Justiça esportiva: as punições nos campeonatos

Leia o post original por Pedro Ernesto

O Brasileirão terminou na Justiça. Não poderia ser diferente. A Portuguesa colocou para jogar na sua última partida, contra o Grêmio, um jogador que estaria suspenso. Perdeu os pontos e agora ameaça recorrer, parar o campeonato, enfim, fazer de tudo pois entende ser seu direito.

Situação muito parecida estamos vivendo por aqui. O Passo Fundo perdeu oito pontos no tapetão e está rebaixado. Mas seu advogado, Rogério Pastl, entende que dá para pedir efeito suspensivo dos pontos perdidos e, por consequência, colocar o clube no lugar do Cruzeiro para jogar a partida das quartas de final contra o Inter. Conseguindo isto, além, de continuar no campeonato, rebaixa o Esportivo.

Claro que Cruzeiro e Esportivo não ficam de braços cruzados. Esperam o resultado e, se for o caso, tomam suas medidas. Confesso que não consigo enxergar o final deste túnel. O que devo lamentar é que o futebol do campo vá parar no tapetão.

Tapetão
É bom que tudo se resolva dentro do campo. Mas o futebol tem leis que precisam ser respeitadas. Para isto existem os tribunais. Se a Portuguesa escalou um jogador punido com três cartões amarelos tem que perder os pontos. A lei disto isto e azar do resultado de campo.
Se o Passo Fundo escalou um jogador que não tinha condições legais, que também perca os pontos. Azar do resultado de campo. O que não se pode ter, por pior que pareça uma decisão no tapetão, é a bagunça, a falta de ordem. As leis têm que serem cumpridas e quem não o fizer que seja punido com o rigor da lei. Caso contrário deixaríamos de ter campeonatos para termos verdadeiras badernas.

Alán Ruiz
Este deverá ser o substituto de Zé Roberto na partida de amanhã contra o Newell’s Old Boys. Ele faz a mesma função do titular.
Os que pedem pelo ingresso de Dudu esquecem que este jogador, se entrar, muda o esquema para um 4-3-3. Mas faltaria ao time um articulador, aquele jogador que chega perto dos atacantes e lhes favorece com uma bola redonda e longe do alcance dos zagueiros. Dá para dizer, inclusive, que Dudu disputa uma posição com um dos volantes, mas nunca tirar um armador por lesão e não colocar outro.

É demaaaiiiss!!!
Contra o Lajeadense, segundo o técnico Abel Braga, aconteceu a última partida do time reserva e terminaram suas observações. Agora são os jogos decisivos do Gauchão, da Copa do Brasil e, logo adiante, o Brasileirão.
Três posições são discutidas no time colorado. Ernando ou Juan, que voltou bem. No meio a presença de Ygor é reclamada por muita gente. E no ataque, Jorge Henrique deixa a posição aberta por não ter sido eficiente. Abel agora tem todo tempo para pensar, já fez as observações que queria e agora só falta o próximo jogo para que ele defina o time titular colorado quando tudo fica mais difícil e complicado.