‘Caso Clayson’ é o terceiro ‘gol contra’ do Corinthians em 2019

Leia o post original por Perrone

O “caso Clayson” entra para a lista de problemas que o Corinthians arrumou para ele mesmo neste ano. São “gols contra” que o clube fez, como se fosse seu próprio adversário. Abaixo, veja três oportunidades em que isso aconteceu.

Clayson

Imagens divulgadas pela Corinthians TV sobre os bastidores da classificação do time para a final do Campeonato Paulista mostram o atacante provocando o árbitro do jogo com o Santos. “Chupa, (Rafael) Claus”, disse o atacante, entre outros disparos. A provocação não tinha se tornado pública até a iniciativa do próprio clube. Depois disso, o jogador entrou na mira do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva).

Minutos depois da divulgação, o clube retirou o vídeo de seu canal no YouTube e publicou uma nova versão sem a ofensa de Clyason ao juiz.

Gramado

Depois das finais do Campeonato Paulista, a Arena Corinthians deve ficar um tempo sem jogos para a recuperação de seu gramado. O problema é decorrente da decisão do clube de alugar o estádio para a realização do Monster Jam (competições com caminhões).

Em 2017, o alvinegro aproveitou que a grama precisaria ser replantada e negociou a realização do evento na terra. Porém, em 2018, foi tomada a decisão de receber a atração sobre o gramado. E em duas sessões, uma a mais do que na temporada anterior.

A grama foi protegida por uma cobertura durante a competição em dezembro. Mas já em janeiro jogadores começaram a reclamar do gramado. Não só adversários. Cássio se queixou mais de uma vez e chegou a relacionar sua dificuldade na reposição de algumas bolas a buracos no campo. Atletas de outras equipes também se queixaram de uso de terra em algumas partes do campo afetadas.

Os responsáveis pelo gramado identificaram que o fato de ele ficar abafado durante o Monster Jam provocou a proliferação de um fungo que o prejudicou. Como a decisão foi interromper as atividades em Itaquera para solucionar o problema, o Corinthians começará a jogar o Brasileiro sem poder atuar em sua casa. Isso como resultado de uma iniciativa tomada pelo próprio clube.

“Corinthianismo”

A campanha desenvolvida pelo departamento de marketing do alvinegro e que compara torcer pelo clube a uma religião incluiu um escudo estilizado. A peça, passou a ser usada em comunicados oficiais da agremiação. A ação fez conselheiros acusarem a diretoria de desrespeitar o estatuto. Isso porque o distintivo não pode ser alterado sem autorização do Conselho Deliberativo.

A decisão foi de não usar mais o símbolo estilizado em comunicações oficiais, evitando problemas internos. A campanha também foi alvo de protestos de religiosos.