Jogadores frágeis

Leia o post original por Flavio Prado

Muitos deixam seus clubes e voltam, meses depois, ganhando bem mais do que recebiam antes da ida e do fracasso no exterior.

 

 

Jogadores brasileiros são frágeis. Boa parte vai e volta rápido para clubes do exterior. Ruim para eles e para a imagem dos nossos profissionais que, despreparados, perdem para a “saudade”. Mas agora essa fragilidade não chega a ser um mau negócio. Muitos deixam seus clubes e voltam, meses depois, ganhando bem mais do que recebiam antes da ida e do fracasso no exterior.

Se deixam de lado prestígio, carreiras num nível mais elevado e até boa parte de dinheiro, voltam de forma confortável, muitas vezes até, sem perder nada, já que o clube de origem pagam a diferença. Para se livrar do chorão, medroso e percebendo que não conseguirão resolver o problema, as equipes internacionais optam por diminuir o prejuízo mensal.

Cada vez eles estão indo e voltando mais rápido, mas a tendência é também o número deles ser menor. Já que a saudade é um problema e dizem que é uma palavra que só existe no Brasil, fica mais fácil contratar argentinos, uruguaios, colombianos, etc, que têm melhor senso profissional e dificilmente voltam para casa alguns dias depois de saírem.