Por que o Tricolor está se destroçando?

Leia o post original por Craque Neto 10

Poucas vezes vi na minha vida uma equipe cair tanto de produção como o São Paulo nesse Brasileirão. Impressionante! O time do técnico Fernando Diniz chegou a estar oito pontos na frente do segundo colocado e faltando pouco mais de 15 partidas pra acabar a competição. Qualquer time grande, bem orientado e com a boleirada […]

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O Inter que se cuide, pois a tabela-amiga pode ainda dar o título ao Galo!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG

Rodadas atrás, principalmente após os tropeços contra o Bragantino e contra o Vasco, cheguei a escrever neste espaço que o Atlético-MG já poderia ser considerado como carta fora do baralho na briga pelo Brasileirão-2020.

Mas, pensando bem, não é que o time que eu apontei lá no início do campeonato como favorito ainda tem, sim, ENORMES chances de levar o caneco?

E não digo isso pelo desempenho que a equipe de Sampaoli tem apresentado nos últimos jogos.

Convenhamos, esperávamos muito mais do Maior de Minas neste Brasileirão.

Mas sim pela “tabela-amiga” que o Galo tem pela frente nesta reta final da competição.

Dos seis jogos que restam ao Atlético-MG, cinco são verdadeiras “babas” (Fortaleza, em casa; Goiás, fora; Fluminense, fora; Bahia, em casa; e Sport, fora).

Se fizer a lição de casa nessas mamatas, o time atleticano chegará aos 72 pontos, o que facilmente garantiria o caneco do Brasileirão.

O último jogo será o mais complicado, contra o Palmeiras.

Mas o Verdão estará feliz da vida com os títulos da Copa do Brasil e da Libertadores, ou de extrema ressaca pela perda dos mesmos.

Enquanto isso, Internacional, Flamengo e São Paulo terão jogos muito mais difíceis nesta reta final (confira abaixo).

O Inter terá pela frente o Red Bull Bragantino (casa), o Athletico-PR (fora), o Sport (casa), o Vasco (fora), o Flamengo (fora) e o Corinthians (casa).

O Flamengo enfrentará ainda o Grêmio (fora), o Sport (fora), o Vasco (casa), o Bragantino (fora), o Corinthians (casa), o Internacional (casa) e o São Paulo (fora).

Já o São Paulo jogará ainda neste Brasileiro contra Atlético-GO (fora), Palmeiras (casa), Ceará (casa), Grêmio (fora), Botafogo (fora) e Flamengo (casa).

Ou seja, Massa Atleticana, ainda é possível sonhar, sim!

E, segundo o matemático Tristão Garcia, o Atlético-MG tem hoje as mesmas chances de levar o troféu que o São Paulo (10%).

O Internacional segue nadando de braçada, com 72% de chances, enquanto o Flamengo tem 6%.

Opine!

Dificilmente o Santos x Palmeiras de sábado superará a final do Paulista-59

Leia o post original por Milton Neves

O gol de falta de Romeiro, que garantiu o título paulista do Palmeiras diante do Santos

Por Marcos Júnior Micheletti/Portal Terceiro Tempo

A grande decisão da Libertadores desta temporada, entre Santos e Palmeiras, reedita um confronto ocorrido há 61 anos, quando as duas equipes precisaram de três confrontos para que o campeão do Paulista de 1959 fosse conhecido, embora as partidas tivessem sido disputadas em janeiro de 1960, todas no Pacaembu.

O Palmeiras, comandado por Oswaldo Brandão, ficou com o título.

O Alviverde, à época, tinha uma equipe com estofo para disputar em condições de igualdade o título com o Santos.

Mesmo com o pior retrospecto na década de 50 até então, apenas o título de 1950, o Palmeiras vinha em uma curva ascendente, contando com jogadores da estirpe de Julinho Botelho, Djalma Santos e Chinesinho.

O Santos, do técnico Lula, campeão em 1955, 1956 e 1958, tinha uma linha de ataque dos sonhos, com Pelé, Coutinho e Pepe.

EQUILÍBRIO TOTAL NOS DOIS PRIMEIROS JOGOS

O primeiro jogo foi disputado no dia 5 de janeiro, uma terça-feira à tarde. O Santos abriu o placar aos 22 do primeiro tempo, com Pelé. Antes do intervalo, Zequinha empatou para o Palmeiras, dando números finais ao embate: 1 a 1.

Na segunda partida, novo empate, eletrizante por sinal.

Em 7 de janeiro de 1960, Pepe tirou o zero do placar aos 25 minutos do primeiro tempo, de pênalti. O zagueiro santista Getúlio fez contra, deixando o confronto igual em 1 a 1, aos três minutos do segundo tempo.

