O futebol

Leia o post original por Mauro Beting

Uma vez pra fora na cara de Ceni.

Outra vez para fora na frente de Rogério.

Outra por cima no mano a mano com o mito.

Não lembro um atacante poder pedir música no “Fantástico” por três gols perdidos, um atrás do outro, e como foram perdidos em Brasília. Tivesse o atacante vascaíno a eficiência teutônica um ano antes, no Mineirão, na semifinal da Copa, o que era um 3 a 0 para o São Paulo quase vira um empate tão estranho quanto o sistema defensivo vascaíno – e mesmo o tricolor.

Seria outro o jogo se fase carioca e a qualidade técnica do time fossem outras. Mas isso tem sido o Vasco no BR-15. E não sei se consegue sair dessa até pela fase em que dá tudo errado. Foi assim no gol doado ao São Paulo – o primeiro. Foi assim no quarto na bola carambolada.

Já o Tricolor conseguiu o placar que não vinha conseguindo, jogando bem ou não.

É cedo para dizer que virou a fase são-paulina. É tarde para iniciar a reação vascaína. Ainda mais quando o poderoso chefão vascaíno diz ser o maior reforço do clube.