O país da carta e dos decorativos

Leia o post original por Quartarollo

Responda rapidamente sem pensar.

Qual foi a carta mais ridícula? Aquela da Dona Lúcia para a Comissão Técnica da CBF depois dos 7 x 1 da Alemanha ou a do Michel Temer para a Dilma?

Difícil, não é? A Dona Lúcia, que só o Parreira conhece, enaltecia um trabalho desastroso e a do Temer chora como um bebê desmamado para se passar como “inocente” integrante de um governo desastrado.

Só faltou dizer: “Eu não sabia de nada”, mas está por trás do poder há muito tempo, sempre viveu assim, ele e seu partido fisiologista e agora chora porque virou figura decorativa como soe acontecer com todo o vice que se preza. Essa é a presteza do cargo, só ele não sabia.

O que ele queria? Ser presidente mesmo sendo vice? O que Temer não escreve explicitamente enquanto Dona Lúcia mente, é que ele quer o poder, está ávido por ele, está louco para virar um Sarney, talvez um Itamar.

Justamente aqueles que foram sem nunca terem sido votados para o cargo e não passaram disso. Tem gente que nem se lembra dessas figuras patéticas como presidente do Brasil.

Enquanto o mundo se transforma em internético (será que existe essa palavra?), nós explicamos nossas mazelas com as superadas cartas que nem os namorados escrevem mais.

Que tal recuperarmos o telex? Já que voltaremos ao voto de papel nas próximas eleições, porque não?

É bom lembrar que voto de papel é mais fácil de fraudar.

Continuamos tomando de 7 x 1 em todos os segmentos. E quem paga a conta? Nós, o povo, esse ser decorativo que só serve de pano de fundo para os mentirosos do poder.

Temer, DECORATIVO SOMOS NÓS.

Em tempo:

Antes que achem que estou fazendo uma defesa pela permanência da Dilma, digo que não estou. Aliás seria bom eles fora, eles dois, presidente e vice, e também o presidente da Câmara, senhor Eduardo Cunha, que ainda não escreveu sua carta, mas já, já será uma carta fora do baralho. É mais um que está se lixando pelo país. Fora com eles todos. Palavra de um dos decorativos da nação, eu.