O Peixe sentiu o golpe, e dois minutos depois o meia gaúcho Chinesinho virou o placar a favor do Palmeiras.

Tudo se encaminhava para a vitória palmeirense, mas o Santos teve uma nova penalidade a seu favor, que foi novamente convertida por Pepe, aos 35.

A PARTIDA DECISIVA E A ESTRELA DE ROMEIRO:

Como havia feito na primeira partida, Pelé abriu o placar, aos 14 da etapa inicial. Julinho Botelho, que chegara ao Palestra Itália em 1958, após brilhante passagem pela equipe italiana da Fiorentina, empatou o jogo, quando restavam dois minutos para o final do primeiro tempo.

As equipes desceram para os vestiários do Pacaembu, que tinha a concha acústica no lugar hoje ocupado pelo tobogã, em igualdade no placar.

Porém, assim que Anacleto Pietrobon (o Valussi) apitou o início da fase final, o Palmeiras foi à ofensiva e, em cobrança de falta, o ponta-esquerda Romeiro fez o gol da virada, 2 a 1, (foto que abre este texto) placar final que decretou o título palmeirense diante do Santos em 10 de janeiro de 1960.

OS PERSONAGENS DOS CONFRONTOS ENTRE SANTOS E PALMEIRAS NO CAMPEONATO PAULISTA DE 1959.

(CLIQUE NAS FOTOS E ACESSE AS RESPECTIVAS PÁGINAS NA SEÇÃO “QUE FIM LEVOU?”)

ROMEIRO

O carioca José Cardoso Romeiro Neto, autor do gol da virada no jogo final da decisão, chegou ao Palmeiras vindo do América-RJ.

Depois de jogar pelo Palmeiras, clube pelo qual marcou 62 gols, ainda defendeu a Ponte Preta, o Santa Cruz-PE e os colombianos Deportivo de Cali, Atlético Júnior e Júnior de Barranquilha.

Faleceu em São Paulo, aos 74 anos, vítima de infarto. Foto: Portal Terceiro Tempo

 

PELÉ

O maior jogador de futebol de todos os tempos marcou os gols que abriram os placares da primeira e da terceira partida.

Mineiro da cidade de Três Corações, Pelé marcou 1091 gols pelo Santos, clube que defendeu entre 1956 e 1974, em 1116 partidas.

Disputou mais 64 jogos pelo Cosmos de Nova York (EUA), onde marcou mais 106 gols.

Pela seleção brasileira, em 92 jogos, marcou 95, totalizando 1282 gols. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

PEPE

Marcou três dos quatro gols que o Santos fez nas três partidas que decidiram o título paulista de 1959. Um no primeiro jogo e dois (ambos de pênalti) no segundo.

José Macia, o Pepe, também chamado de “Canhão da Vila”, é o segundo maior artilheiro da história do Santos, com 405 gols. Sobre isso, Pepe costuma brincar. “Sou o maior artilheiro do Santos, porque o Pelé (o primeiro) não é desse planeta”. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

 

Julinho Botelho

O homem que reverteu uma ruidosa vaia em aplausos esfuziantes no Maracanã em 1959 (escalado como titular no lugar de Garrincha no amistoso diante da Inglaterra), formou ao lado de Djalma Santos um dos lados direitos mais fortes da história do futebol. O entrosamento havia sido iniciado alguns anos antes, quando ambos atuaram pela Portuguesa de Desportos.

Foi de Julinho o primeiro gol da partida que decidiu o título paulista de 1959 a favor do Palmeiras na tarde de 10 de janeiro de 1960, um domingo.

O hábil e forte Julinho chegou ao Palmeiras em 1958, após brilhante passagem pela italiana Fiorentina, onde até hoje é reverenciado como um de seus maiores ídolos.

Paulistano do bairro da Penha, morreu aos 73 anos de idade, no dia 11 de janeiro de 2003, vítima de problemas cardíacos. Foto: Portal Terceiro Tempo

CHINESINHO

O gaúcho Sidney Colônia Cunha, conhecido desde a infância como Chinesinho, marcou o gol da virada palmeirense diante do Santos no segundo jogo da decisão.

Chegou ao Palmeiras em 1958, após brilhante passagem pelo Internacional-RS, onde integrou o chamado “Rolo Compressor” ao lado de Larry e Bodinho, entre outros. No Colorado

Natural da cidade de Rio Grande, Chinesinho morreu em sua cidade natal aos 75 anos, em 16 de abril de 2011, após ter morado por vários anos no litoral de São Paulo, em Praia Grande. Foto: Portal Terceiro Tempo

ZEQUINHA

O recifense José Ferreira Franco, conhecido como Zequinha, foi o autor do gol de empate do Palmeiras na primeira partida decisiva, após Pelé marcar para o Santos.

