Argentina 0 x 0 Holanda. Penalidade máxima

Leia o post original por Mauro Beting

Deu a lógica do lado argentino. O melhor time desse lado da tabela chegou à decisão. O time que sentiu muito a lesão e ausência de Di María. A equipe albiceleste que também sentiu a partida apagada de Messi.

Torcedor argentino que vibrou com a vitória de Romero como se fosse Goycoechea, em 1990. Também por defender o pênalti que Sneijder bateu no mesmo lado que havia cobrado contra a Costa Rica. Argentina que deve a Romero também a defesa no pênalti que Vlaar (o melhor nos ruins e chatos 120 minutos) bateu e Romero bem defendeu.

O goleiro platino defendeu um pênalti no instinto. O segundo no estudo. E fez justiça ao melhor time. Ao que buscou mais o gol. Ainda que pouco. Foram apenas cinco chances em 120 minutos. Apenas uma holandesa.

A grande Copa de 2014 não merecia uma semífinal de 1990 pela chatice de equipes que de tanto jogarem no erro alheio esqueceram como atuar para acertar.

Mas a história das Copas merece a final que mais se repetiu. Na péssima Copa de 1990 e também na ótima de 1986.

Alemanha x Argentina.

Uma partida que merece ser a que se viu em BH e a que não se pôde ver em SP.

Um jogo que seja não apenas emocionante para quem torcia pelos times, como há pouco, aqui do meu lado, o grande Sorin desabou na ESPN, e Verón, na DirecTV, fez quase o mesmo.