12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeiras. Hoje, no Cinefoot

Leia o post original por Mauro Beting

 

Hoje, 19h, entrada franca, primeira exibição no Cine Foot do meu primeiro filme;

 

No Espalo Itaú de Cinema, na Augusta.

 

Cheguem cedo para ver o filme cujo trailer segue abaixo. Cuja sinopse é:

 

  • “12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense”, é o primeiro oficial do Palmeiras, produzido pela Canal Azul. Faz parte da trilogia que ainda contará com “Campeão do Século”  e “A Conquista da América”.

 

Os filmes são roteirizados e dirigidos por Jaime Queiroz e Mauro Beting, e montados por Abner Palma.

Três palmeirenses que fazem um filme que é oficial do clube, mas não é chapa-branca. “Apenas chapa alviverde”.

O filme de 1993 terá 93 minutos de produção.

O que é pouco para contar os 4 a 0 da decisão contra o Corinthians, a chegada da Parmalat em 1992 e, também, como o Palmeiras sofreu com 16 anos sem títulos. O roteiro inicia em 1974, quando o Palmeiras deixou o rival mais um ano na fila, e vai até o 12 de junho de 1993, quando o maior rival deixou o Palmeiras acabar com o jejum.

Metade do documentário fala dos anos de chumbo e de ferro que o time tomou. Numa abordagem mezzo Itália mezzo Palestra, 100% palmeirense, logo, corneteira, Queiroz e Beting conversam com torcedores, dirigentes, atletas, treinadores do período mais negro e, depois, de um dos mais verdes dos 99 anos de Palestra.

A arbitragem polêmica de José Aparecido de Oliveira é tratada com a isenção, independência e neutralidade possíveis. Tanto que o filme abre espaço para Paulo Sérgio, único atleta corintiano que quis participar do filme. Outros preferiram não dar depoimentos.

Ademir da Guia, Dudu, Luís Pereira, Leivinha, Oswaldo Brandão, Jorginho, Vagner Bacharel, Martorelli, Denys, Evair, Edmundo, Zinho, Antonio Carlos, Mazinho, Sérgio, Amaral, Wanderley Luxemburgo, José Carlos Brunoro, alvinegros, árbitro, jornalistas e mais tantos alviverdes são personagens da saga campeã.

É um filme para palmeirenses que sabem de cor e goleado essa história de superação e campeão. Mas, também, para o torcedor do grande futebol daquela Via Láctea do Palmeiras em 1993. E para quem entende o futebol como uma enorme curtição e paixão. Onde nem sempre é possível vencer. Mas não pode ser possível perder um filme que parece ficção pela história palmeirense. Um filme que é do maior amor incondicional que um 12 de junho pode ser

 

 

 

http://esportes.terra.com.br/futebol/videos/filme-oficial-do-palmeiras-tem-depoimento-de-1-corintiano,490337.html&novo_portal=1