Um dos mais longevos jogadores que atuaram pelo Palmeiras (417 jogos ao em dez anos defendendo a camisa alviverde), Zequinha atuava como volante, tendo sido antecessor de Dudu na posição.

Morreu no dia 26 de julho de 2009, aos 74 anos, vítima de infarto. Ele morava em Olinda-PE. Foto: Portal Terceiro Tempo

GETÚLIO

O zagueiro santista teve a infelicidade de marcar um gol contra na segunda partida decisiva, quando o Peixe vencia por 1 a 0, tento assinalado por Pepe.

Antes de chegar à Vila Belmiro passou por Fluminense e Jabaquara.

Lutou por dois anos contra o Mal de Alzheimer e faleceu no dia 15 de setembro de 2008, aos 77 anos, por falência múltipla dos órgãos, decorrente de hepatite. Foto: Portal Terceiro Tempo

HOMENS DE PRETO – OS TRÊS ÁRBITROS DOS JOGOS QUE DECIDIRAM O CAMPEONATO PAULISTA DE 1959.

STEFAN WALTER GLANZ

Austríaco radicado no Brasil, foi o árbitro da primeira partida da decisão.

Teve uma longa carreira entre as décadas de 50 e 60, ligado à antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos), antecessora da CBF e a Federação Paulista de Futebol.

Morreu em 12 de junho de 2010, ao 92 anos, na cidade de Catanduva, interior de São Paulo. Foto: Portal Terceiro Tempo

 

CATÃO MONTEZ JÚNIOR

Responsável pela arbitragem no segundo jogo decisivo (empate em 2 a 2), marcou dois pênaltis a favor do Santos, ambos convertidos por Pepe.

Apaixonado por futebol, depois de deixar a arbitragem profissional, integrou a Liga de Futebol de Atibaia, cidade em que residiu até sua morte, em 9 de junho de 2014, aos 91 anos de idade. Foto: Portal Terceiro Tempo

 

ANACLETO PIETROBOM (VALUCCI)

Ele deu o apito final à decisão do Paulistão de 1959, na tarde de 10 de janeiro de 1959, um domingo, dia em que o Palmeiras venceu o Santos por 2 a 1.

Anacleto Pietrobom, também conhecido como Valussi, foi jogador de futebol profissiona (zagueiro)l antes de ingressar na arbitragem, onde atuou até os 45 anos. Jogou pelo Corinthians entre 1943 e 1949 e também passou por Portuguesa e Juventus.

Morreu aos 89 anos de idade, no dia 29 de junho de 2012. Foto: Portal Terceiro Tempo

OS TÉCNICOS

OSWALDO BRANDÃO

Com seu estilo “paizão”, bom conselheiro, o lendário técnico palmeirense Oswaldo Brandão tinha um ótimo time à disposição e conseguiu segurar o talento de Pelé e sua trupe com maestria. Ele já havia dirigido o time alviverde no título paulista de 1947 e ainda ganhou os campeonatos paulistas de 1972 e 1974, além dos brasileiros de 1960, 1972 e 1973 pelo clube de Parque Antártica. Conseguiu um feito consagrador pelo Corinthians, em 1977, comandando o time que encerrou um jejum de 23 anos sem títulos. Aliás, o último triunfo alvinegro havia sido sob sua batuta, em 1954.

Natural da cidade gaúcha de Taquara, morreu em 29 de julho de 1989, aos 72 anos de idade. Foto: Portal Terceiro Tempo

LULA

Luís Alonso Peres, o Lula, vinha de uma sequência de títulos pelo Santos na década de 50, com os triunfos em 1955, 1956 e 1958, mas não conseguiu sobrepujar o Palmeiras de Oswaldo Brandão na disputa do título de 1959.

É o técnico mais vitorioso da história do Santos. Foi campeão paulista de 1955, 1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964 e 1965. Foi bicampeão da Libertadores (em 1962 e 1963), bicampeão mundial interclubes (1962 e 1963), campeão da Taça Brasil de 1961 a 1965, campeão do Rio-São Paulo de 1959, 1963, 1964 e 1966, entre outros. No total, em 12 anos e seis meses no comando técnico do Santos, conquistou 34 títulos, feito que segundo seu filho, Luís Alonso Peres Filho, é recorde mundial.

