Argentina 1 x 0 Irã. Questão de Timing

Leia o post original por Mauro Beting

Como foi um gol aos 47, vira vitória heróica a da Argentina contra o bravo Irã. Mas tivesse o golaço do sucesso saído no início do jogo duríssimo no Mineirão, talvez virasse vaia a partida decepcionante da classificada esquadra albiceleste.

Sabella foi com Messi, Higuain e Aguero na frente. O que há de melhor entre o que ele convocou para o ataque que ainda poderia ter Tevez. Mesmo com Di María bem, mas não tão bem como sempre, o jogo não fluiu.

Mérito do Irã de Carlos Queiroz. O português trancou a Argentina marcando lá atrás. E ainda fez muito mais na segunda etapa. Soltando o contragolpe insuspeito depois do pavoroso empate contra a Nigéria sem gols e sem futebol.

Teve até pênalti para reclamar. Lance bem discutível. Teve lance para lamentar o Irã em boas defesas de Romero.

Sabella demorou a mexer. Quando o fez, apenas trocou atacantes. Poderia ter sido mais abusado. Ousado.

Não foi. Não fez. Não sairia do empate.

Mas Messi fez. Pela direita onde esteve preso na primeira etapa. Cortando por dentro onde fez pouco mais depois.

Ainda não era o Messi. Ainda não é ele.

Mas o gol é dele. A Argentina é ele.

Maradona também só foi Maradona mesmo em 1986 na fase final.

Mas já vinha fazendo gols decisivos na fase de grupos.

Como Lionel.