FINALMENTE, VITÓRIA.

Leia o post original por K.O.N.G

Tardelli comemorou 200 jogos com a camisa do Galo metendo gol.

Fala, cambada!

Preciso ser honesto com vocês. Não tive condições de acompanhar a rodada desse final de semana e nem consegui ver o VT do jogo depois. Então, qualquer coisa que eu dissesse aqui seria com base nos melhores momentos da partida e a gente sabe que nem sempre a edição das imagens traduz o que realmente aconteceu em campo. Por isso deixo com vocês a responsa de falar do desempenho dos caras aí nos comentários, certamente com muito mais propriedade do que eu. A real é que a vitória veio em boa hora, assim como a baixa no preço dos ingressos. Esse campeonato está embolado demais e o fato de termos conseguido apenas um empate nas duas rodadas anteriores fizeram com que o “pelotão de baixo” se aproximasse perigosamente. Os três pontos contra o Internacional nos colocaram novamente na briga pelo G4 e é importante nos mantermos ali perto para o sprint final, quando a coisa se decidir pra valer.

A redução do preço dos ingressos teve efeito positivo, mais psicológico do que financeiro, obviamente. Não sou nenhum profissional da área, mas meu embasamento prático – fruto de décadas frequentando estádio – me permite dizer que o time joga muito mais com 20 mil malucos na arquibancada do que com 2 mil testemunhas. Até a torcida torce mais e mesmo que fiquemos no zero a zero quando contarem a grana, vale muito mais a pena. O Zeca fez um levantamento rápido, que ajuda a ilustrar o que estou falando: no jogo contra o Bahia (último sem redução de preços) o Independência recebeu 11.309 torcedores para um renda de R$ 218 mil. Nesse último, foram 19.723 presentes, com R$ 299 mil de renda. É uma matemática meio maluca, mas que finalmente entrou na cabeça dos nossos dirigentes. Deus seja louvado! Agora só faltam liberar as faixas para tentarmos fazer do Independência o caldeirão que foi há bem pouco tempo atrás.

Falando em dirigente, Kalil finalmente resolveu voltar a si e sair fora desse negócio de política. Se os motivos foram verdadeiros ou não, tanto faz. O que importa mesmo é que agora ele estará 100% dedicado ao Galo e como a gestão do turco é totalmente centralizadora, qualquer desvio de atenção era fatal. O Atlético sentiu muito isso nos últimos meses e a torcida pagou o pato. A esperança é que agora as coisas mudem de verdade, porque queremos continuar com o “narizinho em pé”, como disse Levir.

Quarta tem o Palmeiras, pela Copa do Brasil. Infelizmente teremos que avacalhar a festa centenária dos nossos irmãos palestrinos. Nada contra, mas é a vida.

#GaloSempre