Morreu aos 79 anos de idade, no dia 15 de junho de 1972. Foto: Portal Terceiro Tempo

OPINIÕES DE TORCEDORES

O palmeirense Pedro Luiz Boscato conta em detalhes algumas passagens dos jogos decisivos do título de 1959.

“Foi uma decisão emocionante. Na terceira partida o Pacaembu estava com 70% a 80% de palmeirenses, um foguetório tremendo quando o Palmeiras entrou em campo, tinha que ser o dia de Palmeiras mesmo, que já havia sido superior nos dois jogos anteriores. No 2 a 2 do segundo jogo,  Valdir (Joaquim de Moraes) chegou até a tocar na bola nos dois pênaltis cobrados por Pepe com seus canhões. No jogo decisivo, Pelé abriu a contagem, mas o Palmeiras cresceu, se agigantou, Julinho empatou numa bola rebatida por Formiga aos 42 minutos e 30 segundos, e logo no início do segundo tempo Romeiro fez 2 a 1 cobrando espetacularmente uma falta aos dois minutos e meio. O Palmeiras, depois, ainda mandou duas bolas na trave, uma chutada por Américo e outra em uma falta cobrada por Romeiro, que Laércio não quis barreira”, detalha Boscato. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

O corintiano Waldemar Micheletti, que nos deixou em junho de 2017, lembrava bem das duas equipes

“O Santos tinha mais time que o Palmeiras, mas ambos contavam com jogadores que chutavam extraordinariamente bem: Pepe (Santos) e Romeiro (Palmeiras). O Santos tinha Pelé (que dispensa comentários), Zito, para mim o melhor volante que vi jogar, além de Pagão e Jair Rosa Pinto, outros gênios. O Julinho Botelho foi um grande ponta, que fez o gol de empate na partida final. Considero o Julinho atrás apenas de dois outros ponteiros: Garrincha e Cláudio Cristóvam de Pinho (meu maior ídolo no Corinthians). O Aldemar (zagueiro do Palmeiras na decisão) marcava muito bem o Pelé, sem dar ‘botinada’, ponderou Waldemar em entrevista concedida em 2015. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

ABAIXO, OS MELHORES MOMENTOS DE PALMEIRAS 2 X 1 SANTOS (CANAL 100), COM NARRAÇÃO DE CID MOREIRA

A festa dos jogadores do Palmeiras, após a conquista do Campeonato Paulista de 1959, cuja final foi decidida em 10 de janeiro de 1960. Na imagem espetacular, Reali Júnior, com o microfone da Rádio Record, tentando entrevistar Geraldo Scotto, um dirigente palmeirense, e o ex-atacante Nardo. Do lado direito, Julinho Botelho abraça um senhor calvo. O palmeirense de costas, sendo abraçado por muitos, é o zagueiro Waldemar Carabina, com a camisa número 3. Atrás deles, Américo Murolo. Ao fundo, ao lado da concha acústica, é possível ler o nome Palmeiras no placar e o número 2 acima das letras.

Djalma Santos, ajudando Julinho calçar suas chuteiras. Eles formaram o fortíssimo lado direito do Palmeiras. Foto: Divulgação

ABAIXO, VÍDEO COM DEPOIMENTO DE MILTON NEVES SOBRE JULINHO BOTELHO, UM DOS PROTAGONISTAS DO TÍTULO PALMEIRENSE DE 1959. MILTON FALA, INCLUSIVE, DA PARTIDA QUE DECIDIU AQUELE CAMPEONATO

Fontes para pesquisa:

Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti

Almanaque do Santos, de Guilherme Nascimento

Verdão e Peixe escondem o jogo e está difícil apontar favorito para sábado

Leia o post original por Milton Neves

Fotos: Cesar Greco/Ag. Palmeiras e Ivan Storti/Santos FC

Palmeiras 1 x 1 Vasco da Gama / Atlético-MG 2 x 0 Santos

E tivemos os finalistas da Libertadores da América em campo na noite desta terça-feira pelo Brasileirão.

O Palmeiras recebendo o Vasco, no Allianz Parque.

Enquanto o Santos visitou o Atlético-MG, no Mineirão.

E o que podemos tirar de lição desses jogos para a decisão de sábado?

Absolutamente nada!

Isso porque Abel Ferreira e Cuca decidiram poupar “todo mundo” para a nobre final do Maracanã.

Uma escolha meio óbvia, já que ninguém quer perder um jogador importante às vésperas de uma decisão.

Mas que também traz certos prejuízos.

Afinal, os dois times, com essa “poupação” toda, perderam o embalo que tinham conquistado nas semifinais da Libertadores.

O Palmeiras, neste período, ao menos conseguiu golear o rival Corinthians na semana passada.

