E agora Juizão???

Leia o post original por Gaciba

Uma coisa tenho certeza: Até o dia em que fizer meu último comentário estarei ligado para alguma coisa nova que poderá acontecer no campo de jogo.

Essa quem me mandou foi  Rodrigo Braghetto.

Decisão por pênaltis entre Afeganistão e Maldivas, 4ª cobrança. Você é o árbitro da partida e acontece ISSO!

O assunto está bombando no meio do apito… compartilhe conosco qual seria sua decisão.

Domingo a noite, após o término da rodada, prometo que escrevo meu ponto de vista sobre esta “loucura”!

Coragem professor, decide aí!!!

Domingo, 01/06/2014

Conforme prometido, aqui estamos!

Confesso que essa fez com que eu fosse ao livro de regras para tentar enquadrar a atitude do jogador.

Mais importante de dizer o que faria é saber o porque você faria!

No livro de regras, quando fala das decisões de tiros da marca do pênalti, não há nenhuma alusão sobre o comportamento do batedor mas, por dedução, temos que aplicar o mesmo que a regra XIV – Tiro Penal nestas situações.

Importante lembrar o que ouvi uma vez de um instrutor Espanhol da FIFA a respeito de uma cobrança de pênalti. Disse ele: – A penalidade máxima no futebol é diferente de tudo o que temos no campo de jogo. Significa um “quase gol” e por este motivo é tratada com um CERIMONAL específico.

Levando em conta esta situação, após organizar todos e tudo conforme manda a lei em seus devidos lugares (goleiro na linha, cobrador devidamente identificado, goleiro não atuante fora da área de pênalti, demais atletas habilitados no círculo central e demais integrantes da equipe em suas respectivas áreas técnicas) o árbitro dá o “sinal” para a cobrança.

No apito do árbitro começa a CERIMÔNIA PENAL!

Quanto ao executor a regra fala que, após o árbitro dar o sinal e, antes da bola entrar em jogo, ocorrer uma infração cometida por este atletas o árbitro deve:

– Permitir que o executor cobre a penalidade;

– Se o gol for conseguido, repetir a cobrança; e

– Se o gol não for conseguido, paralisar o jogo e reiniciar com tiro livre indireto a favor da equipe defensora.

Bom, neste caso (como na maioria da regra) vale a sua interpretação que poderá ser:

1. O “tombo” do jogador foi natural durante a corrida de apronte para a cobrança – DECISÃO: Validar o gol

2. O “tombo” do jogador foi proposital mas foi uma finta diferente para enganar o adversário sem desrespeitá-lo – DECISÃO: Validar o gol

3. O “tombo” do jogador foi proposital e caracteriza desrespeito a regra e ao adversário, não foi uma finta e sim uma atitude deliberada e inconveniente – DECISÃO: Repetir a cobrança e advertir com cartão amarelo o atacante. Obs.: Caso a bola não entrasse na meta, amarelo e cobrança não convertida.

Pelas respostas pode-se ver que as opiniões estão divididas. Para não ficar no muro, eu consideraria uma atitude desrespeitosa do cobrador, portanto, ficaria com a opção número 3.

Agradeço aos que foram corajosos e postaram sua opinião e, também, aqueles que resolveram não “arriscar” publicamente mas debateram o assunto com o mesmo entusiasmo.

Alguma nova para a gente trocar uma ideia? Posta aí! Abç a todos

PS: Amanhã, balanço disciplinar da 9 primeiras rodadas do brasileirão, a corrida pelo troféu fair play e os números dos árbitros que trabalharam nestas primeiras nove rodadas da série “A”.