Papel cumprido

Leia o post original por Bruno Maia

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Quer dizer que o Douglas jogou bola? Vai lá que ainda não marcou com bola rolando… Mas resolveu ser o camisa 10 que a gente precisa. Quer dizer que a Avenida Diego Renan finalmente nos levou a algum lugar, mais precisamento um canto de gol ali em Campinas? E quer dizer que Thallesmã, depois de ser mais uma vez convocado para a seleção sub-21, segue seu caminho para ser o futuro atacante da seleção brasileira nas Olimpíadas do Rio, passo a passo, ganhando confiança e se firmando como o principal nome entre os novos atacantes brasileiros? Hmmm… Interessante.

O Vasco segue sua rotina de instabilidade. Esses bons momentos do time é que mantém minha esperança de que a coisa ainda vá deslanchar e, apesar das dificuldades, vamos terminar o ano cumprindo nosso principal objetivo dentro de campo – a volta para a primeira divisão. Toda vez que o time joga como no segundo tempo de ontem, meu coração se enche de esperança de que, enfim, a gente mantenha esse desempenho na partida seguinte. Dessa vez, Douglas atuou um pouco mais recuado, talvez pela presença de Kleber na frente. Até então, ele sempre vinha tentando fazer um pouco das duas funções. Porém, acho que Douglas sofre do mesmo problema do time, não é tanto questão de onde ele joga. Seu problema também é a regularidade. Ele joga “dia-sim”, “dia-não”. Os próximos jogos vão dizer melhor. Se Adílson mantiver essa formação, poderemos ter conclusões – espero que positivas sobre ele. Por outro lado, o custo disso foi um meio-campo realmente mais pesado. Fabrício é um bom nome, mas a equação “Aranda + Guiñazu < 2″ preocupa, principamente porque se Douglas tiver no “dia-não”.

A má notícia foi a contusão do tal do Carlos César, que conseguiu o milagre de fazer o Adílson tirar o horroroso André Rocha.

No fim das contas, ao menos ontem, cumprimos nosso papel. Que siga assim.