Já o Santos só tomou na cabeça, acumulando, com este revés para o Galo, a sua terceira derrota seguida.

Assim, com os dois técnicos “escondendo o jogo”, fica difícil apontar um favorito para a final da Libertadores, não é mesmo?

Mas, ao que parece, se formos colocar em porcentagem, o Palmeiras tem hoje 51% de chances de levar o caneco continental, enquanto o Santos tem 49%.

Será uma final equilibradíssima!

Mas e o Galo e o Vasco?

O Atlético ainda tem boas chances de título, claro.

Mas tem como botar fé em um time que, sempre quando parece que vai engrenar, patina?

Difícil…

Já o Cruzmaltino melhorou demais com Luxa e não vai cair.

Mas é preciso planejar direitinho o grupo para o ano que vem.

Ninguém merece passar por esse sufoco toda temporada, concorda?

Opine!

O Corinthians não inspira confiança

Leia o post original por Michelle Giannella

O Red Bull Bragantino venceu o Corinthians por 2 a 0.

O Corinthians tem oscilado, mas precisamos ver o lado positivo: Mancini conseguiu tirar o time da zona do rebaixamento, mérito dele e do bom trabalho que tem feito.

No entanto, no jogo desta segunda, o RB Bragantino foi melhor do primeiro ao último minuto da partida. E aí, o que acontece com o elenco alvinegro?

O gol tomado logo no começo obrigou o Corinthians a sair mais para ataque, mas a equipe claramente ficou atrapalhada e as alterações do treinador não surtiram efeito.

O que essa derrota significa?

Significa que mesmo que o Corinthians consiga a vaga para a Libertadores, não tem chance alguma na competição.

O time é fraco. Não esboça consistência, força, tática e muito menos inspira confiança.

Agora a ironia da história,,,, Claudinho, nascido no terrão corintiano e dispensado, mostra que tinha sim potencial e que jogaria com um pé nas costas nesse time do Corinthians.

 

Como assim, tem gente que não sabe quem foi Walter Abrahão?

Leia o post original por Milton Neves

Ontem, o nome do grande Walter Abrahão foi um dos mais comentados em todas as redes sociais do país.

E isso, obviamente, pela grande surpresa que causou o acerto da ainda jovem TV WA, presidida pelo filho do grande narrador, Walter Abrahão Filho, para a transmissão de 56 jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

Informação que foi antecipada neste espaço e que você confere clicando AQUI.

Mas sabem o que me deixou mais surpreso do que a compra dos direitos dessas nobres partidas pelo ainda pouco popular canal da TV paga?

O fato de muita gente, principalmente no Twitter, perguntar: “quem foi Walter Abrahão?”.

Como assim, pessoal?

Walter Abrahão foi um dos mais marcantes locutores esportivos da história do Brasil, tanto na TV quanto no rádio.

Ele marcou época nas importantíssimas Rádios Tupi e Difusora e, na TV, brilhou narrando pela TV Tupi, TVS / SBT e Manchete.

Além de excelente narrador, Abrahão era também um visionário.

Foi ele quem inventou, em 1963, o replay no esporte, à época chamado de “bi-lance”.

O locutor também foi o criador da “escolha do melhor em campo” com premiação, e do sistema de jogo de vôlei sem vantagem, com contagem direta.

Um gênio muito à frente de seu tempo!

No início dos anos 2.000, tive a honra de receber inúmeras vezes Walter Abrahão no “Golaço”, da Rede Mulher.

Abrahão, que também foi um grande vereador da cidade de São Paulo-SP, morreu no dia 8 de agosto de 2011, vítima de câncer no pulmão.

E o seu filho, Walter Abrahão Filho, acertou em cheio ao batizar a emissora que ele adquiriu em 2020 com o nobre nome de seu pai.

E, para conhecer ainda mais sobre a épica carreira do narrador que dá nome ao jovem canal que transmitirá 56 jogos das Eliminatória da Copa de 2022, veja as “milhares” de fotos abaixo.

São relíquias garimpadas pelo meu “Que Fim Levou?”, o maior portal de memória esportiva do mundo.

E viva Walter Abrahão, um gênio da TV que merecidamente voltou a ser comentado por todo o Brasil!

 

Em 08 de junho de 1958, trabalhando em uma luta de boxe, na sequência, Ávila Machado, Kaled Curi e Walter Abrahão. Crédito da foto: Córner do Leão, o lado humano do boxe.

