Atlético Mineiro 1 x 1 Atlético Nacional

Leia o post original por Mauro Beting

São Victor do Horto foi o de sempre. O atleticano, ainda mais confiante e presente.

Mas o Atlético de Cuca não era mais o mesmo ainda com Cuca, no Mundial. Foi muito menos com Autuori. E não teve como Levir fazer muito diferente. Embora tenha sido infeliz nas mudanças na segunda etapa.

Em pouco tempo, se viu pouco de Galo contra outro rival de bom nível, que acabou sendo melhor (ou teve mais oportunidades) em 180 minutos.

Mesmo no Horto, pouco fez o Galo. Era só bola parada. Uma das tantas armas de 2013. Mas, agora, parecia a única. Ronaldinho, apenas isso. Ou nem isso.

No gol de Fernandinho, belo gol, tudo que parecia errado depois da bola na trave de Tardelli mudou de figura.

Talvez prenúncio da infelicidade final. Como havia acontecido em Medellín, gol do time colombiano. Com requintes de crueldade. Em posição de impedimento. E com o desvio de Victor que fez com que a bola que provavelmente iria pra fora caísse aos pés do colombiano classificado.

Era decisão pros pênaltis. Mas, pelo visto, nem Victor salvaria. Nem o atleticano viraria o jogo.

Bom, mesmo, só o testemunho final do presidente atleticano. Assumindo toda a bronca e culpa pelas “lambanças” acontecidas em 2014.

Não é só responsabilidade de Kalil. Mas é ótimo o presidente que assume a bronca.