No terceiro dia, a ressurreição

Leia o post original por Bruno Maia

crédito: Alexandre Cassiano / O Globo

//PÓS-JOGO//

Na semana que antecede a Páscoa, natural que isso acontecesse. Após a crucificação injusta, na praça dos imorais e infiéis, houve a crucificação. Mas após três dias, vencemos a morte e reestabelecemos o rumo, movidos pela fé da torcida. #RESPEITEOVASCO

O time jogou mal, mas também foi abatido por uma ziquizira braba que foi derrubando os jogadores um a um. A inhaca que começou com Edmílson, passou por Rodrigo e Guiñazu, ainda no domingo, chegou hoje a Diego Renan e Éverton Costa – o pior caso. Nosso ponta rastafari – sem trocadilhos, por favor – não conseguiu fazer seu jogo e assustou toda a torcida com sua saída, ambulância, bandeira tapando a cena… Enquanto aguardamos mais notícias, o que mais assusta é a falta de variação dentro de um jogo. Vá lá que Adílson tem poucas peças que permitam mudar o jogo com alguém que venha do banco, mas nem o pouco que tem ele usa.

Mas agora que levantamos, sacudimos a poeira, vamos dar mais uma volta por cima. E viva a Igreja Cruz-Maltina do terceiro dia! Amém!

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Agora, cá entre nós… Se o Douglas desse passes com a precisão que bate pênaltis, seria o Zidane!!

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Na hora da publicação desse post, as notícias davam conta de que Éverton Costa já se recuperava, consciente, e seguiria para o hospital apenas para exames de segurança. Desejo de pronta recuperação para o Éverton!