 

Walter Abraão entrega troféu em evento esportivo. À esquerda, o jornalista João Rehder, seu companheiro na Tupi. Foto: arquivo pessoal de João Rehder

 

Walter Abrahão e João Rehder, dupla da Tupi em 1979. Foto: arquivo pessoal de João Rehder

 

Com o papel em mãos, Walter Abrahão, seguido por Haroldo Chiorino. Entre os dois, ao fundo, está Milton Camargo. À direita, com o microfone na mão esquerda está João Rehder. Foto: arquivo pessoal de Joãh Rehder

 

Entre os noivos e padrinhos estão, da esquerda para a direita: Antonio Euryco, Walter Abrahão, Maria Inês, João Rehder e José Goes. A data é 10 de janeiro de 1987 no Grupo Ginástico Rioclarense

 

Walter Abrahão

 

Na extremidade esquerda, de óculos, está Walter Abrahão. Foto: Arquivo ACEESP

Atrás dos senhores que seguram o troféu, estão Emílio Colella e Walter Abrahão. À esquerda da imagem, de terno cinza, está Otávio Munis, sentado e com a mão no rosto é Álvaro Paes Leme, e, atrás dele, é Flávio Iazetti. Foto: Arquivo ACEESP

Wenceslau Mariani, o Lau, corta o cabelo de Geraldo Bretas durante o Clube dos Artistas, da Tupi. Na imagem, também estão o saudoso Airton Rodrigues, Walter Abrahão e Lolita Rodrigues

À direita da foto, com os braços cruzados, aparecem Flávio Araújo e Walter Abrahão. À direita, com as mão unidas, está o jornalista Alfredo Borba. Sentados, da esquerda para a direita, estão Caetano Carlos Paioli, Emílío Colella, Abreu Sodré, Ary Silva e Flávio Iazetti. Em pé, entrevistando o então governador do estado de São Paulo, aparecem J. Hawilla, o braço de José Goes e Pereirinha. Foto: Arquivo ACEESP

Festa do 34º aniversário em dezembro de 1975. Walter Abrahão, Jorge de Mello, Pedro Luiz (ao fundo e de perfil), amigo, Araken Patuska e Carlos Aymard

Festa do 34º aniversário em dezembro de 1975. José Goes, Walter Abrahão e Braga Júnior

À direita, de baixo para cima estão: Alfredo Orlando (de óculos), José Goes e Ávila Machado. Ao fundo, de terno escuro, está Walter Abrahão. No outro lado da mesa, também de terno vemos Milton Camargo. À direita na foto, com o braço levantado, Marco Antonio e a seu lado esquerdo Darley Basílio. Foto: arquivo pessoal de Benedito Marcantonio

À frente na foto, Sérgio Baklanos está à esquerda, conversando com Haroldo Fernandes. Depois de Baklanos está Antonio Eurico. Marco Antonio é o quarto, de camisa branca e em seguida Darley Basílio. À direita, sorrindo, está José Ribeiro e depois, parcialmente encoberto, Manoel Ramos. Ao fundo, à direita, de terno escuro está Milton Camargo. Na outra ponta, à esquerda, está Walter Abrahão (somente com a testa visível). Na mesa à esquerda, atrás de Marco Antonio quem aparece é Ávila Machado, com grandes costeletas. Foto: arquivo pessoal de Benedito Marcantonio

Confira a vela turma de jornalistas que almoçou no restaurante Praça de São Lourenço, em São Paulo, no dia 17 de fevereiro de 1006. Da esquerda para a direita: Tônia Azevedo, Paulo Planet Buarque, Fiori Giglioti, Walter Abrahão, Mário Marinho, Silvio Natacci, Paulo Roberto Houch e Mauro Naves

Walter Abrahão, à esquerda, e Paulo Machado de Carvalho, à direita, juntos, em 17 de dezembro de 1970

Walter Abrahão (dir), em 1986, na posse de Aroldo Chiorino como presidente da ACEESP.

O grande jornalista ao lado de César Maluco em evento na Federação Paulista de Futebol

Da esquerda para a direita temos Luiz Noriega, Orlando Duarte, Manoel Cristino, Walter Abrahão e o ex-presidente do Corinthians Vicente Matheus. Reparem também que já naquele tempo a propaganda estava inserida no contexto das mesas redondas esportivas

Em 1962, durante a Copa do Chile, Walter Abrahão, Luiz Noriega, Milton Camargo (de boné) e Haroldo Fernandes (de cabelo escovinha) entrevistaram o célebre Di Stéfano, que não disputou o Mundial por causa de uma lesão

TV Tupi em 1971: José Roberto Ramos, Gerdy Gomes, Gerson Araújo, Geraldo Bretas, Walter Abrahão, Leivinha, Walter Lacerda e Garcia Gambeiro, ex-colunista do Popular da Tarde.

