Flamengo tem tudo para ser campeão da Libertadores.

Leia o post original por Nilson Cesar

Entendo que o Flamengo tem tudo para ser campeão da Libertadores da América. Deve passar pelo Grêmio, e disputando jogo único será favorito também . O time do Flamengo é melhor que os demais e está vivendo um grande momento. O técnico português Jorge Jesus ganhou os caras e isso passa a ser fator decisivo. O grupo está jogando com alegria. Acho que teremos a final Flamengo x River Plate e o Mengão…

Fonte

O Boca cairá e o River fará a final contra o…

Leia o post original por Milton Neves

Argentina completamente parada à espera do grande clássico envolvendo Boca Juniors e River Plate, pela semifinal da Libertadores da América.

E na Bombonera, espécie de Vila Belmiro dos nossos hermanos, tanto no tamanho quanto na pressão, no clima ou na atmosfera.

Mas o que acontece é que esse é um dos piores times do Boca da história.

Enquanto o River Plate vive fase maravilhosa sob o comando de Marcelo Gallardo.

Portanto, o time xeneize, mesmo jogando em sua tremida casa, não terá como eliminar o seu maior rival.

E é óbvio que vocês estão ansiosamente aguardando meu palpite sobre Flamengo e Grêmio, que acontecerá amanhã, no Maracanã.

Afinal de contas, é quase impossível eu errar um palpite.

Então, amigo internauta, anote aí!

Quem fará a final da Libertadores-2019 contra o River Plate será o… Flamengo!

Sim, o Mengão de Jorge Jesus, que cairia muito bem na nossa combalida seleção brasileira.

Não acham?

Opine!

Futebol do Flamengo gastou em seis meses R$ 138,5 mi a mais do que Grêmio

Leia o post original por Perrone

Caso supere o Flamengo nesta quarta (23), no Maracanã, e vá a final da Libertadores, o Grêmio sentirá o gostinho de bater um rival que pode ser dar ao luxo de gastar R$ 138.551.000 a mais do que ele em seis meses para manter o departamento de futebol. Na média, o rubro-negro desembolsa cerca de R$ 23 milhões mensais a mais para custear o departamento.

Os números estão disponíveis nos balanços financeiros referentes ao primeiro semestre de 2019 publicados em seus sites pelos dois clubes. Até 30 de junho, o Flamengo teve uma despesa operacional no futebol, contando o departamento amador, de R$ 288.076.000. Por sua vez, o Grêmio registra na rubrica “atividades do desporto” custo de R$ 149.525.000 nos primeiros seis meses de 2019.

Com direitos de imagem, salários, encargos e benefícios a funcionários, o rubro-negro gastou R$ 103.138.000 até junho. O número foi confirmado ao blog por  Márcio Garotti, diretor financeiro do Flamengo. No mesmo período, o Grêmio anotou como remuneração de atletas profissionais com encargos R$ 48.492.000, além de R$ 16.891.000 em gastos com contratos de cessão de imagem. Na soma, são R$ 65.383.000 desembolsados em seis meses. 103138000

Obviamente, os gastos maiores do Flamengo são embalados por receitas superiores em relação ao Grêmio. O clube da Gávea obteve receita operacional bruta no primeiro semestre de R$ 388.832.000 com o departamento de futebol. Já o time gaúcho divulga a “receita bruta da atividade do desporto” no valor de R$ 222.115.000.

No quesito receitas, há uma grande diferença entre o que os adversários arrecadam com a venda de direitos federativos de atletas. O Flamengo colocou em seus cofres R$ 214.317.000 no primeiro semestre. Já o Grêmio divulga como receita com vendas líquidas de atletas R$ 77.923.000.

Goleada nas Redes

Leia o post original por Flavio Prado

 

 

Falamos toda hora das diferenças técnicas entre clubes europeus e sul americanos. Para muitos, isso se deve ao maior poder de investimento, argumento que pode até ser aceito com ressalvas. Mas vamos comparar as democráticas Redes Sociais. Convenhamos que na internet somos todos iguais. Mas as goleadas continuam.

Levantamento do IBOPE de setembro passado mostra os números brasileiros. E não há novidades. O Flamengo é o que tem maior número de seguidores com com 24 milhões e 500 mil, aproximadamente. Em seguida está o Corinthians com 22 milhões e meio e em terceiro o São Paulo, bem abaixo, com pouco menos de 15 milhões. Números expressivos, mas que passam longe dos europeus.

