Confiança não é empáfia

Leia o post original por Mauro Beting

Parreira falou ontem o que todo comentarista fala desde 1950. O que qualquer treinador que foi campeão do mundo em 1994, e técnico mundialista em 1982, 1990, 1998, 2006 e 2010 também teria o dever futebolístico e histórico de dizer.

“O Brasil é favorito”.

Jogando no país, como sede, ainda mais.
Como campeão da Copa das Confederações, mais ainda.

Mas não é o único. E isso ele sabe. Todos sabem.

Falou bem Parreira, na condição também de motivador como foi Zagallo, em 1994.

Não é prepotência. É experiência.

Como muito bem falou Júlio César.

O goleiro brasileiro, agora, precisa falar pela bola, não pela boca.

Tem mãos seguras para tapar as críticas. Calar os críticos.

Mas, de fato, terá de ter a mesma paciência que Felipão teve com ele.

Ele jogou poucas vezes em uma liga frágil em 2014. É fato. Pode ser problema.

Mas pela qualidade de JC, não vai ser por ele que o Brasil ficará pelo caminho.

Como ele muito bem fez em 2013.

Como em apenas um lance falhou em 2010.