinheiro / MoWA Press (via UOL)

Brasil 1 x 0 Itália

Ufa, gente!

Que sufoco no grande jogo envolvendo a seleção brasileira nesta terça-feira.

Afinal de contas, o pessoal não está ligando muito para o time de Tite, que logo mais enfrentará a “poderosíssima” Venezuela, em Salvador-BA, pela Copa América.

Mas o país parou para ver Marta e cia. diante das ótimas Italianas na Copa do Mundo de futebol feminino, disputada lá na França.

E, convenhamos, as meninas do Brasil jogaram MUITO MAIS que as rivais da Squadra Azzurra.

Ficou “só” no 1 a 0, mas o jogo poderia muito bem ter terminado em 3 ou 4 a 0 para o escrete canarinho.

O importante é que, mesmo em terceiro lugar, nos classificamos para a próxima fase.

E importante também que temos a ligeira e habilidosa Debinha, a melhor em campo.

E mais importante ainda que contamos todo esse tempo com Marta, que já era a Rainha do Futebol, e agora virou também a Rainha das Copas.

Com o gol de hoje, a craque brasileira se tornou simplesmente a maior artilheira da história dos Mundiais, incluindo o masculino.

Um grande prêmio para essa alagoana batalhadora e talentosíssima.

E ninguém mais a chama de “Pelé do futebol feminino”.

Ela é a Marta, e ponto final.

A melhor jogadora de futebol de todos os tempos.

E, assim como no caso de Pelé, também será muito difícil surgir alguém que ameace o seu trono.

Certo?

Opine!

Dá pra acreditar SIM nas meninas do Brasil! Por que não?

Leia o post original por Craque Neto 10

Acabou a primeira fase da Copa do Mundo para as meninas da Seleção Brasileira. A vitória por 1 a 0 classifica o nosso time para como um dos terceiros melhores colocados. Terceiro mas a campanha foi ótima. Foram duas vitórias e apenas uma derrota com três gols de saldo. O que azedou foi que o equilíbrio na chave foi muito grande. Afinal Itália e Austrália também finalizaram com a mesma campanha mas com melhor saldo de gols. Mas a verdade é que gostei da postura da nossa Seleção nesse duelo contra a líder Itália. Poxa vida! Apesar dos vários desfalques, […]

Ingressos invisíveis

Leia o post original por Flavio Prado

 

 

 

 

 

 

 

Ingressos esgotados, essa era a manchete antes da estréia do Brasil na Copa América. Na hora do jogo sobraram 20 mil lugares. Na Bahia também falam em lotação total. Será? Mais do que discutir o preço alto ou não, percebemos uma velha prática voltando com força no evento brasileiro. Os ingressos invisíveis.

Começou em 1998 na Copa da França. Cada federação internacional recebia pacotes de bilhetes para distribuírem entre os seus cartolas. O que deveria ser uma gentileza, transformou-se num negócio lucrativo. Os dirigentes colocavam os ingressos nas mão de cambistas e dividiam os lucros. Muitas agências de turismo brasileiras quebraram, por não conseguirem cumprir os compromissos previamente assumidos com clientes, já que os tickets que comprariam a preços oficiais foram parar no mercado negro.

Mais de duas décadas depois a fórmula ainda persiste. Quem tentou comprar pelo site oficial da Copa América, teve muitas dificuldades, sob alegação de lotação total. Torcedores foram empurrados para os ingressos vazados por cartolas. Só que encalharam. Como essa gente nunca perde e sem vendê-los, simplesmente devolveram e aí sobraram os 20 mil do Morumbi. Os ingressos invisíveis seguem firmes. Não precisa procurar muito. A discussão sobre preço esconde o crime maior, que está pelo mundo da bolahá tantos anos, sem qualquer punição.

Palmeiras invencível até no tapete verde do STJD!

Leia o post original por Milton Neves

Cesar Greco/Palmeiras

A tabela do Campeonato Brasileiro não conta mais com asterisco.

O Verdão é líder com 25 pontos!

Por unanimidade, o Pleno do STJD manteve a vitória do Palmeiras diante do Botafogo por 1 a 0.

RELEMBRE TODA POLÊMICA CLICANDO AQUI 

E o placar?

9 votos a 0!

Impressionante como o Palmeiras tem goleado em campo e fora dele também!

O Verdão segue invencível, até mesmo no tapete verde do STJD!

Mas reitero o que disse aqui dias atrás: a partida deveria ter sido impugnada, sim!

Afinal, houve erro de direito, de esquerdo, de fato, de interpretação, de timing, de excesso de infelicidade e não poderia ter ficado por isso mesmo.

O árbitro Paulo Roberto Alves Junior se equivocou, merece puxão de orelha, com o devido desconto do aprendizado, mas a lei do jogo, do apito e do VAR deveria ter sido respeitada.

Certo?

E nessa história toda, o raro exemplo do Botafogo é o que fica.

Opine!