Momento

Leia o post original por Pedro Ernesto

ZÉ ALBERTO ANDRADE – interino
ze.alberto@rdgaucha.com.br

Dentre as diversas curiosidades entre os jogadores do Inter que começarão o Gauchão está Claudio Winck. O lateral-direito carrega um DNA respeitável, especialmente pelo tio Luis Carlos, um dos melhores da posição no Inter nas últimas décadas. Só que parece ter herdado também uma fragilidade física que atrapalhou o início da carreira de Luis Carlos.

Recuperado de sucessivas lesões, Claudio tem a chance de mostrar que é, no mínimo, uma alternativa. Até agora lhe faltou sequência. O jogo-treino de domingo contra o Cruzeiro, em Alvorada, já tem que ser uma Copa do Mundo para alguém que ainda conta com boa expectativa da galera.

Necessidade
Início de ano sempre foi tempo de olhar com atenção para os jovens. São muitas as competições de categorias de base. Nos últimos anos, porém, a dupla Gre-Nal adotou a prática de colocar a gurizada a disputar o Gauchão.

Colocou-se, assim, a garotada à prova. Até agora não há um exemplo para dizer que tais iniciativas são um sucesso, mas são opções necessárias e que devem ser aperfeiçoadas para o futuro.

Guris
Yuri Mamute está no grupo gremista que iniciará o Gauchão. Lucas Coelho se apresenta com o grupo principal. Isso dá a impressão de que Mamute perdeu espaço. Jogador de seleção de base, craque do Torneio de Toulon, ele precisa de uma série de jogos para se mostrar para a comissão técnica. Seu potencial permite prever evolução, algo que não se tem certeza em Lucas.

É demaaais!
O Santos é uma exceção neste início de 2014. Em meio à pindaíba geral, o Peixe teve um baita reforço ao se associar ao fundo de investimentos europeu Doyen Sports. Damião já chegou e Vargas está a caminho. Quando a esmola é demais, o santo desconfia. Em São Paulo, muitos temem a reedição de casos como ISL e MSI.