Cúpula corintiana repete falha de não acompanhar time em momento crítico

Leia o post original por Perrone

 

Apesar da importância da partida diante do Grêmio, o Corinthians foi para Porto Alegre sem nenhum representante de sua cúpula. O presidente Mário Gobbi não é mesmo de bater cartão nos jogos fora de casa. O diretor adjunto de futebol, Duílio Monteiro Alves, não viajou por estar com problemas de saúde. Seu superior, Roberto de Andrade, também não compareceu. Ele não atendeu telefonema do blog para falar sobre o assunto.

Assim, a delegação encarou mais um momento delicado sem o suporte da direção do futebol.  Seria importante a presença de um diretor no vestiário para, por exemplo, apoiar Tite e confirmar sua manutenção no cargo após a derrota por 1 a 0. Ou até para tornar oficial uma decisão contrária, se fosse o caso. Amparando o time, estava o gerente de futebol Edu Gaspar.

Num dos momentos mais críticos do clube no Brasileirão, na goleada de 4 a 0 aplicada pela Portuguesa, o Corinthians também viajou para Campo Grande sem o trio de cartolas que comanda o departamento de futebol.  Na véspera, no entanto, eles participaram da festa de aniversário do clube, em Itaquera.

Para quem está definitivamente na briga contra o rebaixamento, a direção corintiana parece distante demais de seus jogadores e comissão técnica em alguns momentos decisivos. Recentemente, o são-paulino Muricy Ramalho demonstrou a importância de ter um cartola de peso por perto ao pedir a presença Juvenal Juvêncio no CT de seu clube: “O chefe tem de estar bastante presente nos lugares. Em qualquer situação, em qualquer profissão, o chefe tem de estar presente”, declarou  o treinador.