Grandes jornalistas que fizeram história na crônica brasileira reunidos com Vicente Feola. Em sentido horário temos Manoel Cristino, Walter Abrahão, Waldemar Marchetti, Antonio Guzman, Edson França, então na “A Gazeta Esportiva”, e Vicente Feola

Mazzola e Walter Abrahão, na TV Tupi, em 1963.

Mesa redonda na TV Tupi, em 1966. Da esquerda para a direita vemos Helio Ribeiro, Gerdi Gomes, Mendonça Falcão, Walter Abrahão, Paulo Machado de Carvalho, Antonio Porto, Flávio Iazetti e Lucas Neto

Conta-me Milton Camargo que neste dia 3 de junho de 1962, em Viña Del Mar, nasceu a expressão ´´janela para a imprensa´´ para a literatura esportiva e para o jornalismo em geral. Contundido, Pelé abriu a janela de seu quarto para atender a aflita crônica esportiva, Amarildo era grande incógnita para a seqüência da Copa do Chile e daí a expressão se consagrou para designar os momentos ou períodos em que a imprensa pode entrevistar jogadores, autoridades ou políticos. E observem o prestígio da rádio e TV Tupi, a Rede Globo da época. No topo, à esquerda, Walter Abrahão e, entrevistando o Rei, Milton Camargo. Os dois eram os chefes esportivos das referidas ´´Emissoras Associadas´´.

Peirão, à esquerda, e Walter Abrahão, no centro. Quem é a terceira pessoa à direita?

Geraldo José de Almeida (no cantinho esquerdo),o novinho Walter Abrahão (segurando o gigante microfone com as duas mãos) e Sastre, jogador argentino que foi ídolo no São Paulo FC.

Walter recebe o prêmio Roquette Pinto de Blota Júnior e Sonia Ribeiro

Da esquerda para a direita, nos estúdios da saudosa TV Tupi: Gerdi Gomes, José Goes e Walter Abrahão.

Da esquerda para a direita, confira um inesquecível time da crônica esportiva dos anos 60: o repórter Eli Coimbra, Peirão de Castro, o diretor Pedrinho Grispi, o narrador Walter Abrahão, Flávio Iazetti e os dois Cearás

Da esquerda pra direita, no dia oito de junho de 1958: Ávila Machado, Kaled Cury e Walter Abrahão, das inesquecíveis Rádio e TV Tupi

Milton Camargo, Pedro luiz e Walter Abrahão: faziam parte da inesquecível equipe 1040 da Rádio Tupi

O inventor do Bi-lance, conhecido hoje como replay, acompanha, com fones no pescoço, Aurélio Campos entrevistando a cantora Angela Maria

Walter Abrahão (centro), recebendo o Troféu Imprensa do jornalista Arlindo Silva (esquerda), acompanhado pelo excelente Silvio Santos

Anúncio da TV Walter Abrahão em diversas operadoras em 2020

Em 08 de junho de 1970, um dia após o Brasil vencer a Inglaterra por 1 a 0 na Copa do México, Walter Abrahão entrevista Félix na concentração brasileira. Foto: Reprodução

Logo da TV Walter Abrahão

Milton Neves e Walter Abrahão Neto em 15 de fevereiro de 2020 no Rancho 53 da Castelo Branco

O filho de Walter Abrahão, Walter Abrahão Filho, ao lado de Milton Neves em 15 de fevereiro de 2020 no Rancho 53 da Castelo Branco

Em São Paulo, na Marginal Tietê, homenagem ao jornalista Walter Abrahão, que morreu em 8 de agosto de 2011

Programa Golaço, da Rede Mulher, em 2006. Em pé, da esquerda para a direita: Fábio Sormani, Helô Campanholo, Milton Neves, Dr. Catta-Preta, Marinho Peres, Walter Abrahão, Roberto Petri, Wagner Prado e o Dr. Zé Gonçalves

Nos anos 70 e em 24 de agosto de 2010

João Rehder, à direita, seus convidados e o pessoal da área técnica da TV Assembléia, responsável pela gravação do programa. Da esquerda para a direita: Walter Abraão, Soró, César, André, Milton Neves, Assis, Savóia, Carioca e João Rehder. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

Um dos jornalistas esportivos mais tarimbados do Brasil, autor da expressão bi-lance, em 1963, depois chamada de replay, na Copa da Inglaterra, em 1966. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

Em 24 de agosto de 2010, minutos antes de entrarem para gravar o SP Esporte da TV Assembléia, Walter Abrahão e Milton Neves relembraram ótimas histórias do futebol. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

