Romário jogou futebol melhor que o de Ronaldo; fora de campo, o baixinho também está em vantagem

Leia o post original por Vitor Birner

De Vitor Birner

Romário e Ronaldo travam um duelo fora de campo.

Enquanto o artilheiro do tetra combate as ações da Fifa, CBF e de outros cartolas, o do penta está ao lado dos dirigentes.

Nos últimos dias, os camisas 9 trocaram farpas via imprensa.

Fora de campo

Discordo dos palavrões usados por Romário ao falar de Blatter, mas não da causa que defende.

Andrew Jennings explica as razões de eu concordar com o deputado!

Não me preocupo se ele descobriu um nicho de crescimento político, se é contra Blatter, Valcke e turma por birra pessoal, ou se adotou tal posicionamento por convicção ideológica.

Na política brasileira, a manutenção de poder e os interesses pessoais dos representantes do povo goleiam as necessidades da sociedade.

Quando um deputado age em defesa da população, não me importa a motivação.

Sou pragmático nessas horas. Boa ação é boa ação, seja qual for a razão.

Se Romário for candidato a outros cargos, avaliarei o trabalho dele caso possa votar nele ou precise tratar do tema no blog.

Fora de campo, o hoje deputado vence o empresário Ronaldo por boa diferença.

Com a bola rolando

O mesmo aconteceu em campo.

Romário foi melhor que Ronaldo.

Mais genial e refinado na forma de jogar.

Precisava menos que o desafeto de força física para desequilibrar.

Em alguns momentos, deu a impressão que conseguia, parado, driblar os adversários.

Foi um atleta de estilo único. Nunca vi nada parecido.

Ronaldo também justificou era craque.

Foi muito acima da média até se machucar.

Talvez minha opinião fosse diferente ao comparar os dois jogadores, se o integrante do COL não tivesse sofrido tantas lesões ao longo da carreira.

Obviamente, respeito quem pensa de outra forma, pois a discussão é polêmica e não há argumento inquestionável capaz de mostrar quem realmente tem razão.

Detalhe

Lembro que as seleções brasileiras de 1998 e 2002 tinham repertório de jogadas ofensivas bem maior que a de 1994.

Eram mais técnicas, o que facilitou a vida do centroavante.

Fundamental

Minha avaliação se limita as ações profissionais dos personagens.

Não os conheço bem para dizer como são com amigos, família, estranhos…

O post todo é apenas sobre o trabalho de ambos como atleta e após encerrarem suas carreiras.

A vida pessoal dos outros não me diz respeito.