É O TAPETENSE? ALEGRIA GARANTIDA.

Leia o post original por K.O.N.G

É deitar e rolar.

Fala, cambada!

Nada mais do que a obrigação fez o Galo ontem em Ipatinga, enfrentando um time muito menor, totalmente desconhecido além das fronteiras tupiniquins e que figura na divisão de elite do futebol graças às forças ocultas que habitam os STJDs da vida. É flagrante a vergonha que o Tapetense impõe ao esporte nacional desde os idos de 1997 e posteriormente em 2000, quando foi estranhamente içado das profundezas da terceira divisão para gozar de privilégios antes concedidos apenas aos times que ganhavam a parada em campo e não nos tribunais. Em 2013 o “martelo amigo” agiu novamente e voilà, o Flor não caiu, aumentando ainda mais as dívidas desse clube para com a sociedade. Tal qual Madruga fugindo do Senhor Barriga, o Fluminense insiste em fugir dos seus compromissos, ignorando boletos da série B que constantemente chegam por debaixo das portas de Laranjópolis. Fica a torcida para que a torneira monetária da UNIMED feche qualquer dia desses e o pobre tricolor carioca volte a viver sua triste realidade, que é apanhar de times como o Lagartense nas noites de sexta-feira em campos de grama escassa.

Mas não estamos aqui para reclamar da lei, afinal, o Galo é cumpridor de suas obrigações cíveis e morais. Acatando as decisões do STJD, da CBF, da Dilma e do PT, entramos em campo para o jogo contra o simpático time do gordinho Walter. E como de praxe, passamos o trator. Eu nem me lembro quando foi a última vez que perdemos para esses caras, pra vocês terem uma noção. Faz quanto tempo? 4 anos? Mais? Tanto faz.

O que importa mesmo é que o Galo retomou o caminho das vitórias depois da escorregada diante do Criciúma, no último domingo. Foi bom ver Tardelli voltando a jogar bem e o time impondo força tática, mesmo estando completamente desfigurado. São nada menos que 10 desfalques, meu chapa, fora Victor e Jô, que estão na seleção. Com isso, quem tem pouca chance de jogar durante a temporada vai mostrando serviço, caso de Giovanni, que substitui o santo embaixo de nossas traves. Não é de hoje que nosso goleiro reserva manda bem. Quem não se lembra daquele “jogo de despedida” em 2012, contra o Grêmio? Então. De lá pra cá, toda vez que é acionado, o camisa 87 entra e fecha o gol. Dou a maior moral pra isso.

Levir repetiu a mesma formação dos últimos jogos, mesmo com alguns questionamentos. Muita gente não entende porque Dátolo é titular, sendo que Guilherme já está disponível. A resposta está na necessidade do time em pegar ritmo de jogo, além de não sabermos se Guilherme está totalmente recuperado e pronto para jogar. Enquanto estiver funcionando, OK.

O Atlético fecha sua passagem pelo Vale do Aço com 4 pontos em 6 possíveis. Nos últimos cinco jogos são quatro vitórias e um empate. Cola no G4 e chega na última rodada antes da parada para a Copa com chances até mesmo de liderar do campeonato. Quem sabe?

Para um time que estava todo esculhambado e com metade dos jogadores no DM…

#GaloSempre