Walter Abrahão, em 24 de agosto de 2010, convidado para participar do programa SP Esporte. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

João Rehder, o segundo da esquerda para a direita, apresentou o programa SP Esporte, tendo Milton Neves, Walter Abrahão e José Eduardo Savóia como convidados. Foto: Marcos Júnior

Com José Eduardo Savóia,, na gravação do programa SP Esporte, da TV Assembléia, em 24 de agosto de 2010. Foto: Marcos Júnior/Portal TT

Walter Abrahão contou para Milton Neves inúmeras histórias do rádio esportivo nacional

Da esquerda para a direita: o jornalista Fábio Sormani, Walter Abrahão e Zé Maria, o “Super Zé”

Walter Abrahão e Nilson César: dois craques nas narrações de futebol

Walter cansou de narrar lindas jogadas de Pelé, Rivellino, Edu, Ademir, Pedro Rocha, Gérson, Jairzinho, entre outros craques da bola

Renata Fan e Walter Abrahão, no “Golaço” da Rede Mulher

Walter Abrahão ao lado do ex-lateral corintiano Zé Maria, o “Super Zé”

Walter Abrahão já foi inúmeras vezes convidado de Milton Neves no programa “Golaço”, da rede Mulher de TV

Perdeu de mão beijada

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Nesta segunda (25) o Corinthians perdeu do Red Bull Bragantino por 2 a 0. Fora o baile, diga-se de passagem! Mas o que mais me chamou a atenção não foi o resultado em si, que era até esperado já que o time do Barbieri tem peças individuais ofensivas bem melhores que o Mancini. Me surpreende […]

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Red Bull corta as asas do Corinthians, que não vai para a Libertadores!

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Corinthians 0 x 2 Bragantino

Tem muita gente sistemática por aí, que gosta de estabelecer certos dias da semana para realizar determinadas atividades.

Por exemplo, comer uma pizza na sexta, um churrasco no sábado, uma macarronada no domingo…

E, pelo visto, o Corinthians também está querendo se regrar e determinou, desde a semana passada, que a segunda-feira é o dia de… PAGAR MICO!

O primeiro, vocês se lembram, foi contra o Palmeiras, no Allianz Parque, na derrota por 4 a 0 para o rival.

E, nesta segunda-feira, o vexame foi contra o ótimo Red Bull Bragantino, e em casa!

Bom, e sejamos francos: o placar em 2 a 0 ainda ficou barato para o Timão.

Pelo que jogou, o time de Bragança merecia, no mínimo, ter igualado a goleada palmeirense da semana passada.

Parecia um jogo de crianças contra profissionais, principalmente no primeiro tempo.

E temos que tirar o chapéu para dois profissionais fundamentais nesta volta por cima do Red Bull na temporada.

O primeiro, claro, é o treinador Mauricio Barbieri, que recuperou a confiança da equipe que já tinha ido muito bem no Paulistão.

O segundo é o meia-atacante Claudinho, que está jogando uma BARBARIDADE com a camisa do Braga.

Não à toa se tornou, com o gol de hoje, o artilheiro do Brasileirão ao lado de Galhardo e de Marinho.

Olha, ele será eleito o craque do Brasileirão?

Já está merecendo, hein?

Mas quem não está merecendo mais nada neste Brasileirão é o Corinthians.

Muito menos uma vaga na pré-Libertadores.

Classificar para passar vergonha contra outro Guaraní do Paraguai da vida?

Melhor deixar para lá…

Opine!

Treinador não é ‘Rei’! Precisa entender a boleirada senão azeda…

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Tem gente que está acusando os jogadores do São Paulo de fazer ‘corpo mole’ devido a queda de rendimento radical do time no Brasileirão. Afinal a turma do Daniel Alves chegou a estar há pouco tempo atrás com oito pontos de vantagem para o segundo colocado. Ouvi torcedor dizendo que a culpa é da diretoria […]

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Surpresa! TV Walter Abrahão compra 56 jogos das Eliminatórias da Copa

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A TV Walter Abrahão surpreende o mercado da TV esportiva.

O executivo Walter Abrahão Filho, dono da TV WA (ex-Play TV do Lulinha), acaba de assinar um contrato para transmitir com exclusividade 56 jogos das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo do Qatar.

A TV Walter Abraão (122 da Net e da Claro, 161 da Sky e 143 da Oi TV) terá exclusividade até mesmo nos jogos do Brasil fora do país.

A Rede Globo continua com sua exclusividade em jogos da seleção brasileira no Brasil.

Abaixo, veja os jogos das Eliminatórias que que a TV WA transmitirá com exclusividade: