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… de novo?!

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Quando o Flamengo escalou o time reservas hoje não esperava tamanha dificuldade em conseguir o empate. Mas sabia estar lidando com um time de psicológico assustadoramente frágil. Talvez por isso eu tenha dito aqui na semana passada que era melhor pro Vasco o Flamengo titular. Tiraria dele a pressão e a “obrigação”, pois poucos times…

Voltamos

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O Corinthians limitado e guerreiro, o SPFC optando pela covardia e andando no campo. Um resultado que não é ruim para ninguém considerando a posição na tabela, o fator clássico, mas que ao mesmo tempo irrita ambos. O Timão porque foi prejudicado pela arbitragem num gol claríssimo onde o bandeira e o auxiliar de linha…

Clássico é clássico e vice-versa

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Era 2015, sorteio da Copa do Brasil. O Flamengo estava muito bem, o Vasco capengando. Parecido com o cenário atual.  Alguns amigos do Flamengo acompanharam o sorteio e comemoraram quando deu o rival na sua chave. Imediatamente eu lhes disse: “Vocês serão eliminados”. Eles não entenderam e eu disse que aquela sensação de “oba, é…

Dinamarca 1×1 Austrália

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É até difícil comentar um jogo desses porque o que mais eu elogiaria provavelmente nem se classifique. Mas a Austrália, embora  não tenha vencido ainda na Copa, é uma das seleções que melhor me impressionaram. Não, não é porque joga uma barbaridade. É pela evolução. Pela brutal diferença do jogo ruim que praticavam por décadas…

Brasil 1×1 Suiça

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Provavelmente “assustada” com a dificuldade das protagonistas vencerem na estréia, a seleção brasileira entrou determinada a não ser mais uma delas. Jogou por 25 minutos o que se espera dela. Toques rápidos, pressão, controle absoluto do jogo. Gol do Coutinho. 1×0. Ufa! Não vamos tropeçar na estréia. O gol que era um problema se demorasse…

O medo e a obrigação

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O Fluminense tem por característica principal e distante da segunda colocada a superação. Esse time tenta com o que tem, o que não tem. Corre, luta, briga e camufla a sua fragilidade com dedicação e a não cobrança da camisa que veste.

Eu explico.

Se o Fluminense tivesse sendo cobrado pra ser campeão com esse time estaria em crise e perdendo jogos. Exatamente o descrédito está dando a eles o espaço para serem surpresas embora num time grande.  É difícil “surpreender” em time grande. Ele sempre carrega com ele a esperança de títulos.

Esse Fluminense “ganhou” o direito de jogar como der desde que corra. O outro lado, não.

O São Paulo tem time, investiu pesado e tem por obrigação que jogar mais do que joga. Não tem obrigação de vencer o Flu no Rio. Não é isso. Mas tem por vocação e elenco que não se acovardar.

Um primeiro tempo bem desenhado pelo que deve ser de véspera. O melhor time peitando mesmo fora de casa e ganhando o jogo até. Aí vem o segundo tempo e a gente precisa conversar sobre ele.

O Abel Braga mandou o time pra frente gradativamente na medida em que via que o SPFC não teria nenhum problema em não jogar os últimos 45 minutos.

O Aguirre tem uma característica uruguaia detestável:  Se tiver que se defender, ele enfia os 11 atrás e que se dane. É curioso porque uma das críticas que eu mais fazia a ele no Inter da Libertadores 2015 era exatamente essa. Ele abria mão de jogar sem cerimônias quando ganhando.

É comum o perrengue no Uruguai. Mas não é necessário aqui, ainda mais num pontos corridos.

O Fluminense jogou um ataque x defesa o segundo tempo todo e fez o gol merecidamente. Não se abre mão de jogar futebol impunemente.

Segue o Fluminense empolgando pela luta, o São Paulo tentando convencer seu torcedor de que não será mais um ano a toa.

E o Fluminense anda argumentando bem melhor que o São Paulo com sua torcida.

abs,
RicaPerrone