Só como referência vou pegar o sexto colocado da Europa, o Arsenal. Ele tem 77 milhões de seguidores, ou seja mais de três “Flamengos”. Só que o Arsenal é apenas o terceiro em torcida na Inglaterra com 2 milhões e 70 mil fãs. O nosso Flamengo tem 30 milhões a mais. Como explicar isso, será também por falta de dinheiro?

Infelizmente temos também nas Redes Sociais os europeus pensando grande e os brasileiros se limitando ao próprio umbigo. Não há visão de mundo e isso inibe o crescimento. São gestores que pensam pequeno e não respeitam as próprias marcas e grandezas, o que gera reflexo no todo.

Só para matar a curiosidade vou revelar o campeão das Redes Sociais. É o Barcelona com 138 milhões de seguidores. Isso significa o dobro dos cinco brasileiros com maior representatividade nas Redes, somados, já que não chegam, unidos, a 70 milhões. A Catalunha, estado espanhol onde está o clube, tem 8 milhões de habitantes, bem menos que somente a cidade de São Paulo. Perceberam de onde vem a culpa pelo nível atual dos brasileiros? Simples. Os clubes de lá têm gestores e nós teóricos torcedores dando palpites em marcas, que deveriam ser mundiais.

Opinião: reação apática a ato contra mulher de B. Henrique também é grave

Leia o post original por Perrone

O episódio em que  torcedores do Palmeiras são acusados de agredir a mulher de Bruno Henrique, Bhel Dietrich, é gravíssimo. Porém, tão grave quanto é a falta de reação enérgica de jogadores e dirigentes do clube.

O Palmeiras se manifestou numa nota protocolar, criticando e lamentando o ocorrido e afirmando assegurar apoio ao atleta e seus familiares. Na opinião deste blogueiro o clube poderia ter reagido de maneira mais firme. Deveria ter anunciado medidas para reforçar a segurança do elenco, ter cobrado publicamente as autoridades para identificar os acusados e ter se comprometido a expulsar os vândalos, caso eles sejam sócios-torcedores identificados da agremiação.

Até agora, também, não se viu uma reação firme dos jogadores, tanto palmeirenses como de outras equipes. Esse é o gancho para a categoria se unir contra os constantes atos de violência e intimidação de torcedores. Deveriam fazer um protesto, pressionar autoridades pela identificação dos supostos agressores, cobrar medidas protetoras de dirigentes e até políticos para que endureçam a lei contra casos desse tipo.

Mas o sentimento geral parece ser de conformismo. Algo como “é um absurdo, mas acontece mesmo”. Só que essa letargia tende a piorar o problema. É razoável imaginar que esse episódio estimule outros torcedores raivosos, não só do Palmeiras, mas de todos os clubes. Vale lembrar que a torcida do Corinthians entoou o famoso “ou joga por amor ou joga por terror” no último sábado depois da derrota por 2 a 1 para o Cruzeiro.

Enquanto a resposta se der apenas por meio de pronunciamentos óbvios e burocráticos, o ambiente estará propício para que os atos hostis aumentem. Pelo jeito, mais uma chance para impor limites aos torcedores sem noção será perdida.

Não faça isso, não, Jesus!

Leia o post original por Milton Neves

Fiquei preocupado quando vi a capa do jornal português Record, que informou sobre a possibilidade de Jorge Jesus, “com saudades de casa”, voltar para a Terrinha.

Um pouco mais tarde, me tranquilizei ao ler o post do confiabilíssimo PVC, que contradiz a publicação portuguesa, garantindo que o treinador não tem interesse em deixar o Flamengo antes de junho de 2020, quando termina seu contrato.

Ainda bem!

Afinal de contas, não podemos perder o hoje “melhor jogador” do futebol brasileiro.

Já ganhou o Brasileirão e, se faturar a Libertadores, o lugar de Jesus será na seleção brasileira!

Fique por aqui mesmo, primo de Pedro Álvares Cabral.

Você ainda tem muito a nos ensinar!

Opine!

Flu e Cruzeiro usam mesmo método, mas só um tem time pra isso

Leia o post original por Rica Perrone

Outro dia postei aqui que entendia o que Fluminense e Cruzeiro estavam fazendo quando deram ao seu elenco sem salário em dia o poder de escolha do treinador. Quebrariam a hierarquia mas tentariam compensar jogando nos ombros do time o não rebaixamento. Faz sentido. É uma daquelas coisas que a faculdade não ensina, jornalista nem…