O Gol

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: AFP PHOTO/ JOSEP LAGO
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A tarde de domingo seguia tranquila. O Barcelona jogava e vencia. Rotina. Ver o jogo é obrigação profissional. Seria tedioso não fosse o amor pelo que faço. Mas era só mais um jogo, mais um domingo. Mais algumas horas de espera, para o trabalho da tarde e da noite. De repente o lance.

Neymar toca para Suarez. O uruguaio parte em velocidade pela esquerda. Neymar corre pelo meio. Recebe o passe sem condição de chute, porque a bola quicou um pouco antes. Aí vem uma luz sabe-se lá de onde. Ele domina de pé direito e joga a bola por cima do próprio corpo e do adversário atônito. No momento seguinte gira e recebe o próprio passe, na mesma perna direita, agora com o gol aberto. Uma fração de segundo. Ninguém consegue pensar para fazer algo assim. É a faísca Divina da genialidade.

Era Neymar fazendo, mas recebendo inspiração lá de cima. O último ato foi o mais simples. Só chutar e marcar. Imaginem quantas pessoas não estavam assombradas, em frente a televisão, em todo mundo, enquanto Neymar girava os dedos em torno da cabeça, comemorando. O Camp Nou aplaudia de pé. Os mais velhos estavam felizes, porque teriam mais uma boa história para contar. E os jovens agradeciam aos pais por estarem ali, naquele momento. Eu só gritei “Meu Deus”. Ao meu lado falavam palavrões. Cada um reagiu do seu jeito. Impossível foi não reagir. A segunda-feira amanheceu com o mundo reverenciando o gol. Bendito futebol. Bendito Neymar. Obrigado a Deus por mostrar sua presença em coisas tão simples. Como um gol, numa tarde de domingo.

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A tarde de domingo seguia tranquila. O Barcelona jogava e vencia. Rotina. Ver o jogo é obrigação profissional. Seria tedioso não fosse o amor pelo que faço. Mas era só mais um jogo, mais um domingo. Mais algumas horas de espera, para o trabalho da tarde e da noite. De repente o lance.

Neymar toca para Suarez. O uruguaio parte em velocidade pela esquerda. Neymar corre pelo meio. Recebe o passe sem condição de chute, porque a bola quicou um pouco antes. Aí vem uma luz sabe-se lá de onde. Ele domina de pé direito e joga a bola por cima do próprio corpo e do adversário atônito. No momento seguinte gira e recebe o próprio passe, na mesma perna direita, agora com o gol aberto. Uma fração de segundo. Ninguém consegue pensar para fazer algo assim. É a faísca Divina da genialidade.

Era Neymar fazendo, mas recebendo inspiração lá de cima. O último ato foi o mais simples. Só chutar e marcar. Imaginem quantas pessoas não estavam assombradas, em frente a televisão, em todo mundo, enquanto Neymar girava os dedos em torno da cabeça, comemorando. O Camp Nou aplaudia de pé. Os mais velhos estavam felizes, porque teriam mais uma boa história para contar. E os jovens agradeciam aos pais por estarem ali, naquele momento. Eu só gritei “Meu Deus”. Ao meu lado falavam palavrões. Cada um reagiu do seu jeito. Impossível foi não reagir. A segunda-feira amanheceu com o mundo reverenciando o gol. Bendito futebol. Bendito Neymar. Obrigado a Deus por mostrar sua presença em coisas tão simples. Como um gol, numa tarde de domingo.

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A tarde de domingo seguia tranquila. O Barcelona jogava e vencia. Rotina. Ver o jogo é obrigação profissional. Seria tedioso não fosse o amor pelo que faço. Mas era só mais um jogo, mais um domingo. Mais algumas horas de espera, para o trabalho da tarde e da noite. De repente o lance.

Neymar toca para Suarez. O uruguaio parte em velocidade pela esquerda. Neymar corre pelo meio. Recebe o passe sem condição de chute, porque a bola quicou um pouco antes. Aí vem uma luz sabe-se lá de onde. Ele domina de pé direito e joga a bola por cima do próprio corpo e do adversário atônito. No momento seguinte gira e recebe o próprio passe, na mesma perna direita, agora com o gol aberto. Uma fração de segundo. Ninguém consegue pensar para fazer algo assim. É a faísca Divina da genialidade.

Era Neymar fazendo, mas recebendo inspiração lá de cima. O último ato foi o mais simples. Só chutar e marcar. Imaginem quantas pessoas não estavam assombradas, em frente a televisão, em todo mundo, enquanto Neymar girava os dedos em torno da cabeça, comemorando. O Camp Nou aplaudia de pé. Os mais velhos estavam felizes, porque teriam mais uma boa história para contar. E os jovens agradeciam aos pais por estarem ali, naquele momento. Eu só gritei “Meu Deus”. Ao meu lado falavam palavrões. Cada um reagiu do seu jeito. Impossível foi não reagir. A segunda-feira amanheceu com o mundo reverenciando o gol. Bendito futebol. Bendito Neymar. Obrigado a Deus por mostrar sua presença em coisas tão simples. Como um gol, numa tarde de domingo.